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  • Dados de inflação nos EUA: A inflação nos EUA ficou abaixo das expectativas do mercado, impactando negativamente o sentimento dos investidores.
  • Reação das bolsas americanas: As bolsas dos EUA recuaram após a divulgação dos dados de inflação.
  • Impacto no Ibovespa: A bolsa brasileira também sofre pressão, com o Ibovespa tentando se manter na faixa dos 185 mil pontos.
  • Análise do mercado: Traders devem monitorar os desdobramentos da política monetária dos EUA, já que pressões inflacionárias menores podem afetar as decisões do Fed.
  • Oportunidades de trading: Considerar ajustes em posições relacionadas a índices e ativos expostos ao mercado americano e à bolsa brasileira.

  • Volume médio diário de ações subiu 43,5% em janeiro de 2026, alcançando R$ 33,819 bilhões, indicando aumento de liquidez e interesse em ativos brasileiros.
  • Derivativos registram alta de 2,4% no volume diário médio, enquanto a receita por contrato caiu 8,1%, mostrando contrastes no segmento de futuros.
  • Renda fixa continua a crescer com novas emissões somando R$ 2,178 trilhões, um aumento de 11,2%, e o estoque total atingindo R$ 9,236 trilhões.
  • Base de investidores cresce 4,6%, chegando a 6,353 milhões, mostrando uma expansão contínua do mercado de capitais brasileiro.
  • B3 (B3SA3) se consolida com um desempenho positivo no início de 2026, refletindo um ambiente mais dinâmico e de maior liquidez para traders.

  • Perda de R$ 3,6 bilhões: O Banco do Brasil (BBAS3) registrou perda significativa no 4T25 devido a ações da Braskem (BRKM5) dadas como garantia.
  • Impacto nas garantias de crédito: A operação afetou indicadores de crédito, reduzindo o índice de cobertura para créditos de liquidação duvidosa.
  • Acordo com IG4 Capital: O caso ocorreu em meio a um critico acordo da IG4 Capital para aquisição de dívidas garantidas da Braskem, influenciando diretamente a negociação.
  • Sem novos impactos no 1T26: O banco espera que o caso não gere novos impactos em resultados futuros, reduzindo incertezas para o próximo trimestre.
  • Monitoramento de risco: Traders devem acompanhar possíveis reflexos adicionais na percepção de risco do Banco do Brasil.

  • Audiências de Kevin Warsh devem prosseguir no Senado, segundo o secretário do Tesouro Scott Bessent, apesar de resistência política.
  • Senador Thom Tillis quer adiar a votação e se oporá a qualquer nomeação enquanto não se encerrarem investigações contra Jerome Powell e Lisa Cook.
  • Investigação do DoJ sobre Jerome Powell é um ponto central para retardar a confirmação no Senado.
  • Controvérsia bipartidária no Senado: Warren e Tillis condicionam o avanço da indicação à resolução das investigações atuais.
  • Independência do Fed é tema em destaque; Warren alega que Trump tenta ampliar a influência sobre o banco central.

  • Cosan e Shell devem aportar capital na Raízen: Controladores da Raízen sinalizam injeção de recursos visando reequilibrar finanças.
  • Prejuízo de R$ 15,6 bilhões: Resultado do trimestre pressionado por provisão de R$ 11 bilhões, destaca problema financeiro, não operacional.
  • Desafio é na estrutura financeira: Elevada alavancagem requer medidas estruturais, segundo administração.
  • Aporte mira reequilíbrio financeiro: Estratégia visa restaurar confiança e recompor estrutura de capital sem afetar operações.
  • Mercado aguarda detalhes: Investidores esperam esclarecimentos sobre o formato e cronograma da capitalização para avaliar impacto nas ações.

  • Suzano anunciará reajuste de preços em março: A empresa planeja aumentar os preços da tonelada de celulose em até US$ 50.
  • Ajuste abrangerá todos os mercados: O reajuste será implementado em todos os mercados onde a Suzano opera.
  • Impacto nos custos para compradores: Traders devem monitorar o impacto do aumento de preços nos custos operacionais dos compradores de celulose.
  • Possibilidade de valorização das ações da Suzano: O aumento dos preços pode influenciar positivamente o desempenho das ações da empresa.
  • Oportunidade de ajuste de posições: Investidores podem considerar ajustar suas posições em função do potencial impacto do reajuste no mercado.

  • Ações do IRB(Re) (IRBR3) caem 2% após balanço do quarto trimestre de 2025 com lucro de R$ 143 milhões, abaixo do consenso de R$ 148 milhões.
  • JP Morgan destaca quedas significativas nos prêmios emitidos (-16%) e ganhos (-5%), mantendo visão negativa apesar do lucro acima das expectativas.
  • Projeção de dividendos endurece análise otimista para longo prazo, com proposta de distribuição a ser deliberada em março.
  • BTG Pactual vê tendência positiva na gestão de risco e reforça recomendação de compra com preço-alvo de R$ 60,00.
  • Banco Safra emite recomendação neutra, citando lentidão nos prêmios e riscos legais adicionais de R$ 330 milhões.

  • Prejuízo Significativo: Vale reportou um prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no 4T25, impulsionado por baixas contábeis em ativos de níquel e imposto diferido.
  • Operação Resiliente: Apesar do prejuízo, a mineradora conseguiu um Ebitda de US$ 4,5 bilhões e receita de US$ 11 bilhões, com uma redução da dívida líquida expandida para US$ 15,5 bilhões.
  • Valorização da Ação: As ações da Vale (VALE3) acumulam uma alta de cerca de 24% em 2026, mas indicadores técnicos apontam para uma condição de sobrecompra.
  • Indicadores Técnicos: O papel atingiu uma máxima histórica em R$ 91,62, mas houve uma retração, com o IFR diário próximo da sobrecompra, sugerindo possível realização técnica.
  • Atenção ao Suporte: A quebra de suportes próximos pode indicar um ajuste técnico, mas a estrutura de médio prazo mantém uma tendência altista.

  • Foco nos Metais Básicos: Vale destaca estratégia de crescimento centrada em metais básicos, particularmente cobre e níquel, com expectativa de equilíbrio estrutural no níquel em breve.
  • Desempenho Financeiro: Ebitda consolidado subiu 17% no 4º trimestre de 2025; Ebitda de metais básicos mais que dobrou para US$ 1,4 bilhão.
  • Custo de Produção: Custo all-in do cobre foi negativo em US$ -900/tonelada devido a créditos de subprodutos; níquel a US$ 9 mil/tonelada.
  • Estrategia de Capital: Vale mantém disciplina financeira e anunciou US$ 2,8 bilhões em dividendos; possibilidade de retornos adicionais com mais desalavancagem.
  • Preços de Minério de Ferro: Queda nos prêmios de minério de ferro considerada pontual; foco em otimização da margem de contribuição.

  • Recuperação das Ações: As ações da Braskem (BRKM5) estão em alta de 1,77% a R$ 9,78 nesta sexta-feira (13), após queda de 11,27% na sessão anterior.
  • Impacto no Banco do Brasil: A queda das ações foi atribuída à especulação de um impacto bilionário na carteira de crédito do Banco do Brasil, associado à Braskem.
  • Inadimplência e Investigações: O índice de inadimplência do Banco do Brasil subiu para 5,17% devido a um atraso de pagamento de R$ 3,6 bilhões por um único cliente não revelado.
  • Ações como Garantia: Os rumores se baseiam em ações da Braskem que estavam em poder do Banco do Brasil, dadas como garantia pela Novonor (ex-Odebrecht).
  • Negativa da Braskem: A Braskem afirma que está adimplente com o Banco do Brasil e nega qualquer inadimplência no último trimestre de 2025.

  • Retomada de Operações: A Vale (VALE3) pode retomar em breve as operações nas minas de Fábrica e Viga.
  • Suspensão Atual: As duas unidades tiveram suas operações suspensas, impactando uma produção combinada de 8 milhões de toneladas por ano.
  • Impacto na Produção: A retomada das operações aumentará a oferta de minério de ferro no mercado, o que pode influenciar o preço da commodity.
  • Oportunidade para Traders: Reabertura das minas pode afetar as ações da Vale, tornando-se uma potencial oportunidade para negociação de curto prazo.
  • Fonte: Notícia publicada pelo InfoMoney, destacando que a Vale está agilizando a retomada das operações.

  • Usiminas (USIM5) registra alta significativa no Ibovespa, avançando 2,99% e cotada a R$ 6,20 às 12h35, contrastando com o recuo do Ibovespa em geral, que caiu 1,33%.
  • Lucro líquido de R$ 129 milhões no 4T25 foi vital para a valorização das ações, revertendo um prejuízo de R$ 117 milhões no mesmo período do ano anterior.
  • Itaú BBA recomenda compra com preço-alvo de R$ 7,00, destacando que o Ebitda ajustado superou previsões devido à forte performance no segmento de mineração.
  • Imposição de direito antidumping pela Camex beneficiará a Usiminas, reduzindo as importações de laminados planos da China, impulsionando ainda mais suas ações.
  • Citi mantém recomendação neutra com preço-alvo de R$ 7, destacando a redução significativa na alavancagem da empresa e um fluxo de caixa livre ajustado de R$ 744 milhões.

  • Lucro líquido de R$ 143 milhões no 4T25, alta de 27% em relação ao ano anterior, em linha com as expectativas de mercado que previam R$ 145,8 milhões.
  • Prêmio emitido caiu 16,4%, totalizando R$ 1,3 bilhão, indicando uma operação com menor volume de negócios, mas com foco na rentabilidade.
  • Resultado reflete disciplina técnica e ajuste na carteira, reforçando margens apesar da menor emissão.
  • Risco de revisões negativas no curto prazo é baixo devido ao lucro alinhado às projeções do mercado.
  • Investidores monitoram sustentabilidade do crescimento; focados na capacidade do IRB em expandir receitas sem comprometer margens futuras.

  • Prejuízo e Dívida: Raízen (RAIZ4) reporta prejuízo de R$ 15,65 bilhões no terceiro trimestre da safra 2025/26; dívida líquida sobe 43,4%, para R$ 55,3 bilhões.
  • Capex Prioritário: A empresa mantém investimentos prioritários no plantio e segurança dos canaviais, cortando gastos em áreas não essenciais.
  • Cortes Seletivos: Capex será focado em açúcar, etanol e distribuição de combustíveis; a companhia pode postergar projetos não prioritários.
  • Investimento Ajustado: Espera-se que o investimento total fique entre R$ 9 bilhões e R$ 9,8 bilhões, com uma redução de R$ 3 bilhões em capex de eficiência.
  • Queda na Moagem: Moagem cai 9,3% para 70,3 milhões de toneladas devido a eventos climáticos; foco na recuperação e desalavancagem financeira.

  • Emissão de Prêmios: Os prêmios emitidos caíram 31% em relação ao trimestre anterior e 16% na comparação anual, impactados por cancelamentos no segmento de vida e menor subscrição no segmento rural.
  • Análise de Bancos: Apesar da receita decepcionante, bancos apontam sinais de melhora nas operações da IRB Brasil (IRBR3).
  • Segmento de Vida: Cancelamentos significativos no segmento de vida foram um dos principais fatores para a queda nos prêmios emitidos.
  • Subscrição Rural: Houve uma diminuição notável na subscrição de seguros no segmento rural, contribuindo para a queda na receita.
  • Revisão Estratégica: Traders devem observar potenciais ajustes na estratégia da empresa que podem ser implementados para reverter a tendência de queda nas emissões de prêmios.

  • Prejuízo Contábil: Vale (VALE3) registrou prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões no 4T25, impactado por baixas no níquel e efeitos fiscais.
  • Lucro Proforma: Lucro proforma de US$ 1,4 bilhão no 4T25, excluindo efeitos não recorrentes; lucro anual consolidado de R$ 13,8 bilhões.
  • Baixas Contábeis: Reconhecidos impairments de US$ 3,5 bilhões nos ativos de níquel e US$ 2,8 bilhões em baixa de imposto diferido.
  • Ebitda e Dívida: Ebitda ajustado de US$ 4,5 bilhões e dívida líquida de US$ 15,5 bilhões, dentro da meta, mas próxima do teto.
  • Desempenho Operacional: Forte operacional com receita de US$ 11 bilhões e geração de caixa recorrente de US$ 1,6 bilhão.

  • Interrupção de Sorteios: As loterias da Caixa não realizarão sorteios na segunda (16) e terça-feira (17) devido ao Carnaval.
  • Datas de Sorteios: Sorteios ocorrerão normalmente na sexta (13) e sábado (14), incluindo Lotofácil, Quina, Lotomania, Dupla Sena, Super Sete, Mega-Sena, +Milionária, Dia de Sorte, Timemania e Loteria Federal.
  • Retomada na Quarta: O calendário regular será retomado na Quarta-Feira de Cinzas (18) com os sorteios habituais.
  • Sorteios Noturnos: Sorteios ocorrem a partir das 21h nos dias designados.
  • Ponto Facultativo: A interrupção se deve ao ponto facultativo durante o Carnaval, embora não seja feriado oficial.

  • Ibovespa em queda: O índice cai forte devido a cautela no cenário externo, impactando negativamente o mercado.
  • Influência de dados do varejo: Resultados mais fracos do que o esperado no varejo contribuem para a pressão vendedora.
  • Impacto dos balanços: Temporada de resultados corporativos indica desempenho inferior ao previsto por analistas.
  • Sentimento global: Incertezas econômicas internacionais aumentam a aversão ao risco entre investidores.
  • Estratégias defensivas: Traders podem considerar posições defensivas ou aproveitar oportunidades em setores resilientes.

  • Projeções Revisadas para Baixo: Standard Chartered prevê Bitcoin a US$ 50 mil e Ethereum a US$ 1.400 no curto prazo.
  • Expectativa de Recuperação: Banco espera recuperação parcial até o fim de 2026, mas reduziu metas de fim de ano para principais criptomoedas.
  • Motivos para Revisão: Ambientes macroeconômicos apertados e menor apetite ao risco pressionam ativos digitais.
  • Volatilidade Esperada: Saída de fluxo especulativo aumenta a volatilidade no curto prazo.
  • Pressão Atual do Mercado: No momento do relatório, Bitcoin perdeu cerca de um terço de seu valor desde outubro e Ethereum caiu cerca de 60%.

  • Raízen reporta prejuízo significativo: Prejuízo líquido de R$ 15,6 bilhões no 3T26 devido a uma provisão de impairment de R$ 11,1 bilhões.
  • Recomendação sob revisão: Banco Safra colocou a recomendação para as ações da RAIZ4 em revisão, aguardando clareza em plano de turnaround.
  • Desempenho operacional misto: EBITDA ajustado de R$ 3,15 bilhões, com pontos fortes na Mobilidade Brasil, mas fraco em Açúcar, Etanol e Bioenergia.
  • Alavancagem elevada: Dívida líquida de R$ 55,3 bilhões e alavancagem subindo para 5,3x o EBITDA, elevando o custo de financiamento.
  • Impacto nos investidores: Queda das ações e rebaixamentos de rating afetam confiança e tornam emissões de capital potencialmente mais dilutivas.

  • VALE3 e PETR3/PETR4 acumulam cerca de 24% de alta em 2026, impulsionadas por fluxo estrangeiro e melhora no sentimento com commodities, mas traders questionam qual oferece melhor relação risco-retorno após o rali.
  • Petrobras enfrenta dúvidas sobre dividendos devido ao cenário político, com casas como BTG e BBI adotando postura cautelosa após valorização, enquanto riscos eleitorais e volatilidade do petróleo seguem no radar.
  • Projeções para PETR3 e PETR4 indicam dividend yield de 8% a 10% em 2026, dependendo do preço do Brent, porém com menor espaço para surpresas positivas se petróleo estiver entre US$ 60–65.
  • VALE3 negocia com desconto, com FCF yield estimado de 8% em 2026, acima da média global, sendo vista como alternativa mais econômica frente a mineradoras de cobre, atraindo ajustes positivos em recomendações.
  • Analistas veem valuation da Vale ainda descontado pós alta recente, especialmente com minério próximo de US$ 95–100, com suporte de sua expansão em metais básicos.

  • Retomada de Operações: A Vale (VALE3) está próxima de retomar operações nas minas de Fábrica e Viga.
  • Capacidade de Produção: As duas unidades têm uma produção combinada de 8 milhões de toneladas por ano.
  • Impacto no Mercado: A retomada pode aumentar o suprimento de minério de ferro, potencialmente pressionando os preços.
  • Potencial Apreciação das Ações: Notícias de retomada de produção frequentemente resultam em aumento do valor das ações no curto prazo.
  • Data de Retomada: Uma data exata para a retomada ainda não foi anunciada, mas espera-se que ocorra em breve.

  • Tesouro Prefixado: Taxas estáveis, com o Prefixado 2032 oferecendo 13,4% a.a. Os prefixados observam alta demanda que ajuda na manutenção das taxas.
  • Títulos Atrelados à Inflação: Tesouro IPCA+ 2032 caiu para IPCA + 7,60%. Ressalta-se a oferta robusta, mas com retornos ainda elevados.
  • Tesouro Selic 2031: Mantém-se com Selic + 0,1008% a.a., sendo uma opção para exposição à Selic com volatilidade reduzida.
  • Demanda Forte: O leilão grande de títulos prefixados foi absorvido sem aumento de taxas, indicando um mercado comprador.
  • Cenário Macroeconômico: Perspectiva de cortes na taxa de juros contribui para acomodação das taxas nos títulos do Tesouro.

  • Lucro e Rentabilidade: Banco Inter (INBR32) reportou lucro de R$ 374 milhões no 4T25, aumento de 36% anual e ROE de 15,1%, indicando recuperação na rentabilidade.
  • Crescimento da Carteira: Carteira de crédito cresceu 35,6% em 12 meses, atingindo R$ 48,3 bilhões, impulsionada por crédito imobiliário, consignado privado e cartões, elevando o NIM para 9,6%.
  • Recomendação da XP: Apesar de resultados sólidos, XP mantém recomendação neutra, pois acredita que o potencial de crescimento já está refletido no valuation atual.
  • Desempenho Operacional: Base de clientes alcançou 43,1 milhões e ARPAC bruto subiu para R$ 58,5, melhorando a receita recorrente e mostrando engajamento crescente.
  • Qualidade de Ativos e Custos: Inadimplência acima de 90 dias em 4,7%, cobertura de 141%. No entanto, despesas aumentaram 21% devido a provisões e investimentos.

  • Goldman Sachs e JPMorgan: Mantiveram recomendação neutra para os ativos do Banco do Brasil.
  • BBAS3: Ações do Banco do Brasil registram queda de mais de 5% no pregão.
  • Mercado Cauteloso: A queda acontece após uma alta no dia anterior, sugerindo cautela entre investidores.
  • Recomendação Neutra: Analistas não apontam fortes motivos para compra ou venda dos papéis neste momento.
  • Acompanhamento Recomendado: Traders devem ficar atentos a novas recomendações ou mudanças de cenário econômico que possam afetar as ações do banco.

  • Raízen enfrenta turbulência financeira: A empresa está lidando com uma dívida elevada e trabalhando em uma reestruturação.
  • Bonds da Raízen desabam 19%: Os títulos da Raízen caíram significativamente, refletindo a tensão no mercado de crédito.
  • Decisão de preservar investimentos: A Raízen optou por manter investimentos em seus canaviais, apesar da crise.
  • Mercado de crédito sob pressão: A situação da Raízen expõe um cenário de preocupação entre investidores e credores.
  • Impacto potencial em ativos correlatos: Traders devem monitorar como esta crise poderá afetar outras empresas do setor.

  • Impairment de R$ 11,1 bilhões: A Raízen registrou um ajuste contábil significativo, refletindo revisão de valores de ativos em um cenário adverso.
  • Desafios financeiros significativos: Pressão nos preços de açúcar e etanol e estrutura de capital desbalanceada elevam despesas financeiras.
  • Endividamento elevado: A dívida bruta da Raízen chega a R$ 55,32 bilhões, com alavancagem de 5,3 vezes o Ebitda.
  • Medidas de desinvestimento: Estratégia inclui venda de ativos para reduzir alavancagem para entre 2 e 2,5 vezes.
  • Impacto negativo em bonds e debêntures: Rebaixamentos de rating levaram a vendas de títulos e formação de comitê de detentores de bonds.

  • Lucro Líquido Superior às Expectativas: Riachuelo (RIAA3) reportou lucro de R$ 322 milhões no 4T25, 28,8% acima do ano anterior, superando projeções do mercado e impulsionando as ações.
  • Margem Bruta e Ebitda: Margem bruta subiu para 60,8%, com Ebitda consolidado de R$ 660 milhões, evolução de 17% ano contra ano, superando estimativas e demonstrando forte disciplina operacional.
  • Desempenho do Setor de Vestuário: Segmento de vestuário registrou margem de 57,8% e aumento de 7,2% nas vendas mesmas lojas, contribuindo significativamente para os resultados.
  • Fortalecimento da Estrutura Financeira: Ebitda financeiro subiu 28% para R$ 126 milhões, com robusta geração de caixa e relação dívida líquida/Ebitda de 0,4x, ampliando espaço para investimentos.
  • Reação Positiva do Mercado: Ações valorizaram cerca de 5% após a divulgação dos resultados, refletindo otimismo com a continuidade da recuperação e previsibilidade operacional da empresa.

  • Desempenho das Ações: As ações da Vale (VALE3) caíram mais de 1% apesar de um forte desempenho operacional no 4T25. A queda está ligada ao recuo nos preços do minério de ferro, com a commodity recuando 2,36% em Dalian e 2,74% em Cingapura.
  • Resultados Financeiros: A Vale apresentou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões, influenciado principalmente por impairment no Canadá e baixa de ativos fiscais. Desconsiderando itens não recorrentes, a empresa teria apresentado um lucro líquido de US$ 1,4 bilhão.
  • Ebitda e Receita: O Ebitda ajustado proforma foi de US$ 4,8 bilhões, acima das estimativas, enquanto a receita líquida alcançou US$ 11,1 bilhões, com crescimento de 9% ano a ano.
  • Recomendações de Compra: Analistas como Empiricus, BTG Pactual e Itaú BBA mantiveram a recomendação de compra para as ações VALE3, citando múltiplos atrativos e potencial de reprecificação, especialmente considerando o desempenho na divisão de metais básicos.
  • XP Investimentos: A XP manteve uma recomendação neutra, mencionando que, apesar dos resultados sólidos, a Vale está negociada a um múltiplo EV/Ebitda de 5,1 vezes, com preços implícitos do minério de ferro acima do valor à vista.

  • Bolsas dos EUA recuam após divulgação de dados de inflação abaixo do esperado.
  • Ibovespa cai 2%, buscando sustentar o nível de 184 mil pontos.
  • Pressão sobre ativos de risco devido aos novos dados econômicos, impacta mercados globais.
  • Expectativas por decisões monetárias influenciadas por dados recentes de inflação.
  • Investidores devem monitorar ajustes nas políticas econômicas que podem ocorrer após os dados.

  • Renúncia de Hamilton Amadeo: A Copasa anunciou a renúncia de Hamilton Amadeo ao cargo de presidente do conselho após informações de seu depoimento ao MPF serem divulgadas.
  • Impacto na Cotação: As ações da Copasa (CSMG3) caíram 1,65% na B3, sendo negociadas a R$ 55,53. Monitorar o desempenho para possíveis oportunidades.
  • Contexto de Privatização: A Copasa está em fase de privatização via oferta de ações, o que torna a estabilidade e continuidade da gestão críticas.
  • Acordo de Leniência da Aegea: A delação de Amadeo é relacionada a um acordo de leniência da Aegea, refletindo impactos financeiros já contabilizados desde 2021.
  • Declaração da Aegea: A empresa afirma que o acordo de leniência não afeta suas concessionárias e já está refletido nas demonstrações financeiras, garantindo a capacidade contínua de investimento.

  • Localiza assina acordo com BYD: Empresa vai adquirir 10 mil veículos híbridos e elétricos nos próximos dois anos, representando 1,5% das aquisições planejadas.
  • Impacto financeiro limitado: O acordo não altera significativamente as projeções de lucro de curto prazo para Localiza e BYD.
  • Reação do mercado: Ações oscilaram após atingir alta de 16% em janeiro, refletindo cautela dos investidores.
  • Interesse estratégico: Parceria fortalece aproximação entre montadoras chinesas e locadoras, melhorando percepção de longo prazo.
  • Expansão do portfólio: Iniciativa moderniza a oferta da Localiza e acelera a expansão da BYD no Brasil.

  • Gestão de Preços e Margens: Ambev pretende expandir margens em 2026 utilizando gestão ativa de preços, equilibrando acessibilidade com rentabilidade.
  • Estrategia de Portfólio: Portfólio abrangente para avançar na estratégia entre volume e lucro, mantendo produtos acessíveis e protegendo margens.
  • Ecossistema Digital: Execução da estratégia digital para fortalecer o negócio principal e criar novos motores de crescimento.
  • Resultados do 4T: Lucro caiu 9,9% no 4T, mas receita cresceu 4,8% organicamente, refletindo gestão eficaz apesar de volumes fracos.
  • Foco em Eficiência e Custos: A administração prioriza eficiência e controle de custos combinando mix premium e estratégia de preços para sustentar margens.

  • Prejuízo significativo: A Raízen reportou um prejuízo de R$ 15,65 bilhões no 3T26, incluindo um impairment de R$ 11,1 bilhões, sem impacto no caixa.
  • Desafios climáticos e financeiros: A empresa enfrenta secas, geadas e juros altos, resultando em queda de 28% no Ebitda de açúcar, etanol e bioenergia.
  • Rebaixamento de crédito: Agências de rating cortaram a nota da Raízen, dificultando e encarecendo a captação de capital e venda de ativos.
  • Estratégia de alavancagem: Com dívida de R$ 55,32 bilhões, a Raízen está vendendo ativos para reduzir alavancagem de 5,3 para 2-2,5 vezes.
  • Ação em queda: RAIZ4 teve queda de 4,48% no Ibovespa, afetada pelo resultado financeiro ruim e rebaixamento de crédito.

  • Preços-teto elevados para leilões do setor elétrico: Governo ajustou os valores dos preços-teto após distorções identificadas, garantindo remuneração suficiente para cobrir custos.
  • Correções para gás natural e carvão: Novos preços atingem R$ 2,25 e R$ 2,9 milhões por MW.ano para usinas existentes e novas, respectivamente, alinhando-se melhor com as expectativas do mercado.
  • Impacto positivo para Eneva: Após queda de quase 20%, ações da Eneva subiram 8% com a atualização dos preços, amenizando preocupações do mercado.
  • Análise do Citi e mercado: Preços na faixa de R$ 2,5 milhões a R$ 3 milhões considerados atraentes por analistas e investidores, acionando alívio no setor.
  • Data dos leilões e atualização de preços: Leilões previstos para 18 e 20 de março, com revisão de preços-teto também para usinas a óleo combustível, diesel e biodiesel.

  • Goldman Sachs rebaixou a recomendação de BB Seguridade para "neutro".
  • A queda na taxa Selic é citada como um dos fatores para a revisão da recomendação.
  • Desaceleração nos prêmios emitidos pela empresa também influenciou a avaliação negativa.
  • As ações da BB Seguridade caíram mais de 6% após o anúncio.
  • Traders devem monitorar possíveis flutuações adicionais devido às condições econômicas atuais.

  • JPMorgan: Operacionais Fracos - O JPMorgan relatou números operacionais ligeiramente abaixo do esperado para as empresas do setor.
  • Fluxo de Caixa Livre Elevado - Apesar dos dados operacionais fracos, o fluxo de caixa livre foi excepcionalmente alto.
  • Medidas Antidumping - Novas medidas antidumping estão em discussão, o que pode impactar o setor siderúrgico.
  • Ações da Usiminas em Alta - As ações da Usiminas (USIM5) foram impulsionadas pelas notícias positivas sobre o fluxo de caixa e antidumping.
  • Oportunidades no Setor - Traders devem monitorar atentamente as medidas antidumping e o desempenho financeiro para oportunidades no setor.

  • Resultados acima das expectativas: A Vale (VALE3) reportou resultados operacionais do 4T25 acima das expectativas, com destaque para a divisão de metais básicos e forte geração de caixa.
  • Desempenho por segmento: A receita líquida da divisão de Minério de Ferro aumentou 3% para US$ 8,4 bilhões, enquanto o ebitda do Minério de Ferro e da Base Metals tiveram desempenhos robustos, com destaque para o dobro do ebitda do segmento de Cobre.
  • Forte geração de caixa: O ebitda consolidado da Vale foi de US$ 4,8 bilhões, um aumento de 17% ano a ano, contribuindo para um fluxo de caixa livre recorrente de US$ 1,7 bilhão e redução da dívida líquida expandida.
  • Impacto em lucro líquido: O prejuízo de US$ 3,8 bilhões foi devido a ajustes não recorrentes, como revisão de ativos de níquel (-US$ 3,5 bilhões) e baixa de imposto diferido (-US$ 2,8 bilhões). Excluindo esses fatores, o lucro líquido seria de US$ 1,4 bilhão.
  • Recomendação de compra: Com valorização dos preços de metais e melhora operacional, as ações da Vale estão com múltiplo de 5,2x valor da firma/ebitda e são recomendadas para compra na série 'Vacas Leiteiras'.

  • Ebitda Ajustado: VALE3 reporta Ebitda ajustado proforma de US$ 4,8 bilhões no 4T25, alta de 24% ano-a-ano, superando estimativas de mercado.
  • Metais Básicos: Desempenho da divisão de metais básicos é destaque, com Ebitda de US$ 1,4 bilhão, bem acima das expectativas.
  • Redução de Alavancagem: Dívida líquida expandida recuou para US$ 15,6 bilhões; fluxo de caixa livre de US$ 1,7 bilhão no trimestre.
  • Expectativas de Reprecificação: BTG Pactual mantém compra para ADR a US$ 15; XP reiterou recomendação neutra com preço-alvo de R$ 71.
  • Cobre e Níquel: Ebitda do cobre em US$ 1,06 bilhão com preços 20% maiores; níquel apresenta melhora operacional.

  • Sete das oito atividades do varejo cresceram em 2025, com destaque para "Artigos farmacêuticos" e "Móveis e eletrodomésticos" (ambos 4,5%).
  • Recuo no segmento de "Livros, jornais, revistas e papelaria", com queda de 0,9%.
  • No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve um aumento modesto de 0,1%.
  • Declínios significativos em "Veículos, motos, partes e peças" (-2,9%) e "Atacado de produtos alimentícios" (-2,3%).
  • Revisões pelo IBGE: Varejo ampliado de novembro corrigido de 0,7% para 0,6%, e varejo restrito mantido em 1,0%.
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