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  • Alteração na Carteira: A XP Investimentos adicionou Copasa (CSMG3) e reduziu exposição em Cemig (CMIG4) em sua carteira "Top Dividendos" de setembro.
  • Estratégia em Copasa: Inclusão de uma posição de 2,5% em Copasa, apostando na privatização da companhia e influência positiva da PEC na ALMG.
  • Ajuste em Cemig: Redução de participação de 10% para 7,5% devido a um valuation considerado menos atrativo e progressos limitados na privatização ou federalização.
  • Desempenho da Carteira: Retorno de 7,4% em agosto em comparação com 6,3% do Ibovespa.
  • Histórico de Sucesso: Desde o início, a carteira cresceu 223% frente a 94,4% do Ibovespa.

  • Selic inalterada: Segundo Fernando Genta, economista-chefe da XP Asset, não há expectativa de cortes na Selic para este ano.
  • Pressão política no Fed: A XP Asset destaca que o Federal Reserve está sob ataque político, o que pode influenciar suas decisões futuras.
  • Gastos do Brasil: A análise destaca preocupações com o Brasil em relação a aumento de gastos governamentais.
  • Atenção aos mercados: Traders devem monitorar o contexto político-econômico tanto nos EUA quanto no Brasil.
  • Impacto nas estratégias: A posição da XP Asset pode influenciar as estratégias de investimento, principalmente em relação a títulos de renda fixa.

  • Pagamento de JCP: Vale começa hoje o pagamento de R$ 1,89 por ação em juros sobre capital próprio, conforme anunciado em 31 de julho.
  • Data de corte e ex-direitos: Acionistas com posição em 12 de agosto têm direito ao JCP, com papéis ex-direito negociados desde 13 de agosto.
  • Atração para investidores: A distribuição bilionária de proventos reforça a atratividade da Vale em dividendos, especialmente para investidores de longo prazo.
  • Impacto de mercado: O pagamento tende a gerar novas entradas no papel por fundos que buscam dividendos robustos, apesar da volatilidade do minério de ferro.
  • Considerações estratégicas: Análise da volatilidade internacional e pressões regulatórias é crucial, influenciando a decisão de manter ou reforçar posição na Vale.

  • Ibovespa: O índice de referência do mercado acionário brasileiro fechou com uma queda de 0,34%, caindo para 139.863,63 pontos.
  • Petrobras: O desempenho negativo das ações da Petrobras foi um dos principais fatores que pressionaram o Ibovespa para baixo.
  • Indústria: O setor industrial também influenciou o fechamento em queda, com destaque para dados ou eventos impactantes no radar dos traders.
  • STF: Decisões recentes ou expectativas de ações do Supremo Tribunal Federal estão sendo monitoradas pelos investidores, influenciando o mercado.
  • Próximos Passos: Traders devem observar os desdobramentos nas ações da Petrobras, bem como as atualizações da política industrial e posicionamentos do STF.

  • Setores em Queda: Investidores se desfizeram de papéis dos setores de energia e financeiro.
  • Setores em Alta: Maior inclinação para ações de tecnologia e comunicação.
  • Fatores de Alívio: Alívio nos rendimentos dos Treasuries influenciou a mudança de setores.
  • Performance da Alphabet: Ações da Alphabet subiram 9% em meio à sessão divergente.
  • Contexto Macroeconômico: Dados econômicos fracos e divergências nas ações do Fed contribuíram para a ausência de um sinal claro na bolsa de NY.

  • Relatório JOLTS: Queda maior que o esperado na abertura de vagas nos EUA alimenta expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve.
  • Declarações de Christopher Waller sobre flexibilização monetária derrubam rendimentos dos Treasuries e pressionam o dólar internacionalmente.
  • Wall Street em alta: Índices S&P 500 e Nasdaq são impulsionados pelo desempenho das big techs.
  • Ibovespa pressionado: Índice fecha abaixo dos 140 mil pontos afetado pela queda do petróleo.
  • Dólar em queda no Brasil: Moeda recua 0,40%, cotada a R$ 5,45, influenciada pelo movimento global e captação do Tesouro.

  • Cosan (CSAN3) lidera ganhos: Ações fecharam em alta de 8% a R$ 6,75, somando 24,77% de valorização desde a terça-feira passada.
  • Operação Carbono Oculto beneficia setor: A operação pode melhorar o ambiente competitivo para distribuidoras lícitas, favorecendo a Raízen.
  • Venda de usinas pela Raízen: Desinvestimento de R$ 1,5 bilhão; mais vendas são esperadas, buscando alcançar entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões.
  • Potencial interesse da Mitsubishi: Especulações sobre aumento de capital na Raízen, podendo levantar R$ 10 bilhões, positivo para Cosan.
  • Recomendação de compra pelo BofA: Bank of America aponta Cosan como oportunidade única de reestruturação na América Latina.

  • Ibovespa: Queda de 0,34%, aos 139.683,63 pontos, influenciado pela desvalorização do petróleo e incertezas políticas internas com julgamento de Bolsonaro no STF.
  • Dólar: À vista encerrou com queda de 0,40%, cotado a R$ 5,4529, refletindo a política monetária atual e dados de produção industrial.
  • Ações de Destaque: Cosan (CSAN3) destacou-se com alta e sexto dia consecutivo de ganhos, enquanto Brava Energia (BRAV3) liderou as quedas do Ibovespa.
  • Wall Street: Índices mistos com Dow Jones em leve queda e Nasdaq em alta, expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve em foco.
  • Mercado Internacional: Europa fechou em alta com incertezas fiscais, enquanto Ásia caiu com preocupações sobre tarifas comerciais de Trump.

  • Reunião Mercosul-UE: Negociadores do Mercosul e da União Europeia retomarão conversas sobre o acordo comercial em setembro.
  • Foco nas Garantias: A Itália condiciona seu apoio ao acordo com a inclusão de garantias que protejam os agricultores europeus.
  • Análise em Curso: O governo está avaliando a eficácia dessas garantias antes de decidir sobre a aprovação final do acordo.
  • Impactos para o Agronegócio: Traders do setor agro devem monitorar as negociações, que podem influenciar exportações e protecionismo.
  • Oportunidades e Riscos: Avaliar como essas decisões políticas podem afetar o mercado de commodities na UE e Mercosul.

  • Ibovespa fechou em baixa pelo terceiro dia consecutivo, influenciado por ações de tecnologia e do setor financeiro.
  • Ações da Vale registraram alta, destacando-se como um dos poucos pontos positivos no índice.
  • Nos EUA, os índices principais fecharam de forma mista, com destaque para a alta do Nasdaq, impulsionada por mudanças no caso Alphabet/Google.
  • Investidores devem ficar atentos às flutuações do setor de tecnologia e commodities, dado o impacto recente no índice.
  • Expectativas futuras para o Ibovespa indicam possível volatilidade, especialmente devido a questões externas influenciando o mercado local.

  • Produção de cerveja em baixa: Dados indicam que houve a produção mais fraca para o mês de julho desde 2015.
  • Impacto na Ambev: As ações da Ambev sofrem na B3 devido à queda na produção de cerveja.
  • Comparação anual difícil: A contração em relação ao ano anterior é parcialmente atribuída a comparações difíceis.
  • Desempenho de mercado: Queda na produção pode afetar decisões de investimento na Ambev e outras cervejarias.
  • Oportunidade de negociação: Traders devem monitorar movimentos da Ambev na B3 para oportunidades de curto prazo.

  • Cosan (CSAN3) e RAIZ4 sobem na B3: As ações registraram alta significativa, impulsionadas por notícias de interesse no mercado.
  • Interesse em fatia na Raízen: Empresas como Mitsubishi, BTG Pactual e Itaúsa demonstraram interesse em adquirir participação na Raízen.
  • Expectativas de valorização: O possível investimento destas empresas pode aumentar ainda mais o valor das ações da Cosan e RAIZ4.
  • Movimentação de mercado: A notícia gerou grande movimentação entre traders e investidores no segmento de energia.
  • Monitoramento aconselhado: Traders devem acompanhar de perto os desdobramentos dessas negociações para identificar oportunidades de lucro.

  • Dólar registra queda para R$ 5,45, influenciado por eventos políticos e dados econômicos nos EUA.
  • Divulgação do Livro Bege pelo Fed apresenta insights sobre a economia dos Estados Unidos, impactando o mercado cambial global.
  • Dados de emprego nos EUA mostram variações que interessam principalmente aos traders focados em pares de moedas envolvendo o dólar.
  • Julgamento do ex-presidente Bolsonaro no Brasil é um fator adicional a observar, podendo afetar o dólar e a percepção dos investidores estrangeiros.
  • Para traders de câmbio, é crucial monitorar as reações às atualizações políticas e econômicas para ajustar suas estratégias de negociação.

  • Autorização Restrita: Departamento do Tesouro dos EUA concedeu uma autorização restrita para a Chevron operar na Venezuela, parceria com a PDVSA.
  • Exportação Aumentada: Exportações de petróleo da Venezuela atingem maior nível em 9 meses.
  • Relações EUA-Venezuela: Retomada das exportações de petróleo para os EUA após período de restrições.
  • Cenário Econômico: Potencial impacto no mercado global de petróleo e reações de preços.
  • Atenção à PDVSA e Chevron: Traders devem monitorar movimentos relacionados a estas empresas.

  • Reunião OPEP+: Membros se encontram neste domingo (7) para discutir um potencial aumento na produção de petróleo em outubro, desafiando cortes antes previstos para durar até 2026.
  • Impacto no setor de energia: Decisão pode influenciar ações de empresas como Petrobras (PETR4), Brava (BRAV3) e 3R Petroleum (RRRP3), com potencial redução nas margens devido ao aumento da oferta.
  • Possíveis benefícios de custos: Setores dependentes de derivados podem se beneficiar de uma possível queda nos custos, assim como importadores de energia.
  • Cenário político: Decisão coincide com tensões diplomáticas e pode impactar pressões inflacionárias nos EUA e receitas fiscais de países da OPEP+.
  • Oportunidades para investidores: Monitorar volatilidade no Brent, impacto em ações de companhias aéreas e setores industriais, além de possíveis movimentos no mercado cambial e juros futuros no Brasil.

  • Dólar cai 0,40% encerrando a R$ 5,4529: Fim de sequência de ganhos com renovadas expectativas de corte nos juros dos EUA.
  • Declarações dos membros do Fed: Christopher Waller e Raphael Bostic apoiam cortes na taxa de juros, aumentando apostas de redução em setembro.
  • Dados econômicos dos EUA: Relatório Jolts apontou vagas de emprego abaixo do esperado, reforçando cenário de corte de juros.
  • Expectativa pelo payroll: Relatório mensal de emprego dos EUA será divulgado na sexta-feira, podendo impactar nas decisões do Fed.
  • Fatores domésticos: Produção industrial no Brasil caiu 0,2% em julho e julgamento de Bolsonaro no STF continuam no radar do mercado.

  • Petrobras e Vale sob pressão: Ações da Petrobras caem 15% e as da Vale sobem apenas 2% em 2025 devido ao cenário de commodities e ambiente global.
  • Dividendos atrativos: Ambas empresas ainda são importantes nos portfólios e oferecem dividendos atrativos, com Petrobras apresentando risco político maior.
  • Limitação de quedas: Múltiplos atuais da Vale (4x Ebitda, yield de 8%) e Petrobras (negociação a 3,5 vezes lucro, yield de 12%) limitam quedas maiores.
  • Cautela com remuneração: Petrobras sob cautela na política de dividendos devido ao avanço do Capex; Vale continua focada em disciplina de capital e resiliência operacional.
  • Stabilidade das commodities: Commodities devem permanecer estáveis, com breve vantagem na geração de valor através de dividendos significativos para ambas empresas.

  • Ações do GPA (PCAR3) sobem 2,13% para R$ 3,83 às 16h20, revertendo quedas anteriores após notícia sobre aprovação do Cade.
  • Validação do Cade para venda de 24,5% de participação da CBD para a família Coelho Diniz impulsiona ações.
  • Interesse de Supermercados BH e chilena Cencosud na fatia do Casino (22,5% das ações) destaca potencial de mercado.
  • Família Coelho Diniz expande participação no GPA de 5% em fevereiro para 24,5% em agosto, tornando-se maior acionista.
  • Ibovespa cede 0,45%, com 139.705 pontos, o que indica movimento contrário ao desempenho positivo do GPA.

  • Cosan (CSAN3) sobe 10,7% na semana: Após uma série de altas, as ações acumulam ganhos significativos, apesar de ainda apresentarem queda de 19% em 2025.
  • Bank of America mantém recomendação: BofA mantém a recomendação de compra para Cosan, ajustando o preço-alvo para R$ 13,70 por ação, destacando avanços na alavancagem e operações.
  • Rumores sobre a Mitsubishi movimentam mercado: Investidores animados com uma possível entrada da Mitsubishi na Raízen, que pode destravar valor e trazer novos investimentos.
  • Aumento do interesse na Cosan: Expectativas positivas no setor de energia, com a possibilidade de valorização das ações da holding.
  • Investidores atentos a mudanças: O mercado está de olho no desfecho das negociações e na potencial recuperação sustentável das ações da Cosan.

  • Ouro atinge recorde histórico: Fechamento a US$ 3.635,50/onça-troy, apresentando alta de 1,21% em relação ao dia anterior.
  • Expectativa de corte de juros pelo Fed: O FedWatch do CME Group indica 95,4% de chance de redução de juros em 0,25 p.p. na próxima reunião.
  • Dados de emprego impulsionam expectativas: Vagas de emprego abertas nos EUA caem para 7,181 milhões, abaixo da expectativa de 7,37 milhões.
  • Diretores do Fed sinalizam cortes: Christopher Waller e Raphael Bostic manifestam apoio a cortes nas taxas de juros devido a sinais de um mercado de trabalho mais fraco.
  • Dólar em queda beneficia ouro: DXY cai 11% desde janeiro, tornando o ouro mais atrativo em meio às incertezas sobre a política comercial dos EUA.

  • Queda nos preços do petróleo: Brent caiu 2,23% e WTI desvalorizou 2,47%.
  • Aumento da produção: Sinais de incremento na produção de petróleo stão pressionando os preços.
  • Tensões políticas: Ameaças de Donald Trump à Rússia influenciam o mercado, porém contêm perdas.
  • Impacto da OPEP+: Novo aumento de oferta por parte da OPEP+ continua a pesar sobre os preços.
  • Oportunidades de trading: Movimentos bruscos podem oferecer oportunidades para operações de curto prazo.

  • Monetização Inteligente: Integrar ferramentas do Mercado Pago ao seu site permite criar uma fonte extra de renda através de vendas, doações e mais.
  • Confiança ao Usuário: Usar uma plataforma reconhecida como Mercado Pago aumenta a credibilidade e a conversão do seu site.
  • Integração Simples e Flexível: Compatível com diversas plataformas (WordPress, redes sociais), com suporte e documentação clara.
  • Funcionalidades Diversificadas: Inclua botões de pagamento personalizados, links compartilháveis, pagamentos recorrentes e mais.
  • Sem Custos Fixos: A parceria não tem custo inicial, taxas só em transações realizadas com sucesso; ideal para ampliar seu modelo de negócio.

  • Cosan (CSAN3) e RAIZ4 sobem na B3: As ações estão em alta devido à notícia de interesse em participação na Raízen.
  • Interessados incluem grandes players: Mitsubishi, BTG Pactual e Itaúsa estão entre os interessados em adquirir fatia na empresa.
  • Potencial de valorização para investidores: A entrada de novos investidores pode aumentar o valor de mercado da Raízen.
  • Impacto no mercado de energia: A negociação pode alterar a dinâmica do setor energético, especialmente no segmento de biocombustíveis.
  • Monitoramento de notícias futuras: Traders devem ficar atentos a atualizações sobre as negociações para ajustar suas estratégias de investimento.

  • Nova Entrada de Mercado: Mercado Livre (MELI34) adquire farmácia "Target" da Memed, sinalizando entrada no setor farmacêutico brasileiro.
  • Registro no CADE: Operação já registrada; aprovação pode introduzir novo player no segmento de medicamentos no Brasil.
  • Desafios e Oportunidades: A entrada no mercado farmacêutico online enfrenta desafios devido à regulamentação e exigências rápidas de entrega.
  • Experiência Prévia: No México, atuação desde 2023 com sucesso em medicamentos sem prescrição, aproveitando expertise logística para potencial crescimento.
  • Valoração e Recomendação: MELI34 negocia a P/L de 35x para 2026, recomendada pela Empiricus pelo potencial de crescimento.

  • Afastamento Governamental: Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, é afastado por 180 dias, impactando potencialmente políticas regionais.
  • Operação Fames-19: Envolve investigações sobre esquemas de corrupção que prejudicaram em R$ 73 milhões, relevante para compreensão de riscos políticos locais.
  • Impacto na Administração: Secretária extraordinária de Participações Sociais também afastada, sugerindo instabilidade na administração estadual.
  • Continuidade Operacional: Vice-governador Laurez Moreira assume, adversário político de Barbosa, podendo alterar projeções políticas e econômicas.
  • Reações do Governador: Barbosa planeja recorrer, enquanto menciona não ter sido responsável pelos atos durante vice-governadoria, apontando possível continuidade de disputas judiciais.

  • Estabilidade Econômica: A atividade econômica e o emprego nos EUA se mantiveram estáveis nas últimas semanas, com preços em alta moderada ou modesta.
  • Ajuste de Juros Imminente: Expectativas apontam para um corte de 0,25 ponto percentual nos juros pelo Fed em sua próxima reunião em setembro.
  • Sentimento Misto: O relatório Livro Bege do Fed destaca incertezas econômicas e tarifas como influências negativas, afetando a confiança entre distritos.
  • Posição do Fed: Presidente do Fed, Jerome Powell, sugere cautela devido a sinais de fraqueza no mercado de trabalho e impactos inflacionários das tarifas de Trump.
  • Pressão Politica: Trump pressiona por cortes imediatos e profundos nas taxas, enquanto busca influenciar a diretoria do Fed para apoiar suas políticas.

  • Fernando Haddad expressa preocupação com projeto de lei que dá ao Legislativo poder para demitir diretores do Banco Central.
  • O projeto permite exoneração de diretores do Banco Central por decisão do Congresso caso atividades sejam incompatíveis com interesses nacionais.
  • Requerimento de tramitação urgente foi protocolado na Câmara para acelerar o projeto apresentado em 2021.
  • A venda de ativos do Banco Master para o BRB está sob avaliação do Banco Central e mencionada no contexto atual das movimentações políticas.
  • Importância para o mercado financeiro: Traders devem monitorar possíveis impactos na política monetária caso o projeto avance.

  • Dívida Pública e PIB: Compromisso fiscal do governo brasileiro não é suficiente para estabilizar a dívida em relação ao PIB, segundo David Beker do Bank of America.
  • Esforço Fiscal Necessário: Para estabilizar a dívida, seria necessário um superávit primário entre 2% a 3% do PIB.
  • Orçamento 2026: Meta de superávit primário de apenas 0,25% do PIB, equivalente a R$ 34,3 bilhões, é considerada insuficiente.
  • Discussão Fiscal Pós-2027: Expectativa de que debates sobre ajustes fiscais estruturais ganhem força após eleições presidenciais.
  • Atividade Econômica: Crescimento do PIB desacelera em 2025, com expectativa de resultados mais fracos no segundo semestre.

  • Projetos atrasados da Gafisa: Atrasos significativos em empreendimentos como Invert Campo Belo e Flow, levando a processos judiciais por clientes insatisfeitos.
  • Implicações financeiras: Contratos preveem multa de 1% ao mês por atraso, além de possíveis ações por lucros cessantes e danos.
  • Problemas estruturais: Obras paradas ou lentas, com acusações de manutenção de canteiros "esvaziados" para simular progresso.
  • Riscos legais para Gafisa: Clientes ameaçam destituir a empresa da incorporação caso não haja retomada das obras.
  • Credibilidade e futuro da Gafisa: Crescente pressão sobre a gestão de Nelson Tanure para restaurar a confiança, com o mercado atento à capacidade da empresa de cumprir prazos e resolver questões financeiras.

  • Cogna e Yduqs em aquisições: Cogna (COGN3) adquiriu a Faculdade de Medicina de Dourados por R$ 54,4 milhões, enquanto a Yduqs (YDUQ3) comprou a Unifametro por R$ 62 milhões, evidenciando a corrida por cursos de medicina.
  • Crescimento da base de estudantes: Afya lidera com crescimento de 43,2% na base de estudantes desde 2022, seguida pela Ser Educacional e Yduqs, com aumentos de 38,9% e 35,3%, respectivamente.
  • Liberação de novas vagas de medicina: Ser Educacional obteve aprovações para 480 novas vagas, seguida pela Cruzeiro do Sul, Cogna, e Ânima. Perspectivas de crescimento do setor sustentam valorização das ações.
  • Aquisições como estratégia: Com restrições do MEC, empresas buscam fusões e aquisições para crescer em medicina. Exemplo: Afya destina R$ 1 bilhão para aquisições futuras.
  • Oportunidades para financiadores: Expansão dos cursos de medicina abre espaço para crescimento de financiamentos estudantis, com Pravaler liderando o mercado.

  • Precatório de R$ 4 bilhões: Sanepar recebeu R$ 4 bilhões referentes a um precatório de Imposto de Renda, após disputa de 30 anos. O montante equivale a 40% do valor de mercado da empresa.
  • Possível dividend yield de 10%: O mercado espera que até R$ 1 bilhão seja distribuído como dividendos, proporcionando um yield próximo de 10%.
  • Entrave regulatório: Agepar pode exigir que 75% do valor seja revertido em tarifas, com decisão final pendente.
  • Saúde financeira: Sanepar está em situação financeira sólida, com uma relação dívida líquida/EBITDA de 1,7x, permitindo investimentos sem comprometer sua saúde.
  • Expectativas e volatilidade: Resultado da negociação com Agepar pode influenciar fortemente a volatilidade das ações nos próximos meses.

  • STOXX 600 em Alta: O índice STOXX 600 fechou com alta de 0,65%, registrando 546,72 pontos.
  • Setor de Saúde em Destaque: Ações de empresas como Roche Holdings e AstraZeneca impulsionaram o índice.
  • Venda de Títulos: O arrefecimento na venda de títulos contribuiu para a recuperação das ações europeias.
  • Impacto Positivo: O ambiente mais favorável ajudou a atenuar incertezas no mercado europeu.
  • Oportunidades de Compra: Setores como o de saúde podem continuar sendo atrativos para traders em busca de estabilidade.

  • Venda de usinas pela Raízen: A Raízen, subsidiária da Cosan, vendeu usinas por R$ 1,5 bilhão, somando desinvestimentos de R$ 4,4 bilhões até agora. Expectativa de mais desinvestimentos para desalavancagem.
  • Possível aumento de capital com Mitsubishi: Especulações sobre participação da Mitsubishi no aumento de capital da Raízen, que poderia acelerar a desalavancagem, ainda sem acordo confirmado.
  • Benefícios da Operação Carbono Oculto: A operação contra fraudes pode melhorar a competitividade da Raízen no setor de distribuição de combustíveis.
  • Recomendações da Empiricus: Cosan listada como ação de alta convicção para longo prazo, apoiada por fatores macroeconômicos promissores.
  • Gatilhos macroeconômicos: Expectativa de entrada de investimentos estrangeiros e movimento de queda de juros podem impulsionar a bolsa brasileira e beneficiar a Cosan.

  • Ibovespa cai e perde o patamar dos 140 mil pontos.
  • VALE3 apresenta alta, sendo um ponto positivo no índice.
  • PETR4 em queda, contribuindo para a pressão negativa no mercado.
  • Bolsas dos EUA mistas, com destaque para a alta do Nasdaq impulsionada pela Alphabet.
  • Movimento indica volatilidade persistente, recomendando cautela para traders.

  • Corte de juros pelo Federal Reserve: Possibilidade de corte em setembro está influenciando o mercado global.
  • Reconfiguração do portfólio: Ação da Visa (VISA34) foi substituída pela Coinbase (C2OI34) no portfólio de Enzo Pacheco.
  • Atração pelas criptomoedas: A mudança visa aproveitar o momento das moedas digitais, apesar da instabilidade recente.
  • Perspectivas positivas para Coinbase: Destacou-se como principal corretora de criptoativos nos EUA, com diversificação de receita.
  • Relatório de 10 ações internacionais: Enzo Pacheco oferece uma seleção diversificada como alternativa de investimento global.

  • Receita e Margem Bruta da NVIDIA: NVIDIA apresentou receita histórica de US$ 46,7 bilhões e margem bruta de 70%, mas a reação do mercado foi morna.
  • Expectativas de Receita Futuras: Guidance de receita aponta US$ 54 bilhões, superando estimativas, mas aquém das expectativas de US$ 60 bilhões devido à incerteza com a China.
  • Movimento do Mercado: Analistas apontam venda de ações como realização de lucro, refletindo busca de motivos para justificar saída.
  • Protagonismo e Alternativas de Investimento: Apesar de dúvidas sobre valorização futura, NVIDIA é destacada no setor de IA, e Alibaba é citada como alternativa atrativa.
  • Ibovespa em Alta: Ibovespa atinge nova máxima histórica impulsionada por "rali eleitoral" e expectativas de candidaturas reformistas e cortes de juros.

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  • Relatório Jolts e impacto nos juros: A redução maior que a esperada na abertura de vagas nos EUA reforça apostas por cortes de juros pelo Fed, impulsionando bolsas globais.
  • Declarações de Christopher Waller: A defesa por flexibilização monetária em setembro derrubou rendimentos dos Treasuries e pressionou o dólar.
  • Movimento em Wall Street: S&P 500 e Nasdaq avançam, enquanto petróleo cai mais de 2% com rumores sobre produção da Opep+ e ouro renova máximas históricas.
  • Ibovespa e mercado brasileiro: Ibovespa cai, pressionado pela queda do petróleo e produção industrial fraca, com o setor varejista liderando as altas devido à expectativa de cortes de juros.
  • Destaques de ações: Avanço de Magazine Luiza, C&A, CVC e Cosan; queda de Petrobras, Brava e Gerdau após movimentos do mercado e setor.

  • Bolsonaro em julgamento no STF: Ex-presidente não comparecerá ao julgamento por saúde debilitada, mas mantém otimismo.
  • Defesa argumenta: Advogado declara que não há provas de que Bolsonaro atentou contra o Estado Democrático de Direito.
  • Delação de Mauro Cid questionada: Defesa busca anular delação por alegadas omissões e contradições.
  • Acusações contra Bolsonaro: Cinco crimes, incluindo tentativa de golpe; pena pode chegar a 43 anos.
  • Próximos passos no STF: Ministros começarão a votar sobre o mérito da ação na próxima semana.

  • Posição da CNA: A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu a legitimidade da competitividade do agronegócio brasileiro em audiência nos EUA, destacando recursos naturais e inovação.
  • Seção 301 dos EUA: A legislação norte-americana investiga práticas comerciais "desleais" do Brasil, podendo resultar em retaliações comerciais, como tarifas elevadas sobre produtos brasileiros.
  • Impacto tarifário: Produtos como café e carne bovina, importantes para o mercado brasileiro nos EUA, já sofrem com tarifas e podem enfrentar penalidades adicionais.
  • Respostas oficiais: Brasil e CNA contestam as acusações, citando conformidade em áreas como tarifas preferenciais e desmatamento, além da defesa do Código Florestal.
  • Importações de etanol: CNA destacou um grande volume de importação de etanol dos EUA, refutando alegações de barreiras comerciais, e ressaltou regras ambientais rigorosas no Brasil.
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