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  • Rendimentos dos Títulos: Temores na Europa levaram os rendimentos dos títulos locais a máximas em anos.
  • Impacto Global: O nervosismo fiscal na Europa abalou os mercados globais, afetando preços e volatilidade.
  • Geopolítica em Foco: A preocupação com questões geopolíticas superou a inflação como principal foco dos investidores.
  • Estratégias de Hedge: Traders devem considerar ajustes nas estratégias de hedge para mitigar riscos relacionados ao cenário europeu.
  • Monitoramento Contínuo: Recomenda-se atenção contínua aos desenvolvimentos fiscais e políticos na Europa, que podem influenciar movimentos futuros.

  • Negociações de venda: Reag Investimentos está em discussões para vender seu bloco de controle para a Galapagos Capital.
  • Participantes de mercado: A companhia tem discutido a possível alienação com diversos participantes do mercado.
  • Foco na Galapagos Capital: As negociações estão principalmente focadas na possível aquisição pelo grupo Galapagos Capital.
  • Movimentação no setor: Essa venda pode transformar a dinâmica de investimentos e controle no setor.
  • Oportunidade para traders: Monitorar de perto as ações da Reag e possíveis reações de mercado a estes desenvolvimentos.

  • Crescimento Anual do Varejo: As vendas no varejo brasileiro aumentaram 5,5% em agosto, comparado ao ano anterior, segundo o IGet.
  • Desempenho do IGet Restrito: Excluindo materiais de construção e peças automotivas, o IGet Restrito subiu 12,3%.
  • Variação Mensal: O IGet ampliado caiu 0,1% na comparação mensal, enquanto o IGet Restrito cresceu 0,6%.
  • Fatores Influentes: Crédito consignado e pagamento de precatórios impulsionaram vendas; porém, política monetária restritiva pode afetar futuro econômico.
  • Setor de Serviços: Atividade no setor de serviços às famílias caiu 5% em relação ao ano anterior, mas teve alta de 3,8% frente ao mês anterior.

  • Ibovespa encerra em queda: O índice caiu 0,67%, fechando aos 140.335 pontos, com investidores avessos ao risco devido a incertezas externas e locais.
  • Bancos sofrem impacto: Banco do Brasil liderou perdas diante de riscos de sanções dos EUA, influenciando negativamente o setor bancário.
  • Pressão externa e commodities: Movimentos globais aumentaram a volatilidade, afetando negativamente mineradoras como Vale, enquanto Petrobras ajudou a segurar a queda do índice.
  • PIB abaixo das expectativas: Avanço de 0,4% no 2º trimestre mostrou desaceleração, pressionando ações de varejo e construção devido a juros elevados.
  • Empresas em destaque: Cosan foi destaque positivo com alta acima de 3%, enquanto Magazine Luiza e Lojas Renner continuaram em queda.

  • Decisão da Suprema Corte: Trump planeja apelar à Suprema Corte para reverter decisão que considerou ilegais as tarifas sobre importações.
  • Impacto nas Bolsas de NY: As dúvidas sobre tarifas influenciam negativamente o desempenho dos mercados em Nova York, com quedas observadas.
  • Yields altos: Taxas de juros elevadas também pressionam as bolsas, aumentando a aversão ao risco entre investidores.
  • Cautela pré-payroll: Antes da divulgação dos dados de emprego (payroll), há maior cautela no mercado, contribuindo para o recuo nas bolsas.
  • Visão geral para traders: A combinação de incertezas tarifárias, yields altos e espera pelos dados de emprego mantém o mercado volátil e com tendência de baixa.

  • Lula busca negociação: Lula espera que Trump mude de postura e inicie negociações sobre tarifas com o Brasil e outros países afetados.
  • Abertura para diálogo: Lula mostrou estar aberto ao diálogo com os EUA, mencionando que "Lulinha paz e amor" estará pronto para negociar.
  • Tarifa de 50%: Trump impôs tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, exceto algumas exceções, impactando exportações brasileiras.
  • Vinculação política por Trump: Tarifa foi atribuída por Trump à situação política de Bolsonaro, réu por tentativa de golpe.
  • Julgamento de Bolsonaro: Lula comentou sobre o início do julgamento no STF, sem expectativas específicas, destacando o devido processo legal.

  • Condenação de Bolsonaro: Possíveis novas sanções dos EUA contra o Brasil caso Jair Bolsonaro seja condenado, o que poderia afetar negativamente o mercado.
  • Ibovespa em Queda: O índice caiu 0,67%, impactado por fatores internacionais e domésticos, essencial para traders monitorarem as tendências de venda ou ajuste de posições.
  • Atenção ao STF: Decisões do STF estão no radar e podem influenciar a volatilidade do mercado; traders devem considerar o impacto das possíveis deliberações nos investimentos.
  • PIB Acima do Esperado: A divulgação de um PIB acima do previsto nos EUA adiciona pressão sobre o mercado brasileiro; traders devem ajustar suas estratégias à reação do mercado local a esses dados.
  • Influência de Nova York: Eventos em Nova York continuam a ter um reflexo direto no Ibovespa, com traders precisando acompanhar de perto as decisões econômicas e políticas internacionais.

  • Aumento na Tributação: Governo de Lula propõe aumento de 10% nos percentuais de presunção para empresas no regime de lucro presumido que faturam mais que R$1,2 milhão ao ano.
  • Foco em Profissionais Liberais: Medida busca atingir profissionais como advogados, que se beneficiam de carga tributária baixa no regime atual.
  • Receitas Extras: Projeto visa arrecadar R$19,8 bilhões em receitas extras, ajudando a cumprir a meta de superávit primário de 0,25% do PIB para o próximo ano.
  • Resistência no Congresso: Espera-se resistência à proposta no Congresso, apesar do suporte de líderes da Câmara e do Senado para reduzir benefícios tributários.
  • Impacto Limitado: O aumento de 10% na presunção aplica-se apenas à parcela de faturamento que exceder R$1,2 milhão, afetando empresas que faturam mais.

  • Valorização do Bitcoin: O Bitcoin se valorizou, ultrapassando US$ 110 mil, após expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve, impulsionando o apetite por ativos de risco.
  • Impacto em Setores da B3: Empresas na B3 ligadas à tecnologia e finanças, juntamente com ETFs de criptoativos como BITH11 e QBTC11, podem aproveitar o rali das criptomoedas.
  • Oportunidades para Empresas Brasileiras: Companhias como o Itaú com produtos digitais e fintechs no Brasil podem ganhar tração com a valorização do mercado de criptoativos.
  • Rotação de Carteiras: Há potencial para rotação de carteiras, com capital migrando de ativos defensivos para setores de tecnologia e inovação devido a um ambiente de maior liquidez.
  • Entrada de Capital Estrangeiro: Sustentação da alta do Bitcoin pode acelerar a entrada de capital estrangeiro em ativos relacionados ao setor no Brasil, especialmente em um cenário de cortes de juros.

  • Rendimentos dos Treasuries e títulos europeus em alta: Aumentos nos rendimentos afetaram negativamente os mercados globais, enquanto o dólar se fortaleceu.
  • Ibovespa em queda: O índice fechou com uma queda de 0,67%, impactado por fatores externos e alta na curva de juros.
  • Dólar em alta contra o real: O dólar encerrou o dia cotado a R$ 5,47, um avanço de 0,64% devido à aversão ao risco.
  • Indicadores industriais dos EUA superaram expectativas, ajudando a mitigar parte das perdas no mercado.
  • Ações específicas em destaque: Embraer (EMBR3) teve altas significativas, enquanto bancos e varejo lideraram perdas; Cosan (CSAN3) também apresentou valorização.

  • Recorde de produção atrai investidores: Brava Energia (BRAV3) atingiu produção média de 92,4 mil barris/dia em agosto, impulsionando expectativas de valorização na bolsa.
  • Companhia em destaque entre papéis de energia: Crescimento de 1,6% frente a julho, mesmo com ajustes, sugere aceleração de resultados e aumenta interesse de investidores institucionais.
  • Impacto sobre concorrentes: Recorde da Brava pressiona Prio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3) a entregar números sólidos, com expectativa de influenciar projeções de margens.
  • Diferencial competitivo e consolidação: O crescimento e a solidez da Brava fortalecem parcerias e aquisições, ampliando seu papel na consolidação do setor de óleo e gás.
  • Oportunidades para investidores: Recorde da Brava pode influenciar revisões de recomendações e oferecer alternativas defensivas contra volatilidade externa e juros altos.

  • Novas Oportunidades de IPOs: Empresas de diversos setores, incluindo criptomoedas e bens de consumo, estão retomando roadshows de IPOs nos EUA, aproveitando a diminuição do temor sobre tarifas de Trump.
  • Janela Crucial até Outubro: Esse período é considerado crítico para as ofertas públicas, com empresas buscando reconquistar a confiança dos investidores nas condições econômicas e políticas atuais.
  • Sector de Alta Tecnologia em Destaque: O desempenho positivo de empresas de tecnologia e criptomoedas, como Circle e Firefly Aerospace, impulsiona o otimismo de estabilização do mercado de IPOs.
  • Expectativas para o Segundo Semestre: A CEO da Nasdaq, Adena Friedman, previu um aumento no pipeline de IPOs, com grandes empresas enfrentando a volatilidade para entrar no mercado de ações.
  • Precificação Conservadora: Empresas estão adotando avaliações conservadoras para suas ofertas, visando deixar espaço para ganhos futuros e testar o apetite dos investidores em um cenário econômico ainda incerto.

  • Ibovespa fecha em queda: Influenciado por incertezas no cenário global e local, o índice encerrou o dia no vermelho.
  • Tarifas globais preocupam investidores: A crescente incerteza sobre tarifas impacta mercados internacionais, influenciando o humor dos investidores.
  • Julgamento de Bolsonaro: Eventos políticos locais, como o julgamento de Bolsonaro, adicionam volatilidade ao mercado brasileiro.
  • Dados do PIB: Indicadores econômicos, como o PIB, são fatores-chave que moldam as percepções do mercado sobre a saúde econômica do país.
  • Índices nos EUA também caem: Principais índices norte-americanos registraram quedas, refletindo preocupações similares sobre o contexto econômico global.

  • PIB do Brasil: Cresceu 0,4% no 2º trimestre, superando expectativas do mercado.
  • Dólar em alta: Subiu para R$ 5,47, impulsionado por aversão ao risco global.
  • Fatores externos: Aumento da volatilidade nos mercados internacionais influenciou o câmbio.
  • Julgamento político: Expectativas em relação ao julgamento de Bolsonaro adicionam incerteza.
  • Reação do mercado: Traders devem monitorar indicadores econômicos e eventos políticos para ajustes rápidos nas posições.

  • Meta de Crescimento: O Itaú Unibanco (ITUB4) planeja dobrar a carteira do negócio de varejo até 2030, impactando diretamente suas operações com pessoas físicas e pequenas empresas.
  • Expansão em Crédito: A estratégia inclui foco na concessão e gestão de crédito de alta qualidade, com a expectativa de crescer em "crédito de-risked".
  • Modelo Digital: O banco espera que 75% dos clientes sejam atendidos por modelos digital first ou full remote nos próximos dois a três anos, comparado aos 15% atuais.
  • Rentabilidade e Crescimento: A rentabilidade do varejo está projetada para altos dois dígitos, enquanto a taxa de crescimento visa atingir cerca de 35%, superando concorrentes.
  • Sinergias e Foco Estratégico: O Itaú busca otimizar sinergias entre portfólios de Pessoa Física e Jurídica, mantendo foco em mercados de média e alta renda, além de liderança em crédito para PMEs.

  • Queda de 3%: Ações do Banco do Brasil (BBAS3) caíram 3%.
  • Julgamento de Bolsonaro: Mercado está atento ao possível impacto do julgamento de Bolsonaro no STF.
  • Possíveis Sanções dos EUA: Preocupação com sanções adicionais dos EUA em caso de condenação.
  • Posição Vulnerável: Banco do Brasil pode ser o mais afetado por essas sanções.
  • Monitoramento Constante: Importante atenção contínua ao desenvolvimento do julgamento e suas repercussões.

  • Ibovespa em Queda: O Ibovespa caiu 0,67%, fechando em 140.335,16 pontos, refletindo o impacto negativo de Wall Street e incertezas políticas internas.
  • Dólar em Alta: O dólar à vista subiu 0,64%, encerrando em R$ 5,4748, indicando maior procura por proteção em meio a incertezas.
  • PIB Surpreende Positivamente: PIB do 2T25 cresceu 0,4%, acima da projeção de 0,3%, mas com previsão de desaceleração futura, afetando a confiança no crescimento econômico.
  • Cosan em Destaque Positivo: A CSAN3 liderou altas com a expectativa de desalavancagem, enquanto AURE3 e CEAB3 sofreram quedas por realização de lucros e pressão dos juros.
  • Exterior Influencia Negativamente: Perdas nos principais índices de Wall Street devido a incertezas sobre tarifas e política monetária; Dow Jones caiu 0,55%, S&P 500 -0,69% e Nasdaq -0,82%.

  • Mitsubishi estuda proposta: A Mitsubishi está avaliando se fará uma proposta para adquirir ações da Raízen.
  • Conversas em estágio inicial: As negociações ainda estão em fase inicial, sem uma proposta formalizada.
  • Potencial venda de participação: Os controladores da Raízen consideram vender uma participação significativa para a Mitsubishi.
  • Impacto no mercado: Traders devem acompanhar o progresso das negociações, que podem impactar o valor das ações da Raízen (RAIZ4).
  • Fontes não especificadas: As informações foram divulgadas por fontes, mas ainda não há confirmação oficial.

  • Cosan em destaque: Após cinco pregões de alta, a projeção otimista do Bank of America fortalece a valorização da Cosan (CSAN3), com potencial de quase dobrar o valor do papel.
  • Impacto no setor: A expectativa de aumento de capital da Raízen (RAIZ4) entre R$10 e R$15 bilhões pode atrair sócios estratégicos e alterar a competitividade no mercado de energia e combustíveis.
  • Efeito no mercado: A reprecificação da CSAN3 gera um efeito de "contágio" em papéis do setor, beneficiando também a Raízen, o que sugere novas janelas de entrada para investidores institucionais.
  • Movimentos regulatórios: A Operação Carbono Oculto exige maior rigor das empresas de combustíveis, podendo beneficiar a estruturação de empresas como Raízen e Cosan.
  • Perspectiva para investidores: O cenário de recuperação da Cosan reforça a valorização de margens saudáveis e previsibilidade operacional, fatores críticos em ciclos de juros altos e incertezas macroeconômicas.

  • Ibiuna Investimentos Expande Áreas: A empresa agora inclui frentes em ações, crédito e macroeconomia, ampliando sua atuação no mercado financeiro.
  • R$ 12 Bilhões Sob Gestão: A Ibiuna Investimentos está gerindo um patrimônio significativo de R$ 12 bilhões, mostrando sua relevância no setor.
  • Nota Máxima da Moody’s: A empresa recebeu a classificação máxima em governança corporativa pela agência Moody’s, indicando alta credibilidade e boas práticas de gestão.
  • Antecipação de Ajuste na Selic: A Ibiuna prevê a possibilidade de antecipação de ajustes na taxa Selic devido a uma atividade econômica menos pujante, um ponto crucial para traders atentos às movimentações de juros.
  • Perspectivas Econômicas: A avaliação da Ibiuna quanto ao cenário macroeconômico brasileiro pode impactar decisões de investimento e estratégias de trading no curto e médio prazo.

  • Dólar sobe 0,64% ante o real, fechando a R$ 5,4748, com alta volatilidade durante a sessão.
  • PIB do Brasil cresce 0,4% no 2º trimestre de 2025, acima das expectativas do mercado, mas mostrando desaceleração.
  • Aposta em corte de juros nos EUA aumenta para 91,7% após dados fracos do setor manufatureiro.
  • Julgamento de Bolsonaro no STF exerce influência; processo é acompanhado por tensões entre EUA e Brasil.
  • Tarifas de Trump criam incertezas; decisão judicial questiona legalidade, com apelação planejada para a Suprema Corte.

  • Juros Futuros em Alta: A taxa do Depósito Interfinanceiro para janeiro de 2027 subiu para 13,99%, comparado ao ajuste de 13,936% da sessão anterior.
  • Avanço Influenciado por Risco Global: O aumento dos juros futuros é impulsionado pela aversão global ao risco, alimentada por preocupações fiscais.
  • Impacto nos Investimentos: Os traders devem monitorar a oscilação dos juros futuros, que podem impactar estratégias de investimento e alocação de recursos.
  • Reação do Mercado: Atenção às reações do mercado à medida que a percepção de risco fiscal aumenta, influenciando o movimento dos juros.
  • Análise Técnica Relevante: Indicadores técnicos podem ser úteis para avaliar oportunidades de curto prazo em meio à volatilidade dos juros.

  • Ações da Cosan (CSAN3) avançam pela quinta sessão consecutiva, liderando o Ibovespa com alta de 3,97%.
  • Bank of America recomenda compra com preço-alvo de R$ 11, indicando potencial de valorização de 86%.
  • Cosan trabalha na redução de alavancagem e venda de ativos, especialmente na Raízen (RAIZ4).
  • Potencial aumento de capital na Raízen pode diluir a Cosan em 2%, mas gerar valorização de até 50%.
  • Ações da Raízen corrigem parte dos ganhos recentes, recuando 1,6% após quatro altas seguidas.

  • Troca de Carteira: A Planner substituiu completamente sua carteira de dividendos para setembro, com novas recomendações: Banrisul (BRSR6), Copasa (CSMG3), CSU Digital (CSUD3), Porto Seguro (PSSA3) e Tim (TIMS3).
  • Desempenho em Agosto: A carteira recomendada superou o Índice Dividendos (IDIV) ao avançar 6,08% contra 5,36% do índice.
  • Acumulado do Ano: No ano, o portfólio apresentou crescimento de 21,26%, acima dos 16,24% do IDIV.
  • Proventos Estimados: Espera-se o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) pelas empresas recomendadas, seguindo seus históricos de aprovação.
  • Retornos Esperados: Os retornos estimados em proventos incluem; Banrisul (1,11%), Copasa (1,28%), CSU Digital (0,67%), Porto Seguro (0,66%) e Tim (0,45%).

  • Bitcoin atinge US$ 110.394,04; opera em alta de 1,12%.
  • Ethereum em queda de 1%; cotado a US$ 4.297,00.
  • Correção de perdas no mercado cripto; impulsionada por expectativas em relação a cortes pelo Fed.
  • Alta do Bitcoin religa sinais de otimismo; pode impactar negociações futuras no mercado.
  • Foco dos traders nos próximos movimentos do Fed; cortes esperados podem gerar volatilidade.

  • Recorde no Ibovespa: Em agosto de 2025, o Ibovespa subiu 6,27%, atingindo 141.422,26 pontos, a maior pontuação desde 1968, impulsionado pela queda do dólar e expectativas de inflação menor.
  • Desempenho de ações em destaque: As ações da Rede D’Or, Smart Fit, Motiva, Nubank, Vibra, Sabesp e Multiplan impulsionaram a alta do BTG Pactual em 11,4%, o dobro do índice.
  • Carteiras com melhor desempenho: Além do BTG Pactual, BB Investimentos teve uma valorização de 7,3%, com destaque para Direcional e Cury.
  • Ranking Grana Capital: Carteiras da BTG Pactual, BB Investimentos e Ágora lideraram em agosto com ganhos entre 11,40% e 6,52%, superando o Ibovespa.
  • Desempenho acumulado em 2025: Até agosto, a carteira Itaú Top 5 lidera com ganhos de 23,32%, acima dos 17,57% do Ibovespa, seguida pela Ágora Top 10 e BTG Pactual 10SIM.

  • Elevação da Selic impacta a economia: Selic elevada começa a desacelerar o PIB, afetando principalmente setores sensíveis a crédito como a indústria de transformação, construção civil e serviços.
  • Projeção de crescimento do PIB: A economia brasileira cresceu 0,4% no 2T25, e espera-se um crescimento similar no 3T25, mas queda para 0% no 4T25. O crescimento anual de 2025 está projetado em 2%.
  • Impacto fiscal e mercado de trabalho: Impulso fiscal recente e robustez do mercado de trabalho podem mitigar efeitos negativos da Selic alta, embora não sejam suficientes para contrabalançar totalmente.
  • Expectativas de política monetária: O Banco Central deve manter a Selic estável até o final de 2025, com afrouxamento monetário esperado para iniciar em 2026.
  • Riscos fiscais e macroeconômicos: A isenção do imposto de renda em 2026 é um risco fiscal relevante que pode influenciar a atividade econômica positivamente ao aumentar a renda disponível.

  • Captação de US$ 1,75 bilhão: Brasil emitiu títulos internacionais totalizando US$ 1,75 bilhão em 2025.
  • Três emissões no ano: Foi um dos anos mais movimentados desde 2014 para o Brasil em termos de emissões.
  • Mercado emergente favorável: O Brasil aproveitou um momento propício nos mercados emergentes para captar recursos.
  • Impacto nos mercados: As emissões podem influenciar positivamente a percepção do risco país e a taxa de câmbio.
  • Oportunidade de negociação: Traders devem observar a reação do mercado de títulos e câmbio para identificar oportunidades.

  • Preços do Café Aumentam: 3corações e Melitta aumentaram os preços de seus produtos no Brasil em setembro, em 10% e 15%, respectivamente.
  • Justificativas: Alta dos preços do grão verde e questões climáticas foram citadas como razões para os aumentos.
  • Impacto Global: Preços dos grãos arábica subiram 20% este ano, após 70% no anterior, afetando torrefadores globalmente.
  • Efeito das Tarifas dos EUA: Tarifas de 50% sobre importações do Brasil aumentaram os preços ainda mais.
  • Tendências do Mercado: Apesar de uma queda breve em agosto, preços no Brasil devem continuar subindo, conforme pressão de custos aumenta globalmente.

  • Petróleo WTI fechou em alta na Nymex: O contrato para outubro subiu 2,47%, cotado a US$ 65,59 por barril.
  • Atual tensão geopolítica: Conflito entre Rússia e Ucrânia contribui para o aumento dos preços do petróleo.
  • Possibilidade de sanções: Expectativa de sanções adicionais contra Moscou impulsiona o mercado.
  • Relevância para traders: Foco na volatilidade do petróleo devido a questões políticas e econômicas globais.
  • Monitoramento recomendado: Traders devem acompanhar desenvolvimentos geopolíticos e políticos para oportunidades.

  • Impacto das Tarifas: A decisão da corte de apelações considera ilegais a maioria das tarifas de Trump, exceto as aplicadas ao aço e alumínio, aumentando a incerteza política e comercial.
  • Reação dos Mercados: Principais índices de Wall Street caíram cerca de 1% com rendimentos mais longos dos Treasuries subindo, impulsionados por uma venda global de títulos devido a preocupações fiscais.
  • Próximos Passos Legais: Tarifas permanecem em vigor até 14 de outubro, permitindo ao governo Trump a chance de recorrer à Suprema Corte dos EUA, porém incertezas elevadas persistem.
  • Plano de Reserva do Governo: Governo planeja usar Seção 338 da Lei de Tarifas Smoot-Hawley de 1930 para impor tarifas caso a Suprema Corte não apoie poderes emergenciais de Trump.
  • Riscos Fiscais: Possibilidade de restituições de tarifas poderia gerar um impacto fiscal significativo, estimado em quase US$200 bilhões, caso as tarifas sejam reembolsadas.

  • Anvisa proíbe manipulação de semaglutida em farmácias: A decisão reverte a posição anterior favorável e responde a pressões da indústria farmacêutica.
  • Impacto no mercado de medicamentos GLP-1: Marcas como Ozempic, Wegovy e Rybelsus se destacam comercialmente, enquanto disputas legais e de patentes ganham força.
  • Requisitos rigorosos para manipulação de tirzepatida: Novas exigências podem dificultar o atendimento em farmácias magistrais, aumentando preços ao consumidor.
  • Possibilidade de judicialização: Empresas podem recorrer à justiça para garantir a continuidade de tratamentos e evitar perdas financeiras.
  • Custo versus acessibilidade: Medicamentos manipulados são significativamente mais baratos, mas a proibição pode limitar o acesso, principalmente fora do SUS.

  • Alterações na Carteira: BTG Pactual retirou Klabin (KLBN11), Sabesp (SBSP3) e Caixa Seguridade (CXSE3) e incluiu CPFL (CPFE3), Copasa (CSMG3) e Vulcabras (VULC3).
  • Ajustes de Alocação: Redução de 5% na exposição ao Itaú (ITUB4) e aumento de 5% para Equatorial (EQTL3) e Vibra Energia (VBBR3).
  • Desempenho Anterior: Em agosto, carteira do BTG teve 8,3% de retorno, acima do Índice Dividendos (IDIV) e do Ibovespa (IBOV).
  • Perspectivas para Novas Ações: CPFL está com TIR de 9,0%; Copasa pode beneficiar-se de privatização; desafios de Vulcabras podem amenizar até o segundo semestre de 2025.
  • Composição Atual: Carteira inclui também Petrobras (PETR4), Eletrobras (ELET6), Cemig (CMIG4), Copel (CPLE6), Gerdau (GGBR4) e Direcional (DIRR3).

  • Prata ultrapassa US$ 40: A prata chegou a seu maior patamar em mais de uma década, superando os US$ 40 por onça devido à instabilidade global e alta demanda nos setores de energia solar e eletrônicos.
  • Aura Minerals em destaque: A empresa listada na B3, Aura Minerals (AURA33), beneficia-se desse aumento, especialmente com a mina Aranzazu no México e o projeto Borborema no Rio Grande do Norte.
  • Pressão sobre setores dependentes: Setores como energia solar e eletrônicos enfrentam custos mais altos devido à valorização da prata, pressionando as margens e potencialmente adiando projetos.
  • Prata como ativo de proteção: Investidores recorrem à prata como reserva de valor em períodos de instabilidade, aumentando o interesse por fundos e ETFs relacionados ao metal.
  • Oportunidades de investimento: A valorização recente da prata posiciona mineradoras como a Aura como uma opção atraente para investidores buscando diversificação e ganhos de médio prazo.

  • Data do Evento: O The Town 2025 acontece nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro, em São Paulo, no Autódromo de Interlagos.
  • Atrações Principais: Inclui artistas como Travis Scott, Green Day, Backstreet Boys, Mariah Carey e Katy Perry, com shows distribuídos em dois finais de semana.
  • Venda de Ingressos: Disponíveis na Ticketmaster Brasil, com preço de entrada inteira a R$ 975, permitindo até quatro ingressos por CPF.
  • Transporte no Evento: Estação Cidade Dutra reativada para o evento e serviços de trem expresso com rotas exclusivas para facilitar o acesso.
  • Experiências Extras: Inclui atrações como roda-gigante e montanha-russa, além de áreas VIP e gastronômicas assinadas por Chef Henrique Fogaça.

  • Tarcísio promete indulto a Bolsonaro: Caso eleito presidente, Tarcísio de Freitas afirmou que seu primeiro ato será conceder indulto a Jair Bolsonaro.
  • Impacto do julgamento de Bolsonaro: O ex-presidente enfrenta julgamento no STF que pode levar a até 43 anos de prisão, aumentando a pressão no campo bolsonarista.
  • Estrategia de herdar capital político: Tarcísio busca herdar o capital político de Bolsonaro em 2026, especialmente se Bolsonaro for impedido de concorrer devido a condenações.
  • Discussões sobre anistia: Tarcísio discutiu em Brasília um projeto de anistia para Bolsonaro e outros réus dos atos antidemocráticos, reunindo-se com lideranças políticas.
  • Cálculo político de Tarcísio: A promessa de indulto é vista como um pragmatismo político para fortalecer sua posição como sucessor natural para a base bolsonarista em 2026.

  • JBS beneficia-se com alta recorde de preços da carne bovina nos EUA, segundo análise do Bank of America (BofA).
  • BofA projeta recuperação de margens para a JBS no terceiro trimestre de 2023.
  • Recomendação de compra da JBS é mantida pelo BofA.
  • Tyson Foods recebe classificação neutra, comparada ao otimismo com a JBS.
  • Traders devem observar JBS como oportunidade de investimento no setor de carne bovina.

  • Demanda Institucional: O rali do ouro foi impulsionado por uma demanda crescente de instituições financeiras e bancos centrais.
  • Saída dos Treasuries: Investidores estão se afastando dos juros dos Treasuries, buscando refúgio em ativos seguros como o ouro.
  • Preços Recordes: O ouro atingiu preços históricos, refletindo sua atratividade como ativo de refúgio.
  • Prata em Alta: A prata também está em tendência de alta, atingindo sua máxima em 14 anos.
  • Oportunidades de Trade: A volatilidade nos metais preciosos pode apresentar oportunidades significativas para traders, especialmente em relação a posições longas no ouro e na prata.

  • Expansão da Carteira: Itaú planeja dobrar a carteira de varejo Pessoa Física até 2030.
  • Qualidade do Portfólio: O crescimento se dará com foco na qualidade do portfólio.
  • Estratégia de Varejo: Mudanças estratégicas estão em andamento no segmento de varejo.
  • Impacto Futuro: Expectativas de impacto positivo sobre a valorização das ações do Itaú.
  • Foco de Investimento: Potencial de crescimento no setor de varejo é uma área de oportunidade para investidores.

  • Ouro atinge máxima histórica: O ouro ultrapassou os US$ 3.500 por onça-troy, atingindo uma máxima intradia de US$ 3.595,00 na Comex.
  • Alta acumulada no ano: O ouro acumula valorização de mais de 34% em 2023, atraindo investidores em meio à instabilidade do mercado.
  • Rendimentos dos títulos soberanos: A alta dos rendimentos nos EUA e Europa está influenciando o comportamento do ouro no mercado.
  • Expectativa de cortes de juros pelo Fed: O mercado prevê 91,7% de chance de redução dos juros pelo Fed em 0,25 ponto percentual, impactando diretamente o ouro.
  • Fatores geopolíticos: Tensões no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia aumentam a busca por ativos seguros, como o ouro.
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