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  • Reforço de laços Índia-China: Modi e Xi discutem fortalecimento de relações comerciais e manutenção da paz na fronteira, buscando alinhar interesses frente à pressão ocidental.
  • Impactos das tarifas dos EUA: Trump aplica tarifa importadora de 50% sobre produtos indianos, afetando relações comerciais e motivando busca por alternativas entre Índia e China.
  • Déficit comercial e acordos: Índia visa reduzir déficit comercial de US$ 99,2 bilhões com a China, considerando cooperação em áreas como terras raras e fertilizantes.
  • Tensões na fronteira: Situação na fronteira Índia-China caminha para normalização após acordo de patrulhamento, mas permanece foco de atenção devido a disputas históricas.
  • Voos diretos e turismo: Retomada de voos diretos e suspensão de restrições de visto sinalizam tentativa de melhoria gradual nas relações bilaterais.

  • HSBC e Artta foram principais alvos: ataque hacker desviou R$ 420 milhões, com HSBC perdendo R$ 380 milhões; Banco Central bloqueou R$ 350 milhões, mas R$ 70 milhões permanecem desaparecidos.
  • Vulnerabilidades na Sinqia exploradas: criminosos atacaram a empresa responsável por conectar instituições ao Pix, levantando preocupações de segurança digital para bancos e investidores.
  • Risco sistêmico e confiança abalada: reincidência de ataques em dois meses pressiona Banco Central por mais fiscalização; segurança do Pix é questionada.
  • Métodos de ataque sofisticados: suspeita-se de técnica na cadeia de suprimentos; Polícia Federal investiga, enquanto especialistas forenses rastreiam desvio.
  • Ações recomendadas para investidores: manter cautela, diversificação e vigilância sobre comunicações de bancos, além de evitar concentrações em plataformas com histórico fraco de compliance.

  • Operação Carbono Oculto: Infiltração criminosa, ligada ao PCC, em fundos de investimento foi alvo de intervenção na Avenida Faria Lima.
  • Ações dispersas: Reag Investimentos viu suas ações despencarem 15% em meio à operação; destaque negativo contrastando com Ibovespa em alta de 1,32%.
  • Impacto local: Segurança reforçada e forte presença policial paralisaram rotinas nos escritórios da região, aumentando preocupações com segurança.
  • Reações do mercado: Investidores temem desdobramentos futuros, especulando sobre uma possível “Carbono Oculto II” e seus impactos.
  • Risco amplo: Operação evidencia a fragilidade da barreira entre o mercado financeiro formal e atividades ilícitas, destacando a sofisticação criminosa.

  • Entrada Estratégica: Mercado Livre adquiriu a farmácia Target em São Paulo, testa modelo híbrido devido às restrições da Anvisa sobre vendas de remédios online.
  • Impacto nas Ações: Notícia afetou as ações da Raia Drogasil (-7%) e Pague Menos (-4%), sinalizando preocupação do mercado com a movimentação.
  • Risco de Disrupção: Analistas mencionam que, embora o impacto curto prazo seja limitado, a entrada do MELI pode ser disruptiva no médio/longo prazo, principalmente se houver mudanças regulatórias.
  • Reações de Analistas: Santander sugere que o MELI pode criar um site próprio de farmácia, enquanto a XP vê a compra como um projeto piloto potencialmente expansível.
  • Pressão Regulatória: A entrada do MELI ocorre num cenário de possível mudança regulatória (PL 2.158), que pode intensificar a concorrência para farmácias tradicionais.

  • Alteração no Foro Privilegiado: Em 2024, o STF determinou que ex-autoridades continuam a ser julgadas pela Corte, eliminando a descida para a 1ª instância pós-mandato.
  • Impacto na Defesa: A mudança limita o percurso recursal e estratégia de alongar processos, acelerando a tramitação no STF.
  • Emenda Regimental: Em 2023, o STF passou a maioria das ações penais para as Turmas, afetando a simbologia e pluralidade de decisões nos casos.
  • Julgamento de Bolsonaro: Bolsonaro será julgado na 1ª Turma do STF em setembro de 2025, com menor espaço para protelação e manobras legais.
  • Debate sobre Legitimidade: A nova regra é vista como casuística por críticos, mas outros veem como resposta institucional a riscos, mantendo casos relevantes no STF.

  • Mercado Livre entra no setor farmacêutico: Aquisição de farmácia em São Paulo pela Kangu para contornar barreiras regulatórias e testar o mercado.
  • Potencial catalisador para MELI34: Estratégia vista como importante catalisador para a empresa, influenciando a dinâmica do setor de farmácias.
  • Modelo de expansão estratégico: Análise da XP sugere que projeto piloto pode evoluir para expansão nacional com aquisição de farmácias adicionais.
  • Impacto competitivo: Entrada do Mercado Livre nesse mercado é um alerta para farmácias tradicionais devido à transformação potencial do setor.
  • Oportunidades para investidores: Entrada em um mercado endereçável com alta recorrência e inovação logística pode agregar valor às ações da MELI34.

  • Grupamento de Ações: Infracommerce (IFCM3) propõe um novo grupamento de ações de 10 para 1, multiplicando o preço das ações por esse fator, visando deixar de ser uma penny stock.
  • Aprovação Necessária: A proposta de grupamento precisa ser aprovada em assembleia geral extraordinária marcada para 22 de setembro de 2025.
  • Regras da B3: A operação visa evitar regras da B3 contra penny stocks, que não podem negociar abaixo de R$ 1 por mais de 30 pregões.
  • Situação Financeira: Infracommerce reportou prejuízo de R$ 61,4 milhões no 2T25, mas com melhora de 96% em relação ao ano anterior.
  • Operacional e Receita: A receita líquida caiu 26,7% para R$ 181,9 milhões no 2T25, mas o Ebitda foi positivo em R$ 15,4 milhões, refletindo melhorias operacionais.

  • Preço-alvo atualizado: Santander aumentou o preço-alvo das ações do Mercado Livre (MELI34) para US$ 3.200 até o final de 2026, ante US$ 3.100 em 2025, projetando uma valorização potencial de 29%.
  • Recomendação outperform: O Santander mantém recomendação de compra (outperform) para as ações, destacando o Mercado Livre como uma aposta sólida no segmento de e-commerce.
  • Táticas de crescimento: Estratégias como frete grátis e serviço de fulfillment são vistas como fatores-chave no crescimento, especialmente no México, apesar da concorrência asiática e da Amazon.
  • Ajustes nas estimativas financeiras: Previsões de margem Ebit foram reduzidas em 120 pontos-base para 2025 e 2026 devido a fatores operacionais, mantendo-se estáveis para 2027.
  • Pressões de margem e câmbio: Estimativas de lucro líquido caíram 10% para 2025, afetadas por margens Ebit mais baixas e esperado impacto negativo do câmbio, enquanto projeções para 2026 e 2027 permanecem inalteradas.

  • Lucro Líquido: O Banco BRB reportou um lucro líquido recorrente de R$ 518 milhões no primeiro semestre de 2025, marcando um aumento de 461,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Proventos Anunciados: O BRB divulgou que distribuirá R$ 146,4 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), com valores de R$ 0,29114 por ação ordinária (BSLI3) e R$ 0,32026 por ação preferencial (BSLI4), sujeito a retenção de 15% de IR.
  • Performance do ROAE: O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) chegou a 21,8% no semestre, indicando eficiência na utilização do capital.
  • Crescimento da Carteira de Crédito: A carteira de crédito do BRB aumentou para R$ 59,4 bilhões, um crescimento de 59,4% em comparação ao semestre anterior.
  • Data de Direitos para Dividendos: Acionistas que possuírem ações até 3 de setembro de 2025 terão direito aos dividendos. A partir de 4 de setembro, ações serão negociadas "ex-direitos".

  • Petrobras, Vale, Bradesco, Itaú, e JHSF pagarão dividendos ou JCP em setembro. Traders devem observar estas ações para oportunidades de ganho de capital com pagamentos de proventos.
  • Datas de corte e de pagamento são cruciais: Traders devem garantir posse das ações antes das datas de corte para qualificar-se para o recebimento dos proventos.
  • Dividendos não são tributados; JCPs têm imposto retido na fonte de 15%. Estratégias envolvendo JCP podem demandar ajustes considerando o impacto tributário.
  • Vale destaca-se com um pagamento de JCP significativo de R$ 1,8953 por ação em 03/09/2025. Uma oportunidade lucrativa para investidores que comprarem antes da data de corte (12/08/2025).
  • Petrobras paga tanto dividendos quanto JCP em 22/09/2025, com uma importância total de R$ 0,4545 por ação. Traders devem planejar sua entrada com base nas datas de corte (02/06/2025).

  • Iguatemi (IGTI11) adquire 7% do Shopping Pátio Higienópolis por R$ 169,9 milhões
  • Pagamento: 70% à vista e 30% em duas parcelas corrigidas pelo CDI até 2027
  • Com a compra, Iguatemi PPPH finaliza aquisições dos shoppings Pátio Paulista e Pátio Higienópolis
  • Desembolso total no processo de aquisição foi de R$ 697,3 milhões
  • Iguatemi agora detém 29% de participação no Shopping Pátio Higienópolis

  • Visa adquire fintech Pismo: Em julho, a Visa comprou a fintech Pismo por US$ 1 bilhão, marcando o maior M&A do período.
  • Foco em inovação: ABBAAS defende a importância do equilíbrio entre inovação e segurança regulatória.
  • Casos investigados são exceções: Fintechs investigadas pela Polícia são consideradas exceções por ABBAAS e não representam o setor.
  • Impacto para investidores: Aquisições e escassez de capital de risco indicam novas oportunidades e desafios no setor financeiro.
  • Setor financeiro em transformação: Mudanças no setor destacam a importância de acompanhar movimentos de M&A e regulação.

  • Hapvida (HAPV3) assinou memorando vinculante com Pátria VBI Asset Management para locação BTS do Hospital Ibirapuera.
  • Acordo está sujeito à conclusão de diligência e cumprimento de condições de praxe.
  • Contrato anterior foi rescindido por inadimplemento contratual, com previsão de término em fevereiro de 2025.
  • Condições do novo contrato foram atualizadas devido à evolução do projeto sem afetar cronograma.
  • Nenhum impacto previsto na inauguração do Hospital Ibirapuera em São Paulo.

  • Iguatemi vende 7% do Pátio Higienópolis: Participação será adquirida pelo RBR Malls Fundo por R$ 169,9 milhões.
  • Condições de pagamento: 70% à vista e 30% em duas parcelas anuais corrigidas pelo CDI, com vencimentos em 2026 e 2027.
  • Posição continuada: Após a venda, Iguatemi manterá 29% no Pátio Higienópolis.
  • Aquisições anteriores: Iguatemi já havia adquirido 17,4% do Pátio Higienópolis e 11,5% do Pátio Paulista.
  • Transação aprovada: Compra anterior de partes significativas dos shoppings teve aprovação do CADE por R$ 2,585 bilhões.

  • Distribuição de Dividendos Extraordinários: M. Dias Branco (MDIA3) aprovou dividendos extraordinários de R$ 33.538.325,30, equivalentes a R$ 0,10 por ação.
  • Data de Corte: Dividendos serão pagos a acionistas posicionados até 22 de setembro de 2025; ações negociadas "ex" em 23 de setembro de 2025.
  • Data de Pagamento: Pagamento dos dividendos extraordinários ocorrerá em 30 de setembro deste ano.
  • Dividendos Mensais: Na mesma data, será efetuado pagamento dos dividendos mensais de R$ 0,030 por ação.
  • Decisão Aprovação: Dividendos mensais já haviam sido aprovados em 21 de fevereiro.

  • Margem de Lucro: Azul ampliou sua margem para 35,2%, um indicador positivo de eficiência operacional.
  • Recuperação Judicial: A companhia aérea está em recuperação judicial nos EUA, fator que deve ser considerado ao avaliar riscos.
  • Caixa: A Azul terminou o mês com R$2,3 bilhões em caixa, oferecendo uma certa segurança financeira.
  • Resultado Operacional: Em julho, a companhia reportou um resultado operacional de R$ 709 milhões, um desempenho significativo.
  • Perspectiva de Investimento: O fortalecimento da posição de caixa e a margem crescente podem sinalizar oportunidades de investimento para traders.

  • Ibovespa fecha mês com alta de 6%, impulsionado por balanços do 2T25 e fusões no setor de saúde.
  • Principais ganhadoras: RD Saúde (RADL3) lidera com alta de 30,92% após surpreender o mercado.
  • MRV (MRVE3) e Hapvida (HAPV3) se destacam, apesar de resultados financeiros desafiadores.
  • Eletrobras (ELET3) reverte lucro em prejuízo, mas surpreende com dividendos de R$ 4 bilhões.
  • Piores desempenhos incluem Raízen (RAIZ4) e Rumo (RAIL3) devido a fracos resultados financeiros.

  • Decisão Judicial: A Volkswagen foi condenada a pagar R$ 165 milhões por práticas trabalhistas análogas à escravidão nos anos 1970 e 1980.
  • Impacto Financeiro: O valor da multa pode afetar as reservas financeiras e a performance de curto prazo da montadora.
  • Repercussões Regulatórias: A decisão pode levar a um aumento da vigilância regulatória em empresas automotivas no Brasil.
  • Risco de Imagem: Possível impacto negativo na imagem da Volkswagen, afetando suas vendas e reputação globalmente.
  • Potencial de Apelação: A Volkswagen pode optar por recorrer da decisão, o que geraria mais volatilidade no mercado e incertezas regulatórias.

  • Azul reporta Ebitda ajustado: R$ 709 milhões para julho, com receita líquida de R$ 2 bilhões.
  • Margem Ebitda ajustada: 35,2%, sem dados comparativos fornecidos pela empresa.
  • Caixa e equivalentes: Azul encerrou julho com R$ 2,3 bilhões em caixa e R$ 1,9 bilhão em contas a receber.
  • Lançamentos recentes: Receita de R$ 1,64 bilhão e Ebitda ajustado de R$ 420,4 milhões em junho.
  • Recomendação de investimento: JP Morgan mantém posição underweight para AZUL4, destacando foco no processo de recuperação judicial.

  • Atualizações dos Serviços de Streaming: Netflix, Prime Video, HBO Max e Apple TV+ estreiam novas produções no final de agosto, o que pode impactar o setor de mídia e entretenimento.
  • Oportunidades na Netflix: Destaques incluem documentário investigativo, épico de ação, suspense psicológico e comédia, atraindo audiência diversificada.
  • Conteúdos Diversificados no Prime Video: Investimento em romance, ação e drama com produções que podem impulsionar assinaturas e retenção de usuários.
  • Lançamentos da HBO Max: Séries e especiais históricos, de terror e drama que ampliam o portfólio e destacam a plataforma no mercado de streaming.
  • Novidades no Apple TV+: Séries novas e temporadas de sucesso que oferecem conteúdo diferenciado na busca por maior participação de mercado.

  • Decisão judicial impactante: O Tribunal Federal dos EUA anulou tarifas comerciais importantes impostas durante o governo Trump, destacando ações futuras e possíveis ajustes de mercado.
  • Tarifas revertidas: Foram derrubadas as tarifas de 10% e adicionais contra Canadá, China e México, que traders devem observar para movimentos no comércio internacional.
  • Legalidade contestada: A corte questionou o uso da Lei dos Poderes Econômicos de Emergência Internacional, potencialmente afetando futuras políticas comerciais presidenciais.
  • Apelação em perspectiva: É provável que Trump recorra à Suprema Corte, mantendo a incerteza sobre o impacto definitivo destas tarifas no curto prazo.
  • Data-chave: Traders devem observar o prazo do tribunal até 14 de outubro para qualquer ação da administração Trump em direção à Suprema Corte.

  • Ibovespa sobe 2,50%: O índice superou a marca dos 140 mil pontos, renovando recordes históricos com pico intradia acima de 142,3 mil no dia 29.
  • Operação Carbono Oculto: Polícia Federal desmantela esquema de fraudes e lavagem de dinheiro envolvendo fundos de investimento e o crime organizado, impactando grandes gestoras.
  • Ações que mais subiram: Magazine Luiza (MGLU3) +18,70%, Raízen (RAIZ4) +12,50%, Vamos (VAMO3) +12,18% beneficiadas por condições econômicas e eventos específicos.
  • Ações que mais caíram: RaiaDrogasil (RADL3) -6,00%, Rumo (RAIL3) -3,45%, Suzano (SUZB3) -2,44% corrigindo ganhos ou devido a condições adversas.
  • Influências de mercado: Expectativas de corte de juros nos EUA e cenário político brasileiro contribuindo para o otimismo no mercado local.

  • Taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027: Subiu para 13,970%, um aumento em comparação com 13,935% no ajuste anterior.
  • Tensões geopolíticas: Incertezas sobre as relações com os EUA influenciam o aumento das taxas futuras.
  • Último pregão do mês: O aumento das taxas ocorreu no fechamento mensal, indicando precaução dos investidores.
  • Importância para traders: Monitorar como as tensões internacionais podem impactar no mercado de juros futuros.
  • Impacto potencial: A continuidade das tensões pode levar a novos ajustes nas expectativas de juros, afetando estratégias de trading.

  • Conteúdo Diário: A Ágora Investimentos oferece vídeos e podcasts diários voltados para o mercado financeiro.
  • Informações Atuais: As análises diárias apresentam insights atualizados que podem impactar decisões de trading.
  • Estrategistas de Mercado: Os materiais são produzidos por especialistas, fornecendo perspectivas valiosas para os investidores.
  • Foco em Ações: Os conteúdos frequentemente destacam oportunidades e riscos para o mercado de ações.
  • Disponibilidade On-line: O acesso fácil ao material digital pode ajudar os traders a se manterem informados em tempo real.

  • Iguatemi (IGTI11) vende 7% do Shopping Pátio Higienópolis ao RBR Malls Fundo de Investimento Imobiliário por R$ 169,9 milhões.
  • Pagamento será 70% à vista e 30% em duas parcelas anuais até 2027, corrigidas pelo CDI.
  • Aquisições anteriores: Iguatemi comprou 17,4% adicionais do Pátio Higienópolis e 11,5% do Pátio Paulista, totalizando R$ 697,3 milhões.
  • Posição mantida: Iguatemi detém 29% do Pátio Higienópolis após venda, devido a aquisições prévias.
  • Desempenho positivo: Fortes vendas e boa performance operacional no segundo trimestre sustentam a estratégia da Iguatemi.

  • Superávit Estimado: O governo projeta um superávit de R$ 34,5 bilhões, ou 0,25% do PIB, para 2026.
  • Crescimento do PIB: Previsão de aumento de 2,44% no PIB para o próximo ano, segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento.
  • Inflação: Expectativa de inflação medida pelo IPCA é de 3,60% para o próximo ano.
  • Receita Primária: Receita primária total do governo prevista em R$ 3,1 trilhões, representando 23,04% do PIB.
  • Desafios Fiscais: Analistas consideram desafiador atingir o superávit de 2026 devido ao aumento das despesas obrigatórias, especialmente com a Previdência.

  • Venda de quatro aeronaves A29 Super Tucano para o Panamá: Embraer conclui transação avaliada em US$ 80 milhões, reforçando sua atuação no setor de defesa.
  • Impacto positivo nas margens Ebit: A operação fortalece as margens, que operam entre 15-20%, beneficiando o segmento de defesa da Embraer.
  • BTG Pactual vê potencial de melhoria: Venda impulsiona margens consolidadas mais altas e mix de entregas mais lucrativo, especialmente em aviação comercial e executiva.
  • Tese de investimento fortalecida: Potenciais avanços com contratos, como Royal Air Maroc e Latam, adicionam otimismo ao cenário de curto prazo.
  • Recomendação de compra mantida: BTG reafirma compra com preço-alvo de R$ 104, considerando possível revisão positiva do guidance.

  • Ibovespa avança 6,28% em agosto: Confiabilidade dos investidores refletida em um mercado aquecido e níveis de emprego elevados, culminando no recorde de 142.378,69 pontos.
  • Expectativa do Fed influencia o mercado: Possível corte nas taxas de juros dos EUA fortalece o apetite por ativos de risco, beneficiando o Ibovespa em conjunto com a recuperação econômica da China.
  • Setores e ações em destaque: Commodities e energia tiveram destaque positivo, enquanto Raia Drogasil (RADL3) liderou os ganhos. Entretanto, ações como Raízen (RAIZ4) registraram quedas significativas.
  • Situação política e dados econômicos a serem monitorados: Investidores devem focar nos dados de inflação, emprego e relações diplomáticas entre Brasil e EUA, além de possíveis políticas fiscais que aumentem o déficit.
  • Impacto de decisões internacionais: Decisões do FOMC sobre juros e cenários econômicos na China e Europa podem influenciar o fluxo de investimentos e o apetite por risco em setembro.

  • RD Saúde: A maior alta do Ibovespa, valendo atenção para potenciais continuidades de movimento.
  • Raízen: Registrou a maior queda, ponto de atenção para traders buscando oportunidades em operações de recuperação.
  • Variedade em Movimentos: Sete ações no Ibovespa subiram mais de 20%, indicando chance para operações de tendência.
  • Queda Expressiva Limitada: Apenas três ações caíram mais de 10%, sinalizando momento de estabilidade no índice.
  • Destaque Geral: Observação dos ganhadores e perdedores pode oferecer insights sobre setores em ascensão ou declínio.

  • Mercados em queda nos EUA: As ações em Nova York fecharam em baixa devido a dados fracos de confiança do consumidor e incerteza sobre a política monetária.
  • Juros dos Treasuries e dólar oscilam: Apesar do PCE dentro das expectativas, os juros dos Treasuries subiram e o dólar apresentou oscilação, com proximidade de feriado nos EUA.
  • Ibovespa em alta recorde: O índice subiu 0,26% para uma alta histórica de 141.422 pontos, impulsionado por Petrobras, Vale e bancos.
  • Ações em destaque: Raízen e Cosan tiveram forte valorização com venda de usinas; setor bancário também teve bom desempenho devido à equiparação regulatória.
  • Câmbio e dólar: Dólar comercial subiu 0,29%, cotado a R$ 5,42, influenciado por preocupações fiscais e formação de Ptax.

  • Escalação Militar dos EUA: Trump reforça presença militar no Caribe com 7 navios de guerra e 4.500 militares, aumentando a pressão sobre a Venezuela e consolidando a possibilidade de mudanças no regime de Maduro.
  • Opções de Ação: Entre as estratégias estão operações navais agressivas e possíveis ataques aéreos. A invasão direta é pouco provável, mas os EUA não descartam ações para enfraquecer Maduro.
  • Reação de Maduro: Maduro rejeita as acusações e mobiliza 15 mil militares e milícias civis, acusando os EUA de planejarem ataque para interesses econômicos ligados ao petróleo venezuelano.
  • Tensões Regionais: A retórica dos EUA gera tensão na região, com países divididos entre apoio à estratégia americana e preocupações sobre estabilidade e interesses econômicos.
  • Geopolítica e Mercado de Petróleo: A situação eleva a Venezuela como foco internacional, destacando a disputa entre combate ao narcotráfico e interesses sobre as reservas de petróleo, impactando potencialmente os mercados globais de energia.

  • Notificação Ibama: Ibama notificou 12 frigoríficos, incluindo dois da JBS, por compra de gado de áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia.
  • Multas Aplicadas: Seis frigoríficos já foram multados em R$ 4 milhões pela compra de 8.172 cabeças de gado de áreas embargadas.
  • Empresas Envolvidas: Além da JBS, Frigol e Mercurio também estão implicadas no esquema de compra.
  • Reações das Empresas: JBS e Frigol negam irregularidades, enquanto Mercurio afirma ter monitoramento terceirizado de origem do gado.
  • Consequências da Investigação: Ibama apreendeu mais de 7.000 cabeças de gado e impôs multas totalizando R$ 49 milhões.

  • Ibovespa registra alta de 6,28% em agosto: Recuperação após queda de 4,17% em julho, sendo o melhor desempenho mensal desde agosto de 2024.
  • Cenário eleitoral de 2026: Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg indica Tarcísio de Freitas liderando a preferência do mercado contra Lula em um eventual segundo turno.
  • Tarifa dos EUA aliviada: Isenção de quase 700 itens ameniza impactos da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, anunciada anteriormente.
  • Corte nos juros dos EUA esperado: Federal Reserve sinaliza possível redução de 0,25 ponto percentual na próxima reunião, influenciando positivamente o mercado brasileiro.
  • Movimento cambial: Dólar acumula desvalorização de 3,19% frente ao real em julho, fechando o mês a R$ 5,4220.

  • Ibovespa encerra agosto com alta de 6,3%: O índice fechou em 141.422,26 pontos, marcando um recorde nominal e acumulando 17,6% no ano.
  • Corte da Selic impulsiona ações: Expectativa de corte na Selic em 2025 e possíveis movimentos do Fed contribuem para a alta do Ibovespa.
  • Impacto das eleições de 2026: Alternância de poder sugere maior responsabilidade fiscal, impulsionando otimismo no mercado.
  • Desempenho do dólar e bitcoin: Dólar caiu 3% em agosto, acumulando desvalorização de 12,27% no ano. Bitcoin recuou 9,4% no mês.
  • Renda fixa e inflação: Títulos Tesouro Prefixado subiram mais de 1% em agosto, enquanto IPCA+ 2029 foi o único título com valorização.

  • Dólar encerra agosto com alta de 0,29%, cotado a R$ 5,4220, apesar de queda de 0,07% na semana.
  • Expectativa de cortes na taxa de juros norte-americana pode pressionar dólar para baixo e beneficiar moedas emergentes como o real.
  • Diferencial de juros entre Brasil e EUA excede 10 pontos, tornando a renda fixa doméstica mais atrativa e encarecendo posições compradas em dólar.
  • Possibilidade discutida de o dólar ficar abaixo de R$ 5,40 em setembro, mas limitado por fundamentos macroeconômicos do Brasil.
  • Atenção às reuniões do Fed e do Copom, além de dados de inflação e emprego nos EUA, influenciando expectativas de preço do dólar.

  • Recorde do Ibovespa: Ibovespa fechou aos 141.422 pontos, alcançando novo recorde histórico, com alta mensal de 6,28% e valorização de 17,57% no ano.
  • Lideranças de mercado: Bancos, Petrobras, Vale, varejistas e Raízen foram os destaques de alta. Raízen subiu 7,34% após a venda de usinas.
  • Influências internacionais: O PCE nos EUA reforçou a cautela com políticas de juros, afetando negativamente Nova York; dólar avançou para R$ 5,42.
  • Pressão fiscal no Brasil: Dívida bruta subiu para 77,6% do PIB, enquanto déficit primário superou expectativas, elevando a pressão fiscal.
  • Expectativas para setembro: Mercado atento à decisão do Federal Reserve em 17 de setembro e aos dados de emprego dos EUA, que podem influenciar política monetária.

  • Ibovespa atinge maior fechamento histórico: O índice subiu 0,26%, encerrando aos 141.422,26 pontos, o maior patamar já registrado.
  • Influência do cenário internacional: O otimismo global, principalmente com o S&P 500, ajudou a elevar o Ibovespa, apesar das quedas nas ações americanas.
  • Euforia eleitoral de 2026: Rumores sobre possível candidatura de Tarcísio de Freitas impactaram positivamente o mercado brasileiro.
  • Maiores altas do dia: Raízen (+7,34%), com vendas de ativos; Marfrig (+5,37%), com especulações sobre plantas no Uruguai; e Magazine Luiza (+4,46%).
  • Maiores quedas do dia: RaiaDrogasil (-6,90%), corrigindo ganhos passados; Porto Seguro (-1,99%); e Prio (-1,84%).

  • Bandeira tarifária: Aneel mantém bandeira vermelha patamar 2 em setembro, custando R$ 7,87 por 100 kWh, devido a geração de energia apertada.
  • Consumidores: Contas de energia permanecem com custo adicional em setembro, refletindo cenário de agosto.
  • Geração energética: Reservatórios abaixo da média aumentam necessidade de usinas termelétricas, encarecendo a geração.
  • Custos elevados: Manutenção da bandeira tarifária vermelha patamar 2 é justificada por altos custos de usinas termelétricas.
  • Histórico recente: Bandeira vermelha patamar 1 foi ativada em junho, evoluindo para patamar 2 em agosto.

  • Recorde Ibovespa: O Índice Bovespa fechou agosto em uma alta recorde de 141 mil pontos, representando um aumento de 6,3% no mês.
  • Catalisadores: O cenário eleitoral e a expectativa de queda iminente dos juros pelo Federal Reserve guiaram o ânimo do mercado.
  • Impacto para Traders: Traders devem ficar atentos às movimentações políticas e mudanças na política monetária dos EUA, pois estas podem continuar a influenciar o mercado.
  • Setores Potenciais: O desempenho de setores específicos pode ser afetado diferenciadamente, dependendo das decisões de política monetária iminentes.
  • Estratégia de Investimento: Aproveitar a alta atual do mercado, mas manter vigilância sobre potenciais mudanças nos fatores-chave para ajustar posições oportunamente.

  • Dividendos extraordinários de 2025: M. Dias Branco anunciou dividendos extraordinários de R$ 33,5 milhões (R$ 0,10 por ação), a serem pagos em 30 de setembro, juntamente com os dividendos mensais.
  • Data-base e ex-dividendos: A data-base para acionistas será 22 de setembro; as ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 23 de setembro.
  • Balanço recente: No segundo trimestre, a empresa reportou lucro líquido de R$ 216,4 milhões (+14%) e receita líquida de R$ 2,7 bilhões (+3,6%).
  • Margem Ebitda em alta: A margem Ebitda da M. Dias Branco alcançou 12,7%, comparado a 10,2% no ano anterior, devido à melhora em vendas e controle de despesas.
  • Confiança na estratégia de preços: A XP ressaltou a crescente confiança na estratégia de preços da companhia, considerando os desafios do ano passado.
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