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  • Lucro Trimestral: Jalles Machado reverteu prejuízo e reportou um lucro de R$ 55,4 milhões no trimestre.
  • Receita Líquida: A receita líquida totalizou R$ 515,3 milhões, apresentando uma queda de 30,4% em comparação anual.
  • Foco no Açúcar: A empresa está reavaliando seu equilíbrio entre produção de etanol e açúcar, aumentando a aposta no açúcar.
  • Redução de Custos: O resultado positivo é atribuído a estratégias de redução de custos e eficiência operacional.
  • Impacto no Setor: A decisão de priorizar açúcar pode ter implicações no mercado de etanol e açúçar a nível nacional.

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  • Montante do JCP: Telefônica Brasil (VIVT3) aprova R$ 325 milhões em juros sobre capital próprio.
  • Valor por ação: R$ 0,10170213856 bruto por ação; R$ 0,08390426431 líquido.
  • Data de corte: Direito ao JCP para acionistas na base ao final do dia 23 de fevereiro.
  • Data Ex-Juros: Ações serão "ex-juros" a partir de 24 de fevereiro.
  • Data de pagamento: Proventos serão pagos até 30 de abril de 2027.

  • Lucro Líquido: A XP reportou um aumento de 10% no lucro líquido ajustado no 4T25 em comparação ao 4T24, atingindo R$ 1,33 bilhão. O resultado permanece estável em relação ao 3T25.
  • Receita Bruta: A receita bruta cresceu 12% ano a ano e 7% em relação ao trimestre anterior, alcançando R$ 5,239 bilhões, impulsionada pela diversificação no varejo e o crescimento no banco de atacado.
  • Ebitda e Margem: O Ebitda ajustado aumentou 20% em relação ao ano anterior e 16% no trimestre, totalizando R$ 1,55 bilhão, enquanto a margem Ebitda subiu para 31,3%.
  • Ativos sob Custódia: Os ativos sob custódia cresceram 16% ano a ano e chegaram a R$ 1,49 trilhão no 4T25, demonstrando sólida captação líquida no varejo.
  • Retorno sobre o Patrimônio: O ROAE ajustado foi de 22,8% no 4T25, mostrando uma leve queda trimestre a trimestre e em relação ao 4T24.

  • Distribuição de R$ 325 milhões em JSCP: Telefônica Brasil aprova pagamento relacionado ao balanço de 31/01/2026.
  • Montante líquido de R$ 268,1 milhões: Após retenção de imposto de 17,5% por ação, o valor líquido é de aproximadamente R$ 0,08.
  • Data importante para acionistas: Posição acionária em 23/02/2026 garante direito ao provento, com ações negociadas "ex-juros" a partir de 24/02/2026.
  • Pagamentos até 30/04/2027: Data específica ainda será definida pela diretoria.
  • Possíveis ajustes nos valores por ação: Dependem da base acionária e do programa de recompra de ações até 23/02/2026.

  • Dow Jones cai 1,34%: Índice fechou em 49.451,98 pontos.
  • S&P 500 recua 1,57%: Encerrado em 6.832,76 pontos.
  • Nasdaq desce 2,05%: Fechamento em 22.597,15 pontos.
  • Preocupação com IA: Sentimento negativo devido a receios relacionados à Inteligência Artificial.
  • Expectativa por CPI: Influência negativa das expectativas com a divulgação de dados do CPI.

  • Bolsas de Nova York em baixa: Impactos da inteligência artificial causaram pressões sobre o setor de tecnologia, com índices caindo; Dow Jones -1,34%, S&P 500 -1,57%, Nasdaq -2,05%.
  • Atenção ao CPI: Expectativa para o índice de preços ao consumidor americano na sexta-feira, que pode indicar próximos passos do Fed.
  • Ações específicas em destaque: Cisco cai 12,32% após resultados decepcionantes. Setor imobiliário e bancário também registram quedas significativas.
  • Ações automotivas em alta: Ford e GM sobem após revogação de normas climáticas; Tesla opera em baixa apesar do movimento positivo no setor.
  • Previsões econômicas: Expectativa de crescimento contínuo no setor tecnológico; CPI projetado para subir 0,3% mês a mês, 2,5% anualizado.

  • Ibovespa atinge recorde: Registrou 11º recorde nominal em 2026, superando os 190 mil pontos.
  • Fechamento em queda: O índice recuou 1% devido à realização de lucros.
  • Setor de petróleo em destaque: Quedas significativas nas ações de empresas petrolíferas impactaram o índice.
  • Oportunidades: A volatilidade oferece oportunidades para traders atentos à realização de lucros.
  • Análise de tendências: Monitorar o desempenho das ações de grandes empresas petrolíferas pode ser crucial.

  • Lucro líquido ajustado: XP reporta R$ 1,33 bilhão no Q4, um aumento de 10% ano a ano.
  • Receita líquida: Cresceu 10% no período, alcançando R$ 4,95 bilhões.
  • Captação e base de clientes: Captação líquida subiu 10% para R$ 32 bilhões e clientes ativos cresceram 2%.
  • Ativos totais: R$ 1,49 trilhões, marcando um aumento de 16% sobre 2024.
  • Ações na Nasdaq: Subiam 1,2% no after market, cotadas a US$ 20,01, após queda de mais de 2% no pregão regular.

  • Ação da Braskem cai 11%: Notícia sobre dívida bilionária com Banco do Brasil impactou fortemente as ações.
  • Braskem nega dívida: A companhia afirmou não ter dívida com o Banco do Brasil, destacando que a situação já era a mesma em 2025.
  • Sentimento do mercado: Apesar do desmentido, o mercado reagiu negativamente, pressionando os preços das ações.
  • Impacto nas negociações: Traders devem monitorar o desenrolar dessa notícia para avaliar decisões de compra ou venda de BRKM5.
  • Petrobras e Braskem: Atenção à decisão da Petrobras relacionada ao direito de preferência envolvendo a Braskem.

  • Ibovespa fecha em queda: O índice encerrou o dia com queda de 1,02%, aos 187.766,42 pontos, acompanhando o tom negativo de Wall Street.
  • Dólar em alta: O dólar à vista subiu 0,25%, fechando a R$ 5,2004.
  • Ações em destaque: Banco do Brasil (BBAS3) subiu 4,13% após resultado positivo; Petrobras (PETR4) caiu 2,55% acompanhando o preço do petróleo; Ambev (ABEV3) subiu 5,64% após apresentar lucro no quarto trimestre.
  • Raízen em queda acentuada: As ações da Raízen (RAIZ4) caíram 11,69% devido a preocupações com uma possível reestruturação de dívida.
  • Pressão de Wall Street: Indices americanos fecharam em baixa devido a queda nos setores de tecnologia e expectativas com novos dados de inflação.

  • Alta das ações do Assaí: As ações da Assaí fecharam em alta de 5% após a companhia divulgar seus resultados financeiros e anunciar parceria estratégica com o Mercado Livre.
  • Parceria com Mercado Livre: A colaboração com o Mercado Livre é vista como um catalisador potencial para novas fontes de receita e expansão no mercado digital.
  • Crédito tributário significativo: A empresa anunciou um potencial crédito tributário de R$ 1,5 bilhão, que pode ajudar na desalavancagem financeira e melhorar a posição de caixa da companhia.
  • Meta de desalavancagem: A prioridade da Assaí é usar o crédito tributário para acelerar seu processo de desalavancagem, reduzindo a proporção de dívida líquida sobre EBITDA.
  • Reação do mercado: Apesar dos resultados abaixo das expectativas, a estratégia de parcerias e melhora no balanço fiscal são vistos positivamente por analistas e investidores.

  • Ambev (ABEV3) já subiu 4,76% no mercado após divulgar resultados positivos do 4º trimestre.
  • Volume de Cerveja Brasil foi destaque, surpreendendo positivamente o mercado e impulsionando a alta das ações.
  • Os resultados do 4º trimestre indicam uma boa performance da empresa, reforçando a confiança dos investidores.
  • A revisão de preços pela Ambev, em linha com outras no setor, pode impactar a margem de lucro e é fundamental para traders acompanharem.
  • Sentimento positivo em relação à Ambev pode oferecer oportunidades de compra a curto prazo.

  • Banco do Brasil supera projeções de lucro: O resultado financeiro veio acima das expectativas, marcando uma recuperação em relação ao terceiro trimestre de 2025.
  • Inadimplência no setor agropecuário preocupa: Mesmo com resultados positivos, os altos índices de inadimplência no agronegócio continuam sendo um ponto de atenção para investidores.
  • Oscilação nas ações: Apesar da superação das projeções, a qualidade dos resultados levantou questionamentos, causando volatilidade nas ações do Banco do Brasil no curto prazo.
  • Ações encerram o dia em alta: Após uma sessão de oscilações, os papéis do Banco do Brasil conseguiram fechar o pregão com valorização.
  • Análise para traders: Monitorar a evolução da inadimplência no setor agro e possíveis impactos na lucratividade futura pode ser crucial para decisões de investimento.

  • Desempenho da Riachuelo: A empresa mantém trajetória positiva, impulsionada por melhorias na produtividade e precificação.
  • Expectativas superadas: O último balanço apresentou resultados acima do esperado, surpreendendo o mercado.
  • Reação do mercado: As ações da Riachuelo registraram movimentos otimistas após a divulgação dos resultados.
  • Fatores de crescimento: A alta na produtividade das fábricas e a inteligência de precificação foram fatores essenciais para o desempenho positivo.
  • Oportunidades de investimento: Com resultados fortes e reação otimista do mercado, a Riachuelo se torna uma opção atrativa para traders.

  • Lucro Revertido: Jalles (JALL3) reverteu prejuízo de R$ 73,5 milhões, alcançando lucro de R$ 55,4 milhões no 3T26.
  • Ebitda Ajustado: Houve um recuo de 10,3% no Ebitda ajustado, somando R$ 346,1 milhões.
  • Receita Líquida: Receita líquida caiu 30,4%, passando de R$ 740,4 milhões para R$ 515,3 milhões.
  • Relação Dívida Líquida/Ebitda: Melhorou para 1,2 vezes nos nove meses da safra 2025/2026, em comparação a 1,5 vezes no ciclo passado.
  • Mix Produtivo Ajustado: Aumentou a preferência por etanol devido à diferença de preços entre etanol e açúcar.

  • Crescimento dos Ativos: A base de ativos totais de clientes (AuC, AuM e AuA) da XP Inc. alcançou R$ 2,08 trilhões no trimestre, representando um crescimento de 22% no ano.
  • Lucro no Trimestre: A XP Inc. registrou um lucro de R$ 1,33 bilhão no quarto trimestre, apontando uma alta anual de 10%.
  • Impulsão das Ações: O crescimento dos ativos e o aumento do lucro podem influenciar positivamente as ações da XP Inc. (XPBR31) no mercado.
  • Atenção ao Setor: Resultados fortes podem indicar um momentum positivo para o setor financeiro como um todo.
  • Expectativas Futuras: Traders devem acompanhar futuros relatórios de ganhos, buscando sinais de continuidade no crescimento.

  • PETR4 cai 2,97% nesta quinta (12), cotada a R$ 36,95, refletindo a baixa dos preços do petróleo.
  • Queda do petróleo devido a negociações entre EUA e Irã, que diminuem o prêmio de risco da commodity.
  • PRIO3 também em baixa, acompanhando o setor de óleo e gás, com queda de 2,41% para R$ 52,31.
  • WTI e Brent recuam com mudanças nos futuros, WTI caiu 2,85% e Brent 2,71%.
  • Oscilações recentes: Preocupações geopolíticas e aumento dos estoques de petróleo nos EUA influenciam mercado.

  • Dólar hoje sobe e atinge R$ 5,20, refletindo a tendência global com a deterioração de ativos de risco.
  • Expectativa do mercado: Traders aguardam ansiosamente os dados de auxílio-desemprego nos Estados Unidos.
  • Movimento global de aversão ao risco está influenciando o aumento do dólar, impactando tanto o mercado externo como interno.
  • A volatilidade cambial pode representar oportunidades para operações de curto prazo, observando os desdobramentos econômicos dos EUA.
  • Monitoramento contínuo de notícias internacionais é crucial para antecipar movimentações bruscas nos preços.

  • S&P Global Ratings revisou a perspectiva da Cosan (CSAN3) de estável para negativa, citando efeitos da possível reestruturação da dívida da Raízen (RAIZ4).
  • Rebaixamentos Sequenciais: Raízen rebaixada para "CCC+" pela S&P, Fitch em alto risco "CCC", e Moody’s de "AAA.Br" para "CCC+.Br".
  • Probabilidade de Reestruturação de Dívida: A Raízen contratou consultores financeiros e jurídicos para avaliar a estrutura de capital.
  • Impacto na Cosan: Mesmo sem efeitos imediatos, há risco potencial de enfraquecimento da flexibilidade financeira da Cosan.
  • Ações em Queda: Às 17h15, Cosan caía 3,29% e Raízen 9,09% no Ibovespa, refletindo as preocupações do mercado.

  • S&P Global revisa a perspectiva para a Cosan de estável para negativa, refletindo preocupações recentes no setor.
  • A crise na Raízen é o principal fator para a mudança na classificação, aumentando a incerteza sobre a saúde financeira do grupo Cosan.
  • Os impactos imediatos na Cosan são vistos como limitados pela agência de classificação, mas os riscos de médio a longo prazo permanecem.
  • Traders devem acompanhar de perto a situação da Raízen, já que mudanças na sua estrutura de dívida podem afetar o desempenho das ações da Cosan.
  • A sinalização negativa pode influenciar a percepção de risco, potencialmente resultando em ajustes no preço das ações no curto prazo.

  • Volatilidade no Mercado de Cripto: Criptomoedas, incluindo Bitcoin, sofrem pressão devido a turbulências nas ações de tecnologia.
  • Liquidações Forçadas: Alertas sobre possíveis liquidações forçadas de posições impactam as expectativas de preço no curto prazo.
  • Estratégia de El Salvador: As políticas de adoção do Bitcoin por El Salvador são observadas de perto por investidores.
  • Impacto da IA: Ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial estão causando flutuações no valor das criptos.
  • Aversão ao Risco Global: A aversão ao risco em nível global contribui para a queda das criptomoedas por três sessões consecutivas.

  • Taxas dos DIs em queda: DI para janeiro de 2028 caiu 1 ponto-base para 12,635%, e DI para janeiro de 2035 caiu 4 pontos-base para 13,455%, impulsionadas por uma queda inesperada no setor de serviços e recuo nos rendimentos dos Treasuries.
  • Impacto dos dados do IBGE: Setor de serviços no Brasil caiu 0,4% em dezembro contra expectativa de alta de 0,1%, afetando a curva de juros.
  • Tesouro dos EUA impacta globalmente: Rendimentos dos Treasuries de 10 anos caíram 8 pontos-base, afetando positivamente a curva de juros brasileira.
  • Expectativas do Fed e mercado brasileiro: 90,1% de chance do Fed manter taxas em março; probabilidade de corte na Selic em março é de 68,50% para 50 pontos-base na B3.
  • Diversificação dos ativos de risco: Apesar da queda nos DI, ativos de risco como Ibovespa e o real registraram piora, mostrando volatilidade no mercado.

  • Preço-alvo elevado: O Bank of America aumentou o preço-alvo da SBSP3 de R$ 150 para R$ 180, mantendo a recomendação de compra, devido a menor risco regulatório e crescimento consistente.
  • Risco diminuído: O BofA vê menor risco regulatório e desalavancagem com projeção de dívida líquida/Ebitda em 2,5x para 2026-2027, abaixo da média de 3,5x de elétricas brasileiras.
  • Prêmio potencial: A Sabesp deve negociar com prêmio frente às elétricas devido a condições favoráveis e menor preocupação com reservatórios.
  • Comparação global: Sabesp é vista com potencial de prêmio, uma vez que negocia com desconto frente ao setor elétrico, embora utilities de água geralmente negociem com prêmio em EV/Ebitda.
  • Liquidez e custo de financiamento: A ação movimenta US$ 90 milhões diariamente, atraindo interesse internacional, enquanto emissões recentes a 600 pontos-base sobre o IPCA indicam custos menores de financiamento.

  • Dólar encerra em alta: USDBRL fechou a R$ 5,2004, subindo 0,25% com aversão ao risco no exterior pressionando o real.
  • Indicador DXY: O índice DXY subiu 0,10% para 96.936 pontos, influenciando diretamente a força do dólar globalmente.
  • Efeito dos índices de Wall Street: Queda nos setores de tecnologia e finanças em Wall Street promove volatilidade e fortalece o dólar.
  • Petróleo Brent em baixa: Caiu 2,71% para US$ 67,52 o barril, após novas tensões entre EUA e Irã, afetando ativos de risco.
  • Impacto no Ibovespa: Principal índice brasileiro perdeu força, caindo após recorde, com destaque para quedas em ações de Petrobras e bancos.

  • Queda significativa da BRKM5: As ações da Braskem (BRKM5) caíram mais de 10% após associação a crédito inadimplente de R$ 3,6 bilhões.
  • Reação imediata do mercado: Investidores reagiram com forte aversão ao risco, resultando na realização de lucros após altas anteriores expressivas.
  • BB desvincula crédito de Braskem: Banco do Brasil transferiu a operação de crédito inadimplente para um fundo de créditos estressados, reduzindo a exposição direta ao ativo.
  • Movimento da Petrobras: Petrobras não exercerá direito de preferência na venda de ações da Braskem pela Novonor, aumentando potencial de mudanças acionárias.
  • Volatilidade em alta: A combinação entre o episódio do crédito e o movimento societário elevou a volatilidade do papel e reforçou o clima de cautela entre investidores.

  • Petróleo recua para US$ 67: O preço do barril fechou em queda, atingindo US$ 67.
  • Tensões no Oriente Médio: Negociações entre EUA e Irã reduziram o prêmio de risco.
  • Sinais de acordo nuclear: Indicações de possível acordo nuclear contribuíram para a queda nos preços.
  • Cooperação da Rússia: Aumenta a percepção de estabilidade no fornecimento de petróleo.
  • Impacto das tempestades de inverno: Apesar da redução na oferta global, o impacto foi ofuscado pelas notícias positivas de negociações.

  • Expansão da Produção: A Be8 planeja expandir a fabricação do biocombustível BeVant em várias plantas no Brasil, mostrando potencial de crescimento no mercado de energias renováveis.
  • Interesse Crescente: O BeVant, que substitui o diesel em 100%, tem atraído grandes consumidores que buscam descarbonizar operações, sugerindo uma demanda crescente e novas oportunidades de mercado.
  • Acordo com Copa Truck: BeVant será usado como combustível nos caminhões da Copa Truck, aumentando a visibilidade e possível aceitação do produto no mercado de transportes pesados.
  • Vantagem Econômica: BeVant é competitivo em preço, sendo mais barato que o HVO, o que pode elevar a competitividade da Be8 e aumentar o seu market share.
  • Licenciamento e Parcerias: Consultas de grandes companhias para parcerias no desenvolvimento do BeVant indicam potenciais acordos futuros para licenciamento da tecnologia.

  • Banco descarta dividendos extraordinários no curto prazo: Banco do Brasil não discutirá dividendos extras agora, conforme CFO Geovanne Tobias.
  • Payout de 30% mantido: A administração reafirma a política de distribuição via JCP e/ou dividendos dentro do limite de 30%.
  • Foco na recuperação do agronegócio: Prioridade do banco é melhorar rentabilidade e monitorar crédito no setor agro.
  • Capital confortável, mas prudente: Enquanto mantém capital forte, a instituição é cautelosa ao monitorar a recuperação econômica.
  • Estratégia de estabilidade: Objetivo para os próximos três anos é fortalecer operacionalmente antes de considerar aumentos em distribuição de dividendos.

  • Reestruturação Financeira da Raízen: Os detentores de títulos de dívida da Raízen contratam Moelis e White & Case para assessoria em potencial reestruturação de dívidas.
  • Negociação de Bonds: Bonds da Raízen estão sendo negociados com um desconto de 70%, destacando sua desvalorização no mercado.
  • Estrategias de Capital: Raízen busca um aumento de capital de até US$ 1,5 bilhão e a venda de ativos na Argentina para reduzir o endividamento.
  • Desafios Operacionais: Investimentos em tecnologia E2G enfrentam obstáculos técnicos e de execução, afetando a lucratividade esperada.
  • Mercado de Commodities: Queda nos preços do açúcar e etanol pressiona margens de lucro, impactando o fluxo de caixa da Raízen.

  • Impacto da Inadimplência: Um rombo de R$ 3,6 bilhões elevou a inadimplência do Banco do Brasil (BBAS3) no 4º trimestre de 2025 de 4,88% para 5,17%.
  • Implicação para Braskem (BRKM5): Braskem é vista como principal responsável pela deterioração da inadimplência devido à operação econômica semelhante a crédito.
  • Exposição do Banco: O crédito foi cedido a um fundo especializado, encerrando a exposição direta do banco, segundo o vice-presidente de controles internos do BB.
  • Situação da Braskem: A empresa enfrenta desafios financeiros com dívida bruta de US$ 10,1 bilhões e está em negociação para um plano de recuperação extrajudicial.
  • Perspectiva para 2026: Não são esperados impactos no 1º trimestre de 2026 após a estruturação e cessão do crédito a um fundo.

  • Lucro acima das expectativas: Banco do Brasil (BBAS3) reporta lucro ajustado de R$ 5,7 bilhões no 4T25, superando as projeções do mercado de R$ 4,5 bilhões, mas com queda anual de 40%.
  • Reação do mercado: Ação sobe mais de 7% no pregão seguinte, mas perde força devido a preocupações com a qualidade dos ativos, especialmente no setor agropecuário.
  • Provisões e inadimplência: Provisões permanecem elevadas em R$ 18 bilhões, com inadimplência acima de 90 dias subindo para 5,2%, pressionando o crédito rural.
  • Guidance e expectativas para 2026: Projeção de lucro entre R$ 22-26 bilhões e ROE próximo de 14%, com expectativa de recuperação moderada.
  • Volatilidade e precificação: Ações podem oscilar com base nas comunicações da gestão sobre a qualidade dos ativos e provisões, especialmente devido ao cenário agro já parcialmente precificado.

  • Flávio Bolsonaro apoia CPMI: O senador declarou ser favorável à criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master.
  • Relações políticas e investigações: Ele destaca a necessidade de apuração das investigações em andamento, que têm gerado desconforto.
  • Implicações para o Banco Master: A CPMI pode trazer volatilidade às ações e aos negócios do Banco Master, dependendo dos resultados das investigações.
  • Potenciais movimentos no mercado: Traders devem acompanhar desdobramentos políticos e o efeito sobre instituições financeiras relacionadas.
  • Contexto mais amplo: A postura do senador e as investigações podem impactar o cenário econômico e político, influenciando o humor do mercado.

  • Data de Pagamento Confirmada: A Petrobras (PETR4) pagará a primeira parcela da remuneração em 20 de fevereiro de 2026.
  • Correção pela Selic: O pagamento será feito em Juros sobre Capital Próprio (JCP) com correção pela Selic entre 31 de dezembro de 2025 e 20 de fevereiro de 2026.
  • Data-Base para Recebimento: Apenas investidores com ações em 22 de dezembro de 2025 receberão o crédito em fevereiro de 2026.
  • Pagamento de ADRs: Detentores de ADRs nos EUA receberão os valores a partir de 27 de fevereiro de 2026.
  • Expectativas Futuras: Traders devem monitorar o próximo balanço e possíveis anúncios de dividendos, além das expectativas para geração de caixa em 2026.

  • Yield projetado entre 7,5% e 9% para 2026, dependendo do preço do minério de ferro entre US$ 95 e US$ 105 por tonelada.
  • Dividendos extras possíveis se o minério ultrapassar US$ 110 por tonelada, com potencial de superação de US$ 4 bilhões em pagamentos totais.
  • Buybacks como alternativa se o minério cair abaixo de US$ 90 por tonelada, focando na valorização das ações ao invés de dividendos.
  • Relevante balanço do 4T25 da Vale (VALE3) esperado nesta quinta-feira (12), influenciando expectativas para novos anúncios de dividendos.
  • Potencial de geração de caixa da Vale apoiado por ajuste no guidance de produção e diversificação com Metais Básicos.

  • Volume no Brasil acima do esperado: O desempenho da Cerveja Brasil superou estimativas, contribuindo positivamente mesmo com fraquezas em outras regiões.
  • Controle de despesas apoia margens: Despesas com vendas, gerais e administrativas ficaram abaixo do previsto, ajudando a preservar margens no 4T25.
  • Ações da Ambev sobem: Após divulgação dos resultados, as ações (ABEV3) subiram até 4% no pregão, reforçando a reação positiva do mercado.
  • Receita e EBITDA em linha com expectativas: Receita líquida de R$ 24,8 bilhões e EBITDA normalizado de R$ 8,85 bilhões estão próximos do consenso de mercado.
  • Guidance de custos para 2026: Projeção de aumento entre 4,5% e 7,5% no custo por hectolitro divide analistas, com impacto no valuation da empresa.

  • S&P Global Ratings revisa perspectiva da Cosan de estável para negativa devido a riscos associados à potencial reestruturação da dívida da Raízen.
  • Rebaixamento anterior da Raízen para ‘CCC+’ aumenta a incerteza sobre a estrutura de capital e liquidez da joint venture.
  • Mercado reage com desvalorização; ações da Cosan (CSAN3) caíram 2,82% no pregão de quinta-feira (12).
  • Impactos imediatos na Cosan são vistos como limitados, mas incertezas permanecem sobre governança e flexibilidade financeira.
  • Acompanhe os desenvolvimentos no acompanhamento em tempo real e nos resultados trimestrais da Raízen.

  • Ação ASAI3 dispara 10%: Forte alta após resultado do 4T25 e parceria com Mercado Livre, apesar de lucro pressionado.
  • Desalavancagem significativa: Alavancagem caiu para 2,56x e dívida reduzida em R$ 1,2 bilhão.
  • Potencial crédito tributário: R$ 1,5 bilhão em créditos de PIS/Cofins pode reforçar o caixa.
  • Crescimento de volume: Vendas líquidas cresceram 3% e tráfego aumentou 2%, apesar de margem estável.
  • Iniciativas futuras: Parceria digital prevista para o segundo trimestre e planos para abrir 25 farmácias.

  • Queda no ouro: Ouro registra sua maior queda em 12 anos devido à diminuição de expectativas de corte de juros nos EUA.
  • Prata em baixa: Prata cai cerca de 10%, influenciada pelas mudanças nas projeções econômicas.
  • Dados econômicos EUA: Relatórios recentes dos EUA sugerem estabilidade econômica, reduzindo a probabilidade de cortes nas taxas de juros.
  • Alerta na China: Analistas destacam preocupações sobre uma possível bolha especulativa no mercado chinês, o que pode impactar commodities.
  • Impacto para traders: Monitorar as políticas monetárias dos EUA e o mercado chinês é crucial para ajustes de estratégia no trading de metais preciosos.

  • Braskem inadimplente: Foi descoberto um possível "calote" de R$ 3,6 bilhões da Braskem com o Banco do Brasil.
  • Regulamentação em curso: A operação de crédito que estava inadimplente foi regularizada em janeiro deste ano.
  • Impacto nas ações: As ações da Braskem (BRKM5) caíram mais de 10% após a descoberta da inadimplência.
  • Atenção aos traders: É crucial monitorar desenvolvimentos futuros que possam afetar a avaliação das ações da Braskem.
  • Repercussão no mercado: A notícia pode gerar volatilidade no mercado de ações relacionado a empresas do mesmo setor.
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