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Mostrando 20001 a 20040 de 20636 notícias

  • Hapvida adquire Hospital de Oncologia do Méier por R$ 5,3 milhões, mas ações de HAPV3 caem 0,41% e ONCO3 recuam 4% no pregão desta terça-feira.
  • Ágora vê operação como vantajosa para ambas, destacando que Hapvida amplia portfólio no RJ e Oncoclínicas reduz a queima de caixa.
  • Impacto do negócio considerado pequeno por analistas, com Ebitda do hospital próximo de zero e fluxo de caixa negativo.
  • Safra avalia compra como positiva, citando preço por leito baixo e reforço à presença de Hapvida no mercado em crescimento.
  • Posicionamento estratégico de Oncoclínicas melhora, reduzindo queima de caixa e fortalecendo foco em oncologia.

  • Ibovespa recua: O índice fechou em queda de 0,18% aos 137.771,39 pontos, impactado por dados de inflação acima do esperado.
  • Dólar em alta: Moeda encerrou com alta de 0,37%, cotada a R$ 5,4345, com a inflação doméstica como fator relevante.
  • Pressão sobre Federal Reserve: Tensão entre Trump e Fed segue em destaque, movimentando o mercado e aumentando a incerteza.
  • Movimentos de ações específicas: Minerva (BEEF3) liderou os ganhos do Ibovespa, enquanto MRV (MRVE3) foi destaque de queda. Alterações na estrutura do GPA e notícias sobre Petrobras e Vale também repercutiram.
  • Mercado internacional: Wall Street fechou em alta aguardando resultados da Nvidia, enquanto índices europeus e asiáticos caíram por questões políticas e novas ameaças tarifárias de Trump.

  • Apenas 15% dos investidores citaram Localiza como ação com maior potencial de retorno nos próximos seis meses.
  • A queda foi expressiva em relação aos 30% observados em abril, indicando menor confiança.
  • O BBA mantém otimismo em relação à Localiza, apesar do baixo posicionamento atual no mercado.
  • Traders devem monitorar a confiança de outros investidores para decisão de posicionamento.
  • A volatilidade das ações pode oferecer oportunidades de curto prazo, dependendo da reação do mercado.

  • RevPAR e ADR em Alta: O RevPAR cresceu 19,7% e a diária média (ADR) aumentou 17,8% em 2025, sinalizando um forte desempenho da hotelaria no Brasil.
  • Atraente Cap Rate: O cap rate da hotelaria alcançou 11%, superando o retorno de 7% em prédios corporativos, atraindo atenção de investidores.
  • Investidores em Ação: Com o setor em alta, JHSF, BTG e CVPar expandiram investimentos em hotelaria, destacando seu potencial lucrativo.
  • Turismo Corporativo Impulsiona Mercado: A demanda liderada pelo turismo corporativo e eventos elevou a ocupação e as diárias em São Paulo e outras capitais.
  • Lazer e Eventos Estimulam Crescimento: Grandes eventos contribuem para o aquecimento do mercado, influenciando positivamente toda a cadeia de serviços.

  • Goldman Sachs mantém recomendação neutra: Apesar de uma queda de 33% nas ações da Cosan (CSAN3) em 2025, o Goldman Sachs continua com uma recomendação neutra, sugerindo incerteza quanto ao futuro desempenho.
  • Dúvidas sobre alocação de capital: Analistas destacam um alto grau de incerteza sobre a estratégia de alocação de capital da Cosan, fator crítico para futuros movimentos de preço da ação.
  • Recuperação potencial: Traders devem ficar atentos a mudanças na estratégia da Cosan que possam indicar uma recuperação ou um desdobramento mais positivo para as ações.
  • Impacto dos controladas: Dados de subsidiárias podem ter antecipado a informação sobre o desempenho, influenciando a análise das ações da Cosan no mercado.
  • Análise de riscos: Investidores devem considerar riscos associados a essa incerteza antes de fazer novas alocações em CSAN3.

  • Dólar em Alta: O dólar subiu 0,37%, fechando a R$ 5,4345, impulsionado por tensões políticas nos EUA e inflação acima do esperado no Brasil.
  • Movimento Divergente: O DXY caiu 0,17% no mesmo período, indicando um movimento contrário à tendência externa de moedas globais.
  • Dados de Inflação: IPCA-15 brasileiro recuou menos do que o esperado, com surpresas altistas em diversos setores, sinalizando cautela para traders.
  • Pressão Política nos EUA: Trump demitiu Lisa Cook do Fed, aumentando as tensões políticas que podem impactar a política monetária americana.
  • Implicações no Federal Reserve: Fed afirmou que seguirá decisões judiciais, enquanto Trump pressiona por cortes nas taxas de juros.

  • Taxa DI Janeiro 2027: Fechou em 13,975%, alta de 6 pontos-base em relação ao ajuste anterior de 13,919%.
  • Motivo da alta: Surpresas altistas no índice IPCA-15 aumentaram as expectativas de inflação.
  • Impacto para traders: Sinais de pressão inflacionária podem influenciar decisões de política monetária futura.
  • Estratégias recomendadas: Reavaliação de posições em ativos ligados a taxa de juros, como títulos de renda fixa.
  • Próximos passos: Monitorar novos dados econômicos e declarações de autoridades sobre inflação e política monetária.

  • Nova Liderança: Fernando Soares assume como CEO da Americanas em outubro, substituindo Leonardo Coelho, conduzindo a empresa para uma nova fase após recuperação judicial.
  • Impacto nas Ações: A notícia da posse de Soares fez as ações subirem até 4%, indicando confiança do mercado na nova liderança.
  • Perfil do Executivo: Soares traz experiência de liderança na Domino's Brasil e passagem pela Ambev, considerado estratégico para recuperação operacional e de rentabilidade.
  • Resultados Financeiros: No 2º trimestre de 2025, Americanas apresentou redução de 94,7% no prejuízo e aumento de 1.216% no Ebitda ajustado, com crescimento de 24,7% na receita líquida.
  • Desafios e Monitoramento: Traders devem acompanhar o plano de recuperação, focando em medidas de produtividade, transição executiva e impacto em margens nos próximos meses.

  • Impacto das tarifas: CEO da JBS afirma que é cedo para calcular impactos das tarifas americanas, mas admite possíveis quedas nas exportações do Brasil para os EUA.
  • Diversificação geográfica: JBS fortalece operações globais em 20 países, reduzindo impacto nas operações brasileiras com tarifas.
  • Investimentos nos EUA: JBS planeja continuar investindo fortemente nos EUA, com US$ 800 milhões já aplicados em quatro fábricas no país.
  • Estratégia de mercado: Continuação da diversificação em geografias e proteínas para mitigar riscos da guerra comercial e questões sanitárias.
  • Posição financeira: Após listagem na Nyse, JBS espera melhora na avaliação de dívidas e vê oportunidade de financiar crescimento futuro.

  • Múltiplos Baixos x Prêmio de Risco: Apesar de o preço/lucro (P/L) médio estar em 8,5 vezes, o Equity Risk Premium (ERP) de 2,8% mantém os investidores cautelosos, tornando a Bolsa não tão barata quando ajustada ao risco.
  • Selic a 15% e seu Impacto: Com a Selic a 15%, o juro real supera 10%, oferecendo retornos elevados sem risco e desafiando a atratividade das ações, exigindo que empresas entreguem retornos acima de 15% para compensar o risco.
  • Desafios para Grandes Empresas: Mesmo empresas sólidas como Itaú e Banco do Brasil enfrentam riscos como sanções externas e volatilidade, dificultando decisões de alocação de capital na Bolsa a curto prazo.
  • Setores Resilientes: Setores como o elétrico, com receitas estáveis, são considerados mais seguros, mas o desafio reside em selecionar ações específicas que possam superar a renda fixa.
  • Possibilidade de Retomada: A retomada do mercado de ações depende de uma queda consistente dos juros e disciplina fiscal do governo, com potencial de valorização se o risco fiscal for controlado e as tensões globais diminuírem.

  • Queda nos Preços do Petróleo: WTI registrou um declínio de 2,39%, enquanto o Brent caiu 2,23%.
  • Tensões Geopolíticas: Incertezas no cenário global impactam negativamente o mercado de petróleo.
  • Medidas dos EUA: Expectativa de tarifas adicionais influenciou o movimento dos preços.
  • Impacto nas Altas Recentes: O recuo ocorreu após quatro altas consecutivas no mercado de petróleo.
  • Foco no Setor de Energia: Traders devem monitorar de perto as políticas dos EUA e desdobramentos geopolíticos.

  • ASA obtém licença do Banco Central: A instituição financeira recebeu autorização para operar como Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento.
  • Acesso a novas fontes de funding: ASA poderá emitir CDBs e outros ativos isentos de imposto, além de operar linhas do BNDES.
  • Plano de expansão e redução de custos: Com a nova licença, ASA visa expandir seu portfólio de produtos e reduzir custos de captação.
  • Foco no mercado de comércio exterior: A empresa planeja fortalecer ofertas em produtos como ACC, ACE e operações de câmbio.
  • Presença nacional e internacional: Fundada em 2020, o ASA opera em Wealth Management, Private, ASA Asset Management e ASA Empresas, com 16 escritórios.

  • Recuperação no 2T25: Nubank apresentou melhora nos resultados do segundo trimestre com aumento na receita líquida de juros (NII) e margem financeira (NIM).
  • Recomendação do Santander: Santander elevou a recomendação para neutra e aumentou o preço-alvo de US$ 9 para US$ 16, apontando um potencial de alta de 12%.
  • Impacto da Selic em Queda: Expectativa de queda nos custos de captação e redução dos NPLs com a diminuição da Selic, beneficiando bancos como Nubank.
  • Operação no México: Expansão internacional com foco na operação no México, considerada um ponto crucial para o modelo de negócios replicável globalmente.
  • Uso de IA com Hyperplane: Tecnologia adquirida aprimorou o risco de crédito e pode acelerar a expansão internacional do Nubank.

  • Ações em destaque: CBAV3 da CBA destacadas no pregão, atraindo interesse devido a possível mudança no controle acionário.
  • Interesse de gigantes: Empresas como Chinalco, Rio Tinto e Alcoa monitoram negociações, buscando expandir operações no Brasil.
  • Projeto Rondon: Potencial catalisador das negociações, visando integração na cadeia de suprimentos de alumínio.
  • Recomendação de compra: Analistas do Bradesco BBI e Ágora Investimentos recomendam compra de CBAV3, com preço-alvo de R$ 6,50 até 2026.
  • Valorização potencial: BTG Pactual enxerga valorização significativa, mas sugere paciência por parte dos investidores.

  • Desvalorização e ponto de entrada: A ação da CBA (CBAV3) sofreu desvalorização de 30% no ano, agora considerada um ponto de entrada atraente pelo BTG Pactual para investidores tolerantes a riscos.
  • Motivos da desvalorização: A ação atingiu mínimas históricas após uma decepção com os resultados do 2T25, incluindo prejuízo de R$ 89 milhões e queda de 44% no Ebitda, devido a problemas operacionais na refinaria de alumina.
  • Perspectivas e recomendações: BTG prevê normalização dos resultados em 2026. Recomendação de 'compra' foi mantida, mas preço-alvo foi reduzido de R$ 7 para R$ 6, ainda apontando potencial de valorização de quase 100%.
  • Alavancagem sob controle: Apesar da previsão de alavancagem atingir 3 a 3,5 vezes, BTG não vê isso como problema crítico, destacando posição de caixa confortável e ausência de pressão de covenants.
  • Oportunidade para investidores corajosos: Previsão de valorização significativa se os resultados positivos se confirmarem, apesar do curto prazo apresentar desafios devido à crise de confiança na ação.

  • Empiricus recomenda: Três opções de LCIs e LCAs com boas taxas, visando aproveitar a expectativa de redução nos juros ainda este ano.
  • Banco ABC: LCA prefixada, vencimento em setembro de 2026, rentabilidade de 13,23% a.a., aplicação mínima de R$ 1 mil.
  • BTG Pactual: LCA prefixada, vencimento em maio de 2026, taxa de 12,62% a.a., com aplicação mínima de R$ 1 mil.
  • Banco Inter: LCI prefixada, vencimento em agosto de 2026; rendimento de até 13,08% a.a.; aplicação mínima de R$ 50.
  • Reserva de emergência: Continuação da recomendação no Tesouro Selic para liquidez imediata ou em fundos DI com taxa zero.

  • Demissão de Lisa Cook: Caso o presidente Donald Trump avance com a demissão, é esperado uma significativa mudança no colegiado do Fed.
  • Possível Reformulação: A saída de Cook pode levar a uma "troca profunda", alterando a dinâmica dentro do Fomc, o Comitê Federal de Mercado Aberto dos EUA.
  • Impacto no Mercado: Alterações no colegiado podem influenciar políticas monetárias futuras, impactando traders que acompanham as decisões do Fed.
  • Reavaliação dos Investimentos: O JPMorgan relata que essa mudança pode ser crucial para investidores reavaliarem suas estratégias em relação aos juros e investimentos nos EUA.
  • Acompanhamento Necessário: Traders devem monitorar as atualizações sobre esta questão, pois qualquer alteração confirmada pode impactar diretamente no mercado financeiro.

  • Bolsas globais em leve alta: Manutenção de tendência positiva, apesar de pressões externas.
  • Pressão de Trump sobre o FED: Influência política que pode impactar decisões futuras de política monetária.
  • Ibovespa fecha em baixa: Queda puxada pelo desempenho de PETR4, BBDC4 e ITUB4.
  • VALE3 e BBAS3 avançam: Destaque positivo em meio à queda do índice geral.
  • Pontos para monitorar: Continuar observando a influência externa e movimentos do FED que podem afetar o mercado.

  • Valoração e Planos do Mercado Livre: A empresa atingiu uma avaliação de US$ 90 bilhões, superando grandes nomes como Petrobras. Planeja expandir o Mercado Pago, almejando ser o maior banco digital da América Latina.
  • Crescimento no Setor de Crédito: A carteira de crédito do Mercado Pago soma US$ 9,3 bilhões. Expectativas de crescimento no setor de crédito para explorar um mercado com PIB de US$ 5 trilhões.
  • Resultados Financeiros: No 2º trimestre de 2025, o lucro operacional foi recorde de US$ 825 milhões, apesar de um leve declínio no lucro líquido devido ao câmbio e investimentos.
  • Investimentos em Logística: Foco na expansão de centros de distribuição e diferenciação por frete grátis. A mudança de isenção para compras a partir de R$ 19 visa fidelizar clientes.
  • Desafios Regulatórios e Dividendos: A empresa enfrenta desafios como isonomia tributária e competição com plataformas estrangeiras. Dividendos permanecem fora do radar, com foco em reinvestir em crescimento.

  • LWSA (LWSA3) paga R$ 28,6 milhões em dividendos: Investidores que possuíam ações até 19 de agosto receberão R$ 0,0519 por ação.
  • Pagamento isento de Imposto de Renda: Os dividendos são totalmente isentos de IR, ao contrário dos Juros sobre Capital Próprio (JCP).
  • Semana significativa para proventos: Além da LWSA, empresas como Eletrobras e Itaú também realizam pagamentos nesta semana.
  • Atração por ações pagadoras de dividendos: A previsão de renda passiva atrai investidores, destacando o dividend yield como indicador importante.
  • Importância da análise de sustentabilidade: Além do valor pago, traders devem considerar a sustentabilidade da empresa para garantir rendimentos consistentes.

  • Legal Dispute Involving Federal Reserve: Lisa Cook, Director of the Federal Reserve, plans to file a lawsuit to prevent her dismissal by President Donald Trump over alleged misconduct concerning past mortgages.
  • Impact on Monetary Policy: The conflict emerges amidst Trump's ongoing efforts to manipulate U.S. monetary policy, including unsuccessful attempts to remove current Fed Chair Jerome Powell.
  • Market Reaction: Despite the political tension, Wall Street indices remained stable, while short-term U.S. Treasury yields fell and long-term yields rose, indicating market anticipation of potential interest rate cuts.
  • Implications for the USD and Sovereign Debt: Ongoing attempts to influence the Fed affect confidence in the dollar and U.S. sovereign debt, although market response to this particular event was muted.
  • Broader Political Context: The case is part of a wider pattern where Trump targets high-profile opponents, notably women of color, with similar allegations, affecting various sectors of government.

  • Queda no Lucro: Banco do Brasil (BBAS3) registra uma queda de 60% no lucro líquido, gerando preocupações no mercado.
  • Valor de Longo Prazo: Beatriz Aguilar vê as ações do banco como atrativas para investidores de longo prazo, apontando a resiliência histórica do banco.
  • Desafios de Curto Prazo: Pressões persistem devido à inadimplência; recuperação significativa na rentabilidade pode ocorrer apenas a partir de 2026.
  • Fatores Externos: Decisões do STF e temas como a Lei Magnitsky podem trazer volatilidade, criando oportunidades para investidores atentos.
  • Oportunidades em Quedas: Momentos de queda nos papéis podem oferecer pontos de entrada para investidores com paciência e visão de longo prazo.

  • Santander lança Pix com cartão de crédito: Funcionalidade permite transferências usando o limite do cartão, com parcelamento em até 12 vezes.
  • Liberação gradual a partir de setembro: Serviço será 100% digital e começa a ser disponibilizado aos clientes em etapas.
  • Cobrança de IOF e juros: A operação estará sujeita a juros a partir de 1,59% ao mês, além do IOF, mas visa conveniência e simplicidade.
  • Estratégia de fidelização: O banco busca integrar crédito e transferências instantâneas para fortalecer o relacionamento com clientes digitais.
  • Competição com fintechs: Santander oferece a modalidade como diferencial para competir com novas soluções no mercado financeiro.

  • Tensões nos EUA: Demissão da diretora do Fed, Lisa Cook, gera preocupações sobre a independência da instituição e afeta mercado.
  • Mundial: Ameaças tarifárias contra China e Índia aumentam a volatilidade nos Treasuries e enfraquecem o dólar globalmente.
  • Brasil: IPCA-15 melhor que o esperado alivia tensões momentâneas, mas preocupações com inflação de serviços postergam expectativas de corte na Selic para 2026.
  • Ações em destaque: Setor de distribuição é misto com Vibra (VBBR3) avançando e Raízen (RAIZ3) recuando; Sabesp (SBSP3) cai devido a medidas de contingência hídrica.
  • Ibovespa: Comodities caindo e o cenário fiscal/político limitam desempenho; destaque positivo para GPA (PCAR3) com alta contínua.

  • Recomendação de Compra: O BTG Pactual recomenda a compra das ações CBAV3, ajustando o preço-alvo de R$ 7 para R$ 6.
  • Valorização Potencial: O banco acredita que a recente queda nas ações pode ser uma oportunidade de valorização para investidores tolerantes a risco, com previsões de melhoria de Ebitda até 2026.
  • Resultados Financeiros: No 2T25, a CBA registrou prejuízo de R$ 89 milhões, inversão do lucro de R$ 193 milhões do ano anterior, com Ebitda ajustado caindo 44% para R$ 189 milhões.
  • Alavancagem Controlada: Mesmo com alavancagem projetada para 3-3,5x, o BTG não vê isso como grave, dado que a empresa não enfrenta pressão de covenants e possui um cronograma de dívida confortável.
  • Confiança e Comunicação: A confiança no mercado foi prejudicada por comunicação inadequada e expectativas não correspondidas, mas a base financeira agora é mais sólida.

  • Fed mantém planos de corte de juros em setembro: O Federal Reserve segue com a intenção de reduzir as taxas de juros no próximo mês.
  • Influência de Trump: A decisão do presidente Trump sobre Cook pode impactar as políticas do Fed.
  • Possível mudança nas projeções de mercado: Traders devem monitorar como as ações do Fed e a política de Trump podem alterar projeções econômicas.
  • Reavaliação do cenário econômico: Decisões recentes levam à reavaliação das estratégias por traders e investidores.
  • Impacto em ativos sensíveis a juros: Monitorar ativos vinculados a taxas, como rendimento de títulos e ações de instituições financeiras.

  • Pagamento de JCP: Vibra Energia (VBBR3) pagará R$ 1.485 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) em dezembro.
  • Preço-alvo mantido: BTG Pactual mantém preço-alvo das ações da Vibra em R$ 25 após os resultados do 2T25.
  • Perspectiva positiva no diesel: Mercado de diesel pode elevar margens no 3T25, beneficiando a Vibra devido à sua posição de liderança.
  • Resultados sólidos: Vibra apresentou sólido desempenho no 2T25, preservando margens e mostrando eficiência operacional.
  • Diversificação estratégica: Iniciativas em energia renovável e biocombustíveis fortalecem a Vibra no médio prazo, reduzindo riscos de longo prazo.

  • Empresas emergentes em computação quântica: Analista identifica oportunidades promissoras fora do radar, enquanto Nvidia e TSM já atingem altos níveis de valorização.
  • Potencial de valorização: Empresa de computação quântica identificada pelo analista pode disparar até 1.400%, com evento esperado para 27 de agosto.
  • Avanços e parcerias estratégicas: Atraente com realizações como inauguração de fábrica de chips, parcerias com a NASA e primeiros pedidos comerciais.
  • Histórico de valorização: Ação já demonstrou aumentos significativos em períodos curtos, valorizando até 2.171% no último ano.
  • Inscrição para evento: Investidores têm a oportunidade de acompanhar esse avanço por meio de inscrição gratuita para o evento de revelação e análise.

  • Queda do petróleo impacta ações da Petrobras: O recuo do preço do barril de petróleo está pressionando as ações preferenciais da Petrobras, que operam em baixa.
  • Investidores cautelosos com incertezas fiscais: Além da queda do petróleo, as incertezas fiscais no Brasil estão aumentando a volatilidade nos mercados e influenciando o desempenho da Petrobras.
  • Impacto direto nas margens de lucro: Cada dólar de recuo no preço internacional do petróleo pressiona as margens de lucro e as expectativas dos investidores para a Petrobras.
  • Atenção voltada para dividendos e governança: Analistas aguardam por anúncios relacionados a dividendos e propostas de governança, que podem afetar a confiança do mercado.
  • Volatilidade no pregão: A Petrobras deve continuar enfrentando volatilidade no mercado, influenciada tanto por fatores internacionais quanto políticos internos.

  • Anúncio de Empresa: Trump Media anunciou a criação de uma empresa de tesouraria cripto, impulsionando ativos digitais ligados à sua marca.
  • Valorização do Token: O token CRO integrou-se à Truth Social, resultando em um aumento de 25% no seu valor de mercado.
  • Parceria Estratégica: A integração busca fortalecer a presença da Trump Media no setor de criptomoedas, expandindo seu ecossistema digital.
  • Impacto de Mercado: Traders estão atentos ao impacto potencial nos preços de tokens associados à iniciativa de mídia de Trump.
  • Oportunidade de Negociação: A volatilidade gerada pelo anúncio pode apresentar oportunidades para operações de curto prazo focadas em criptoativos.

  • Exclusão de R$ 336,9 bilhões: O governo Lula retirou R$ 336,9 bilhões das regras fiscais entre 2023 e 2025, levantando preocupações sobre a sustentabilidade fiscal.
  • Novo pacote de R$ 9,5 bilhões: O anúncio de um novo pacote para ajudar setores impactados por tarifas dos EUA aumenta a desconfiança quanto ao compromisso fiscal.
  • Preocupações dos especialistas: Analistas alertam que as exclusões sugerem que o governo busca evitar cortes, minando a confiança do mercado na política fiscal.
  • STF e Congresso facilitam exceções: O apoio do STF e movimento no Congresso contribuem para a percepção de regras fiscais flexíveis.
  • Risco de ajuste futuro: Com despesas obrigatórias crescentes, há preocupações sobre a necessidade de ajustes fiscais mais rigorosos e claros no futuro.

  • Money Times divulga recomendações de investimento: O portal liberou acesso gratuito às principais recomendações de corretoras e bancos.
  • Planos de saúde pet bem avaliados: Pet Life, Petlove, Wevets, Plamev e Dog Life são destaques por alta qualidade e eficácia no atendimento.
  • Pet Life atinge nota 8.8/10: Grande taxa de resolução das reclamações com cobertura abrangente para consultas e procedimentos.
  • Petlove destaca-se por rede credenciada ampla: Nota 8.5/10, valorizado pela eficiência na solução de problemas e cobertura completa.
  • Investimento em plano pet é prevenção: Garantia de atendimento de qualidade e segurança para a saúde do pet.

  • A Mercado Livre (MELI34) é a empresa mais valiosa da América Latina, com valor de mercado de US$ 90 bilhões, superando gigantes como Petrobras e Itaú Unibanco.
  • O Brasil é visto como um mercado de alto potencial por Richard Cathcart, Diretor de RI, especialmente no e-commerce e concessão de crédito via Mercado Pago.
  • Lucro recorde de US$ 825 milhões no 2T25, com receitas de US$ 6,8 bilhões, impulsionado pelo crescimento de 91% da carteira de crédito da Mercado Pago.
  • Redução da faixa de frete grátis de R$ 79 para R$ 19 visa aumentar conversão e retenção de clientes, enquanto o investimento em logística própria otimiza custos.
  • Criação de isonomia tributária no Brasil busca garantir concorrência justa com sites estrangeiros, mas dividendos aos acionistas ainda não estão no horizonte.

  • CAC 40 recua 1,70% - Fechou a 7.709,81 pontos, destacando-se como vetor de queda.
  • Crise política na França - Prolonga instabilidade e afeta confiança dos investidores no mercado europeu.
  • Tensões no Federal Reserve - Incertezas nas políticas afetam o sentimento do mercado global.
  • Bolsa europeia em declínio - Impactos diretos nas ações devido à situação na França.
  • Monitorar mudanças - Traders devem acompanhar as evoluções políticas e econômicas para ajustes estratégicos.

  • Deflação de 0,14% em agosto: Brasil registra deflação na prévia da inflação, mas abaixo das expectativas; núcleos de inflação preocupam.
  • Banco Central em alerta: Núcleos de inflação pressionam, podendo influenciar decisões futuras do Banco Central sobre política monetária.
  • Possível revisão do Boletim Focus: Expectativa de revisão para cima nas projeções de inflação pode alterar apostas de corte de juros.
  • Impacto nos cortes de juros: Mudança nas expectativas sugere possíveis adiamentos em cortes de juros para 2025, com revisão das datas previstas.
  • Independência do Fed em dúvida: Demissão de Lisa Cook acende alerta sobre possíveis interferências políticas na autonomia do Federal Reserve.

  • Avanço da Vibra: A Vibra registrou crescimento no mercado de diesel e etanol em julho, segundo dados da ANP.
  • Estabilidade da Raízen: A participação de mercado da Raízen manteve-se estável no período.
  • Perda da Ultrapar: A Ultrapar perdeu espaço no mercado de combustíveis em julho.
  • Perspectivas positivas: Relatórios de bancos indicam perspectivas positivas para distribuidoras no terceiro trimestre.
  • Oportunidade de investimento: Vibra se destaca entre as distribuidoras para traders atentos às movimentações de mercado.

  • Lucro líquido do Banco do Brasil (BBAS3) caiu 60%, levantando questionamentos sobre futuras estratégias e adaptação ao mercado financeiro atual dominado por fintechs.
  • Enquanto Louise Barsi aconselha investir com foco no longo prazo, baseando-se na solidez futura do banco, influenciadores como Thiago Nigro são mais críticos quanto à postura tecnológica da instituição.
  • Pedro Galdi defende a solidez estrutural do banco, considerando a recente queda de lucros como temporal, com expectativas de melhora nos dividendos no próximo ano.
  • Thiago Nigro aponta o atraso tecnológico do Banco do Brasil em relação a fintechs como o Nubank, destacando desafios como inadimplência alta e necessidade urgente de inovação.
  • A queda prevista na Selic em 2026 pode beneficiar bancos tradicionais, favorecendo possíveis melhorias nos resultados do Banco do Brasil e exigindo cautela e estratégia dos investidores.

  • Santander altera preço-alvo do Nubank: Preço-alvo elevado de US$ 9 para US$ 16, indicando um potencial de alta de 12%.
  • Revisão de recomendação: Recomendação ajustada de venda para neutra, refletindo nova fase de crescimento do Nubank.
  • Fatores de otimização: Recuperação da receita líquida de juros, margem financeira e estabilidade dos empréstimos inadimplentes.
  • Expansão no México: Novo CEO e licença bancária favorecem operações em empréstimos e financiamentos.
  • Impacto da Hyperplane: Aquisição ajuda na aplicação de inteligência artificial para aumento de crédito.

  • Tarifas dos EUA: As tarifas impostas pelos EUA, entre 10% a 50%, afetam as exportações de café e trazem incerteza ao mercado.
  • Problemas Climáticos: As mudanças climáticas estão impactando severamente a produção de café, com eventos climáticos adversos ocorrendo anualmente.
  • Diminuição da Safra Brasileira: O Brasil, maior produtor mundial, enfrenta uma safra menor e grãos mais leves, reduzindo a oferta no mercado.
  • Consumo Crescente: O consumo de café segue em alta, enquanto os estoques estão diminuindo, o que pressiona ainda mais os preços.
  • Incerteza e Volatilidade: O mercado de café lida com volatilidade devido à combinação de tarifas, clima adverso e oferta reduzida, complicando previsões de curto e médio prazo.

  • Performance das Carteiras: A carteira recomendada pela série Vacas Leiteiras valorizou 305% desde 2014, superando significativamente o Ibovespa, que apresentou um aumento de 176,8% no mesmo período.
  • Desempenho em 2025: Até 1º de agosto de 2025, a carteira teve um retorno de 24,5%, enquanto o Ibovespa apresentou um retorno de 10,6%, um desempenho 230% superior ao benchmark.
  • Composição da Carteira: O portfólio é composto por ações de empresas sólidas, líderes de mercado que pagam dividendos consistentemente, garantindo proteção e potencial de valorização.
  • Exemplos de Ganhos em 2025: Ações selecionadas na carteira incluem uma construtora voltada para a baixa renda com alta de 59% e uma de telefonia com 46% de valorização.
  • Cenário Atual: Em tempos de incerteza econômica, empresas pagadoras de dividendos são fundamentais para trazer segurança, fluxo de caixa estável e renda ao portfólio dos investidores.
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