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  • Eleição de Novo Presidente: Bruno Moretti é eleito novo presidente do conselho de administração da Petrobras, substituindo Pietro Mendes.
  • Renúncia e Nova Posse: Pietro Mendes renunciou ao cargo para assumir diretoria na ANP.
  • Antecipação de Informações: O aval do conselho sobre a eleição de Moretti foi antecipado pela Broadcast.
  • Experiência de Moretti: Moretti tem uma sólida formação acadêmica e vasta experiência em planejamento e orçamento no setor público.
  • Posições Atualizadas: Moretti também atua como Secretário Especial de Análise Governamental e é membro do Comitê de Investimentos da Petrobras.

  • Citi ajusta preço-alvo para Braskem (BRKM5) para R$ 11, refletindo potencial de valorização de 38%, mas mantém recomendação de compra/alto risco.
  • Não se espera reação positiva a curto prazo devido à fraqueza no mercado petroquímico e incertezas sobre mudança de controle na empresa.
  • Condições difíceis no mercado petroquímico persistem com excesso de oferta e margens fracas, afetando previsões de vendas até 2027.
  • Investigação antidumping de polietileno pode ver avanços em reunião do Gecex, impactando potencialmente as operações brasileiras da Braskem.
  • Monitorar desenvolvimentos tarifários e macroeconômicos que influenciam o fluxo regional e a performance do setor petroquímico.

  • Bruno Moretti eleito presidente do Conselho de Administração da Petrobras (PETR4) em reunião realizada em 21 de setembro, com mandato até a próxima Assembleia Geral.
  • Moretti tem apoio do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e é visto favoravelmente pelo presidente Lula.
  • Saída de Pietro Mendes da Petrobras, cuja nomeação para a diretoria da ANP foi aprovada pelo Senado.
  • Moretti possui vasta experiência no governo federal, incluindo cargos no Ministério do Planejamento, Ministério da Saúde e Casa Civil.
  • Ações da Petrobras podem ser influenciadas por essas mudanças de liderança e suporte governamental.

  • Aumento de Capital Social: Lojas Renner (LREN3) aprovou aumento de capital social em R$ 1,6 milhão.
  • Motivo do Aumento: Exercício de opções de compra de ações do 9º Plano de Opção de Compra.
  • Novos Números da Empresa: Capital social agora é R$ 9,544 bilhões, com 1.059.836.942 ações ordinárias.
  • Emissão de Novas Ações: Foram emitidas 121.900 ações a R$ 13,15, resultando em diluição de 0,0115%.
  • Resultados Financeiros 2T25: Lucro líquido atingiu R$ 404,5 milhões (+28,4%) e receita líquida subiu 18,5%, chegando a R$ 3,6 bilhões.

  • Zoom aumenta previsões anuais: Receita projetada entre US$4,83 bilhões e US$4,84 bilhões para 2026; lucro anual ajustado de US$5,81 a US$5,84 por ação.
  • Ações sobem 4,5% no pós-mercado: Reação positiva do mercado após anúncio de novas previsões e integração de IA.
  • Inovação com IA: Lançamento do Virtual Agent 2.0 e capacidades de IA como o AI Companion, diversificando plataformas de videoconferência.
  • Superação de expectativas financeiras: Receita do 2º trimestre de US$1,22 bilhão contra estimativas de US$1,20 bilhão; lucro ajustado de US$1,53 por ação.
  • Previsão acima do esperado para o 3º trimestre: Receita entre US$1,21 bilhão e US$1,22 bilhão, acima das expectativas dos analistas.

  • Recorde de falências: Em 2024, pedidos de recuperação judicial cresceram 61,8% comparado a 2023, atingindo o maior nível em 10 anos.
  • Primeiro trimestre de 2025: Já são 471 empresas entrando na Justiça para evitar falência, indicando piora da crise econômica.
  • Crise de crédito e consumo: Pequenas e médias empresas são as mais afetadas, pressionadas por altos juros e queda no consumo.
  • Êxodo empresarial: Empresas como Taurus estão transferindo operações para o exterior, sinalizando risco de desinvestimento e desemprego.
  • Contradição econômica: O governo celebra dados de emprego, mas especialistas destacam deterioração no ambiente de negócios.

  • Aprovação rápida: Câmara aprovou o projeto em apenas dois dias, destacando-se pela velocidade no processo legislativo.
  • Próximos passos: O texto aprovado ainda precisa de uma nova votação no Senado, sendo crucial para acompanhar possíveis mudanças e suas implicações.
  • Impacto político: A agenda positiva da Câmara foi ofuscada por CPMI e denúncias, sugerindo um cenário de incertezas políticas.
  • Decisão final: Foco na sanção presidencial pelo presidente Lula, que determinará a implementação efetiva das medidas aprovadas.
  • Reação do mercado: Traders devem monitorar a reação do mercado a desenvolvimentos políticos e econômicos relacionados à aprovação do projeto.

  • Aumento de Capital Social: Lojas Renner (LREN3) aprovou um aumento de capital social de R$ 1.602.985,00 devido ao exercício de opções de compra de ações.
  • Mudança no Capital Social: O capital social aumentou de R$ 9.543.223.631,68 para R$ 9.544.826.616,68, divididos em 1.059.836.942 ações ordinárias.
  • Nova Emissão de Ações: Foram emitidas 121.900 ações ao preço de R$ 13,15 por ação, com pagamento à vista em moeda nacional.
  • Diluição de Ações: O aumento de capital acarretará uma diluição de 0,011501769%.
  • Histórico do Programa: A iniciativa faz parte da 9ª outorga do Programa de Outorgas, aprovado em 2015 e alterado em 2020.

  • Relatório Removido: INSS retirou do ar relatório que denunciava descontos em 30 mil aposentados sem autorização.
  • Favorecimento à Contag: Documento apontava favorecimento à Contag, entidade ligada ao PT, e foi classificado como “falha de procedimento”.
  • Fraude Bilionária: Operação Sem Desconto já investiga fraude bilionária que pressiona o governo Lula.
  • Investigação em Curso: A Polícia Federal e a CGU investigam esquema que pode ter movimentado mais de R$ 6 bilhões.
  • Pressão Política: O caso aumenta a pressão política, com oposição cogitando CPI e o governo tentando desviar-se do escândalo.

  • Conteúdo Diário: Vídeos e podcasts estão disponíveis diariamente pela Ágora Investimentos.
  • Acesso: Materiais podem ser acessados através dos canais da Ágora para atualizações frequentes.
  • Informações Atualizadas: Oferece insights sobre o mercado financeiro e análise de tendências.
  • Ferramenta Para Traders: Útil para decisões de investimento com base em análises recentes.
  • Aprimoramento de Conhecimento: Oportunidade para traders expandirem seu entendimento sobre o mercado atual.

  • Elevação de Preços: Suzano, maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo, anunciou um aumento de US$ 20 por tonelada no preço da commodity.
  • Mercado-Alvo: A elevação será aplicada a clientes na China e em outros países asiáticos.
  • Data de Implementação: A mudança nos preços começará a vigorar a partir de setembro.
  • Ação e Ticker: A ação da Suzano é negociada sob o código SUZB3 na B3.
  • Impacto Potencial: Traders devem monitorar possíveis reações no mercado asiático, um dos principais consumidores de celulose.

  • Suzano anunciou aumento nos preços da celulose a partir de setembro em todos os mercados internacionais.
  • Preços na Ásia terão incremento de US$ 20 por tonelada, enquanto na China e demais países asiáticos.
  • Aumentos significativos de US$ 80 serão aplicados por tonelada na Europa e nos Estados Unidos.
  • Movimento de reestocagem foi observado em julho, com encomendas em níveis excepcionalmente altos, segundo executivos da Suzano.
  • Expectativa de continuidade de tendência de alta nos preços, apoiada por cenários de demanda robusta e instabilidade na oferta.

  • Ibovespa fecha em queda de 0,12%: O índice principal da B3 encerrou o dia aos 134.510,85 pontos, com volume negociado de R$ 15,5 bilhões, abaixo do usual de R$ 20 bilhões.
  • Ações do setor financeiro em evidência: Banco do Brasil (BBAS3) caiu 0,86%, Bradesco (BBDC3, BBDC4) teve ligeira queda, enquanto Itaú (ITUB4) e Santander (SANB11) registraram leves altas. BTG Pactual (BPAC11) caiu 0,95%.
  • Mercados internacionais recuam: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq em queda de 0,4%, 0,34% e 0,34%, respectivamente, após dados mistos dos EUA sobre PMI e pedidos de auxílio-desemprego.
  • Comportamento do dólar: A moeda americana subiu 0,11%, cotada a R$ 5,4791. O índice DXY valorizou 0,41%, atingindo 98,619 pontos.
  • Maiores altas e baixas do Ibovespa: Braskem (BRKM5) registrou maior alta de 3,79%, enquanto Yduqs (YDUQ3) teve a maior queda de 6,03%. Destaques de alta ficaram também com Motiva (MOTV3) e RD Saúde (RADL3), e de baixa com Porto Seguro (PSSA3) e Cemig (CMIG4).

  • Ibovespa fechou em leve baixa refletindo um dia misto para as ações de primeira linha.
  • Setor bancário em baixa após recuperação parcial na quarta-feira, impactando o índice.
  • Investidores atentos ao Jackson Hole, evento que pode trazer sinais sobre política monetária futura.
  • Vale S.A. ajudou a atenuar as perdas do índice, impedindo quedas mais significativas.
  • Volatilidade persiste no mercado, com traders monitorando eventos globais e desempenho de grandes players.

  • Mercados Cautelosos: Investidores aguardam discurso de Jerome Powell em Jackson Hole, que pode impactar expectativas sobre taxas de juros nos EUA.
  • PMI dos EUA Surpreendente: PMI acima do esperado fortaleceu o dólar e elevou yields dos Treasuries, enquanto resultados fracos de varejistas pressionaram ações.
  • Petróleo em Alta: Na Europa, tensões geopolíticas impulsionaram o petróleo e setor de defesa, apesar de dúvidas sobre a inteligência artificial persistirem.
  • Cenário Brasileiro: Ibovespa caiu 0,12% devido à volatilidade política; dólar subiu 0,11%, mesmo com arrecadação federal superior ao esperado.
  • Juros Futuros: Retomaram alta após correção, com materiais básicos sendo destaque positivo, em contraste com perdas nos setores financeiro, consumo e energia.

  • Ibovespa fechou em queda de 0,12%: Índice encerrou aos 134.510 pontos, com fraqueza refletindo instabilidades políticas internas e expectativa em torno do discurso de Jerome Powell.
  • Dólar e juros futuros em alta: Dólar subiu 0,09%, fechando em R$ 5,47, enquanto juros futuros seguiram em alta, refletindo cautela antes das decisões do Fed.
  • Influência política no mercado: Provas divulgadas contra Jair Bolsonaro e pesquisa que fortalece Lula trazem instabilidade ao cenário político, afetando negociações.
  • Evento esperado: Discurso de Powell: Atenção voltada para o simpósio de Jackson Hole, já que a fala de Powell terá impacto significativo nas decisões de política monetária e no mercado global.
  • Destaques da Bolsa: Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) se destacaram com altas impulsionadas pelo mercado internacional, enquanto setor bancário sofreu devido a pressões políticas.

  • Bolsas de NY fecham em queda: Os índices americanos recuaram nesta quinta-feira.
  • Cautela com declarações do Fed: Declarações cautelosas dos dirigentes do Fed pesaram contra a expectativa de alívio monetário.
  • Impacto nas expectativas de setembro: Comentários abalaram ligeiramente a hipótese de um alívio monetário no próximo mês.
  • Foco em declarações de Powell: Atenção do mercado voltada para discursos futuros do presidente do Fed.
  • Influência sobre estratégias de trading: Traders devem ajustar posições considerando a incerteza sobre futuras políticas monetárias.

  • Distribuição de JCP e Dividendos: Marcopolo aprova R$ 0,090 por ação em juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 0,075 por ação em dividendos para 2025.
  • Data de Pagamento: Crédito em 26 de agosto de 2025, com pagamento a partir de 8 de setembro de 2025, baseando-se na posição acionária de 26 de agosto.
  • Negociação Ex-JCP e Ex-Dividendos: Ações serão negociadas ex-JCP e ex-dividendos a partir de 27 de agosto de 2025.
  • Resultados Financeiros 2T25: Lucro líquido de R$ 321,1 milhões (+28% YoY) e Ebitda de R$ 398,3 milhões (+4,2% YoY), com margem Ebitda caindo para 17,3%.
  • Performance das Ações: Papéis da Marcopolo acumulam alta de 18% em 2023 na B3.

  • Simpar vende ativo bilionário: Venda da Ciclus Ambiental por R$ 1,1 bilhão para reforçar desalavancagem e fortalecer caixa em um cenário de juros altos.
  • Impasse estratégico para Simpar: Especialistas questionam a sustentabilidade do crescimento sem ativos estratégicos, apesar do alívio imediato.
  • Crescimento da Randoncorp e Fras-le: Receita acima do esperado em julho indica resiliência, mas exposição a riscos globais persiste.
  • Varejo ganha com impostos: Empresas brasileiras como C&A e Renner beneficiadas por queda em compras internacionais, mas sem aumento orgânico de demanda.
  • Desafios para o varejo e bens de capital: Consumo doméstico frágil e riscos externos podem afetar recuperação e crescimento futuro.

  • Acordo provisório: Elon Musk e X Corp fecharam um acordo provisório para encerrar um processo de US$ 500 milhões em indenizações de ex-funcionários do Twitter.
  • Status atual: Ambas as partes pedem para adiar audiência para finalizar o acordo que encerraria o litígio. Detalhes financeiros do acordo não foram divulgados.
  • Antecedentes: Aproximadamente 6.000 funcionários foram demitidos após Musk adquirir o Twitter e várias ações judiciais estão em andamento.
  • Ação coletiva: O acordo resolveria ação coletiva na Califórnia liderada por ex-gerentes de benefícios e operações do Twitter.
  • Argumentos legais: O processo alegava que um plano de indenização de 2019 garantia pagamento específico aos demitidos, mas a maioria recebeu menos ou nada.

  • Ibovespa fechou próximo da estabilidade com movimento mínimo nas operações do dia.
  • Vale e Petrobras registraram alta, proporcionando suporte ao índice brasileiro durante o pregão.
  • Principais índices em Nova York apresentaram recuo devido à expectativa do discurso de Powell em Jackson Hole.
  • Eventos de amanhã como foco: Traders devem permanecer atentos aos desdobramentos do encontro de Jackson Hole.
  • Tendências de mercado: Monitorar o impacto das declarações futuras sobre política monetária nas movimentações do mercado.

  • Recomendações Elevadas: Analistas dos bancos Citi, BTG Pactual e Itaú BBA melhoraram suas recomendações para as ações do Nubank (ROXO34), impulsionando sua valorização.
  • Preço-Alvo do Citi: O Citi aumentou seu preço-alvo de US$ 9 para US$ 18, alterando a recomendação de "Venda" para "Compra".
  • Valorização Recente: As ações do Nubank listadas em NY subiram 15% desde as mínimas do mês, suportadas por diversos upgrades analíticos.
  • Aumento de Lucro: Nubank reportou um aumento de 42% no lucro líquido do segundo trimestre na comparação anual.
  • Performance Anual: As ações do Nubank acumulam alta de mais de 16% no ano até o momento.

  • Dólar à vista fechou em baixa de 0,49%: Cotação encerrou a R$ 5,4728 na quarta-feira, impactando operações de câmbio.
  • Flutuação atual: A queda ocorre no contexto de compensações entre diferencial de juros e pressões externas.
  • Atenção ao diferencial de juros: Movimentações das taxas de juros podem influenciar o comportamento do dólar.
  • Impacto para traders: Ajustes em estratégias de trading podem ser necessários face às mudanças no valor do dólar.
  • Monitorar eventos econômicos relevantes: Fique atento a dados econômicos que podem afetar o mercado cambial.

  • Ibovespa fecha em leve queda de 0,12%, influenciado por aversão ao risco devido ao cenário eleitoral e tensões comerciais entre EUA e Brasil.
  • Dólar encerra com alta de 0,11%, cotado a R$ 5,4791, refletindo incertezas políticas internas.
  • Ações do Banco do Brasil (BBAS3) caem após adiamento de pagamento de dividendos e corte de preço-alvo pelo Safra, afetadas por deterioração do crédito rural.
  • Petrobras (PETR3, PETR4) e Vale (VALE3) registram alta, acompanhando o desempenho positivo das commodities.
  • Wall Street fecha em queda após redução de expectativas de cortes de juros pelo Fed; atenção para discurso de Jerome Powell no Simpósio de Jackson Hole.

  • Taxas Futuras Subiram: A taxa do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subiu para 14,085% em relação ao ajuste anterior de 14,033%.
  • Percepção de Risco Aumentou: Houve um aumento na percepção de risco sobre o Brasil, impulsionando a alta dos juros futuros.
  • Avanço do Dólar: O fortalecimento do dólar foi um fator chave para a elevação das taxas de juros.
  • Preocupações Fiscais: Incertezas relacionadas à política fiscal brasileira influenciaram no movimento de alta das taxas.
  • Impacto para Traders: Este cenário sugere uma possível valorização adicional dos ativos de renda fixa atrelados à taxa de juros.

  • Aumento Recorde no Patrimônio dos FIDCs: Em julho, os FIDCs atingiram um recorde de R$ 794,5 bilhões em patrimônio líquido, quase quintuplicando desde 2019.
  • Crescimento de Fundos e CNPJs: O número de CNPJs de fundos aumentou de 1.180 para 5.901, refletindo uma tendência de crescimento robusta.
  • Preferência por Antecipação de Recebíveis: Empresas como CVC, Grupo Casas Bahia e Assaí aumentaram significativamente suas antecipações de recebíveis, indicando uma mudança na estratégia de capital.
  • Fatores Impulsionadores: O aumento do uso de FIDCs é atribuído a juros elevados, desbancarização, vantagens tributárias e mudanças regulatórias.
  • Evolução Regulatória e Digital: A criação de registradoras de ativos e a digitalização contribuíram para maior segurança e liquidez no mercado de FIDCs.

  • Dólar se valorizou: Fechou a R$ 5,4791, com alta de 0,11%, devido à tensão Brasil-EUA e redução nas apostas de corte de juros nos EUA.
  • DXY subiu: Indicador do dólar frente a seis moedas principais subiu 0,44%, para 98.659 pontos, confirmando a tendência de fortalecimento global do dólar.
  • Impactos políticos: Pesquisa Genial/Quaest sobre eleições presidenciais no Brasil e possíveis retaliações dos EUA influenciaram o câmbio.
  • Dados econômicos dos EUA: PMI composto subiu para 55,4, superando expectativas, enquanto pedidos de auxílio-desemprego aumentaram para 235 mil.
  • Expectativas para políticas do Fed: Traders reduziram apostas de corte de juros nos EUA após falas de dirigentes; 73,5% de chance de corte em setembro.

  • eVTOL da Eve: O primeiro voo comercial do "táxi aéreo" da Eve está programado para 2027, oferecendo uma nova oportunidade de mercado para a Embraer.
  • Embraer-X: Daniel Moczydlower, presidente-executivo da Embraer-X, confirmou a data esperada para o início das operações comerciais do eVTOL, mostrando confiança no cronograma.
  • BNDES na Eve: O BNDES agora detém uma participação de 4,4% na Eve, indicando um interesse crescente nas inovações aeroespaciais da Embraer.
  • Impacto no Mercado: A entrada do BNDES pode instigar nova percepção de valor para a Eve, potencialmente afetando positivamente as ações da Embraer (EMBR3).
  • Oportunidades de Investimento: Traders devem monitorar a evolução do projeto eVTOL e a influência da participação do BNDES nas operações futuras da Eve e da Embraer.

  • Dados de estoques nos EUA: Indicativos de demanda por petróleo seguem firmes nos Estados Unidos.
  • Geopolítica e comércio: Investidores permanecem cautelosos devido a incertezas geopolíticas e comerciais.
  • Conflito Rússia-Ucrânia: Expectativa por desdobramentos no conflito que podem impactar o mercado petrolífero.
  • Movimento do petróleo: Preços em alta apoiados pela demanda sólida.
  • Oportunidades de trading: Monitore eventos geopolíticos e dados de demanda nos EUA para identificar oportunidades de negociação.

  • Projeção de Crescimento: O Brasil deve crescer 1,5% em 2026, indicando uma desaceleração em relação aos anos anteriores.
  • Impacto para Investidores: Apesar da desaceleração, a expectativa é que o crescimento ainda não preocupe significativamente os investidores da Bolsa.
  • Reação do Mercado: Os traders devem monitorar a reação do mercado, pois mudanças nas previsões de crescimento podem afetar o sentimento dos investidores.
  • Estratégias de Investimento: É importante revisar as estratégias de investimento, considerando este crescimento mais lento no longo prazo.
  • Fonte da Informação: As informações foram divulgadas pelo InfoMoney, oferecendo um panorama do mercado financeiro no Brasil.

  • Tensão no Caribe: Trump envia um esquadrão anfíbio com destróieres e submarinos para a costa da Venezuela, elevando a tensão na região.
  • Motivação Oficial: A operação é oficialmente vinculada ao combate ao narcotráfico, com Trump aumentando a recompensa pela captura de Maduro para US$ 50 milhões.
  • Risco de Conflito: Analistas consideram esta a medida mais agressiva da Casa Branca até o momento, podendo resultar em guerra aberta.
  • Resposta Venezuelana: Maduro mobiliza 4,5 milhões de milicianos, classificando a movimentação dos EUA como provocação e prometendo defender a soberania "a qualquer custo".
  • Impacto Geopolítico: Washington busca aumentar influência no Caribe e isolar Maduro geopoliticamente, em meio ao fortalecimento de laços da Venezuela com Rússia, China e Irã.

  • Envio de frota militar dos EUA: Trump ordena o envio de navios anfíbios e destróieres, totalizando mais de 4.500 militares para a costa da Venezuela, com chegada prevista para domingo (24).
  • Objetivo declarado: Operação visa combater o narcotráfico vinculado ao regime de Maduro; recompensa pela captura de Maduro sobe para US$ 50 milhões.
  • Capacidades de ataque: Presença de submarinos e aeronaves de reconhecimento proporciona aos EUA um leque completo de opções, incluindo ofensiva direta.
  • Resposta de Maduro: Anuncia mobilização de 4,5 milhões de milicianos e classifica a movimentação dos EUA como "ato de provocação".
  • Nível de tensão crescente: Analistas alertam para a possibilidade de guerra aberta no Caribe caso a situação continue a escalar.

  • Análise do BofA: Índices destacam disparidades entre empresas de energia brasileiras e resultados fracos de empresas argentinas no setor.
  • Revisão do Goldman Sachs: Banco americano revisa recomendações e preços-alvo de empresas energéticas, indicando mudanças estratégicas relevantes.
  • Desempenho positivo: Eletrobras, Sabesp e Eneva apresentaram forte desempenho no segundo trimestre, atraindo atenção do mercado.
  • Copasa em declínio: Ao contrário de outras empresas energéticas, Copasa perdeu espaço no período, impactando suas projeções de crescimento.
  • Oportunidades de investimento: Traders devem observar as recomendações atualizadas e ajustes de preços-alvo para decisões de investimento no setor energético.

  • Preço-Alvo Elevado: UBS BB elevou o preço-alvo da Auren (AURE3) de R$ 9 para R$ 12 por ação.
  • Recomendação Neutra Mantida: Apesar do aumento no preço-alvo, a recomendação para Auren permanece neutra devido à alavancagem pendente.
  • Relação Dívida/Ebitda: Auren tem atualmente uma dívida líquida/Ebitda de 4,8 vezes, destacando alto risco financeiro.
  • Progresso na Desalavancagem: Desde o pico de 5,7 vezes após a fusão, a empresa conseguiu reduzir a alavancagem para 4,8 vezes.
  • Sinergias da Fusão: Auren reportou sinergias de R$ 154 milhões, alinhadas com expectativas de economias anuais de R$ 250 milhões.

  • Evento Importante: O simpósio anual do Fed em Jackson Hole, de 21 a 23 de agosto, será crucial para decisões que influenciam os mercados globais.
  • Discurso de Jerome Powell: Previsto para sexta-feira (22), poderá ajustar expectativas sobre inflação, emprego e o início do ciclo de cortes de juros do Fed.
  • Apostas dos Investidores: Ferramenta CME FedWatch indica que 82,9% esperam uma redução de 0,25 ponto percentual nos juros, com cada declaração de Powell sendo crucial.
  • Impacto nas Criptomoedas: Bitcoin iniciou a semana com uma queda de 2,8%, enquanto Ethereum e Solana recuaram mais de 6%, aguardando a diretriz do simpósio.
  • Oportunidade Pós-Evento: Expectativa de ciclo de afrouxamento do Fed pode beneficiar ativos de risco, com especialistas recomendando posicionamento em criptos promissoras.

  • BlackRock aumenta participação: A gestora adquiriu 6.951.357 ações de uma empresa de tecnologia emergente, avaliadas em US$ 103 milhões, indicando interesse crescente em tecnologias quânticas e fotônicas.
  • Potencial de valorização expressivo: Analista Enzo Pacheco da Empiricus Research acredita que as ações possam valorizar até 1.400%, criando uma oportunidade potencial de retorno de investimento significativa.
  • Investimentos e parcerias estratégicas: A empresa está fortalecendo seu espaço com fábrica própria de chips e parcerias com nomes como NASA, além de captal substancial no caixa para expandir suas operações.
  • Perspectivas de mercado promissoras: Computação quântica é um mercado emergente com previsão de gerar mais de US$ 1 trilhão em valor econômico na próxima década, atraindo atenção de investidores institucionais.
  • Oportunidade de lucro: A ação já apresentou alta valorização, e uma transmissão gratuita está programada para dia 27 de agosto onde serão revelados mais detalhes sobre o investimento para interessados.

  • Preço-Alvo do Itaú: UBS BB mantém recomendação neutra e eleva preço-alvo de R$ 40 para R$ 41, indicando um potencial de alta de 13%.
  • Projeções de Lucro: Expectativa de lucro para 2025 foi ajustada para R$ 47 bilhões (+1%) e para 2026 para R$ 52 bilhões (+2%).
  • Retorno sobre o Patrimônio: ROE projetado de 23,4% em 2025 e 24,3% em 2026, com sólida receita e ativos controlados como vetores chave.
  • Segmento de Varejo: Rentabilidade no varejo alcançou 28% no segundo trimestre, maior nível desde 2019, impulsionada por eficiência e alavancagem.
  • Performance do Atacado: Retorno sobre ativos de operações de atacado mantido acima de 25% desde 2022, com eficiência comparável ao BTG Pactual.

  • Bolsas dos EUA recuam em meio a expectativas sobre discursos em Jackson Hole.
  • Oscilações no Ibovespa durante um dia marcado por cautela e incertezas políticas.
  • Investidores atentos aos balanços corporativos previstos para divulgação.
  • Jackson Hole traz expectativa de direções de política monetária.
  • Movimentações políticas no Brasil adicionam volatilidade ao mercado.

  • Bruno Moretti: Cotado para assumir a presidência do conselho de administração da Petrobras.
  • Defesa do Ministério: Nome de Moretti é apoiado por Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, e tem simpatia do presidente Lula.
  • Mercado inalterado: Ações da Petrobras subiram 0,6%, alinhadas com o petróleo Brent, sem ligação direta com o anúncio.
  • Saída de Mendes: Renúncia de Pietro Mendes já era esperada por aprovação para a diretoria da ANP.
  • Substituição Interna: Segundo estatuto da Petrobras, o conselho deve eleger novo presidente até próxima Assembleia Geral.

  • Banco do Brasil mantém solidez: A presidente do banco afirma que a instituição segue forte com um balanço robusto.
  • Banco público de economia mista: Enfatiza o status do Banco do Brasil como um banco de economia mista, o que pode impactar expectativas de governança e políticas públicas.
  • Pressões externas: Há pressões em torno da aplicação da Lei Magnitsky, um fator que pode influenciar a percepção de risco por investidores estrangeiros.
  • Resposta da presidência: Tarciana Medeiros desclassifica preocupações, afirmando ser "irresponsável" questionar a solidez do banco.
  • Impacto no mercado: Expectativa de estabilidade nas ações do Banco do Brasil, embora investidores devam monitorar desdobramentos legais e regulatórios.
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