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  • Data do Leilão: Acontece em 2 de novembro, com 487 lotes disponíveis em 22 estados.
  • Lances Iniciais: A partir de R$ 18 mil com diversas opções de imóveis, incluindo grandes descontos.
  • Imóvel Destaque: Galpão de 1.189 m² em Nova Iguaçu (RJ), com lance mínimo de R$ 1,6 milhão.
  • Participe: Online via Fidalgo Leilões, requer cadastro prévio e confirmações no portal da Caixa.
  • Regras de Pagamento: À vista com recursos próprios ou FGTS, além de 5% de comissão ao leiloeiro.

  • Futuros de NY operam mistos em meio a preocupações com shutdown nos EUA.
  • Expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve influencia decisões dos investidores.
  • Mercado está de olho nas decisões de política monetária futuras do Fed.
  • Geopolítica e balanços de bancos também estão contribuindo para a incerteza no mercado.
  • Investidores mantêm cautela, buscando pistas sobre possíveis cortes de juros.

  • Ibovespa em Alta: O índice fechou setembro em alta de 3,31%, acumulando 21,96% no ano, e atualmente está próximo aos 146 mil pontos.
  • Projeções de Mercado: Estimativas de analistas para 2025 variam entre 148 mil a 160 mil pontos, com potencial de ajuste para cima, conforme fatores econômicos e políticos evoluem.
  • Cenário Macroeconômico: As quedas de juros nos EUA beneficiam o Ibovespa, enquanto a Selic se mantém alta no Brasil, com expectativas de cortes em 2026, o que pode influenciar positivamente o índice.
  • Investimentos Estrangeiros: O câmbio favorável intensificou o fluxo estrangeiro, com R$ 26,9 bilhões já investidos na B3 em 2025, contribuindo para a valorização atual.
  • Fatores de Risco e Oportunidade: Eleições de 2026, política fiscal e medidas dos EUA impactam o Ibovespa, com possibilidade de altas ou com correções, dependendo das condições econômicas e políticas.

  • Plano ONS: O Operador Nacional do Sistema Elétrico apresentará um plano para evitar apagões ao Ministério de Minas e Energia e à Agência Nacional de Energia Elétrica neste mês.
  • Corte de Geração: Proposta inclui corte ou modulação da geração de usinas de fontes renováveis conectadas a distribuidoras, totalizando cerca de 20 GW nas regiões Sul e Sudeste.
  • Flexibilidade Operacional: A modulação permite ao ONS ajustar a geração das usinas renováveis conforme as necessidades do sistema, evitando sobrecargas.
  • Desafios da MMGD: A micro e minigeração distribuída complicam a gestão de carga, especialmente em períodos de baixa demanda e alta produção solar.
  • Riscos de Apagão: Risco de blecaute aumenta quando a carga é atendida por geração distribuída fora do controle do ONS; plano busca mitigar esses riscos.

  • Brasil: FIPE divulgará IPC semanal às 05:00, impacto potencial nos mercados de consumo e inflação.
  • Brasil: Fenabrave ainda não definiu data para divulgar dados de emplacamentos de veículos, relevante para o setor automotivo.
  • Zona do Euro: Taxa de Desemprego de agosto será divulgada às 06:00, influenciando a percepção sobre a saúde econômica da região.
  • Estados Unidos: Pedidos de Auxílio-Desemprego semanal saem às 09:30, indicador importante para o mercado de trabalho.

  • A Refit, operadora da refinaria privada RPMG3, contestou a interdição feita pela ANP, afirmando cumprir exigências legais.
  • A refinaria foi interditada devido a inconformidades operacionais e suspeitas de importação irregular de combustíveis.
  • A interdição afetou o mercado de combustíveis, já que a Refit fornece 10% do mercado de combustíveis de São Paulo e 20% do Rio de Janeiro.
  • A Refit e a ANP apresentaram divergências sobre critérios de interdição, gerando incertezas regulatórias no setor.
  • O setor de combustíveis está mobilizado para garantir que a oferta não seja reduzida, impactando distribuidoras e a Petrobras.

  • Aprovação da Câmara: Projeto de lei aprovado para isenção do IRPF para rendas de até R$ 5 mil mensais e cobrança adicional para rendas acima de R$ 600 mil anuais segue para o Senado.
  • Impacto nos Contribuintes: Cerca de 141,4 mil contribuintes de alta renda serão afetados por um novo patamar mínimo de 10% de IR, abrangendo distribuição de lucros e dividendos.
  • Redução do IR: Alíquotas efetivas serão ajustadas, beneficiando trabalhadores que pagam em média de 9% a 11%, enquanto rendas superiores a R$ 7.350 mensais não terão mudanças a não ser deduções expandidas.
  • Implicações Fiscais: Deduzíveis ampliados para diversas rendas, incluindo agronegócio e ramo imobiliário. Lucros e dividendos de 2025 podem ser distribuídos até 2028.
  • Atualização Futura: O Executivo deverá encaminhar projeto ao Congresso para atualizar a tabela do IR, com política nacional para tal prevista dentro de um ano.

  • Cyrela (CYRE3) distribui R$ 391 milhões em dividendos; pagamento de R$ 1,0691 por ação ordinária realizado nesta quinta-feira (2 de outubro).
  • Data de corte para recebimento: investidor precisava possuir ações até 25 de abril para ter direito aos dividendos.
  • Isenção de IR: Dividendos são isentos de Imposto de Renda, ao contrário dos JCP, que possuem alíquota de 15%.
  • Outros pagamentos de proventos na semana: Incluem empresas como Bradesco, Itaú, Vulcabras, e Rede D’Or São Luiz.
  • Importância do Dividend Yield: Essencial analisar esse indicador para identificar empresas com melhores retornos através dos dividendos.

  • Pagamento de JCP pela Rede D’Or São Luiz (RDOR3): Distribui R$ 0,2266 por ação ordinária nesta quarta-feira (1º), para acionistas com posição até 23 de setembro.
  • Implicações fiscais: Os JCP são tributados a 15%, ao contrário dos dividendos que são isentos de IR.
  • Agenda de Proventos: Destaques incluem pagamentos da Banrisul, Bradesco e Itaú Unibanco nos dias 29 de setembro e 1º de outubro.
  • Estratégia de Investimento: Dividend yield é crucial para avaliar retornos de investimento em ações com proventos.
  • Próximos Pagamentos: Acompanhar o cronograma para otimizar posicionamento em ativos que geram dividendos ou JCP.

  • Isenção do Imposto de Renda: Projeto visa isentar IR para quem ganha até R$5 mil e oferecer desconto até R$ 7.350.
  • Discussão na Câmara dos Deputados: Encontro previsto para discutir o projeto e analisar destaques.
  • Critérios para Aprovação: Emendas que não tenham adequação financeira não serão analisadas.
  • Adequação Orçamentária: Renúncia de receitas precisa de fonte de arrecadação compensatória.
  • Compensação Proposta: Taxação de 10% sobre rendimentos acima de R$ 50 mil para neutralizar impacto do projeto.

  • Risco de shutdown nos EUA: A ameaça de um shutdown do governo dos EUA é mais um elemento de incerteza, mas o S&P 500 ainda registra ganho de +14% no ano, impulsionado pelas Big Techs.
  • Alta da Nvidia: Ações da Nvidia sobem +35% desde janeiro, destacando-se no cenário de valorização das empresas de tecnologia.
  • Debate sobre saturação: Há discussões sobre uma possível saturação no mercado de Big Techs e AI, comparações feitas com a bolha das dotcoms do início dos anos 2000.
  • Diferenciação dos mercados: Apesar das semelhanças tecnológicas, o mercado atual se difere do cenário dos anos 1990, havendo diferenças significativas entre preços e expectativas de lucros.
  • Possibilidade de "Bolha de AI": Embora uma bolha de preços pareça improvável, uma bolha de lucros baseada em AI é uma possibilidade que merece atenção.

  • Parceria Estratégica: Petrobras (PETR4) e Amazon Brasil assinam memorando para explorar combustíveis de baixa emissão no setor logístico.
  • Objetivo de Descarbonização: As empresas buscam desenvolver combustíveis certificados, focando em matérias-primas residuais e operando com ISCC Plus ou equivalente.
  • Iniciativas Piloto: Serão realizados programas-piloto para implementar esses combustíveis na malha de transporte da Amazon.
  • Mecanismos de Mercado: Planejam adotar sistemas como Book and Claim ou Mass Balance, visando acessibilidade para pequenas e médias transportadoras.
  • Impulsionamento de Indústrias Locais: A estratégia pode aumentar empregos no setor agrícola e promover independência energética do Brasil, segundo Ricardo Pagani da Amazon.

  • Meta de Crescimento de Clientes: O Bradesco pretende expandir a carteira de clientes de alta renda do Principal de 150 mil para 1 milhão até 2026.
  • Expansão Física e Comercial: A previsão é que até 2026, o banco tenha 110 escritórios físicos; já foram inauguradas 40 unidades, com planos de chegar a 60 até o fim de 2025.
  • Estrategia de Concierge Financeiro: Gerentes especializados e com carteiras menores irão oferecer atendimento personalizado, abrangendo investimentos, crédito e consórcios.
  • Captação de uma Nova Geração: O Bradesco visa cativar futuros milionários via propostas diferenciadas e contas familiares, para competirem com bancos digitais.
  • Impacto da Selic nos Investimentos: A alta da Selic é vista como uma oportunidade para atrair e reter clientes, aproveitando retornos financeiros atrativos no momento e preparando ofertas que superem a Selic futuramente.

  • Desempenho negativo em 2025: WEG (WEGE3) apresenta queda de 32% no ano, mesmo com o Ibovespa em alta de mais de 20%.
  • Recomendações de corretoras: Bradesco BBI, Citi e Itaú BBA revisaram suas projeções para baixo, com divergência nas recomendações de compra.
  • Desafios macroeconômicos: A empresa enfrenta aumento de tarifas de importação nos EUA, demanda global fraca e impacto negativo do câmbio.
  • Perspectivas de crescimento: O Citi espera retorno ao crescimento de dois dígitos apenas em 2026, enquanto o Itaú BBA prevê queda na rentabilidade em 2025.
  • Expectativas para o Investor Day: O Investor Day da WEG no início do mês pode não gerar otimismo imediato entre os investidores.

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  • Ibovespa em Queda: O Ibovespa encerrou em baixa de 0,49% a 145.517,35 pontos, com volume de R$ 20,9 bilhões.
  • Paralisação nos EUA: Um shutdown nos EUA adiou a divulgação do payroll, mas índices de Nova York subiram com dados do ADP indicando corte de 32 mil empregos em setembro.
  • Atuação das Empresas: Petrobras (PETR3) caiu 0,12%, enquanto Vale (VALE3) subiu 1,27%; Itaú (ITUB4) caiu 1,79%.
  • Movimentação do Dólar: O dólar subiu 0,11% cotado a R$ 5,3286, enquanto o índice DXY caiu 0,07% a 97,706 pontos.
  • Maiores Movimentos do Ibovespa: Maiores altas: GPA (PCAR3) 5,28%, Braskem (BRKM5) 4,57%, CSN (CSNA3) 3,92%; Maiores quedas: Vamos (VAMO3) -4,06%, CVC (CVCB3) -3,59%, Ultrapar (UGPA3) -3,46%.

  • Ações da Oi caem 24%: Impacto significativo no mercado após decisão judicial.
  • Justiça afasta diretoria: Medida visa garantir continuidade dos serviços da empresa em meio à crise.
  • Sinalização de falência: Problemas financeiros persistentes aumentam risco de insolvência.
  • Plano de transição em desenvolvimento: Credores estão envolvidos na definição do futuro da empresa.
  • Importância para traders: Monitorar decisões judiciais e impactos nos preços das ações da Oi.

  • Mini-índice WINV25: Fechou em queda de 0,61% aos 146.250 pontos, em linha com a aversão a risco global.
  • Análise do BTG Pactual: O ativo mostra enfraquecimento na compra, mas tendência de alta é sustentável enquanto não cair abaixo de 145.460 pontos.
  • Resistências e suportes: Pressão compradora pode retomar se romper resistências em 148 e 149 mil pontos; suportes em 146 mil e média de 200 períodos.
  • Dólar futuro: Avançou 0,21%, cotado a R$ 5,361, com possível recuperação até R$ 5,420, onde pode enfrentar nova pressão vendedora.
  • Impactos Externos: Ativos reagiram ao início da paralisação do governo dos EUA, podendo atrasar indicadores como o payroll, aumentando incertezas sobre o Fed.

  • Destituição e pré-falência: A Justiça Brasileira destituiu o comando da Oi, colocando a empresa em situação de pré-falência.
  • Decisão Judiciária Polêmica: A decisão é inédita e polêmica, feita sem solicitação dos credores, com base no artigo 73 da Lei de Falências.
  • Recursos da Oi: A Oi recorreu da decisão alegando que foi surpreendida e que não houve abertura para o contraditório.
  • Perspectiva de Falência: Especialistas acreditam que a Oi não deve falir devido à cautela do Judiciário em decretar a falência de empresas essenciais.
  • Ativos da Oi: A empresa possui R$ 1,1 bilhão em ativos líquidos e créditos a receber que não são suficientes para cobrir sua dívida de R$ 12 bilhões.

  • Juros futuros com alta modesta: Aumentos concentrados nos vencimentos intermediários e longos, enquanto vencimentos curtos se mantiveram estáveis.
  • Preocupações fiscais no Brasil: Dinâmica da curva a termo influenciada por temores fiscais com a votação da reforma do Imposto de Renda.
  • Desempenho contramão dos Treasuries: Mercado de juros no Brasil divergiu da queda dos rendimentos dos Treasuries dos EUA.
  • Impacto do shutdown dos EUA: Enfraquecimento do mercado de trabalho dos EUA e shutdown governamental contribuíram para contexto externo.
  • Ajustes nas taxas DI: DI para janeiro de 2027 fechou em 14,050%, janeiro de 2028 em 13,375%, janeiro de 2029 em 13,255% e janeiro de 2031 em 13,440%.

  • Expectativa de cortes de juros nos EUA: Bolsas internacionais encerraram em alta, influenciadas pela expectativa de cortes de juros nos Estados Unidos.
  • Dados do mercado de trabalho americano: ADP reportou eliminação de 32 mil empregos no setor privado, indicando desaceleração econômica e pressionando rendimentos dos Treasuries.
  • Alta na Europa: Mercados europeus subiram puxados por setores farmacêutico e siderúrgico, após notícias sobre novas regras de importação de aço da UE.
  • Ibovespa em baixa: Índice brasileiro caiu 0,49% devido a incertezas fiscais, contrastando com a tendência positiva internacional.
  • Desempenho do dólar e juros no Brasil: Dólar encerrou em leve alta (0,11%) a R$ 5,33, com juros futuros estáveis mas taxas reais avançando.

  • Ciclos Históricos: Desde 2003, a queda dos juros no Brasil resultou em valorização da Bolsa em 100% dos casos, entre 6 e 12 meses após o início dos cortes.
  • Três Fatores Positivos: Menores despesas das empresas, ações mais atrativas devido à queda na taxa de desconto e menor atratividade da renda fixa aumentam a demanda por ações.
  • Fatores Externos: O mercado pode sofrer ruídos de curto prazo, como o aumento dos rendimentos dos Treasurys, mas o padrão de valorização se mantém no médio prazo.
  • Novos Gatilhos: Corte de juros nos EUA pode aumentar a valorização ao enfraquecer o dólar e atrair capital estrangeiro, enquanto a proximidade das eleições de 2026 pode gerar expectativas positivas.
  • Posição Recomendável: UBS sugere aumentar a exposição a ações brasileiras antes do corte de juros e das eleições, destacando a oportunidade de ganhos com a valorização da Bolsa.

  • Petrobras e Amazon firmaram parceria para desenvolver combustíveis de baixa emissão de carbono para logística no Brasil.
  • Acordo pode incluir programas-piloto, integrando esses combustíveis à rede de transporte da Amazon.
  • Petrobras busca expandir venda direta de combustíveis para grandes consumidores após vender a BR Distribuidora.
  • Amazon almeja emissões líquidas zero até 2040, destacando a importância de descarbonizar suas operações de transporte.
  • Petrobras já oferece Diesel R com 5% de conteúdo renovável, produzido em suas refinarias no Paraná e São Paulo.

  • Flutuação das ações: Banco do Brasil (BBAS3) caiu 3% às 15h, fechando em queda de 0,72%.
  • Lucro abaixo do esperado: BB registrou lucro de R$ 780 milhões em julho, abaixo dos R$ 976 milhões de junho.
  • Análise do Bradesco BBI: Lucro classificado como "muito fraco", 41% abaixo das previsões trimestrais.
  • Expectativas do Citi: Baixa expectativa para 3º trimestre e 2025, com enfoque nas renegociações de empréstimos rurais.
  • Comparativo com bancos: Itaú, Bradesco e Santander apresentaram resultados superiores no mesmo período.

  • Possíveis desafios para o S&P 500: Após alta de 3,53% em setembro, a dependência do índice das grandes empresas de tecnologia pode ser arriscada. O economista-chefe da Ágora recomenda cautela com novos investimentos no índice, especialmente nas "Sete Magníficas".
  • Sinais de desaceleração americana: O setor privado dos EUA cortou 32 mil empregos em setembro, contrastando com a expectativa de geração de 50 mil empregos. Traders devem monitorar de perto os indicadores econômicos dos EUA.
  • Impacto do shutdown dos EUA: A paralisação do governo federal começou, mas o especialista vê "risco menor do que se apregoa". Traders devem considerar potenciais efeitos de médio e longo prazo das disfunções fiscais americanas.
  • Dólar em queda beneficia o Ibovespa: Com o índice DXY em queda de 10% no ano, o fluxo de capital favorece mercados emergentes e o Ibovespa, que valoriza-se frente à média histórica. Traders devem considerar a atratividade da Bolsa brasileira.
  • Estratégia de investimento no Brasil: A Ágora recomenda empresas com bons dividendos, substituindo CPFL por Isa Energia. A carteira da Ágora agora inclui Copel, Caixa Seguridade, Itaú e Telefônica Brasil como opções atrativas no cenário atual.

  • BofA mantém recomendação neutra para ação do Nubank (ROXO34), apesar do plano de solicitar licença bancária nos EUA.
  • Licença nacional bancária é vista como chave para o Nubank expandir serviços nos EUA, mas o processo pode levar até três anos.
  • Ambiente regulatório mais permissivo sob administração Trump pode acelerar o trâmite da licença nos EUA.
  • Mercado americano como oportunidade de médio a longo prazo, mas Nubank mantém foco imediato na expansão no Brasil, México e Colômbia.
  • Conselho da operação nos EUA terá Roberto Campos Neto como presidente, indicando interesse estratégico na expansão.

  • Alterações na Carteira: EQI Research retirou Gerdau (GGBR4) e Rede D’or (RDOR3), incluiu Klabin (KLBN11) em sua carteira Buy & Hold para outubro.
  • Motivo da Retirada de Gerdau: Retirada devido a ambiente desafiador e necessidade de reduzir exposição, apesar de preços deprimidos.
  • Justificativa para Saída de Rede D’or: Decisão de venda baseada na precificação elevada após valorização, apesar de fundamentos sólidos.
  • Inclusão de Klabin: Escolha motivada por características defensivas e preço atraente para diversificação e resiliência do portfólio.
  • Performance da Carteira em Setembro: Carteira apresentou valorização de 2,8% contra 3,4% do Ibovespa.

  • Índices de NY fecham em alta: Apesar do shutdown nos EUA, os mercados reagiram positivamente.
  • Avaliação de impacto econômico: Investidores estão analisando a duração do shutdown e suas possíveis consequências na economia.
  • Dados de trabalho: Informações recentes sobre emprego também influenciaram o fechamento em alta dos índices.
  • Volatilidade esperada: Expectativa de flutuações nos mercados enquanto investidores monitoram o desenrolar do shutdown.
  • Oportunidades de short-term trading: Oscilações de curto prazo podem apresentar oportunidades para traders atentos.

  • Revisão de Projeção: Corretora atualiza previsão para o Ibovespa, projetando 170 mil pontos até o final de 2026.
  • Valuation Atrativo: Oferta de ativos com preço atrativo na Bolsa brasileira alimenta expectativas de alta.
  • Cenário Global Positivo: Influências internacionais são vistas como favoráveis, contribuindo para o otimismo no mercado.
  • Cortes de Juros nos EUA: Espera-se que a redução nas taxas de juros norte-americanas continue a impactar positivamente o mercado.
  • Perspectivas de Crescimento: A combinação de fatores internos e externos sustenta a nova previsão otimista para o Ibovespa.

  • Índices de NY: Os índices em Nova York reverteram quedas iniciais e começaram a subir.
  • Preocupação com shutdown: Os investidores estão calculando riscos de um possível shutdown prolongado nos EUA.
  • Ibovespa: O índice brasileiro virou para o lado positivo após o fechamento nos EUA.
  • Câmbio: O dólar registrou alta, afetado pelo sentimento global de aversão ao risco.
  • Humor do mercado: As condições nos EUA influenciaram o humor dos investidores globais, impactando ações e câmbio.

  • Dólar sobe: Cotação do dólar comercial aumentou para R$ 5,32.
  • Impactos do shutdown: Expectativas sobre shutdown nos EUA influenciam o câmbio.
  • Dados de emprego: Setor privado dos EUA cortou 32 mil empregos em setembro, segundo ADP.
  • Sentimento de mercado: Incertezas econômicas nos EUA estão pressionando o dólar frente ao real.
  • Monitoramento de indicadores: Traders devem ficar atentos a futuros dados econômicos dos EUA.

  • Ibovespa em queda: Fechou em baixa de 0,49%, aos 145.517 pontos, pressionado por bancos e Petrobras, com volume financeiro de R$ 23,1 bilhões.
  • Bancos e Petrobras pressionam: Bancos lideraram perdas devido a incertezas tributárias, enquanto Petrobras caiu com o recuo do preço do petróleo.
  • Dólar em alta: Subiu 0,11%, cotado a R$ 5,3286, influenciado por tensões no cenário político dos EUA e impactos domésticos.
  • Wall Street positivo: Reverteu perdas, fechando em alta com dados fracos de emprego nos EUA, gerando expectativa de corte de juros pelo Fed.
  • Vale avança: Mesmo sem a referência do mercado chinês, Vale subiu 1,27%, cotada a R$ 58,31.

  • Contratos de algodão na ICE caem mais de 1%, atingindo o menor nível em seis meses devido ao excesso de oferta.
  • Contratos para dezembro caem para 64,81 centavos de dólar, nível mais baixo desde abril, fechando a 65,59 centavos.
  • Expectativas de safras maiores na China, Brasil e EUA pressionam os preços do algodão, acompanhando mercados de grãos.
  • Futuros de soja, milho e trigo também pressionados, atingindo mínimas de várias semanas com ampla oferta e menor demanda chinesa.
  • Retirada da China do mercado dos EUA afeta demanda por algodão, forçando comerciantes a buscarem outros mercados.

  • Receita e Resultado Ops: Azul reportou receita líquida de R$ 1,89 bi e resultado operacional de R$ 425,6 milhões em agosto, menores que julho.
  • Ebitda e Caixa: Ebitda ajustado de R$ 664,9 milhões (margem de 35,2%) e R$ 1,67 bi em caixa e aplicações curtas.
  • Cotações de Mercado: ADRs fecharam a US$ 0,60 (-2,28%) nos EUA; AZUL4 subiu 0,83% a R$ 1,22 no Brasil.
  • Reestruturação e Dívidas: Chapter 11 visa eliminar US$ 2 bilhões em dívidas, possível conclusão entre fim de 2025 e início de 2026.
  • Fusão Cancelada e Frota: Cancelamento da fusão com Gol e plano para reduzir 35% da frota, diminuindo gastos de manutenção.

  • Trocas na carteira da Empiricus: Suzano (SUZB3) e Grupo SBF (SBFG3) foram removidas, enquanto Rede D’Or (RDOR3) e Direcional (DIRR3) foram adicionadas para outubro.
  • Desempenho da carteira: Em setembro, o portfólio subiu 3,7%, superando o Ibovespa, que teve alta de 3,4%. No ano, o retorno foi de 26,3%, comparado a 21,6% do índice.
  • Motivos para as mudanças: A retirada de Suzano foi devido a um dólar fraco, e o Grupo SBF saiu pela realização de 23% de lucro; RDOR3 e DIRR3 foram escolhidas por sua sensibilidade à economia doméstica e expectativas sobre juros.
  • Teses de investimento para as novas adições: Direcional busca maior exposição à economia doméstica com potencial corte de juros, enquanto Rede D’Or é uma empresa de crescimento com alavancagem controlada e potencial para longo prazo.
  • Acesso ao relatório completo: Empiricus disponibilizou de forma gratuita sua carteira completa de 10 ações para outubro, destacando empresas de alta qualidade com vantagens competitivas.

  • Ibovespa Fecha no Vermelho: O índice foi impactado negativamente pelo desempenho dos bancos e da Petrobras.
  • Desempenho dos Bancos: Bancos contribuíram para a queda no Ibovespa, sendo um dos setores mais afetados no pregão.
  • Petrobras em Declínio: As ações da Petrobras recuaram, pressionando o índice geral negativamente.
  • Vale em Alta: Ao contrário de outros setores, a Vale obteve desempenho positivo, auxiliando a mitigar a queda do Ibovespa.
  • Bolsas nos EUA com Ganhos: Diferente do Brasil, as bolsas americanas fecharam em alta, mesmo diante do possível shutdown de curta duração.

  • BTG Pactual realizou três trocas na carteira de small caps para outubro: saem São Martinho (SMTO3), Orizon (ORVR3) e Fleury (FLRY3); entram Minerva (BEEF3), Track&Field (TFCO4) e GPS (GGPS3).
  • Minerva ganha destaque devido a resultados sólidos no segundo trimestre e expectativa de continuidade no crescimento, impulsionado por preços altos da carne bovina e exportações.
  • Track&Field é valorizada por seu modelo asset-light de alta margem e forte retorno sobre capital investido (ROIC), além de operações escaláveis e alinhamento com franqueados.
  • Expectativa positiva para GPS com melhora esperada nos resultados no segundo semestre de 2023, sendo considerada uma tese atraente de geração de valor pelo BTG.
  • Outras ações mantidas na carteira incluem Copasa (CSMG3), Vivara (VIVA3), Marcopolo (POMO4), Tenda (TEND3), Inter (INBR32), IRB(Re) (IRBR3), e Multiplan (MULT3).

  • COGN3 sobe 214% em 2025: As ações da Cogna registraram a maior alta do Ibovespa, aumentando o interesse dos investidores.
  • Resistências de curto prazo: R$ 3,36/3,47 são pontos críticos a serem rompidos para sustentar a tendência de alta e levar o preço até R$ 4,00.
  • Suportes críticos: R$ 3,19/3,09 no curto prazo podem abrir caminho para correção, com alvos em R$ 2,70/2,49 no médio prazo.
  • IFR(14) próximo da sobrecompra: Indicador técnico sugere possibilidade de correção pontual devido à forte valorização recente.
  • Desafio aos investidores: Calibrar estratégias de compra e venda baseando-se nos níveis de suporte e resistência para otimizar retornos.

  • Ações caem 24%: As ações da Oi (OIBR3) despencaram mais de 24%, sendo cotadas a R$ 0,40 após afastamento da diretoria e do conselho de administração.
  • Plano de transição de 30 dias: A juíza Simone Chevrand determinou um plano emergencial de 30 dias para garantir a continuidade dos serviços sob nova administração.
  • Decisão dos credores: Futuro da empresa depende da decisão dos credores, que podem optar por liquidação ou continuar com a recuperação judicial.
  • Risco de pré-falência: A empresa está em situação de "pré-falência", com a venda de ativos e inconsistências financeiras levantadas pela Justiça.
  • Impacto na infraestrutura nacional: Manutenção dos serviços é crucial, já que a Oi possui papel essencial em órgãos públicos e sistemas de defesa aérea.

  • Ibovespa fecha em queda de 0,49%, aos 145.517,35 pontos, refletindo a aversão a risco com a paralisação do governo dos EUA.
  • Dólar encerra em leve alta de 0,11%, cotado a R$ 5,3286, em meio à incerteza política interna e externa.
  • No ambiente doméstico, foco dos investidores esteve na tramitação de propostas tributárias importantes no Congresso, incluindo mudança no IR e taxação financeira.
  • Entre as ações destacadas, Braskem (BRKM5) subiu quase 5% devido à aprovação pelo CADE para possível venda de partes da empresa.
  • Wall Street fecha em alta modesta com setor farmacêutico em destaque e expectativa de corte de juros pelo Fed após dados de emprego fracos.
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