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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Privatização da Copasa (CSMG3): O governo de Minas Gerais sancionou a lei que autoriza a desestatização da Copasa, permitindo que o Estado deixe de ser o controlador da companhia.
  • Permanência da Golden Share: O governo manterá a golden share, garantindo poder de veto sobre decisões estratégicas após a privatização.
  • Modelo de Corporation: A nova estrutura da empresa não permitirá a concentração de poder decisório por nenhum acionista, o que pode impactar na dinâmica de governança.
  • Utilização dos Recursos: Recursos da privatização serão usados para amortizar a dívida do Estado e no fundo estadual de saneamento, o que pode influenciar a percepção de risco do mercado.
  • Compromissos Pós-Privatização: O novo controlador terá que cumprir objetivos de universalização dos serviços e garantir tarifas sociais para populações vulneráveis, afetando diretamente a operação e posicionamento de mercado da Copasa.

  • Ouro e prata em ascensão: O ouro está avançando, renovando recordes, enquanto a prata subiu quase 4%, alcançando US$ 70 pela primeira vez.
  • Expectativas de juros: A expectativa de redução dos juros nos Estados Unidos está impulsionando os preços dos metais.
  • Conflitos internacionais: Avanço de conflitos internacionais ajudando na procura por ativos de segurança, como ouro e prata.
  • Sentimento do mercado: O mercado está mais otimista em relação ao desempenho de ativos considerados seguros devido ao cenário global.
  • Ações para traders: Traders devem monitorar anúncios de política monetária nos EUA e desenvolver estratégias para aproveitar a alta de preços nos metais.

  • Transição de Liderança: Hapvida (HAPV3) anunciou a saída do CEO Jorge Pinheiro e a nomeação de Luccas Augusto Adib como sucessor, com transição ao longo de 2026, mantendo Pinheiro como chairman executivo.
  • Reação do Mercado: Mercado reagiu com volatilidade, com ações subindo mais de 3% na abertura e operando próximas de R$ 14,06 no início da tarde.
  • Impacto e Estratégia: Analistas veem impactos mistos. A sucessão interna mantêm dúvidas sobre alterações estratégicas imediatas e riscos de execução são observados.
  • Expectativa de Ajustes: Investidores monitoram potenciais reforços em disciplina de capital e transparência, enquanto avaliam a capacidade da nova liderança em destravar valor.
  • Oscilação das Ações: HAPV3 apresentou oscilação no pregão, refletindo cautela dos investidores e expectativa sobre os resultados futuros da nova gestão.

  • Preço-Alvo e Recomendação: BTG Pactual fixou o preço-alvo da Cosan (CSAN3) em R$ 10,50, representando um potencial de valorização de 93%. Recomendação de compra reiterada.
  • Portfólio Diversificado: Presença em várias áreas como açúcar e etanol (Raízen), logística e agronegócio (Rumo), lubrificantes (Moove), e distribuição de gás (Compass), abrindo oportunidades de criação de valor.
  • Desafios e Necessidades de Capital: Raízen preocupa com alto endividamento, necessitando potencial aumento de capital de R$ 10 bilhões. Superando isso, Cosan pode se tornar mais enxuta e rentável.
  • Compass como Destaque: Vista como grande acerto, expandindo produção e relevância do gás na matriz energética, além de apostar em novos serviços.
  • Valorização Potencial: Com desconto atual de 34%, Cosan é vista como geradora de valor com possível grande valorização ao reduzir percepção de intermediária entre acionistas e subsidiárias.

  • Valor Total do JCP: Schulz (SHUL4) aprovou a distribuição de R$ 35,75 milhões.
  • Data de Pagamento: O pagamento ocorrerá em 25 de fevereiro de 2026, permitindo planejamento de fluxo de caixa.
  • Data Base: Os acionistas com ações em 29 de dezembro de 2025 terão direito ao provento; as ações passam a ex-JCP em 30 de dezembro.
  • Valor por Ação: R$ 0,1043 por ação preferencial e R$ 0,0948 por ação ordinária, com retenção de 15% de IR.
  • Política de Remuneração: A distribuição mantém a política de previsibilidade financeira para os acionistas.

  • Dividendo aprovado: Technos (TECN3) vai distribuir R$ 25 milhões em dividendos, conforme decisão recente baseada no balanço de setembro de 2025.
  • Data ex-dividendos: As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 2 de janeiro de 2026; investidores precisam estar posicionados até 30 de dezembro de 2025 para garantir o direito ao provento.
  • Pagamento em parcelas: O pagamento dos dividendos será feito em duas vezes ao longo de 2026; a primeira parcela será paga até 27 de fevereiro.
  • Parcela final: A segunda parcela dos dividendos será distribuída até 30 de dezembro de 2026, proporcionando um fluxo regular aos acionistas.
  • Planejamento financeiro: O cronograma permite que investidores planejem o recebimento dos dividendos, sugerindo estabilidade de fluxo.

  • Altas em Metais Preciosos: Ouro, prata e platina encerraram a sessão em alta, com destaque para o salto de 9,5% da platina.
  • Dólar Enfraquecido e Juro em Expectativa de Queda: Marcos principais incluem a fraqueza do dólar e expectativas de cortes de juros a longo prazo nos EUA.
  • Fed e Perspectivas de Taxas: Não há expectativa de alteração iminente nas taxas do Fed, mas cortes são previstos para 2026.
  • PIB dos EUA e Expectativas de Mercado: PIB acima do esperado e inflação pressionando horizonte de cortes de juros para abril de 2026.
  • Tensões Geopolíticas: Conflitos como EUA-Venezuela e Rússia-Ucrânia mantêm metais preciosos no radar dos investidores.

  • Secretaria Nacional de Aviação Civil aprova plano da Aena: A operadora Aena, concessionária do Aeroporto de Congonhas, recebeu parecer favorável para retomar voos internacionais.
  • Foco em rotas de curta e média distância: O plano aprovado prevê a retomada de voos para destinos na América do Sul.
  • Data de início das operações internacionais: A previsão é que os voos internacionais retornem a partir de 2028.
  • Impacto potencial para ações do setor aéreo: A aprovação pode gerar movimentações positivas nas ações de empresas aéreas e da concessionária.
  • Estratégia de expansão: A Aena busca fortalecer a conectividade regional e aumentar a competitividade no mercado sul-americano.

  • Iguatemi antecipa R$ 200 milhões em dividendos: O montante refere-se ao período de janeiro a setembro de 2025.
  • Pagamento em quatro parcelas em 2026: Cada parcela terá uma data de corte específica, impactando negociações ex-dividendos.
  • Ações negociadas ex-dividendos: As ações Iguatemi (IGTI11) serão negociadas ex-dividendos após cada data-base do cronograma.
  • Estratégia de previsibilidade: A iniciativa busca organizar o fluxo de pagamentos, reforçando a política de remuneração constante.
  • Consistência na política financeira: A antecipação dos dividendos mantém o histórico de retorno de capital da Iguatemi.

  • Expediente Bancário: BTG Pactual (BPAC11) suspenderá atividades nos dias 24, 25 e 31 de dezembro de 2025, e 1º de janeiro de 2026.
  • Renda Variável e Tesouro Direto: Não haverá pregão na B3 e Tesouro Direto nos dias 24, 25 e 31/12/2025, com suspensão de operações e atraso nas liquidações.
  • Câmbio: Operações de câmbio estarão totalmente suspensas dias 24, 25 e 31/12/2025 e 1/01/2026; planejamento necessário para evitar atrasos.
  • Contas Internacionais: Variação nos horários de funcionamento, com renda variável até 15h e renda fixa até 16h nos dias 24 e 31/12/2025.
  • Pix e Criptoativos: Seguirão funcionando normalmente, sem interrupções durante os feriados.

  • Anvisa proíbe venda e propaganda de medicamentos das marcas Bwell e Needs, pertencentes ao grupo RD Saúde (RADL3), impactando redes Raia e Drogasil.
  • Proibição se aplica a todas as plataformas, incluindo sites de farmácias, pessoas físicas, jurídicas e meios de comunicação.
  • O grupo RD Saúde alega que os medicamentos estão registrados e planeja entrar com recurso para reverter a decisão da Anvisa.
  • Proibição não afeta cosméticos e cuidados diários, mas suplementos e vitaminas precisam de atenção quanto à classificação.
  • Impacto potencial sobre ações da RADL3 (Raia Drogasil) pode ser relevante, dependendo das ações e pronunciamentos futuros da empresa.

  • Dividendos e JCP aprovados: JSL (JSLG3) aprovou distribuição de R$ 543,7 milhões em dividendos e JCP, totalizando um pagamento de R$ 1,91 por ação.
  • Detalhamento dos proventos: R$ 0,431227048 por ação em JCP e R$ 1,480300002 por ação em dividendos.
  • Condição de aprovação: Decisão ad referendum aguarda aprovação em assembleia geral ordinária junto ao balanço de 2025.
  • Estratégia financeira: Alinhamento com política de remuneração e estratégia financeira da JSL.
  • Compromisso com retorno de capital: Operação destaca compromisso com retorno de capital, pendente de aprovação final em assembleia.

  • Suzano (SUZB3) anuncia aumentos de preços: A empresa comunicou que elevará os preços da celulose a partir de janeiro em todas as regiões.
  • Aumento na Ásia: O preço da celulose, incluindo a China, subirá US$ 20 por tonelada, após um aumento semelhante em dezembro.
  • Reajustes significativos na América do Norte e Europa: Nestes mercados, os aumentos serão de US$ 120 por tonelada.
  • Preço na Europa: Após o reajuste, o preço da celulose passará de US$ 1.130 para US$ 1.250 por tonelada.
  • Oportunidade para monitorar impactos: Traders devem observar possíveis influências nas ações SUZB3 devido a esses ajustes de preços.

  • Distribuição de JCP: BTG Pactual (BPAC11) irá distribuir juros sobre capital próprio de R$ 0,049458534 por ação e R$ 0,148375602 por unit, com imposto retido na fonte de 15%.
  • Data de Ex-direitos: As ações serão negociadas ex-direitos a partir de 30 de dezembro de 2025, afetando estratégias de negociação de curto prazo.
  • Data de Pagamento: O crédito será realizado em 13 de fevereiro de 2026, permitindo planejar entrada e saída de caixa para investidores.
  • Data-base: Acionistas com posição em 29 de dezembro de 2025 terão direito ao pagamento, importante para estratégias de alocação de ativos.
  • Impacto Positivo: Reforço na política de retorno aos investidores pode aumentar a confiança no banco e influenciar o preço das ações positivamente.

  • Feriados de fim de ano na B3: A B3 comunica a suspensão de operações em 25 de dezembro (Natal), 31 de dezembro (véspera de Ano Novo) e 01 de janeiro (Ano Novo). Nesses dias, todas as negociações de ações, ETFs, derivativos e renda fixa privada estão suspensas.
  • Retomada das operações: As atividades normais da B3 serão retomadas em 26 de dezembro e 02 de janeiro, com todos os segmentos abertos, incluindo serviços de compensação, liquidação e empréstimo de ativos.
  • Horários de negociação: Fora dos dias de feriado, os horários de negociação permanecem os mesmos: Mercado de Ações (10h às 18h), Mercado de Balcão Organizado (10h às 18h), e Mercado de Derivativos (09h às 18h30).
  • Ibovespa como indicador: O índice Ibovespa continua sendo um termômetro central para o mercado de ações brasileiro, refletindo a média ponderada das ações mais negociadas e servindo como parâmetro de confiança econômica.
  • Impacto da volatilidade do Ibovespa: Alterações no índice indicam otimismo ou pessimismo do mercado, sendo crucial para investidores avaliarem riscos e oportunidades antes de fazerem suas movimentações.

  • Internação de Bolsonaro: Alexandre de Moraes autorizou internação de Jair Bolsonaro para cirurgia de hérnia inguinal.
  • Segurança: Polícia Federal cuidará da segurança, com operação discreta no hospital DF Star em Brasília.
  • Restrições: Proibida entrada de eletrônicos; apenas Michelle Bolsonaro terá acesso livre.
  • Contexto: Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe e enfrenta complicações de saúde desde ataque em 2018.
  • Procedimento cirúrgico: Segundo laudo, cirurgia não é emergência; detalhes foram definidos recentemente.

  • Plano & Plano (PLPL3) aprova dividendos: R$ 100 milhões em dividendos intercalares aprovados, equivalentes a R$ 0,49282986754 por ação ordinária.
  • Data ex-dividendos: Ações negociadas ex-dividendos a partir de 30 de dezembro de 2025.
  • Direito aos acionistas: Apenas acionistas com posição em 29 de dezembro de 2025 terão direito aos dividendos.
  • Pagamento dos dividendos: Pagamento previsto para 1º de julho de 2026.
  • Impacto para investidores: Reforço no retorno de recursos e previsibilidade através da política de distribuição de lucros da companhia.

  • JCP Aprovado: Equatorial (EQTL3) aprova R$ 167,7 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP).
  • Data Ex-JCP: Ações negociadas ex-JCP a partir de 30 de dezembro.
  • Valor por Ação: JCP será de R$ 0,13328049985 por ação.
  • Data de Corte: Direito ao JCP para investidores com posição em 29 de dezembro de 2025.
  • Confiança do Mercado: A distribuição de JCP reforça a confiança dos investidores na estabilidade financeira da Equatorial.

  • Banco do Brasil lança "Pix de presente": Funcionalidade permite adição de cartões digitais temáticos e mensagens personalizadas em transferências via Pix.
  • Disponibilidade no App: Recurso já disponível para clientes pessoas físicas no app do BB, permitindo compartilhamento em apps de mensagens.
  • Colaboração artística: Funcionalidade inclui ilustrações de artistas nacionais, destacando a cultura brasileira em datas comemorativas.
  • Uso gratuito em 2023: Durante o Natal, o serviço é oferecido gratuitamente; cobrança começará em 2026, a partir de R$ 0,99 por envio.
  • Impacto no mercado financeiro: Evolução do Pix pode influenciar percepções de consumidores e investidores sobre inovação e competitividade do BBAS3.

  • Projeção de Preço-alvo: Banco Safra atualiza preço-alvo da ação BBAS3 para R$ 25, com potencial de alta de 17%, mantendo recomendação neutra.
  • Inadimplência e Renegociação: Banco do Brasil enfrenta inadimplência elevada no agronegócio, com renegociações de dívidas aguardadas para 2026.
  • Postura Criteriosa de Crédito: Estratégia do banco inclui concessão de crédito a clientes com maior capacidade de pagamento.
  • Retorno Sobre Patrimônio (ROE): Projeção de lucro para 2026 é de R$ 22,187 bilhões, com ROE de 12%, 13% abaixo do consenso.
  • Custo do Risco: Espera-se redução marginal do custo do risco para 5,3%, permanecendo acima da média histórica.

  • Revisão Tarifária Positiva: A Copasa (CSMG3) viu suas ações aumentarem cerca de 4% após uma revisão tarifária positiva divulgada pela agência regulatória mineira.
  • Privatização no Radar: A perspectiva de privatização da Copasa está no radar dos investidores, aumentando o interesse nas ações da empresa.
  • Recomendação de Compra: A recomendação de compra das ações da Copasa foi elevada, dobrando o preço-alvo, sinalizando um potencial de valorização significativo.
  • Impacto no Mercado: Traders devem observar o impacto continuado dessa revisão tarifária sobre o volume de negociação e percepção de valor das ações.
  • Monitoramento de Eventos Futuros: É crucial acompanhar novos anúncios sobre a privatização para identificar oportunidades de movimentação de preços.

  • Aumento de capital: Magazine Luiza (MGLU3) anuncia aumento de capital de R$ 400 milhões, com bonificação de ações aos acionistas.
  • Bonificação de ações: Acionistas receberão 1 nova ação para cada 20 ações ordinárias detidas até 29 de dezembro de 2025.
  • Data ex-bonificação: A partir de 30 de dezembro de 2025, ações serão negociadas “ex-bonificação”.
  • Movimento do mercado: Às 14h50, ações MGLU3 subiam 3,67%, a R$ 9,32, figurando entre as maiores altas no Ibovespa.
  • Impacto contábil: A operação é um rearranjo contábil, ampliando o número de ações sem diluição dos acionistas e sem entrada de novos recursos.

  • Antecipação do FGTS: Governo libera R$ 7,8 bilhões para 14,1 milhões de trabalhadores.
  • Impacto Econômico: Espera-se injeção de R$ 3,8 bilhões na economia até 30 de dezembro.
  • Cronograma de Pagamento: Primeira etapa até 30 de dezembro de 2023, e segunda até fevereiro de 2026.
  • Estimulação Econômica: Medida visa impulsionar atividade econômica antes das eleições de 2026.
  • Salário Mínimo e IR: Reajuste do salário e nova faixa de isenção previstos para 2026.

  • Inflação Subiu: Prévia da inflação subiu 0,25% em dezembro, abaixo das expectativas dos economistas da Reuters.
  • Ibovespa em Alta: Ibovespa fechou com alta de 1,39%, alcançando novamente a marca de 160 mil pontos.
  • Impacto do IPCA-15: A surpresa positiva dos dados do IPCA-15 contribuiu para a alta do mercado.
  • Influência Externa: Dados econômicos dos EUA também impactaram positivamente o desempenho da bolsa brasileira.
  • Oportunidades de Compra: Com a recuperação do Ibovespa, analistas veem potencial para ações de setores específicos se valorizarem.

  • PIB dos EUA acima do esperado: Este dado indica um desempenho econômico mais forte, reduzindo temores de uma desaceleração acentuada.
  • Narrativa de "soft landing": Refletiu positivamente nas expectativas de investidores quanto ao crescimento econômico dos EUA.
  • Impacto nas taxas de juros: As expectativas de juros pelo Fed podem se ajustar com base neste dado mais positivo.
  • Movimento do dólar: O dólar teve uma forte alta nesta sessão, influenciado pelas notícias do PIB.
  • Influência em negociações futuras: Traders devem monitorar como a sequência de dados econômicos impactará o planejamento de políticas monetárias.

  • Crescimento Econômico dos EUA: PIB robusto e aceleração do PCE adiam expectativas de cortes de juros, mantendo rendimentos dos Treasuries altos e bolsas americanas em leve alta.
  • Metais Preciosos e Dólar: Em ambiente de liquidez apertada, o dólar enfraquece enquanto metais preciosos renovam máximas apoiados por tensões geopolíticas.
  • Mercado Brasileiro: O real aprecia e Ibovespa supera 160 mil pontos com redução de ruídos políticos e leilão de linha do BC; juros futuros aliviam parte da alta inicial.
  • IPCA-15 e Selic: IPCA-15 alinhado, mas com pressão em serviços, mantém viés de alta na curva de juros e reforça perspectiva de cortes de Selic no futuro.
  • Desempenho Setorial no Ibovespa: Bancos sobem com anúncios de JCP, JSL se destaca após aprovação de dividendos; setores de commodities e saneamento mostram força, enquanto petroquímica e saúde enfrentam quedas pontuais.

  • Suspensão em 24 de dezembro: O Ibovespa não terá pregão na véspera de Natal, com todas as operações na B3 sendo paralisadas.
  • Segmentos afetados: A suspensão abrange ações, ETFs, serviços de compensação, liquidação e empréstimos de ativos.
  • Retorno das operações em 26 de dezembro: As atividades da B3 retornam normalmente na sexta-feira, incluindo todos os mercados de renda variável, fixa e câmbio.
  • Importância do Ibovespa: Utilizado como principal referência para investidores, o Ibovespa é essencial para medir o desempenho das carteiras.
  • Perfil dos investidores na B3: Predominância masculina entre 36-45 anos, com um aumento gradual de participação feminina, especialmente em São Paulo.

  • IPCA-15 Abaixo do Esperado: O IPCA-15 de dezembro foi de 0,25%, abaixo da expectativa de 0,29%, encerrando 2025 com um acúmulo de 4,41%.
  • Inflação de Serviços Preocupante: Pressão contínua na inflação de serviços pode adiar cortes na Selic para março de 2026, com possível estabilização em torno de 13%.
  • Fatores de Oferta Beneficiando Preços: Grande safra de alimentos, câmbio favorável e entrada de bens importados da China contribuíram para o arrefecimento dos preços.
  • PIB dos EUA Acima do Esperado: Crescimento do PIB dos EUA foi de 4,3% no 3T25, superando a expectativa e podendo afetar decisões futuras do Fed.
  • Impacto nas Decisões de Juros: Expectativa para cortes de juros pelo Fed em junho de 2026 diminuiu, com necessidade de mais dados econômicos.

  • BCE mantém taxas de juros inalteradas: Banco Central Europeu manteve taxa de juros em 2,00% e revisou projeções econômicas, com inflação esperada de 2,1% para 2025.
  • Inflação dos EUA desacelera em novembro: CPI apresentou alta de 0,2% no trimestre, com núcleo desacelerando para 2,6% em 12 meses, mas dados podem ter distorções devido à falta de coleta em outubro.
  • Banco Central do Japão aumenta taxas: BOJ eleva taxa de juros para 0,75%, nível mais alto em quase 30 anos, mantendo possibilidade de novas elevações se a economia evoluir conforme expectativas.
  • Aumento do IPCA-15 no Brasil pressiona expectativas de manutenção da Selic: Alta de 0,25% em dezembro, com estabilidade nas pressões inflacionárias, sugere manutenção da taxa de juros em janeiro.
  • Recomendações de investimento: BTG Pactual, Daycoval e Banco Sofisa oferecem CDBs e LCA com rendimentos competitivos ao IPCA+, destacando-se pela proteção do Fundo Garantidor de Créditos.

  • Mercados Mistas: As bolsas europeias fecharam mistas, refletindo a incerteza no mercado.
  • Impacto de Dados dos EUA: Informações econômicas dos EUA influenciaram o desempenho das ações na Europa.
  • Tensões Geopolíticas: Os atritos comerciais entre a UE e a China adicionaram pressão aos mercados europeus.
  • Setores em Destaque: Investidores devem ficar atentos à performance dos setores de bancos e saúde, que estiveram em alta neste período.
  • Estratégia de Risco: Recomenda-se cautela nos investimentos enquanto a volatilidade permanece elevada devido a fatores externos.

  • Sucessão de CEO na Hapvida: Jorge Pinheiro deixará o cargo de CEO para assumir a presidência do conselho, com Luccas Adib sendo preparado para sucedê-lo ao longo de 2026.
  • Desafios do Turnaround: A Hapvida enfrenta dificuldades operacionais após a fusão com a NotreDame Intermédica, com foco na integração de sistemas, controle de sinistralidade e redução de custos.
  • Visão dos Analistas: Safra, J.P. Morgan, Citi e Bradesco/Ágora têm visões neutras ou mistas sobre a sucessão, apontando para continuidade, enquanto esperam evidências de melhorias operacionais.
  • Recuperação Operacional: O foco está na recuperação das margens nas regiões Sul e Sudeste e no fortalecimento da alocação de capital e disciplina financeira.
  • Preços-alvo e Recomendações: J.P. Morgan, Citi e Safra estão neutros na Hapvida com preços-alvo, enquanto o Bradesco/Ágora recomenda compra sem especificar seu alvo.

  • Data da Internação e Cirurgia: Bolsonaro será internado na quarta-feira, dia 24, para uma cirurgia de hérnia inguinal.
  • Autorização do STF: A internação e cirurgia foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
  • Impacto Político: A autorização ocorre após Bolsonaro ser condenado pela maioria do STF por tentativa de golpe.
  • Foco do Mercado: Atenção para a reação do mercado financeiro e possíveis impactos políticos com a internação do ex-presidente.
  • Eventos Anteriores: Bolsonaro já havia passado por uma cirurgia de pele recentemente, também autorizada pelo STF.

  • Mudança de Ticker Azul: AZUL4 foi substituído por AZUL54, com novo lote padrão de 10 mil ações; o preço de tela é uma cesta inteira e deve ser dividido por 10 mil para valor unitário.
  • Impacto nos Preços: Às 13h51, AZUL54 cotada a R$ 4.999,99, equivalendo a R$ 0,499999 por ação, uma queda de 38,27% em relação ao fechamento anterior de R$ 0,81.
  • Oferta Pública e Diluição: A mudança faz parte de uma oferta pública relacionada ao plano de recuperação sob Chapter 11; cerca de R$ 7,44 bilhões em ações serão distribuídos, diluindo atuais acionistas não participantes.
  • Data de Negociação das Novas Ações: Ações preferenciais e ordinárias da oferta começarão a ser negociadas em 8 de janeiro de 2026, sob códigos AZUL54 e AZUL53, respectivamente.
  • Direito de Subscrição: Azul prevê direitos preferenciais para subscrição de novos papéis, com lotes mínimos de 1 milhão de ações ordinárias ou 1 mil preferenciais, para atuais acionistas.

  • Novo cenário tributário em 2026: Dividendos começaram a ser taxados em 10%, levando empresas a antecipar distribuições em 2025.
  • Alternativas tributárias: Buybacks de ações e bonificações se destacam como estratégias para mitigar impacto fiscal sobre dividendos.
  • Importância da eficiência de capital: Empresas beliscando projetos com alto retorno sobre capital (ROIC) tendem a ser a nova preferência do mercado.
  • Tendência de americanização: Expectativa de aumento no uso de recompra de ações no Brasil, similar a práticas em grandes empresas dos EUA.
  • Revisão de indicadores: Foco dos investidores deverá migrar de dividend yield para shareholder yield (dividendos + recompras) em 2026.

  • Ações de Saúde Impulsionam Mercado Europeu: As ações europeias fecharam em alta, com o índice STOXX 600 subindo 0,4%, impulsionado por ganhos no setor de saúde.
  • Desempenho de Novo Nordisk: Ações da Novo Nordisk subiram 9,2% após aprovação da FDA para seu comprimido de perda de peso, superando Eli Lilly.
  • Como isso Afeta o Setor: O setor de saúde na Europa teve alta de 1,4%, destacando-se entre os outros setores.
  • Indicador de Volatilidade: O VSTOXX caiu 0,36 ponto, alcançando 14,04, seu nível mais baixo em um ano.
  • Movimentos dos Índices Locais:
    • LONDRES: FTSE 100 +0,24%
    • FRANKFURT: DAX +0,22%
    • PARIS: CAC 40 -0,21%
    • MILÃO: FTSE/MIB +0,03%
    • MADRI: IBEX 35 +0,14%
    • LISBOA: PSI 20 -0,27%

  • PIB dos EUA no 3º trimestre cresceu 4,3%, superando a projeção de 3,3%.
  • Inflação pelo PCE subiu 2,8% em termos anualizados, com núcleo a 2,9%.
  • Tarifas são creditadas por Trump pelo desempenho econômico positivo.
  • Indicadores econômicos dos EUA podem continuar melhorando, segundo Trump.
  • Processo sobre tarifas nos EUA continua na Suprema Corte, atenção para possíveis impactos.

  • Nova listagem na B3: A fusão entre Petz (PETZ3) e Cobasi resultará no Grupo Petz Cobasi, listado com o ticker AUAU3 a partir de 5 de janeiro.
  • Mudança de liderança: Paulo Nassar, antes CEO da Cobasi, assume como CEO do grupo unificado, enquanto Sergio Zimerman, ex-CEO da Petz, torna-se presidente do conselho de administração.
  • Aprovação regulatória: O Cade aprovou a fusão, com algumas condições, as quais foram aceitas confortavelmente pelas duas empresas.
  • Impactos esperados: A fusão promete gerar preços mais competitivos no mercado pet, sem riscos para a concorrência.
  • Reestruturação acionária: A operação inclui aumento de capital, incorporação de ações da Petz e reorganização societária, tornando a Petz uma subsidiária da Cobasi.

  • Contrato com Petrobras: OceanPact (OPCT3) assinou contrato de R$ 500 milhões com Petrobras (PETR4) para afretamento do navio Rochedo de São Paulo por quatro anos.
  • Escopo do Acordo: O contrato inclui o manuseio e manutenção de mangotes de offloading e navios aliviadores ao longo do litoral brasileiro.
  • Navio Rochedo de São Paulo: Trata-se de um navio de apoio offshore (AHTS-TO), crucial para operações marítimas.
  • Histórico de Contratos: Em agosto, OceanPact fechou acordos de R$ 3,2 bilhões com a Petrobras e em setembro novos contratos de R$ 700 milhões para monitoramento ambiental.
  • Posição de Mercado: OceanPact, listada na B3 desde 2021, possui uma frota robusta de 28 embarcações e o maior inventário de equipamentos de emergência offshore na América Latina.

  • Queda das ações: As ações da Innospace despencaram quase 29% em Seul, marcando o maior declínio diário desde sua listagem.
  • Falha no lançamento: O primeiro foguete comercial lançado no Centro Espacial de Alcântara caiu 30 segundos após a decolagem, impactando negativamente as ambições da Innospace.
  • Impacto geopolítico: A falha em Alcântara ocorre em meio a uma década de disputas geopolíticas sobre parcerias estrangeiras para lançamentos no local.
  • Impacto do histórico: Comparações foram feitas com o acidente de 2003, que atrasou o programa espacial brasileiro por uma geração.
  • Próximos passos: Apesar do fracasso, a Innospace vê os dados como significativos e planeja outro lançamento comercial no primeiro semestre de 2026.

  • Ações Preferenciais (ALPA4): Subiram mais de 3% em resposta à recuperação do mercado.
  • Ações Ordinárias (ALPA3): Registraram um aumento de 5%, destacando-se no pregão.
  • Recuperação pós-boicote: A empresa conseguiu recuperar perdas significativas ocorridas após um boicote anterior.
  • Mercado Responde Positivamente: O valor de mercado da Alpargatas aumentou significativamente, refletindo a confiança dos investidores.
  • Oportunidade para Traders: O movimento positivo nas ações pode indicar uma tendência de alta para análise técnica futura.
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