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  • Preço-alvo elevado: O Scotiabank elevou o preço-alvo das ações PETR4 de R$ 38 para R$ 44, representando um potencial de valorização de 26,5%.
  • Fluxo de caixa robusto: A Petrobras apresenta um fluxo de caixa livre de 12,8%, mesmo com o Brent a US$ 55, superior ao consenso de 9%.
  • Vendas domésticas favorecidas: A análise revela dependência maior das vendas de diesel e gasolina no mercado interno em vez de exportações de petróleo bruto.
  • Riscos futuros: Gargalos nas despesas de capital e vulnerabilidades em políticas de governança podem afetar projetos futuros e retornos.
  • Resiliência nas margens: Margens de refino robustas são destacadas como um dos principais fatores de valorização da Petrobras.

  • Ibovespa fecha em baixa de 0,17% a 185.929,33 pontos - O mercado aguarda novos dados para definir a direção, com negociações totalizando R$ 28,2 bilhões.
  • IPCA de janeiro em 0,33% - Inflacionado pela alta da gasolina e baixa da luz elétrica, índice ficou ligeiramente acima das projeções, acumulando 4,44% em 12 meses.
  • Vale e Petrobras têm movimento misto - Ações da Vale recuaram 0,3%, enquanto Petrobras encerrou em alta (PETR3 +0,5%, PETR4 +0,08%).
  • Expectativa pelo payroll dos EUA - Relatório de emprego a ser divulgado poderá influenciar decisões de política monetária, especialmente com mudanças no comando do Fed.
  • Movimento do dólar e destaques de ações - Dólar subiu 0,17% a R$ 5,1969; Braskem (BRKM5) teve alta de 8,27%, enquanto Eneva (ENEV3) caiu 9,66% após cautela no setor energético.

  • Lucro Líquido e Resultados: Suzano (SUZB3) reverteu prejuízo de R$ 6,737 bilhões no quarto tri de 2024, reportando lucro de R$ 116 milhões em 2025. EBITDA ajustado caiu 14%, e receita líquida diminuiu 8%.
  • Preço da Celulose: Recuperação no preço da celulose de fibra curta no último trimestre de 2025, refletindo melhora no sentimento de mercado e sazonalidade, além de menor oferta e custo elevado de madeira na China.
  • Fatores de Receita: Queda anual explicada pela desvalorização do dólar e redução no preço médio da celulose. Parcialmente compensada por aumento de vendas de celulose (+4%) e papel (+10%).
  • Comparações Trimestrais: Receita líquida subiu 8% e EBITDA ajustado aumentou 7% em relação ao trimestre anterior. Menor custo operacional também contribuiu.
  • Programa de Recompra de Ações: Aprovação de recompra de até 40 milhões de ações ordinárias para alocação eficiente de capital e sinalização de confiança. Prazo de 18 meses até agosto de 2027.

  • Alta no Ebitda: O Ebitda normalizado da TIM foi de R$ 3,67 bilhões, apresentando um aumento de 9,7% em relação ao último trimestre de 2024.
  • Crescimento do lucro líquido: A TIM registrou um lucro líquido de R$ 1,35 bilhões no quarto trimestre de 2025, demonstrando uma alta anual de 28%.
  • Performance de ações (TIMS3): Os resultados financeiros positivos podem influenciar a movimentação das ações da TIM na bolsa.
  • Análise de mercado: Traders devem observar o impacto dos resultados trimestrais nos preços das ações, especialmente devido ao crescimento expressivo nos lucros.
  • Expectativas futuras: O desempenho financeiro sólido pode gerar perspectivas otimistas para o próximo trimestre e impactar decisões de investimento na TIM.

  • Produção Recorde: A produção média do quarto trimestre foi de 3,081 milhões de boe/d, um aumento de 18,6% em comparação ao mesmo período do ano passado, mas uma ligeira queda de 1,1% em relação ao trimestre anterior.
  • Aumento de Reservas: A Petrobras adicionou 1,7 bilhão de boe em reservas em 2025, resultando em um índice de reposição de reservas de 175%.
  • Desempenho do Pré-Sal: No pré-sal, houve um aumento de produção de 20,1% em comparação com o mesmo trimestre de 2024, atingindo 2,114 milhões de boe/d.
  • Vendas Internas de Derivados: As vendas de derivados no mercado interno subiram 0,7% no quarto trimestre de 2025 em relação ao ano anterior, mas com queda de 2,7% no diesel comparado ao trimestre anterior.
  • Produção de Derivados: A produção total de derivados caiu 6,4% ante o quarto trimestre de 2024, com um fator de utilização do parque de refino em 89%, em parte devido a manutenção e ampliação na REVAP.

  • Aumento da Produção: A Petrobras aumentou a produção em 18,6% no 4T25 comparado ao ano anterior, atingindo uma média de 3,081 milhões de boed.
  • Exportações de Petróleo: Exportações subiram 78,6% no 4T25 em relação ao mesmo período de 2024, chegando a 1,236 milhão de bpd, com a China como principal destino.
  • Vendas de Diesel: Crescimento de 7,7% nas vendas de diesel comparado ao 4T24, mas queda de 2,7% frente ao 3T25.
  • Importações Aumentam: Importações elevaram-se em 66,7% no 4T25 comparado ao ano anterior, enquanto a importação de diesel aumentou 341,2%.
  • Mudança nas Dinâmicas Internas: Aumento das exportações e importações sugestionado por maior produção e alterado processamento nas refinarias.

  • Renúncia da liderança atual: Presidente Edgard Corona e CFO André Pezeta renunciam.
  • Planejamento sucessório: Mudanças fazem parte de estratégia para fortalecer governança corporativa.
  • Novos indicados: Diogo Corona assumirá como CEO e José Rizzardo Pereira como CFO.
  • Perfil dos novos líderes: Diogo é diretor de operações com 15 anos de experiência na empresa; José Luís atua há 6 anos e lidera RI, M&A, Planejamento Financeiro e Tesouraria.
  • Data de implementação: As mudanças serão implementadas a partir de 02 de março de 2026.

  • Construtoras desafiam cenários adversos: Mesmo com Selic a 15% e hipoteca a 14% em 2025, construtoras de média e alta renda mantêm volume e margem.
  • Recomendações do BTG para 2026: O banco revisa sua tese para oito construtoras; Cyrela (CYRE3) permanece como "top pick".
  • Principais recomendações de compra: Cyrela (CYRE3) com alta potencial de 28%, Eztec (EZTC3) 31%, Helbor (HBOR3) 49%, Lavvi (LAVV3) 33%, e Trisul (TRIS3) 27%.
  • Helbor (HBOR3) ganha destaque: Promoção a "compra" por estar "excessivamente descontada", preço-alvo de R$ 4,10.
  • Melnick (MELK3) rebaixada a "neutra": Decisão baseada em limitadas oportunidades de crescimento e riscos associados à expansão fora do atual mercado.

  • Produção Total: 4T25 registrou 3,109 milhões de boed, estável trimestralmente (-1,1%) mas 18,3% superior ao 4T24.
  • Produção Anual Recorde: 2025 encerrou com 4,32 milhões de boed, superando o recorde de 2023.
  • Produção no Pré-Sal: Mantida em 2,114 Mbpd no 4T25, representando 82% da produção total da companhia.
  • Exportações Líquidas: Atingiram 841 mil barris por dia no 4T25, com alta de 16,3% sobre o 3T25 e 84,8% sobre o 4T24.
  • Vendas de Derivados e Refino: Mercado interno somou 1,771 milhão de bpd no 4T25, com queda trimestral de 1,8% e alta anual de 0,7%; fator de utilização de refino caiu para 89%.

  • Crescimento nas Vendas: A Petrobras reportou um crescimento de 19% nas vendas totais no 4º trimestre de 2025.
  • Aumento Anual: No acumulado de 2025, as vendas aumentaram mais de 7%, totalizando 3,12 milhões de bpd.
  • Impacto no Mercado: Traders devem observar possíveis respostas positivas no mercado devido ao sólido desempenho trimestral.
  • Expectativas para PETR4: O desempenho positivo pode gerar uma tendência de alta nas ações PETR4 no curto prazo.
  • Foco na Produção: Atenção na faixa superior da meta de produção de petróleo e gás prevista para 2025.

  • Transferência de Gestão: Antes de pedir recuperação judicial, a Fictor transferiu a gestão de três FIDCs para a QORE.
  • Novo FIDC e Governança: A Fictor criou o Fictor Consignado III já sob a nova custódia, alterando a governança e fluxo de informações dos fundos.
  • Modus Operandi Semelhante: Similaridade nas ações da Fictor com estratégias vistas em outras empresas investigadas, como a REAG, associadas ao Banco Master.
  • Aquisição Controversa: Fictor adquiriu parte de um FIDC vinculado ao Banco Master antes de tentar comprar o banco por R$ 3 bilhões.
  • Conexões e Investigações: QORE e Marcos Jorge estão sob escrutínio devido a operações estruturadas e potenciais conflitos de interesse no mercado financeiro.

  • Suzano (SUZB3) reverteu prejuízo: A empresa registrou um lucro de R$ 116 milhões no 4º trimestre de 2025.
  • Receita líquida: Somou R$ 13,1 bilhões, representando uma queda anual de 8%.
  • Impacto nos lucros: O desempenho positivo reflete uma recuperação frente a períodos anteriores de prejuízo.
  • Ação SUZB3: O resultado pode influenciar positivamente a percepção do mercado sobre a ação.
  • Tendência de recuperação: A reversão do prejuízo pode indicar uma tendência de recuperação financeira da Suzano.

  • Renúncia Executiva: Presidente Edgard Corona e diretor financeiro da Smartfit renunciaram aos seus cargos.
  • Nova Liderança: Diogo Corona foi indicado pelo conselho para assumir a presidência-executiva.
  • Implicações para Ações: Mudanças na alta administração podem gerar volatilidade nos preços das ações no curto prazo.
  • Estratégia de Crescimento: Monitorar mudanças nas diretrizes estratégicas e planos de crescimento sob nova liderança.
  • Análise de Sentimento: Avaliar a reação dos investidores e analistas às mudanças na administração para decisões de compra ou venda.

  • Recomendação Alterada: Bradesco BBI rebaixou a recomendação de compra das ações da Cogna para neutra.
  • Motivo do Rebaixamento: A decisão ocorreu após um salto de 230% nas ações da empresa.
  • Impacto no Mercado: As ações da Cogna registraram queda após o rebaixamento.
  • Outras Empresas: Bradesco BBI manteve as recomendações de compra para Yduqs, Anima e Vitru.
  • Oportunidade para Traders: Monitorar o comportamento das ações da Cogna para possíveis ajustes de portfólio.

  • Volume financeiro no pregão: R$28,25 bilhões.
  • Ibovespa recua puxado por ajustes no mercado.
  • Eneva registra queda significativa impactando o índice.
  • Foco em ações defensivas pode ser estratégico diante das incertezas.
  • Ajustes em carteiras com exposição à Eneva recomendados.

  • Lucro Líquido: Suzano relatou um lucro líquido de R$ 116 milhões no 4T25, revertendo prejuízo de 6,737 bilhões no 4T24.
  • Redução no Ebitda e Receita: Ebitda ajustado caiu 14% para R$ 5,5 bilhões e a receita líquida diminuiu 8% para R$ 13,114 bilhões.
  • Dívida Líquida: A dívida líquida caiu 3% trimestralmente, totalizando US$ 12,6 bilhões e reduzindo alavancagem para 3,2x.
  • Programa de Recompra de Ações: Suzano anunciou novo programa de recompra de até 40 milhões de ações, equivalente a 6,5% do free float, válido por 18 meses.
  • Impacto no Mercado: Objetivo do programa é maximizar valor ao acionista, sinalizando confiança da administração; aquisições serão realizadas na B3 a preços de mercado.

  • Ações do Spotify sobem 14,75%: Resultados trimestrais superam expectativas de Wall Street.
  • Impulso nos usuários premium: Crescimento significativo no número de assinantes premium impulsiona ações.
  • Impacto positivo nos lucros: Aumento de usuários reflete positivamente nos resultados financeiros.
  • Expectativa do mercado: Traders devem observar impacto contínuo deste crescimento nos próximos trimestres.
  • Foco em tecnologia: Importância da inovação em IA e a espera por dados econômicos como o payroll influenciam decisões de trading em NY.

  • Ibovespa: Fechou em queda de 0,17%, aos 185.929,33 pontos, em linha com Wall Street.
  • Dólar: Encerrado em R$ 5,1969, alta de 0,17%.
  • IPCA: Inflação de janeiro subiu 0,33%, acima da expectativa de 0,32%.
  • Ações Destaque: Braskem subiu 8,27%, enquanto Eneva caiu 9,48%.
  • Wall Street & Europa: Dow Jones subiu 0,10% para recorde nominal, enquanto S&P 500 e Nasdaq caíram 0,33% e 0,59%, respectivamente. Stoxx 600 na Europa recuou 0,07%.

  • Ação da Azul desaba 38%: A queda significativa foi atribuída às preocupações sobre um possível atraso na saída do Chapter 11.
  • Reestruturação financeira em risco: Azul alertou que o atraso na reestruturação pode ameaçar a viabilidade dos seus negócios.
  • Impacto cambial sobre ações: Analistas avaliam que ações da Azul estão precificando um dólar irrealista a R$ 6,50.
  • Decisão do CADE em pauta: O pleito sobre a operação com a United Airlines será analisado na quarta-feira, 11.
  • Ações sob pressão constante: Traders devem monitorar desenvolvimentos regulatórios e mudanças de mercado ao decidir manter ou vender ações da Azul.

  • Sinalização do Copom: A Selic foi mantida em 15%, mas o ciclo de flexibilização pode começar em março, com expectativa de cortes de juros acumulando até 4,5%.
  • Previsões para os Juros: Tiago Berriel, do BTG Pactual, prevê um corte inicial de 0,5 ponto percentual, com aceleração dependendo do cenário eleitoral e das condições fiscais.
  • Condições para Aceleração: Berriel afirma que a aceleração nos cortes de juros depende da ausência de políticas fiscais expansionistas e estabilidade no câmbio.
  • Alerta Fiscal: Mansueto Almeida destaca a necessidade de controle de gastos e alerta para um déficit nominal elevado de 8,5% do PIB.
  • Cenário dos EUA: Eduardo Loyo sugere que o Fed deve adotar uma postura mais "hawkish" para a desinflação, considerando mais complicações para cortes de juros nos EUA comparado ao Brasil.

  • Lucro Líquido: A BB Seguridade registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,3 bilhões no 4T25, o que representa uma alta anual de 5,1%.
  • Ação em Alta: As ações da BB Seguridade (BBSE3) subiram 2,30% após a divulgação dos resultados do 4º trimestre.
  • Impacto Positivo: O desempenho financeiro acima das expectativas agradou o mercado, resultando na valorização das ações.
  • Fatores de Crescimento: A alta nos lucros pode ser atribuída a melhorias operacionais e incremento nas receitas de seguros e previdência.
  • Oportunidade de Compra: A valorização recente das ações sugere um momento potencialmente favorável para traders interessados em ações do setor de seguros.

  • Índices Mistos nos EUA: O mercado norte-americano apresentou divergências, com o Dow Jones alcançando um novo recorde.
  • Desempenho do Dow Jones: O índice Dow Jones fechou em alta, estabelecendo uma nova máxima histórica, o que sugere uma força contínua no mercado.
  • Fechamento do Ibovespa: O principal índice da bolsa brasileira finalizou o dia em leve queda, refletindo uma expectativa de novos dados econômicos.
  • Dados Econômicos: Os investidores aguardam a publicação de novos dados econômicos que poderão influenciar os movimentos futuros dos mercados.
  • Impacto para Traders: A estratégia para traders pode envolver um foco nas ações do Dow Jones para potencialização de ganhos, enquanto se monitora de perto as próximas divulgações econômicas.

  • Ações da Eneva (ENEV3) despencam quase 10% após sinalização de preço-teto de leilão muito abaixo do previsto.
  • ANEEL aprovou edital de leilão com preços de reserva que chocaram o mercado por serem menores que o esperado.
  • Investidores devem monitorar a reação do mercado e revisitar projeções para a Eneva, considerando o novo cenário de preços.
  • Alerta para possíveis ajustes de posição em papéis do setor elétrico, com foco na estratégia de empresas concorrentes da Eneva.
  • Impacto esperado no humor do mercado sobre demais empresas de energia em função da sinalização da ANEEL.

  • Banco do Brasil (BBAS3) enfrenta expectativa de queda no lucro devido ao desempenho fraco no setor de agronegócio.
  • A XP projeta desaceleração nas carteiras Corporate e Agro, com qualidade de crédito pressionada, levando a resultados no limite inferior do guidance.
  • JPMorgan vê possibilidade de surpresas positivas se houver sinais de recuperação no agronegócio, dado o pessimismo já precificado.
  • Banco implementa programa de reperfilamento da dívida do agronegócio, o que pode estabilizar a carteira, mas também impulsiona volumes de renegociação.
  • Projeções do JPMorgan indicam lucro de R$ 23,8 bilhões em 2026 e um ROE de 13%, refletindo crescimento mais lento e custos pressionados.

  • E-agro do Bradesco projeta crescimento de 25% no crédito rural até 2026, após dobrar em 2025 para R$5,6 bilhões, focando em serviços financeiros e compra de insumos.
  • Ampliação de serviços inclui crédito para Pessoa Jurídica e Concierge E-agro, para enfrentar altas taxas de juros e inadimplência.
  • Plataforma conta com garantias de financiamento e monitoramento de riscos, assegurando gestão adequada, segundo a head Nadege Saad.
  • Experiência simplificada e uso de inteligência artificial ajudam a reduzir custos de crédito e entender melhor as necessidades dos produtores.
  • Carteira de crédito foca em pequenos e médios produtores, somando R$6,3 bilhões em 2025, dentro de uma carteira total de agronegócio do Bradesco que excede R$130 bilhões.

  • Lucro e ROE: O Itaú registrou um lucro recorde de R$ 46,8 bilhões em 2025, com um ROE de 23,4%, destacando-se significativamente acima dos concorrentes.
  • Eficiência e Carteira de Crédito: O índice de eficiência melhorou para 38,8%, enquanto a carteira de crédito teve um crescimento de 6%, totalizando R$ 1,490 bilhões.
  • Dividendo e Payout: O banco atingiu um payout de 72% em 2025, distribuiu R$ 33,7 bilhões em dividendos e planeja manter o pagamento estável de proventos aos acionistas.
  • Índice de Capital: Terminou 2025 em 12,3%, acima da exigência do Banco Central, com espaço para dividendos adicionais devido à política de proventos excedentes.
  • Guidance Conservadora: A expectativa é de um crescimento cauteloso em 2026, com previsão de aumento do custo de crédito entre R$ 38,5 e R$ 43,5 bilhões.

  • Chegada e comissionamento: A plataforma P-79 chegou ao campo de Búzios dentro do prazo e iniciou o comissionamento para preparar os sistemas de produção.
  • Capacidade de produção: A unidade oferece capacidade de 180 mil barris/dia e compressão de 7,2 milhões m³/dia de gás, agregando escala ao portfólio da Petrobras (PETR4).
  • Próximos passos: A ancoragem e a interligação dos poços são os próximos passos, com impacto potencial no risco operacional e no calendário.
  • Estratégia e operação: A P-79 se junta a outras sete unidades em Búzios, reforçando sua posição estratégica no pré-sal, com planos de 12 FPSOs para o campo.
  • Consórcio e construção: O consórcio envolve Petrobras, CNOOC, CNODC e PPSA. A construção foi liderada pela SAME Netherlands BV, usando módulos de diversos países.

  • Rogério Xavier, da SPX Capital, vê cenários globais mais favoráveis, destacando assimetrias positivas, inclusive para o Brasil.
  • A rotação de portfólios de investidores globais está beneficiando mercados emergentes, com investimento estrangeiro significativo na B3.
  • Expectativa de continuidade no crescimento econômico dos EUA, redução da inflação e cortes de juros pelo Federal Reserve favorece mercados.
  • Redução de tensões geopolíticas melhora perspectivas, mas o investimento das empresas americanas em inteligência artificial é uma preocupação futura.
  • Disputa presidencial no Brasil não deve interromper o fluxo de investimento, mas reformas são necessárias para melhorar situação fiscal.

  • Vale anuncia novos investimentos: A empresa está se movendo para reduzir barragens e planeja investir R$67 bilhões em Minas Gerais, visando a sustentabilidade e eficiência operacional.
  • Foco no segmento de metais básicos: Com esforços concentrados neste setor, a Vale visa fortalecer sua posição no mercado global.
  • Interesse dos investidores globais: Apesar de um recente rali, investidores internacionais continuam preferindo ações da Vale pela sua estratégia agressiva e planos robustos de investimentos.
  • Goldman Sachs reforça recomendação de compra: A instituição financeira mantém sua recomendação de compra para as ações da Vale, destacando perspectivas de crescimento contínuo.
  • Impulsão pelo capital estrangeiro: Os investimentos internacionais estão contribuindo significativamente para o avanço e expansão das operações da Vale.

  • FGC aprova plano para cobrir rombo: O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aprovou um plano para cobrir o déficit do banco Master, o que pode impactar liquidez e confiança no setor.
  • Meta de caixa líquido: O FGC busca garantir que, até o final do primeiro trimestre, tenha caixa líquido compatível com os riscos, o que pode influenciar decisões de investimento a curto prazo.
  • Impacto no sistema financeiro: A recuperação do caixa do FGC é crucial para a estabilidade do sistema financeiro, podendo afetar custos de crédito e condições de financiamento.
  • Oportunidades para traders: A medida pode abrir espaço para operações de trading ligadas a bancos com garantias do FGC, oferecendo potenciais oportunidades de ganho.
  • Monitoramento das ações do FGC: Traders devem acompanhar de perto as ações tomadas pelo FGC nos próximos meses para ajustes estratégicos em portfólios.

  • Bitcoin quebra suporte de US$ 70 mil: A recente queda no preço do Bitcoin rompeu um nível crucial de suporte, impactando negativamente o mercado de criptos.
  • Efeito dominó atinge Ethereum: A diminuição do Bitcoin também pressionou o preço do Ethereum, destacando a correlação entre as duas principais criptomoedas.
  • Fragilidade no sentimento do mercado: O sentimento geral permanece frágil após as liquidações recentes, sugerindo cautela para operações de curto prazo.
  • Ofertas de títulos lastreados em Bitcoin enfrentam resistência: Em Wall Street, há resistência crescente contra novos produtos financeiros vinculados ao Bitcoin.
  • Monitorar tendências de liquidação: Traders devem ficar atentos a novas pressões de venda que possam surgir, dada a instabilidade atual dos preços.

  • Ações da Raízen (RAIZ4) caem para abaixo de R$ 0,80 após rebaixamento de rating.
  • Agências Fitch, S&P e Moody’s retiram grau de investimento, citando liquidez pressionada e alta alavancagem.
  • Contratação de assessores financeiros como Rothschild & Co indica busca por alternativas de capital.
  • Venda de ativos na Argentina considerada para aliviar pressão de caixa, avaliados em mais de US$ 1 bilhão.
  • Traders monitoram possível reestruturação e impactos no mercado de açúcar e etanol.

  • B3SA3 sobe 30%: Ações da B3 foram destaque no mercado, superando concorrentes do setor financeiro, como XP, BTG, Bradesco e Itaú.
  • Recomendações divergentes: BTG rebaixou B3SA3 para neutra, enquanto UBS BB elevou para compra, refletindo análises opostas sobre o papel.
  • Análise BTG: B3SA3 cotada a 16x P/L, considerado alto; riscos reduzidos devido a decisão fiscal favorável, porém vê maior potencial em ações como XP e bancos digitais.
  • Análise UBS BB: Otimista com possível aumento de lucros acima do consenso em 2026-2027, apoio do ciclo de flexibilização monetária e reprecificação do múltiplo.
  • Valuation atual: B3 negocia a 13x o lucro para 2026, com desconto de 35% frente a bolsas de mercados emergentes, sugerindo assimetria positiva.

  • UBS BB eleva recomendação: O banco elevou a recomendação para compra, com preço-alvo de R$ 19,50, vislumbrando novos gatilhos de alta.
  • Catalisadores de alta para UBS: Afrouxamento monetário e volatilidade eleitoral podem impulsionar volumes e receitas da B3.
  • BTG Pactual rebaixa recomendação: A ação foi rebaixada para neutra, com preço-alvo de R$ 18, indicando opção mais cautelosa.
  • Valuation impacta decisão do BTG: O banco considera que a ação negocia a 16 vezes P/L 2026, limitando o potencial de valorização.
  • Divergências no mercado: As opiniões se dividem após valorização de 30% das ações em 2026, refletindo visões diferentes sobre potenciais de ganho.

  • Goldman Sachs mantém recomendação de venda para CMIN3: A CSN Mineração continua sob a mesma recomendação do banco.
  • Preço-alvo reduzido para R$ 5,00: O banco ajustou o preço-alvo de R$ 5,20 para R$ 5,00.
  • Minério mais caro melhora resultado apenas em 2026: A previsão de aumento nos lucros em 2026 não se mantém nos anos subsequentes.
  • Queda projetada após 2027: Expectativas de recuo nos preços de minério afetam as projeções a longo prazo.
  • Margens e geração de caixa pressionadas no longo prazo: Com minério previsto a US$ 81/t em 2028, o valuation da empresa perde atratividade.

  • Taxas dos DIs: As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam com leves altas, indo contra a queda dos rendimentos dos Treasuries no exterior. DI janeiro 2028 ficou em 12,68% e DI janeiro 2035 em 13,45%.
  • Inflação e IPCA: O IPCA subiu 0,33% em janeiro, alinhado com expectativas do mercado. Desaceleração nos serviços, mas pressão em serviços ligados à atividade econômica continua alta.
  • Expectativas de Selic: Na B3, há 69,00% de chance de um corte de 50 pontos-base na Selic em março, alimentando especulações sobre mudanças na política de juros.
  • Comentários de Haddad: Ministro da Fazenda criticou o nível dos juros reais e mencionou a importância de "cuidar" do Banco Central, gerando reações no mercado.
  • Evento BTG Pactual: As críticas à política fiscal e as projeções negativas sobre a área fiscal brasileira durante o evento influenciaram o mercado local, culminando em leves altas nas taxas dos DIs.

  • Fundo Garantidor de Crédito (FGC) planeja adiantamento de contribuições e aumento extraordinário nas mensalidades pagas pelas instituições.
  • Bancos vão adiantar contribuições de cinco a sete anos ao FGC, dividindo o montante em parcelas mensais.
  • FGC propõe aumento imediato de 30% a 60% nas contribuições mensais durante 60 meses.
  • Discussões sobre destinar recursos do compulsório para o FGC, decisão pendente do Banco Central.
  • Recomposição de liquidez pelo FGC é essencial antes de discutir reformas nas normas e regulação para bancos associados.

  • Recomendação de Venda: O Goldman Sachs manteve a recomendação de venda para a CSN (CSNA3).
  • Preço-Alvo Reduzido: O preço-alvo foi ajustado de R$ 7,90 para R$ 7,50.
  • Aço como Risco Principal: O aço continua sendo o principal risco para os resultados da CSN.
  • Projeções Mistas até 2027: A estimativa de minério alto ajuda no EBITDA de 2026, mas o efeito é limitado pela fraqueza do aço.
  • Pressão Estrutural a Partir de 2027: A queda projetada nos segmentos de mineração e aço reforça tese de venda.

  • Inflação atinge 0,33%: O índice de inflação de janeiro foi de 0,33%, conforme esperado pelo mercado, o que pode influenciar expectativas de política monetária.
  • Dólar sobe para R$ 5,19: A moeda norte-americana apresentou alta, fechando em R$ 5,19 nesta sessão, impactando operações de câmbio e investidores de exportação.
  • Influência de declarações de Haddad: As falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre política econômica podem ter contribuído para a movimentação no câmbio.
  • Expectativas de política monetária: A inflação em linha com as expectativas pode sustentar as atuais perspectivas de política monetária, possivelmente impactando taxas de juros.
  • Impacto no mercado financeiro: As flutuações do dólar e dados de inflação devem ser monitorados por traders para ajustes em posições de curto prazo.

  • Fechamento das bolsas europeias: Majoritariamente em queda, com exceção de Paris (CAC 40 +0,06%). Destaque negativo para Londres (FTSE 100 -0,31%) influenciado pela BP.
  • Setor de luxo impulsionado: Ações da Kering (+10,2%), LVMH (+0,6%), Hermes (+2,85%), e Moncler (+2,08%) subiram após balanços positivos e perspectiva de crescimento.
  • BP impacta mercado: Ações caíram 6,3% devido a lucro abaixo das expectativas e suspensão de recompra de ações, afetando o FTSE 100 em Londres.
  • Phillips em alta: Ações saltaram 12% após divulgar lucros e guidance melhores que o esperado.
  • Expectativas de política monetária: Deutsche Bank vê chances de corte de juros pelo BCE subirem de 22% para 29%; investidores atentos aos dados de emprego e inflação dos EUA.
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