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  • Distribuição Aprovada: Porto Seguro (PSSA3) aprovou R$ 344,26 milhões em JCP para o 4T25.
  • Valor por Ação: R$ 0,537080 por ação bruto; líquido R$ 0,456892 após IR.
  • Data de Corte: Acionistas devem estar posicionados em 26 de dezembro de 2025 para receber JCP.
  • Negociação "Ex-Direito": Ações negociadas "ex-direito" a partir de 29 de dezembro de 2025.
  • Possíveis Ajustes: Valor por ação pode mudar devido ao programa de recompra de ações.

  • Petrobras retoma produção: A plataforma P-40 da Petrobras voltou a operar após uma parada devido a um vazamento de gás.
  • Impacto no fornecimento: O retorno da produção pode estabilizar o fornecimento de petróleo e gás da empresa.
  • Potencial volatilidade: Traders devem monitorar possíveis flutuações nos preços das ações da Petrobras com a normalização da operação.
  • Influência no mercado: A retomada pode afetar a dinâmica de preços no mercado de energia, especialmente no Brasil.
  • Implicações para investidores: Investidores devem considerar o impacto deste incidente nos futuros resultados financeiros da Petrobras.

  • Aumento de Capital: Marcopolo (POMO4) aprova aumento de capital de R$ 705,75 milhões via bonificação em ações.
  • Emissão de Novas Ações: A operação inclui a emissão de 113,7 milhões de novas ações, divididas entre 40,9 milhões de ordinárias e 72,7 milhões de preferenciais.
  • Bonificação de Ações: Investidores receberão bonificação de 10%, equivalente a uma nova ação para cada dez possuídas.
  • Valor dos Papéis: Cada ação na bonificação é avaliada em R$ 6,21, refletindo no total do aumento de capital.
  • Impacto para Acionistas: A bonificação não altera a participação relativa no capital social, reforçando a capitalização e base acionária sem aporte adicional dos investidores.

  • Retomada de Produção: Petrobras reiniciou a produção na plataforma P-40, no campo de Marlim Sul, após interrupção por vazamento de gás.
  • Continuidade Operacional: Outras unidades marítimas na Bacia de Campos seguem operando normalmente, sem maiores interrupções.
  • Controle de Incidente: Vazamento de gás, detectado na quarta-feira, foi controlado de forma imediata e segura, permitindo retomada de produção.
  • Impacto Trabalhista: Petrobras confirmou que vazamento não está relacionado ao movimento de paralisação dos trabalhadores.
  • Situação da P-68: A empresa não comentou sobre a retomada da produção na P-68, afetada por princípio de incêndio na Bacia de Santos.

  • Alpargatas (ALPA4) caiu 3%: As ações da empresa registraram uma queda de 3% no pregão.
  • Boicote por Eduardo Bolsonaro: Eduardo Bolsonaro, em vídeo, jogou chinelos Havaianas no lixo, incentivando um boicote.
  • Influência nas operações da empresa: O ato pode potencialmente afetar a percepção de mercado sobre a marca.
  • Análise de impacto comercial: Traders devem monitorar a reação do mercado, pois ações de boicote podem impactar o lucro.
  • Estratégia de negócios: Avaliar a resposta corporativa e possíveis estratégias de recuperação de imagem.

  • Distribuição de Dividendos: WEG (WEGE3) aprovou R$ 5,196 bilhões em dividendos, decidido na Assembleia Geral Extraordinária.
  • Valor por Ação: O valor fixado é de R$ 1,238495019 por ação, com estrutura de pagamento em três parcelas anuais.
  • Data-Base dos Direitos: Acionistas com posição em 19 de dezembro de 2025 garantem os direitos aos dividendos, fundamentais para estratégia de longo prazo.
  • Ações Ex-Dividendos: A partir de 22 de dezembro de 2025, o mercado considera as ações da WEGE3 ex-dividendos, importante para quem planeja compras futuras.
  • Cronograma de Pagamento: Pagamentos anuais em agosto de 2026, 2027, e 2028, com cada parcela de R$ 1,732 bilhão, garantindo previsibilidade.

  • Alta Real de Arrecadação: A arrecadação do governo federal cresceu 3,75% em novembro, atingindo R$ 226,753 bilhões, o maior patamar para o mês desde 1995.
  • Inversão de Tendência: Após desaceleração desde julho, a arrecadação acumulada de janeiro a novembro somou R$ 2,594 trilhões, 3,25% acima do ano anterior, alcançando recorde para o período.
  • Impostos da União: Recursos administrados pela Receita cresceram 1,06% em novembro, atingindo R$ 214,398 bilhões.
  • Crescimento de Royalties: Receita administrada por outros órgãos, incluindo royalties de petróleo, aumentou 93,10%, totalizando R$ 12,355 bilhões.
  • Impacto dos Juros: Desaceleração anterior foi atribuída a juros restritivos que afetam atividade econômica e coleta tributária, com recuperação notável em novembro.

  • Inflação: Expectativa de inflação para 2025 cai de 5% para 4,5%, e para 2026 de 4,5% para 4,2%.
  • Valorização do Real: Projeção de valorização do real frente ao dólar, com câmbio esperado a R$ 5,50 em seis meses.
  • Crescimento do PIB: PIB previsto para crescer 2,10% este ano, acima dos 2,05% de setembro, mas abaixo do relatório Focus.
  • Percepção Econômica: Percepção econômica melhorou, mas ainda em patamar negativo; otimismo estável quanto ao setor atuante.
  • Ajuste de Preços: Aumento nas empresas que planejam ajustar preços acima da inflação, após três trimestres de queda no indicador.

  • Encerramento do Programa: Cyrela encerrou programa de recompra de ações iniciado em dezembro de 2024.
  • Recompra Efetuada: Adquiriu 221,5 mil papéis ordinários, mantidos em tesouraria.
  • Uso das Ações: Podem ser usadas para planos de incentivos, vendidas ou canceladas sem redução de capital.
  • Aumento de Participação: BlackRock elevou sua participação na Cyrela para mais de 5% das ações ordinárias.
  • Regulamentação CVM: Cyrela recebeu comunicação sobre a participação da BlackRock em 19 de dezembro de 2025, conforme normas da CVM.

  • Paridade do Etanol: Etanol foi competitivo em apenas três estados na última semana, com paridade nacional em 71,41%, desfavorável comparado à gasolina.
  • Desempenho por Estado: Mato Grosso do Sul apresentou paridade de 67,17% e Mato Grosso de 69,94%. Em São Paulo, a paridade foi de 69,75%, indicando viabilidade econômica em algumas regiões.
  • Regra dos 70%: Especialistas apontam que a regra dos 70% não é absoluta; a eficiência do veículo pode influenciar a decisão do consumidor.
  • Impacto da Tecnologia: Veículos flex mais modernos conseguem melhor desempenho do etanol, mantendo a competitividade mesmo com paridade ligeiramente acima de 70%.
  • Cenário Desafiador: A média nacional acima de 71% reduz o incentivo ao uso do etanol em grande parte do país, apresentando um desafio no curto prazo.

  • Diversificação de Receita: A B3 destacou a resiliência de seus segmentos recorrentes, como Renda Fixa & Crédito e Dados & Analytics, que têm ganhado espaço frente à receita pró-cíclica impactada pelos juros altos.
  • Projeções de Receita Futura: A introdução do mercado secundário de renda fixa em 2026 pode se tornar uma nova e importante fonte de receita para a B3.
  • Melhora Esperada na Renda Variável: A B3 se prepara para uma possível recuperação do mercado de Renda Variável em 2026, com melhorias tecnológicas e um portfólio de produtos expandido.
  • Potencial de Novos IPOs: A empresa revelou que atualmente há 54 empresas aptas a realizarem IPOs, com cerca de 100 a mais se preparando quando as condições de mercado melhorarem.
  • Ações e Guidance: A B3 anunciou um novo programa de recompra de 230 milhões de ações, além de prever um aumento nos desembolsos totais e ajustar sua meta de alavancagem, com foco na futura normalização do mercado.

  • Inflação em 2025 cai novamente: Projeção do IPCA para 2025 reduzida de 4,36% para 4,33%, marcando sexta semana consecutiva de queda.
  • Expectativas de crescimento do PIB ajustadas: Crescimento do PIB em 2025 previsto em 2,26%, levemente acima dos 2,25% anteriores, sinalizando otimismo moderado.
  • Dólar em alta para 2025: Nova projeção cambial eleva estimativa do dólar para R$ 5,43, reforçando cautela sobre ambiente fiscal e externo.
  • IGP-M e preços administrados ajustados: IGP-M continua em tendência de deflação, com variação negativa de -0,74% para 2025; leve ajuste nos preços administrados.
  • Pressão sobre juros: Expectativa para taxa Selic em 2026 sobe para 12,25%, com 2027 mantida em 10,50%, sugerindo manutenção de juros elevados.

  • Pagamento de Dividendos: JHSF aprovou R$ 550 milhões em dividendos intermediários, R$ 0,8254 por ação.
  • Parcelamento do Pagamento: Dividendos serão pagos em 12 parcelas mensais ao longo de 2026.
  • Alterações Potenciais: Valor por ação pode mudar conforme recompra de ações e exercícios de opções.
  • Processo de Crédito: Créditos serão depositados conforme dados bancários da corretora ou banco escriturador.
  • Data Importante: Primeiro pagamento agendado para 29 de janeiro de 2026.

  • Vendas internas de aço: Queda de 4% em novembro, com recuo de 7% em aços longos.
  • Aumento das importações: Importações de aço cresceram 18%, com 37% de alta em aços planos.
  • Siderúrgicas em dificuldades: Corte de mais de 5 mil empregos e suspensão de R$ 2,5 bilhões em investimentos.
  • Medidas contra importações: Possíveis novas medidas até março de 2026 que podem beneficiar CSN e Usiminas.
  • Posição da Gerdau: Resistência melhor devido ao EBITDA na América do Norte.

  • Recomendação Rebaixada: JP Morgan rebaixou a recomendação para as ações da Raízen (RAIZ4) de overweight para neutro, mencionando a alta alavancagem e queima de caixa como principais preocupações.
  • Desafios Financeiros: Raízen enfrenta alavancagem elevada, pouca geração de caixa e recentemente reportou prejuízo, agravados por margens menores no setor de combustíveis e altas taxas de juros.
  • Necessidade de Capitalização: JP Morgan estima que a Raízen precisa de R$ 18 bilhões para reduzir a alavancagem para um nível mais aceitável de 2,5 vezes, sem considerar vendas de ativos.
  • Preferência pela Cosan: JP Morgan prefere as ações da Cosan (CSAN3), controladora da Raízen, com recomendação neutra, mas menciona que a empresa poderia se beneficiar de um cenário de redução da taxa Selic.
  • Oportunidades e Planos: A Raízen anunciou planos de desinvestimento que podem gerar R$ 10 bilhões para redução da dívida e está em negociações para potencial injeção de capital pela Shell, Cosan e outros investidores.

  • Ibovespa inicia o dia com leve baixa em meio à liquidez reduzida devido ao período de Natal.
  • Liquidez reduzida impacta mercado: as festividades de fim de ano limitam a participação dos investidores.
  • Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV registrou alta de 0,4 ponto, alcançando 90,2 pontos no último mês do ano.
  • Monitorar movimentos internacionais é crucial, já que o Ibovespa segue na contramão dos mercados externos.
  • Foco nos próximos eventos econômicos, como decisões do FED e do Copom, que podem afetar o mercado brasileiro.

  • Índices futuros dos EUA abrem em alta na semana encurtada pelo Natal, sugerindo otimismo dos investidores.
  • Ibovespa inicia o dia em queda, pressionado principalmente pelo desempenho negativo de bancos.
  • Ações de VALE3 e PETR4 mostram alta apesar do cenário geral de queda, apresentando oportunidades de compra seletiva.
  • Monitorar setores bancário e de commodities, pois apresentam movimentação divergente, indicando ajustes de portfólio.
  • Liquidez pode ser menor nesta semana devido ao Natal, possivelmente aumentando a volatilidade nos mercados.

  • Lançamento: O foguete comercial Hanbit-Nano está programado para decolar hoje (22/12) às 15h45, sendo a última oportunidade no ano após vários adiamentos devido a problemas técnicos.
  • Parcerias: A missão é uma colaboração entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a sul-coreana Innospace, destacando a importância para o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão.
  • Novo Marco: O lançamento é visto como um avanço estratégico para o Programa Espacial Brasileiro, posicionando o Brasil no mercado global de lançamentos comerciais.
  • Estrutura: O Hanbit-Nano é um foguete de dois estágios voltado para o lançamento de nanossatélites em órbitas baixas, refletindo uma tendência no mercado espacial de lançadores menores e mais econômicos.
  • Carga: O foguete transportará cinco satélites e três experimentos tecnológicos, incluindo o nanossatélite Jussara-K, desenvolvido pela UFMA para monitoramento ambiental.

  • Ibovespa oscila: Ibovespa abriu a sessão desta segunda-feira (22) sem direção definida, variando entre alta e baixa, e às 10h35 caía 0,30% aos 157.998,45 pontos.
  • Boletim Focus: Expectativa de alta na Selic para 2026; mediana das projeções para a Selic no próximo ano subiu para 12,25%.
  • Copel no Novo Mercado: Ações ordinárias sob o código CPLE3, após migração para o Novo Mercado da B3, melhorando a governança corporativa.
  • ISA Energia JCP aprovado: Pagará Juros sobre o Capital Próprio de R$ 495,3 milhões, divididos em três parcelas, com data-base em 29 de dezembro de 2025.
  • Dólar em queda: Operando a R$ 5,5293, uma baixa de 0,24% contra o real até as 10h10.

  • Dólar recua no Brasil: Sem gatilhos fortes na semana do Natal, o dólar apresenta queda acompanhando o mercado internacional.
  • Influência externa: A movimentação do dólar no Brasil está alinhada com tendências do mercado americano e global, importante para traders ficarem atentos às notícias internacionais.
  • Semana mais curta: Devido ao Natal, a semana apresenta menos dias úteis, o que pode resultar em menor volatilidade no câmbio.
  • Tendências de curto prazo: Falta de eventos econômicos significativos pode manter dólar estável, favorecendo operações mais curtas.
  • Atenção aos dados externos: Traders devem monitorar novidades econômicas globais que possam impactar o câmbio, mesmo com a calmaria local.

  • Renúncia de Diretor: Silvio Hidemi Iamamura renuncia ao cargo de diretor de Incorporação da Eztec, mas permanece na administração em outras funções.
  • Nomeação de Silvio Ernesto Zarzur: Zarzur, atual diretor-presidente, será o novo diretor de Incorporação, exercendo a função simultaneamente com seu cargo atual.
  • Lançamento de Novo Projeto: Eztec inicia o projeto Torino Mooca Cittá, continuando o desenvolvimento do complexo na Mooca, São Paulo.
  • Valor Geral de Vendas: O VGV do Torino Mooca Cittá é de R$ 102 milhões, com 50% pertencente à Eztec.
  • Detalhes do Empreendimento: O projeto incluirá 234 unidades de médio padrão, com várias opções de lazer; está localizado em frente a um futuro parque na Mooca.

  • Confiança do Consumidor Aumenta: O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV subiu 0,4 ponto, atingindo 90,2 pontos, maior nível em um ano.
  • Aumento nas Expectativas: O Índice de Expectativas (IE) cresceu 1,4 ponto para 95,2, também o maior desde dezembro de 2024.
  • Queda no Índice de Situação Atual: O Índice de Situação Atual (ISA) recuou 1,4 ponto para 83,4, interrompendo duas altas consecutivas.
  • Avanço em Faixas de Menor Renda: A confiança avançou mais entre consumidores de menor renda, apesar de desafios persistentes.
  • Cenário Misto Atual: Persiste o otimismo devido ao aquecido mercado de trabalho e maior poder de compra, contra pressões de endividamento e inadimplência.

  • Copel migra para Novo Mercado: A companhia agora negocia apenas ações ordinárias (CPLE3), assegurando direitos de voto aos investidores e reforçando governança com altos padrões.
  • Fim das ações preferenciais: A mudança resulta em uma estrutura societária mais simples e transparente, alinhando-se às melhores práticas do mercado.
  • Dividendos bilionários: Conselho aprova distribuição de R$ 1,35 bilhão em dividendos, com data de referência em 30 de dezembro de 2025.
  • Importantes datas para traders: Ações negociadas "ex-direito" a partir de 2 de janeiro de 2026, com pagamento de dividendos até 30 de junho de 2026.
  • Ajustes de valor por ação: Possíveis alterações podem ocorrer devido ao exercício do direito de recesso por acionistas de ações preferenciais.

  • Reestruturação Acionária: Axia Energia (AXIA3) aprovou reorganização de sua estrutura acionária, com criação de novas classes de ações.
  • Capitalização de Reservas: Capitalização de R$ 30 bilhões via emissão de 606,8 milhões de ações PNC, distribuídas como bonificação aos acionistas.
  • Nova Negociação: Ações começam a ser negociadas como “ex-direito” na B3 sob o ticker AXIA7 em 22 de outubro; ADRs negociadas na NYSE no mesmo dia.
  • Resgate Compulsório: Ações preferenciais classe R (PNR) serão resgatadas por R$ 1,29947 cada, com pagamento agendado para 13 de janeiro.
  • Data de Corte e Distribuição: Data de corte para bonificação e resgate é 19 de outubro, com entrega das novas ações até dezembro.

  • Bitcoin atinge US$ 90 mil com valorização de 1,4% nas últimas 24 horas.
  • PIB dos EUA será divulgado amanhã (23), podendo afetar expectativas sobre o Fed e o mercado cripto.
  • Decisões do Fed influenciam o apetite por ativos de risco, importante para traders de criptomoedas.
  • Inflação abaixo das expectativas nos EUA impulsionou o recente movimento de alta do Bitcoin.
  • Ethereum avança 1,8% nas últimas 24h, enquanto ainda registra queda de 3,5% na semana.

  • Azul (AZUL4): Assembleia marcada para extinguir ações preferenciais em favor das ordinárias, convertendo cada ação preferencial em 75 ordinárias.
  • Copel (CPLE3): Concluída a migração para o Novo Mercado da B3, passando a negociar somente ações ordinárias.
  • Ambipar (AMBP3): Plano de recuperação judicial aprovado, visando manter operações e preservar empregos.
  • Petrobras (PETR4): Greve impacta exploração e produção com custos diários de cerca de R$ 200 milhões.
  • Raízen (RAIZ4): Cosan e Shell consideram injetar R$ 10 bilhões na Raízen para fortalecer estrutura financeira.

  • Suzano Holding e grupos familiares assinam acordos de acionistas visando reorganização de capital e governança até 2045.
  • Compromisso de conversão de ações preferenciais em ordinárias na razão de 1 para 1, impactando a estrutura acionária da Suzano.
  • Grupamento de ações na Suzano Holding igualará o número de ações em circulação ao total que a holding possui na Suzano.
  • Plano de reduções desproporcionais de capital ocorrerá anualmente entre 2026 e 2045, influenciando a distribuição de papéis.
  • Grupo Fanny receberá ações da Suzano como parte do cancelamento das suas ações na holding, mantendo alinhamento estratégico com o Grupo Max.

  • Dividendo Anunciado: JHSF (JHSF3) distribuirá R$ 550 milhões em dividendos intermediários, equivalente a R$ 0,82548 por ação.
  • Parcelamento: Dividendos serão pagos em 12 parcelas iguais; primeiro pagamento em 29 de janeiro de 2026.
  • Datas-chaves: Ações negociadas "ex-dividendos" a partir de 21 de janeiro de 2026.
  • Imputação: Valor conta para o dividendo mínimo obrigatório do exercício social de 2025.
  • Importância para Traders: Monitorar datas "ex-dividendos" e cronograma de pagamento para estratégias de compra e venda.

  • Aumento de Capital e Bonificação: Marcopolo (POMO4) aprovou aumento do capital social para R$ 3.039.801.848,62 com bonificação de 10% em ações.
  • Proporção de Ações: Distribuição de 113.627.145 novas ações na proporção de 1 para 10, afetando ordinárias e preferenciais.
  • Ex-bonificação: Ações serão negociadas ex-bonificação a partir de 26 de dezembro.
  • Ajuste de Frações: Investidores podem ajustar frações entre 30/12/2025 e 29/01/2026; frações restantes serão leiloadas na B3.
  • Direitos das Novas Ações: Novas ações possuem os mesmos direitos, participando integralmente de dividendos ou JCP a partir de 29 de dezembro.

  • Dólar em baixa no exterior: A moeda norte-americana está exibindo quedas em relação à maioria das outras divisas globais.
  • Alta do dólar no Brasil: No mercado doméstico, o dólar está subindo, refletindo a atenção dos investidores em dados internos e no cenário político atual.
  • Foco em dados nacionais: Investidores estão atentos a indicadores econômicos domésticos que podem influenciar o câmbio.
  • Cenário político relevante: As incertezas ou desenvolvimentos no cenário político brasileiro continuam a ser um catalisador significativo para a movimentação do dólar.
  • Monitorar volatilidade: Traders devem estar preparados para a volatilidade acentuada devido à combinação de fatores internos e externos.

  • Expectativa de corte de juros pelo Fed sustenta o apetite por risco, impulsionando o mercado de cobre.
  • Alta dos contratos futuros de cobre na London Metal Exchange (LME) e na Comex, com valores recordes na LME.
  • Projeções otimistas do Citi e Goldman Sachs favorecem o cobre, considerado o metal preferido para 2026.
  • Preocupações com o aperto da oferta global do cobre reforçam a demanda e valorização do metal.
  • Cobre para março em alta de 0,17% na Comex e avanço de 0,61% na LME, com recorde batido a US$ 11.996,00.

  • Desaceleração Econômica nos EUA: Dados indicam perda de tração no mercado de trabalho e na atividade econômica, criada por destruição líquida de postos de trabalho e PMIs em queda.
  • Possíveis Cortes de Juros pelo Fed: Combinado de dados fracos e inflação abaixo do esperado sustenta expectativa de cortes de juros futuros nos EUA.
  • Políticas Monetárias Divergentes Globalmente: Enquanto EUA e Reino Unido iniciam flexibilização monetária, Japão sobe juros devido a inflação, e Brasil mantém cautela com previsão de primeira queda na Selic apenas em 2026.
  • Impactos da Paralisação nos EUA: Shutdown americano pode ter introduzido viés de baixa artificial nos indicadores de inflação; interpretação cuidadosa recomendada.
  • Implicações para Investidores Brasileiros: Juros elevados favorecem renda fixa; incertezas fiscais e câmbio pressionam renda variável, impactando atratividade de dividendos.

  • Ibovespa Futuro: Avança 0,17% aos 161.880 pontos, beneficiado por commodities em alta e liquidez reduzida.
  • Commodities: Minério de ferro sobe 0,58% e petróleo avança após apreensão de petroleiro venezuelano pelos EUA.
  • Geopolítica e Metais Preciosos: Ouro ultrapassa US$ 4.450/onça-troy e prata rompe US$ 69/onça pela primeira vez.
  • Câmbio e Juros: Dólar recua contra pares globais, mas avança 0,19% ante o real; juros dos Treasuries em alta.
  • Boletim Focus: Projeção do IPCA para 2026 ajustada para 4,06%; estimativa para Selic em 2026 sobe para 12,25%.

  • Expectativa para a Selic em 2026 foi elevada para 12,25%, segundo o Boletim Focus. Traders devem monitorar discursos do Banco Central e esperar manutenção dos juros em 15% na primeira reunião do ano.
  • Inflação projetada para 2025 foi reduzida para 4,33%. Importante para ajustes de posições em renda fixa e proteção contra inflação.
  • BC segue dependente de dados para decisões futuras, oferecendo assim oportunidades de especulação em torno de novos dados econômicos.
  • Crescimento do PIB para 2025 reajustado para 2,26%. Importante para estratégias de alocação de ativos e projeções macroeconômicas.
  • Expectativa de inflação atingir meta de 3% somente em 2028. Planejamento de longo prazo deverá considerar inflação acima do alvo até então.

  • Ibovespa Futuro em Alta: Ibovespa Futuro apresenta valorização com foco nos próximos dados econômicos.
  • Dados Importantes às 10h: Banco Central divulgará nova rodada da Pesquisa Firmus, trazendo percepções de empresas fora do setor financeiro.
  • Foco na Arrecadação de Novembro: Expectativa sobre dados de arrecadação de novembro pode influenciar movimentos do mercado.
  • Sentimento do Mercado: Divergências positivas nas expectativas das empresas podem impulsionar investidores.
  • Oportunidades de Comércio: Traders devem monitorar reações do mercado à divulgação desses dados para possíveis oportunidades de negociação.

  • Mercados globais em alta: Impulsionados pelas ações de tecnologia, os índices futuros do Nasdaq avançam, revertendo perdas de dezembro.
  • Recuo do dólar: O dólar cai após quatro sessões de alta, enquanto rendimentos dos Treasuries sobem com nova reprecificação das expectativas para a política monetária americana.
  • Recorde do ouro: Atinge novo pico histórico com expectativas de cortes de juros pelo Fed e tensões geopolíticas crescentes.
  • Alta das commodities: Petróleo segue em alta após bloqueio americano à Venezuela; minério de ferro sobe 0,58% na China.
  • Situação fiscal no Brasil: Reação do mercado doméstico ao Orçamento aprovado que complica cumprimento do novo arcabouço fiscal, levantando preocupações sobre a sustentabilidade.

  • Copel migra para o Novo Mercado: A ação agora é exclusivamente ordinária (CPLE3), permitindo direito a voto aos acionistas.
  • Governança Corporativa: A mudança reflete um compromisso com transparência e práticas de mercado melhoradas.
  • Distribuição de Dividendos Aprovada: R$ 1,35 bilhão em dividendos serão distribuídos, equivalente a R$ 0,4546 por ação.
  • Prazos Importantes: Data-limite para posição acionária é 30 de dezembro de 2025, com negociações "ex-direito" a partir de 2 de janeiro de 2026.
  • Ajustes Poderão Ocorrer: O valor por ação pode sofrer ajustes devido ao exercício de direito de recesso por acionistas preferenciais.

  • Conclusão da Migração: A Copel (CPLE6) completou sua migração para o Novo Mercado da B3.
  • Código de Negociação: A partir de agora, a Copel terá apenas ações ordinárias, negociadas como CPLE3.
  • Governança Corporativa: A empresa adota regras mais rigorosas e transparentes, alinhadas a padrões internacionais.
  • Atributo de Liquidez: O foco em um único tipo de ação pode melhorar a liquidez dos papéis.
  • Compromisso com Investidores: Migração assegura maior transparência e direitos robustos para investidores.

  • Porto, Isa Energia, Yduqs e Banrisul aprovaram recentemente o pagamento de dividendos e JCP, o que pode atrair investidores interessados em rendimento.
  • Além dessas empresas, Trisul, Tegra e Paraná Banco também anunciaram o pagamento de proventos, destacando um contexto favorável para investidores focados em dividendos.
  • É importante considerar que apenas quatro ações do Ibovespa atualmente pagam dividendos acima do CDI com a taxa Selic a 15%, influenciando a estratégia de investidores em renda variável vs. fixa.
  • O cenário de alta dos juros no Brasil pode continuar a influenciar a preferência de investidores entre ações pagadoras de dividendos e outros ativos de renda fixa.
  • Traders devem monitorar esses anúncios de dividendos, pois alterações nas expectativas de retornos podem impactar os preços das ações envolvidas.

  • Ibovespa encerra em alta: Na última sexta-feira (19), o índice brasileiro subiu 0,35%, fechando aos 158.473 pontos.
  • Boletim Focus em destaque: O Banco Central divulgará projeções para inflação, câmbio e juros, essenciais para ajustar expectativas futuras.
  • Pressão política no Brasil: Eleições presidenciais de outubro ganham atenção, com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro impactando os mercados.
  • Movimentação no mercado asiático: Bolsas asiáticas sobem com expectativas de intervenção no Japão e decisões de juros na China.
  • Metais em foco: Ouro e prata mantêm alta, atingindo novos recordes, devido à busca por proteção e ajustes de portfólio no final do ano.
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