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  • EUA iniciam novas investigações sobre práticas comerciais desleais: A medida foca principalmente na China, UE, Índia, Japão, Coreia do Sul e México.
  • Possibilidade de novas tarifas: As investigações podem resultar em tarifas adicionais, afetando economias dos países mencionados.
  • Impacto no comércio internacional: Traders devem monitorar possíveis repercussões em fluxos comerciais e cadeias de suprimentos.
  • Mercado financeiro em alerta: Investidores devem ficar atentos a flutuações no mercado de ações, câmbio e commodities.
  • Prazo para decisões: Medidas podem ser impostas até o verão, criando volatilidade nos mercados nos próximos meses.

  • Lucro Líquido: Moura Dubeux (MDNE3) reportou lucro líquido de R$ 111,9 milhões no 4T25, superando as expectativas do mercado de R$ 96 milhões.
  • Receita Líquida e EBITDA: Receita líquida dobrou no 4T25, somando R$ 704 milhões, enquanto o EBITDA ajustado cresceu 159%, totalizando R$ 137 milhões.
  • Dívida Líquida: A dívida líquida ao final do 4T25 ficou em R$ 324 milhões, um crescimento de 31,6% em relação ao trimestre anterior.
  • Distribuição de Dividendos: Aumento de dívida atribuído à distribuição de dividendos superior a R$ 351 milhões anunciados em dezembro de 2025.
  • VGV Lançado: Em 2025, a Moura Dubeux lançou 17 projetos com VGV líquido de R$ 4,6 bilhões, um crescimento de 80,7% em relação a 2024.

  • Escalada de tensões no Oriente Médio: Início de conflito envolvendo os EUA aumenta a preocupação de traders com os impactos fiscais e nível de dívida das grandes economias.
  • Pressão sobre as contas públicas nos EUA: O novo conflito militar pressiona o déficit fiscal, já que custos elevados, como US$ 3,7 bilhões para a “Operation Epic Fury”, não estavam no orçamento.
  • Aumento dos gastos militares na Europa: Alemanha e outros países aumentam significativamente suas despesas de defesa, intensificando a preocupação com o endividamento soberano.
  • Efeito nos títulos soberanos: Maior endividamento pode elevar os juros de longo prazo, impactando o custo de financiamento e gerando volatilidade nos mercados de crédito e ações.
  • Vantagem estrutural dos EUA: O dólar continua sendo a moeda base global, o que suaviza o risco de financiamento na emissão de dívida americana, ao contrário de outras economias.

  • CSN reporta prejuízo líquido: A CSN anunciou um prejuízo líquido de R$ 721 milhões no 4º trimestre de 2024.
  • Aumento significativo no prejuízo: O prejuízo representa uma alta anual de 748% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Reversão de ganhos anteriores: A empresa reverteu o lucro líquido observado no trimestre imediatamente anterior.
  • Impacto esperado nas ações: O resultado financeiro pode influenciar negativamente o desempenho das ações da CSN no curto prazo.
  • Oportunidades de trading: Traders podem considerar monitorar movimentos de preços para oportunidades de venda ou compra em resposta ao anúncio de prejuízo.

  • Raízen protocolou pedido de recuperação extrajudicial para renegociar R$ 65,14 bilhões em dívidas inadimplidas junto a instituições financeiras.
  • Recuperação inclui debêntures, CRAs e bonds, com grande parte absorvida por investidores de varejo.
  • Opções de renegociação incluem troca de dívida, capitalização ou venda de ativos. Detalhes finais ainda estão em discussão.
  • Pagamentos serão suspensos por 180 dias, sujeito a aprovação judicial. Raízen não distribuirá dividendos nesse período.
  • Investidores podem esperar desfecho antes de vender títulos. Descontos no mercado secundário chegam a mais de 50%, com perdas menores em plano extrajudicial.

  • Lucro no 4º trimestre: Plano & Plano (PLPL3) registrou um aumento de 39% no lucro, importante para avaliar desempenho financeiro.
  • Receita líquida: Atingiu R$ 1,075 bilhão, marcando um crescimento de 59,9% em relação ao ano anterior, indicando forte desempenho de vendas.
  • Vendas no 1º trimestre: Houve uma alta de 44,1% nas vendas, alcançando R$ 855 milhões, o que pode afetar positivamente as projeções futuras.
  • Impacto no mercado: Resultados robustos podem atrair investidores e impactar o preço das ações no curto prazo.
  • Sentimento do investidor: O desempenho acima das expectativas pode aumentar o interesse e confiança dos traders na empresa.

  • Crise na Venezuela: Mercados monitoram a estabilidade no fornecimento de petróleo devido à situação venezuelana.
  • Aumento da Oferta: Espera-se um crescimento de 1,1 milhão de barris por dia na oferta de petróleo este ano.
  • Revisão de Expectativa: Previsão de oferta revisada para baixo em relação ao estimado anteriormente de 2,4 milhões de bpd.
  • Interrupção no Oriente Médio: Conflito na região está causando uma interrupção recorde na oferta global de petróleo.
  • Impacto no Mercado: Traders devem ficar atentos às flutuações no preço do petróleo devido a estas interrupções na oferta.

  • AIE reduz previsão de crescimento da oferta: Nova estimativa para 2026 é de 1,1 milhão de bpd, frente aos 2,4 milhões de bpd anteriores, em meio à guerra no Oriente Médio.
  • Interrupção no Estreito de Ormuz: Vital rota de transporte de petróleo permanece fechada devido a ataques, afetando fluxos globais.
  • Queda drástica da oferta em março: Expectativa de redução de 8 milhões de bpd, para 98,8 milhões de bpd, a menor desde 2022.
  • AIE corta projeção de demanda: Estimativa global de crescimento da demanda reduzida para 640 mil bpd em 2026, influenciada pelo conflito.
  • Liberação de reservas emergenciais: AIE anuncia liberação de 400 milhões de barris em resposta ao impacto da guerra no mercado.

  • IPCA de fevereiro: Esperado aumento de 0,61% no mês; inflação acumulada de 12 meses pode chegar a 3,72%.
  • Preocupação com juros: Expectativas de cortes entre 0,25 e 0,50 ponto percentual pelo Banco Central devido a temores inflacionários.
  • Balanços importantes: Resultados de Anima, Energisa, Magazine Luiza, Eztec e Grupo Mateus esperados hoje.
  • Aumento do petróleo: Preços avançam com Brent a US$ 96,59 e WTI a US$ 91,51, impulsionados por tensões no Oriente Médio.
  • Mercados internacionais: Quedas na Ásia, estabilidade na Europa e futuros negativos em Wall Street; criptomoedas próximas à estabilidade.

  • CSN Mineração reporta lucro de R$ 1,19 bi no 4º trimestre de 2025.
  • Expectativas do mercado foram superadas, já que o lucro estimado era de R$ 824 milhões.
  • Apesar da queda em comparação com resultados anteriores, o desempenho positivo pode atrair interesse renovado dos investidores.
  • Traders devem monitorar a reação do mercado e possíveis ajustes nas projeções futuras da CSN Mineração.
  • Relevante para ajustes em estratégias de trading envolvendo ações da CSN Mineração (CMIN3).

  • Prejuízo Líquido: Casas Bahia registrou prejuízo de R$ 1,529 bilhão no 4T25, impactado por provisão de R$ 1,45 bilhão em IR diferido.
  • Redução de Dívida: Dívida líquida ajustada caiu para R$ 1,13 bilhão, com alavancagem reduzida de 1,9x para 0,4x.
  • Crescimento de Receita: Receita líquida aumentou 6,1%, atingindo R$ 8,471 bilhões; e-commerce cresceu 21,7%.
  • Desempenho Operacional: Ebitda ajustado cresceu 29,1% com margem de 9,8%; margem bruta aumentou para 31,5%.
  • Crescimento do Crediário: Plano de expansão do crediário visa aumentar vendas, com cuidado na gestão de inadimplência.

  • Prejuízo Significativo: Casas Bahia registrou um prejuízo de R$ 1,5 bilhão no quarto trimestre.
  • Provisão de Imposto de Renda: O resultado foi influenciado por uma provisão de Imposto de Renda diferido de R$ 1,45 bilhão.
  • Impacto no Caixa: A provisão não teve impacto no caixa da empresa, o que pode mitigar algumas preocupações do mercado.
  • Reação do Mercado: Traders devem monitorar a reação do mercado e analisar possíveis oportunidades devido ao impacto na confiança dos investidores.
  • Análise de Curto Prazo: Atenção à volatilidade nas ações da Casas Bahia (BHIA3) nos próximos pregões.

  • Preços do petróleo: Petróleo voltou a superar US$ 100 devido a novas ameaças na região de Ormuz.
  • Liberação de estoque: 400 milhões de barris foram liberados, mas mercado permanece cético quanto ao impacto dessa medida.
  • Tensão geopolítica: A escalada da guerra e ataques a navios e infraestrutura são fatores que impulsionam a alta nos preços.
  • Risco para traders: Eventos na região de Ormuz aumentam a volatilidade e risco nos mercados de petróleo.
  • Monitoramento contínuo: Traders devem acompanhar de perto novas ameaças e desenvolvimentos geopolíticos que possam afetar o preço do petróleo.

  • Lucro Líquido: Queda de 40,8% no 4T25 em comparação ao 4T24, atingindo R$ 1,194 bilhão. Anual (2025 x 2024) queda de 63,6%.
  • Ebitda Ajustado: Diminuição de 12,6% no 4T25 em relação ao 4T24, totalizando R$ 1,761 bilhão.
  • Margem Ebitda: Recuou 8,7 pontos percentuais em relação ao 4T24, registrando 42,9%.
  • Dívida Líquida: Empresa encerra 2025 com dívida líquida de R$ 725,2 milhões, após aquisição de 11,92% das ações da MRS.
  • Receita Líquida Ajustada: Crescimento de 5,2% no 4T25 comparado ao mesmo trimestre anterior, alcançando R$ 4,109 bilhões.

  • Foco no IPCA: O índice de inflação IPCA no Brasil está sendo aguardado, pois pode influenciar as decisões do Copom sobre taxas de juros.
  • Expectativas de Juros: As expectativas futuras de juros podem ser ajustadas com base no resultado do IPCA, impactando o custo de empréstimos e investimentos.
  • Balança Comercial dos EUA: A balança comercial dos EUA também é um ponto crucial, influenciando o sentimento do mercado internacional e a força do dólar.
  • Volatilidade no IBOV: Traders devem esperar possíveis flutuações no Ibovespa conforme novos dados econômicos são divulgados.
  • Impacto Macroeconômico: Tanto o IPCA quanto os dados comerciais dos EUA têm potencial para gerar movimentos abruptos em ativos brasileiros e estrangeiros.

  • Bolsas Asiáticas em Baixa: Quedas significativas nas principais bolsas asiáticas, incluindo Nikkei (-1,04%), Kospi (-0,48%) e Hang Seng (-0,70%).
  • Alta do Petróleo: Preços do petróleo em alta, com Brent ultrapassando US$ 100/barril devido a tensões no Oriente Médio.
  • Liberação de Petróleo: AIE planeja liberar 400 milhões de barris para mitigar impactos econômicos.
  • Impacto Geopolítico: Intensificação de ataques no Oriente Médio influencia volatilidade nos mercados.
  • Oceania Acompanham Queda: S&P/ASX 200 caiu 1,31% em Sydney, reforçando tendência de queda.

  • Bolsas Asiáticas em Baixa: Os índices Nikkei, Kospi, Hang Seng, Taiex, Xangai Composto e Shenzhen Composto fecharam em queda, refletindo preocupações com as tensões no Oriente Médio.
  • Alta no Preço do Petróleo: O Brent superou brevemente US$ 100 por barril, em meio ao aumento dos ataques iranianos visando criar instabilidade econômica global.
  • Intervenção dos EUA e Aliados: Liberação recorde de petróleo das reservas emergenciais anunciada, mas insuficiente para impedir a alta contínua dos preços.
  • Impacto Regional: A bolsa da Austrália também seguiu a tendência negativa, com o S&P/ASX 200 recuando 1,31%.
  • Sentimento de Incerteza: As tensões geopolíticas e a volatilidade dos preços do petróleo continuam a influenciar negativamente os mercados asiáticos.

  • Resultado Financeiro: Cogna reportou lucro de R$ 220 milhões no 4º trimestre.
  • Performance de Ações: As ações da empresa estão pressionadas nos gráficos.
  • Possibilidade de Reação: Há expectativas de que a ação possa reagir positivamente.
  • Atenção ao Gráfico: Traders devem monitorar o comportamento das ações nos gráficos.
  • Implicações para COGN3: O desempenho financeiro pode influenciar a percepção no mercado.

  • Dólar Futuro: O contrato WDOJ26 está testando suportes importantes nesta quinta-feira.
  • Influências Geopolíticas: As tensões de guerra estão impactando a volatilidade do mercado cambial.
  • Agenda Econômica: Dados econômicos importantes podem influenciar movimentos dos preços do minidólar.
  • Suportes Técnicos: Atenção aos suportes próximos que, se rompidos, podem desencadear mais quedas.
  • Estratégias: Traders devem monitorar sinais de alívio geopolítico e propostas na agenda econômica como potenciais pontos de entrada ou saída.

  • Prejuízo Reduzido: Brava Energia (BRAV3) reduziu quase pela metade seu prejuízo líquido no 4T de 2025, alcançando R$ 588 milhões, mas ainda abaixo das expectativas de mercado.
  • Ebitda Crescente: Ebitda ajustado avançou 60% para R$ 808 milhões, com melhora na margem para 31,7%, embora analistas esperassem R$ 968,5 milhões.
  • Desempenho Financeiro: Prejuízo foi mitigado por uma queda de 64% no resultado financeiro negativo, somando R$ 651 milhões.
  • Perspectivas Futuras: Novo presidente projeta 2026 como início de um ciclo focado em eficiência e segurança operacional, com atenção a flutuações do mercado de óleo.
  • Investimentos em Expansão: Iniciados investimentos em perfuração de quatro novos poços entre 2026 e 2027, com receita líquida crescendo 31% no 4T de 2025.

  • Mini-índice em foco: Traders devem observar o mini-índice WINJ26 nesta terça-feira devido a eventos de volatilidade global.
  • Dados econômicos importantes: A divulgação do IPCA está no radar, podendo impactar o mercado e as decisões de trade.
  • Impacto das flutuações externas: Movimentos nos mercados internacionais são esperados para impactar o desempenho do índice.
  • Análise técnica: Recomenda-se que os traders analisem os principais níveis de suporte e resistência antes de realizar operações.
  • Estratégias de volatilidade: Conselhos para aproveitar a volatilidade incluem ajustes em stops e tamanhos de posição.

  • Inflação no Brasil: A inflação oficial do Brasil em 2024 foi de 4,83%, significativamente acima do limite da meta, gerando preocupações sobre política monetária.
  • Mercado de Trabalho nos EUA: Relatórios de seguro-desemprego nos EUA podem influenciar expectativas sobre a economia americana e decisões futuras do Federal Reserve.
  • Preços do Petróleo: Movimentos nos preços do petróleo continuam a ser foco, impactando diretamente o mercado de commodities e as economias dependentes de exportação.
  • Relação Brasil-EUA: Expectativas sobre a relação comercial entre Brasil e EUA, especialmente em setores como agricultura e tecnologia, podem ser afetadas pelos dados divulgados.
  • Volatilidade dos Mercados: Os dados econômicos desta quinta-feira devem aumentar a volatilidade nos mercados, proporcionando oportunidades de trade de curto prazo.

  • Ibovespa em alta: Ibovespa sobe pela 3ª sessão consecutiva, indicando uma possível tendência de alta no mercado brasileiro.
  • Análise técnica: Traders estão avaliando os próximos níveis de suporte e resistência no mini-índice e no minidólar.
  • Estratégias de Day Trade: Foco em oportunidades de curto prazo com as variações do Ibovespa influenciando negociações rápidas.
  • Níveis críticos: Identificação de pontos-chave no gráfico que podem oferecer sinais de reversão ou continuidade para traders.
  • Sinais de mercado: Monitoramento dos movimentos dos grandes players para ajustar estratégias e tomar decisões informadas.

  • Petróleo em alta: O preço do petróleo está disparando, afetando o mercado.
  • Liberamento de reservas: A Agência Internacional de Energia (AIE) vai liberar 400 milhões de barris para conter a alta.
  • Impacto no mercado: Futuros de Nova York caem devido às flutuações no preço do petróleo.
  • Atenção a dados de inflação: Traders devem monitorar dados de inflação iminentes que podem influenciar decisões de investimento.
  • Influência de feriados: Movimento pode ser influenciado pelo feriado de Ação de Graças nos EUA.

  • Lucro Líquido: Lavvi reportou lucro líquido de R$ 105 milhões no 4T25, representando uma queda de 13% em relação ao 4T24.
  • EBITDA Ajustado: EBITDA ajustado caiu 21% para R$ 139 milhões, com margem reduzida de 30,4% para 26,3%.
  • Receita e Vendas: Receita líquida de R$ 530 milhões, diminuindo 8% ano a ano; vendas líquidas contratadas de R$ 1,12 bilhão, uma queda de 16%.
  • Valor Geral de Vendas (VGV): Lançamentos no período somaram R$ 1,43 bilhão, uma redução de 8% frente ao 4T24.
  • Consumo de Caixa: Consumo de caixa de R$ 45 milhões, em contraste com a geração de R$ 114,9 milhões no 4T24.

  • Nova Investigação Comercial: Os EUA iniciaram uma investigação Seção 301 focada em excesso de capacidade industrial em 16 países, podendo resultar em novas tarifas contra China, UE, Índia, Japão, Coreia do Sul e México até o verão.
  • Foco nos Setores de Manufatura: A investigação visa economias com produção excessiva, superávits comerciais elevados ou produção subutilizada, incentivando acordos comerciais para reduzir taxas tarifárias.
  • Investigações Adicionais sobre Trabalho Forçado: Nova investigação abrange mais de 60 países, buscando proibir importações produzidas sob trabalho forçado, aumentando a pressão contra a China.
  • Cronograma de Implementação: Comentários públicos serão aceitos até 15 de abril, com audiências públicas em maio, visando conclusão antes do vencimento das tarifas provisórias em julho.
  • Impacto no Comércio Internacional: Traders devem estar atentos às possíveis mudanças tarifárias, que podem influenciar as negociações e os custos operacionais, especialmente em relação à China e outros grandes parceiros comerciais.

  • Cargill suspende exportações: A Cargill suspendeu exportações de soja do Brasil para a China devido a mudanças na inspeção fitossanitária exigidas pelo governo chinês.
  • Impacto no mercado local: Além de interromper as exportações, a Cargill também pausou a compra de soja no mercado brasileiro, gerando um impacto nas negociações locais.
  • Risco para o fluxo de exportação: As novas exigências do Ministério da Agricultura causaram atrasos nos certificados fitossanitários, afetando o fluxo de exportações brasileiras para a China.
  • Redirecionamento de navios: Navios com destino à China estão sendo redirecionados devido à falta de certificados, aumentando a preocupação entre exportadores e processadores.
  • Negociações em andamento: Entidades como a Anec e a Abiove estão em negociações com o Ministério da Agricultura para resolver o impasse e garantir a continuidade das exportações.

  • IBOVESPA atentos ao IPCA: Dados do IPCA são cruciais para a política monetária e influenciam o mercado.
  • Balança Comercial Brasileira: Informação relevante para acompanhamento econômico interno.
  • Estoque de Gás Natural: Divulgação pela AIE pode afetar bolsas internacionais.
  • Indicadores dos EUA: Pedidos de seguro-desemprego e dados imobiliários são essenciais para a análise do mercado americano.
  • Alta no Petróleo: Preço do petróleo continua subindo, impactando mercados globais e locais.

  • Brasil: Atenção para os dados de inflação e balança comercial às 09:00, que podem oferecer indicações sobre a política monetária.
  • Estados Unidos: Dados de seguro-desemprego às 09:30 podem impactar a confiança do consumidor e influenciar o mercado de trabalho.
  • Setor Imobiliário EUA: Permissões de construção e início de obras residenciais às 11:30 são fundamentais para avaliar o ritmo econômico.
  • Energia EUA: Estoques de gás natural da EIA às 17:30 poderão influenciar o mercado de commodities energéticas.
  • Títulos do Tesouro EUA: Leilões às 14:00 podem indicar demanda por ativos seguros e impacto nas taxas de juros de curto prazo.

  • Liberação de Reservas: O governo dos EUA vai liberar 172 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas.
  • Esforço Internacional: A decisão faz parte de um esforço coordenado com outras 31 nações para liberar um total de 400 milhões de barris.
  • Autorização Presidencial: O presidente Trump autorizou a liberação, que começará na próxima semana e levará cerca de 120 dias.
  • Reposição de Reservas: Os EUA planejam repor as reservas estratégicas em 200 milhões de barris no próximo ano.
  • Impacto Potencial: Essa liberação pode afetar os preços do petróleo no mercado global.

  • Lucro Líquido Ajustado: Vibra (VBBR3) reportou um lucro líquido ajustado de R$615 milhões no quarto trimestre.
  • Ebitda Ajustado: O Ebitda ajustado da empresa somou R$2,6 bilhões no período.
  • Desempenho Financeiro: A forte performance pode impactar positivamente a precificação das ações no curto prazo.
  • Atenção a Resultados: Traders devem observar a reação do mercado a esses resultados trimestrais.
  • Análise de Tendência: Monitorar a continuidade de resultados positivos pode indicar uma tendência de alta nas ações VBBR3.

  • Prejuízo reduzido: Brava Energia relatou uma redução de 64% no prejuízo financeiro, totalizando R$651 milhões.
  • Balanço do 4º trimestre: Apesar da redução do prejuízo, os resultados ficaram abaixo das expectativas do mercado.
  • Atenção à reação do mercado: Traders devem monitorar a reação das ações BRAV3, considerando o relatório de certificação recente.
  • Impacto no mercado financeiro: O resultado pode influenciar a percepção de investidores sobre a saúde financeira da empresa.
  • Estratégia de posição: Avaliar se a posição em BRAV3 é adequada, dadas as novas informações financeiras.

  • Lucro e Receita: Vibra Energia reportou um lucro líquido de R$ 679 milhões no 4T25, um aumento de 33,1% em relação a 2024. Receita líquida ajustada cresceu 13,5%, alcançando R$ 50,5 bilhões.
  • Ebitda e Margens: Ebitda ajustado disparou 100,5% para R$ 2,62 bilhões, com a margem Ebitda melhorando para R$ 251/m³.
  • Segmento de Distribuição: Volume de distribuição chegou a 9,5 milhões de m³, avanço de 5,4%. EBITDA deste segmento subiu 82,7%, refletindo margens mais fortes e eficiência operacional.
  • Competitividade e Regulação: Ambiente regulatório aprimorado e maior fiscalização beneficiam operadoras. A operação Carbono Oculto intensifica a fiscalização no setor.
  • Endividamento: Resultado financeiro negativo em R$ 504 milhões devido ao maior endividamento ligado à consolidação da Comerc, com alavancagem em 2,4 vezes Dívida Líquida/Ebitda.

  • Queda de 13% no lucro: Lavvi (LAVV3) reportou uma redução de 13% no lucro no 4º trimestre.
  • Ebitda ajustado: O Ebitda ajustado foi de R$139 milhões, uma queda de 21% em relação ao ano anterior.
  • Diminuição na margem: A margem Ebitda caiu de 30,4% para 26,3% no trimestre.
  • Impacto potencial nas ações: Os resultados fracos podem afetar negativamente o preço das ações LAVV3.
  • Oportunidade de curto prazo: Traders devem monitorar possíveis reações de mercado e volatilidade em LAVV3.

  • Lucro Líquido Trimestral: A Azzas (AZZA3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 168 milhões entre outubro e dezembro, representando uma queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Desempenho Anual: Em 2025, a empresa alcançou um lucro líquido de R$ 770,7 milhões, um aumento de 30,5% sobre 2024, com um Ebitda recorrente de R$ 1,94 bilhões, crescendo 5,8% ano a ano.
  • Receita e Custos: A receita líquida do trimestre caiu 4,1% para R$ 3,26 bilhões, enquanto no ano inteiro alcançou R$ 11,8 bilhões, refletindo aumento no impacto de impostos e tarifas de importação nos EUA.
  • Geração de Caixa: No quarto trimestre, a Azzas gerou fluxo de caixa de R$ 838 milhões, com geração operacional de caixa em 2025 atingindo R$ 1,2 bilhão, representando 71% de conversão do Ebitda em caixa.
  • Expansão Internacional: A receita internacional somou R$ 1,7 bilhão em 2025, um aumento de 21% frente ao ano anterior, impulsionada pela expansão da marca FarmRio no exterior.

  • Lucro e Ebitda no Trimestre: A Azzas 2154 registrou lucro líquido de R$ 168 milhões no trimestre, queda de 0,5% em relação a 2024, e Ebitda recorrente de R$ 501,1 milhões, baixa de 3,5%.
  • Desempenho Anual de 2025: Primeiro ano após fusão, com lucro líquido de R$ 770,7 milhões (alta de 30,5%) e Ebitda recorrente de R$ 1,94 bilhão (crescimento de 5,8%). Receita líquida anual avançou 2,2%, totalizando R$ 11,8 bilhões.
  • Geração de Caixa e Investimentos: Fluxo de caixa de R$ 838 milhões no trimestre, maior desde a fusão. Capex reduzido em 30,8% no ano, refletindo disciplina na alocação de capital.
  • Alavancagem e Posição de Caixa: Caixa de R$ 1,08 bilhão e dívida líquida de R$ 2,12 bilhões ao final do trimestre. Alavancagem líquida caiu para 1,28 vez, mesmo após pagamento de dividendos.
  • Expansão Internacional: Receita fora do Brasil de R$ 1,7 bilhão em 2025, alta de 21%, impulsionada pelo crescimento da marca FarmRio no exterior.

  • Cristiano Zanin será o relator da ação que pede a instalação da CPI do Banco Master na Câmara dos Deputados, após a suspeição de Dias Toffoli pelo STF.
  • A CPI visa apurar suspeitas de fraudes na compra do Banco Master pelo Banco de Brasília, conforme a petição do deputado Rodrigo Rollemberg.
  • Alegações de "foro íntimo" de Toffoli estão amparadas no Código de Processo Civil, mas sem detalhes sobre seu "amigo íntimo" ou desafeto.
  • Rollemberg afirma que há uma omissão inconstitucional do presidente da Câmara, Hugo Motta, em instalar a CPI, que visa investigar a relação entre o Banco Master e o BRB.
  • A prolongada inércia na investigação pode causar danos ao sistema financeiro, à confiança dos investidores e à fiscalização parlamentar, segundo o deputado.

  • Lucro Líquido Ajustado: Cogna (COGN3) reporta queda de 76,2% no lucro líquido ajustado no Q4 de 2025, totalizando R$ 220,0 milhões.
  • Ebitda Recorrente: O Ebitda recorrente cai 5,3% no Q4 de 2025, mas aumenta 5,7% no acumulado do ano, alcançando R$ 2,299 bilhões.
  • Receita Líquida: Receita líquida cresce 1,9% no Q4 de 2025 e 9,8% ao longo do ano, totalizando R$ 7,017 bilhões em 2025.
  • Desempenho por Unidade: Kroton aumenta receita em 7,9%, Vasta em 10,7%, enquanto a Saber registra queda de 11,4% em 2025.
  • Dívida Líquida: A dívida líquida é reduzida em 1,6% em 2025, fechando o ano em R$ 2,835 bilhões.

  • Barril de Petróleo: Disparou +16%, aproximando-se dos US$ 100, destacando a importância de manter posições em petróleo e gás (O&G) como hedge.
  • Manobra Tática: Investidores estão considerando vender parte de suas posições em O&G para adquirir ativos de qualidade que caíram, como forma de ajuste tático.
  • Ajuste Gradual: Estratégia sugerida é fazer ajustes graduais em vez de zerar posições em petróleo, mantendo assim o hedge, dada a incerteza no mercado.
  • Investidor Estrangeiro: Exemplo de um investidor vendendo 5% de O&G para comprar ações de Blackstone e Blackrock, com planos de continuar se as tendências persistirem.
  • Uso de Dosagens: Mitigar riscos e capturar upsides através de dosagens favorece a exposição controlada a diversas condições de mercado.

  • Descontinuação de cobertura pelo Citi: O banco Citi parou de cobrir as ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) após avaliação negativa.
  • Rebaixamento de rating pela Fitch: A Fitch Ratings cortou o rating de crédito do GPA de CCC para C em moeda local, apontando uma queima de caixa elevada e dificuldades em refinanciamento.
  • Pedido de recuperação extrajudicial: O GPA buscou recuperação extrajudicial para renegociar dívidas de cerca de R$ 4,5 bilhões, com aprovação do conselho e apoio de credores importantes.
  • Dificuldades financeiras: A empresa enfrenta problemas de geração de caixa atribuídos a elevados custos e contingências fiscais e trabalhistas.
  • Impacto nas ações: As ações do GPA apresentaram alta de 1,89% hoje, mas acumulam queda de 30% em 2026; o Citi tinha um preço-alvo de R$ 2,80 para o final de 2026 que deixou de ser relevante.
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