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  • A Suprema Corte dos EUA questiona a legalidade das tarifas de Trump: Juízes levantaram dúvidas sobre se uma lei de 1977 daria ao presidente poder para impor tarifas unilateralmente.
  • Possível decisão contra Trump não impede tarifas: Caso a decisão seja negativa, o secretário do Tesouro dos EUA afirmou que buscará outras autoridades legais para manter as tarifas.
  • Impacto econômico potencial: As tarifas, que podem gerar receitas de trilhões de dólares, são uma questão-chave na política econômica e externa dos EUA.
  • Divisão na Suprema Corte: O tribunal, composto por uma maioria conservadora de 6 a 3, está dividido sobre a autoridade presidencial versus o poder do Congresso.
  • Clima de incerteza até a decisão: Embora o governo peça uma ação rápida, o momento da decisão da Suprema Corte ainda é indefinido, influenciando o mercado de forma temporária.

  • Lucro Líquido: Rede D'Or (RDOR3) registrou lucro líquido de R$ 1,54 bilhão no terceiro trimestre de 2025, acima do esperado pelo mercado de R$ 1,2 bilhão.
  • Ebitda: A empresa reportou Ebitda de R$ 3,23 bilhões, superando as expectativas de R$ 2,73 bilhões e representando um crescimento de 24,6% em relação ao ano anterior.
  • Receita Líquida: A receita líquida aumentou 10,7% para R$ 14,4 bilhões, embora tenha ficado abaixo da previsão média de R$ 15,24 bilhões.
  • Comparação Anual: O lucro e Ebitda da Rede D'Or mostram uma performance significativamente superior em relação ao mesmo período do ano anterior, com lucros quase 32% maiores.
  • Expectativas do Mercado: A empresa superou as expectativas de lucro e Ebitda do mercado, sugerindo potencial de reavaliação das ações no curto prazo.

  • Recompensas em Criptomoedas: Cassinos online aceitam criptomoedas e oferecem bônus baseados em blockchain, permitindo pagamentos instantâneos e transparência nos jogos.
  • Tecnologias Embarcadas: Blockchain e contratos inteligentes garantem segurança e eficiência, com sistemas "comprovadamente justos" para comprovar a aleatoriedade dos jogos.
  • Tipos de Recompensas Disponíveis: Bônus de boas-vindas, rakeback, cashback, programas de fidelidade e VIP, além de ofertas sazonais e de indicações.
  • Estrategias para Maximizar Bônus: Entender requisitos de apostas, combinar cashback com rakeback, ser fiel a plataformas e participar de programas baseados em tokens.
  • Riscos e Considerações: Volatilidade dos tokens, conformidade regulatória e a importância do jogo responsável são aspectos críticos a serem considerados.

  • Copom mantém a Selic em 15%, decisão unânime pelo terceiro encontro consecutivo, corroborando expectativas do mercado.
  • Ambiente externo incerto e tensão geopolítica requerem cautela dos mercados emergentes, impactando condições financeiras globais e ativos.
  • Comunicação do Copom é considerada hawkish, não indica flexibilizações e sugere manutenção de juros altos por período prolongado, influenciando expectativas de traders.
  • Perspectivas de inflação: Copom reconhece desaceleração, mas expressa cautela diante do cenário fiscal e despesas pré-eleitorais elevadas.
  • Expectativa de corte na Selic: Analistas projetam início do ciclo de afrouxamento monetário apenas a partir de 2026, influenciado por panorama fiscal e eleitoral.

  • Ampliação da isenção do Imposto de Renda: Quem ganha até R$ 5 mil mensais será isento; desconto para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.350.
  • Taxação sobre renda alta: Implementação de uma taxação mínima de até 10% para equilibrar a perda de receita.
  • Aprovação sem mudanças: Projeto aprovado pela Câmara segue para sanção presidencial sem alterações, permitindo início em 2026.
  • Tributação adicional planejada: Relator busca votação de projeto para taxar apostas online e fintechs, visando evitar retorno do projeto à Câmara.
  • Reação do mercado: Expectativa de melhoria em indicadores econômicos, conforme declaração do ministro da Fazenda Fernando Haddad.

  • Governo Lula adia proposta: Atuação governista impediu avanço da proposta que equipara facções criminosas ao terrorismo, articulando adiamento na Câmara.
  • Votação obstruída na CCJ: Intervenção direta do governo esvaziou sessão da Comissão de Constituição e Justiça, interrompendo análise do texto emergencial da oposição.
  • Prioridade ao PL Antifacção: Planalto concentra esforços em seu próprio projeto de lei, considerado mais brando, que visa centralizar o debate no Executivo.
  • Confronto político acirrado: Oposição critica manobra governista como proteção a interesses políticos; aliados afirmam que tema requer equilíbrio jurídico.
  • Impacto na segurança pública: Disputa legislativa tem repercussão nas eleições e imagem do governo, afetando percepções sobre o combate ao crime organizado.

  • Copom Manteve Selic em 15%: Comitê de Política Monetária mantém taxa básica de juros em 15% ao ano, maior nível desde 2006, decisão foi unânime.
  • Comunicado com Tom Duro: Comunicado do Copom sinaliza ausência de afrouxamento monetário este ano, mantendo porta aberta para futuras altas de juros.
  • Manutenção Prolongada: Expectativa é manter a Selic em 15% por um período prolongado, possivelmente nas próximas reuniões de dezembro e janeiro.
  • Influência do Cenário Fiscal: Questões fiscais limitam potencial queda de juros, com possibilidade de pressão inflacionária e impactando a credibilidade do Banco Central.
  • Influência do Fed: Redução de juros nos EUA pelo Fed não garante alívio na Selic, destacando a complexidade do cenário com variáveis externas.

  • Resultado trimestral: CBA reverteu prejuízo do 2º trimestre com lucro de R$ 131 milhões no 3º trimestre.
  • Ponto de virada: A reversão de prejuízo é um sinal positivo para a performance da empresa.
  • Perspectiva de Investimento: Lucratividade renovada pode indicar fortalecimento das ações da CBA (CBAV3).
  • Oportunidade de mercado: Traders devem observar o impacto desse resultado nas cotações da CBA e do setor de commodities.
  • Sentimento do mercado: A notícia pode influenciar o sentimento dos investidores positivamente em relação ao setor.

  • Queda no Lucro: Vibra registrou lucro líquido de R$ 407 milhões no 3T25, queda de 90,3% comparado ao ano anterior.
  • Impacto nos Resultados Financeiros: Receita financeira caiu de R$ 131 milhões para um prejuízo de R$ 647 milhões.
  • Dívida Crescente: Dívida bruta aumentou 46,3% e líquida cresceu 101,6%, alcançando R$ 18,7 bilhões.
  • Volume de Distribuição: Volume total vendido ficou estável em 9,3 milhões de metros cúbicos; alta de 2,1% nos postos.
  • Desempenho em Renováveis: Ebitda de renováveis caiu 25%, impactado por curtailment devido à falta de estrutura de distribuição.

  • Ibovespa surpreende: Superou recordes antes do Copom, ultrapassando 153 mil pontos.
  • Expectativa do mercado: Havia expectativa de que o comunicado do Copom indicasse um corte iminente de juros.
  • Comunicação do Copom: O comunicado não apresentou sinalização clara de corte de juros.
  • Reação esperada: Analistas preveem uma "ressaca" no mercado brasileiro devido ao tom mais duro do Copom.
  • Oportunidades de trading: Fique atento à volatilidade do mercado, especialmente em setores sensíveis a juros.

  • Lucro no 3º trimestre de 2025: Petz (PETZ3) reportou um lucro de R$33,4 milhões.
  • Atenção ao mercado: Resultados foram divulgados na noite de quarta-feira, impactando possíveis ajustes no preço das ações.
  • Fusão estratégica: União com Cobasi motivada pela concorrência dos marketplaces, podendo influenciar sinergias futuras e corte de custos.
  • Impacto nos market shares: A aliança pode fortalecer a presença de mercado das duas empresas no setor de pet shops.
  • Reação do mercado: Monitorar a reação do mercado aos resultados e à fusão, pois pode influenciar volatilidade no curto prazo.

  • Lucro líquido de R$ 120,7 milhões, queda de 75,8% ano a ano, devido a uma despesa financeira não-caixa.
  • Lucro líquido ajustado foi de R$ 681,3 milhões, superando a expectativa de consenso de R$ 48 milhões.
  • Ebitda ajustado recorde de R$ 1,3 bilhão, aumento de 78,7%.
  • Produção de 92 mil boe/d, aumento de 77,5%, impactando positivamente os custos operacionais.
  • Lifting cost reduzido para US$ 13 por barril, menor da história da Brava, apontando eficiência operacional.

  • Ebitda ajustado recorde: Brava Energia reportou um Ebitda ajustado de R$ 1,3 bilhão.
  • Lucro líquido: A empresa registrou um lucro líquido de R$ 120,7 milhões no terceiro trimestre.
  • Queda significativa de lucro: O lucro líquido caiu 76% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
  • Nome da empresa: A companhia, anteriormente conhecida como 3R Petroleum, agora se chama Brava Energia.
  • Implicações no mercado: A divulgação desses números pode impactar a percepção de valor e a volatilidade das ações BRAV3.

  • Copom mantém Selic em 15%: Decisão unânime e já esperada, reforçando política monetária restritiva e controle da inflação.
  • Juros altos por longo período: BC indica manutenção da Selic até que as expectativas de inflação retornem para a meta.
  • Cortes de juros apenas em 2026: Mercado ajusta projeções para primeiro corte de juros no segundo semestre de 2026.
  • Cenário global e doméstico instáveis: Tensão geopolítica e inflação em serviços justificam taxas elevadas.
  • Inflação acima da meta: Expectativas de inflação para 2025 e 2026 continuam altas, sustentando necessidade de vigilância e cautela.

  • Lucro Líquido: Axia Energia (AXIA3) reporta lucro líquido IFRS ajustado de R$ 2,18 bilhões no 3º trimestre de 2025, queda de 68% ano a ano.
  • Ebitda Reduzido: Ebitda IFRS ajustado caiu 50,8%, para R$ 5,89 bilhões, impactado por menor remensuração regulatória.
  • Despesas: PMSO IFRS ajustado somou R$ 1,51 bilhão, influenciado por ganhos de eficiência e despesas pontuais.
  • Resultado Financeiro: Resultado financeiro IFRS ajustado negativo em R$ 2,39 bilhões, com queda nas despesas de imposto.
  • Dividendos: Aprovação de R$ 4,3 bilhões em dividendos intermediários, baseado em posição de 30 de setembro de 2025.

  • Ágora Investimentos: Produz conteúdo diário em vídeos e podcasts.
  • Formato: Informações apresentadas em diferentes formatos para melhor compreensão.
  • Foco: Conteúdo voltado para mercado financeiro e investimentos.
  • Acesso: Disponibilidade diária de novos materiais.
  • Relevância: Atualizações importantes para traders e investidores acompanharem as movimentações do mercado.

  • Lucro Líquido: Vibra reportou um lucro líquido de R$ 407 milhões no terceiro trimestre de 2025.
  • Ebitda Ajustado: O Ebitda ajustado somou R$ 1,8 bilhão entre julho e setembro.
  • Comparação: Este desempenho ressalta a força operacional da Vibra no período.
  • Setor: A empresa pertence ao setor de distribuição de combustíveis, o que pode impactar ações relacionadas conforme flutuações nos preços de petróleo.
  • Ponto de Ação: Traders devem observar a performance comparativa de Vibra frente a concorrentes e tendências no setor energético.

  • Lucro da Axia: A Axia, antiga Eletrobras, reportou uma queda de 68% no lucro do terceiro trimestre.
  • Dividendo Anunciado: A empresa anunciou a distribuição de R$ 4,3 bilhões em dividendos.
  • Impacto Regulatório: O principal impacto nos resultados foi a remensuração regulatória dos contratos de transmissão.
  • Oportunidade para Investidores: O dividendo pode atrair investidores interessados em rendimento.
  • Ação no Radar: Traders devem observar reações do mercado à distribuição de dividendos e resultados financeiros.

  • Mercados internacionais em alta: Bolsas de Nova York subiram com dados positivos do setor de serviços nos EUA, enquanto Treasuries também tiveram rendimentos elevados.
  • Petróleo em queda: Preço do petróleo caiu mais de 1% devido ao aumento dos estoques nos EUA e preocupações com excesso de oferta.
  • Ibovespa segue em alta no Brasil: Marcou a décima primeira sessão consecutiva de ganhos, subindo 1,72% apoiado por resultados corporativos e cortes na Selic.
  • Dólar em queda: O dólar desvalorizou 0,69%, fechando a R$ 5,36, com atenção voltada para a política monetária do Banco Central.
  • Juros futuros em baixa: Todos os vencimentos dos juros futuros caíram, refletindo expectativas de continuidade no ciclo de cortes da Selic.

  • Ibovespa em Alta: O índice bateu recorde pela oitava vez consecutiva, fechando em alta de 1,72% aos 153.294,44 pontos, com volume negociado de R$ 26,3 bilhões.
  • Decisão do Copom: A Selic foi mantida em 15% ao ano, com o Banco Central destacando cautela devido ao cenário de incerteza.
  • Resultados Corporativos: Destaque para Itaú (ITUB4) com alta de 0,43% após lucro de R$ 11,876 bilhões e GPA (PCAR3) que reverteu prejuízo anterior, disparando 8% durante o pregão antes de fechar estável.
  • Mercado de Câmbio: O dólar encerrou em queda de 0,69%, cotado a R$ 5,3614, refletindo a volatilidade ao longo do dia.
  • Maiores Variações do Ibovespa: Vamos (VAMO3) subiu 8,66%, enquanto CSN (CSNA3) caiu 4,6%, destacando oportunidades de trading nas movimentações diárias.

  • Decisão do Copom: Manutenção da taxa Selic em 15% pela terceira reunião consecutiva, com próxima decisão prevista para dias 8 e 9 de dezembro.
  • Estratégia de Investimento: Priorize liquidez e evite exposições que esperam queda rápida de juros; renda fixa segue como uma opção atraente.
  • Perfis de Investimento: Investidores conservadores devem focar em títulos pós-fixados; perfis moderados podem considerar papéis prefixados; arrojados podem diversificar em ações e alternativos.
  • Oportunidades Isentas de IR: LCIs e LCAs são boas alternativas para médio prazo, com isenção de Imposto de Renda.
  • Rentabilidade Simulada: Detalhamento de potenciais retornos para diferentes valores e produtos de renda fixa, exemplificando investimento em R$ 1 mil e R$ 10 mil.

  • Lucro Líquido Aumenta: Engie Brasil (EGIE3) reportou lucro líquido de R$ 738 milhões no 3T25, aumento de 9,8% em relação ao ano anterior.
  • Receita Líquida Cresce: Receita líquida subiu 31,8%, totalizando R$ 3,3 bilhões, impulsionada pelo crescimento na geração e venda de energia.
  • Expansão de Capacidade: A energia comercializada aumentou significativamente, com novos ativos como o Conjunto Eólico Serra do Assuruá entrando em operação.
  • Impacto nos Custos: Custos operacionais cresceram devido a aumentos no custo de construção do Sistema Asa Branca e outras despesas administrativas.
  • Dívida Líquida: Dívida líquida subiu 13,8%, alcançando R$ 24,5 bilhões, afetada por maiores gastos com juros sobre a dívida.

  • Copom mantém taxa Selic estável em 15% ao ano, com expectativas de que permanecerá assim até o fim do ano, frustrando quem esperava cortes nos juros.
  • Banco Central destaca riscos elevados para a inflação, exigindo uma política monetária contracionista prolongada para assegurar a convergência à meta.
  • O mercado já antecipa nova manutenção da taxa Selic em dezembro, refletindo o tom hawkish inesperado no comunicado do Copom.
  • Incertezas externas associadas à política dos EUA e um mercado de trabalho doméstico dinâmico são fatores considerados na decisão de política monetária.
  • O comunicado inclui um pequeno ajuste que traz um tom dovish, sinalizando possível esmorecimento da rigidez monetária caso a inflação continue arrefecendo.

  • Receita Líquida: Totvs reportou receita líquida consolidada de R$ 1,562 bilhão no terceiro trimestre, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Lucro Líquido Ajustado: A empresa registrou um lucro líquido ajustado de R$ 248,7 milhões, representando um aumento de 10,2% em comparação com o ano anterior.
  • Impulso do Crescimento: Os resultados indicam um crescimento consistente, destacando a estratégia de mercado e a habilidade de aumentar receitas.
  • Perspectiva de Análise: Estes resultados positivos podem influenciar a percepção do mercado sobre as ações TOTS3, tornando-as um possível foco para investidores.
  • Oportunidades de Trade: Traders devem monitorar qualquer reação de preço em TOTS3, especialmente considerando possíveis revisões de analistas e impactos no segmento de tecnologia.

  • Aeris (AERI3) reportou prejuízo líquido de R$ 144,36 milhões no terceiro trimestre de 2025.
  • O prejuízo mais que dobrou em comparação anual, indicando desafios significativos nos lucros.
  • Comparado ao segundo trimestre, o prejuízo teve uma redução de 17%, sinalizando alguma melhora recente.
  • Investidores devem monitorar estratégias de recuperação e ajuste de eficiência da empresa.
  • Dados financeiros recentes podem impactar a volatilidade das ações AERI3, apresentando oportunidades de negociação.

  • Taxa Selic mantida em 15,00%: Terceira manutenção consecutiva da Selic no maior nível desde 2006, decisão unânime do Copom.
  • Cenário econômico incerto: Incertezas destacadas no cenário internacional, especialmente a política econômica dos Estados Unidos.
  • Inflação e crescimento moderados: Copom observa arrefecimento da inflação, mas acima da meta, e moderação no crescimento econômico.
  • Estratégia de juros mantida: Manutenção prolongada da taxa de juros para alcançar a meta de inflação, com vigilância contínua.
  • Impacto de tarifas dos EUA: Alerta sobre política tarifária dos EUA e cautela necessária para países emergentes em meio a tensões geopolíticas.

  • Lucro da Rede D'Or (RDOR3): A empresa registrou um lucro de R$ 1,5 bilhão no terceiro trimestre, superando a expectativa média do mercado de R$ 1,2 bilhão.
  • Crescimento de 32%: O lucro representa um aumento de 32% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
  • Expectativa Superada: Os resultados vieram acima das previsões dos analistas, impulsionando a confiança no desempenho da empresa.
  • Ações RDOR3: O desempenho positivo pode gerar um impulso nas ações da Rede D'Or, tornando-as uma opção atrativa para traders no curto prazo.
  • Impacto no Setor: Resultados fortes da Rede D'Or podem servir como um indicador positivo para o setor de saúde, atraindo mais investidores.

  • Pagamento de Dividendos: Axia Energia (AXIA3), anteriormente Eletrobras, aprovou R$ 4,3 bilhões em dividendos intermediários para pagamento em 19 de dezembro de 2025.
  • Valor por Ação: Dividendos de R$ 1,58 por ação preferencial classe A, R$ 2,08 por ação preferencial classe B e R$ 1,89 por ação ordinária e golden share.
  • Datas Importantes: Data de corte na B3 em 14 de novembro de 2025; ex-dividendos a partir de 15 de novembro.
  • Impacto da Recompra: Valores dos dividendos podem variar conforme o programa de recompra de ações.
  • Reforço Financeiro: A decisão enfatiza a disciplina financeira e geração de valor da Axia Energia aos acionistas.

  • Lucro Líquido: Minerva (BEEF3) obteve lucro de R$ 120 milhões no terceiro trimestre.
  • Crescimento Anual: O lucro cresceu 28% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
  • Impulso das Exportações: Exportações fortaleceram os resultados financeiros da companhia.
  • Divulgação: Os resultados foram divulgados na noite de quarta-feira.
  • Papel em Observação: Traders devem monitorar o impacto nos preços das ações da BEEF3.

  • Lucro Líquido: Minerva reportou um lucro líquido de R$ 120 milhões no 3º trimestre de 2025.
  • Data do Resultado: Informações financeiras foram divulgadas na noite de quarta-feira.
  • Fonte de Informação: Detalhes podem ser conferidos no site InfoMoney.
  • Impacto Potencial: Resultados podem influenciar o valor das ações da Minerva (BEEF3).
  • Relevância da Informação: Dados financeiros são essenciais para análise de performance da empresa.

  • Ibovespa Fecha em Novo Recorde: Índice subiu 1,72%, marcando 153.294,44 pontos; 11ª alta consecutiva.
  • Influência das Blue Chips: Ações da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) foram fundamentais para a alta, respectivamente subindo 1,72% e 1,98%.
  • Expectativa com Copom: Decisão sobre a Selic é esperada; mercado antecipa manutenção em 15% com discurso cauteloso.
  • Impactos do Cenário Político: Avanço no Senado sobre a isenção de IR e negociação de tarifas pode influenciar positivamente o mercado.
  • Mistura de Alerta e Otimismo nos EUA: Debates sobre tarifas e dados de empregos destacam-se; índices S&P 500, Dow Jones e Nasdaq fecharam em alta.

  • Taxa Selic mantida: Copom decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, marcando a terceira manutenção consecutiva, como já esperado pelo mercado.
  • Expectativa de inflação ajustada: Projeção para o IPCA em 2025 foi reduzida de 4,8% para 4,6%, ainda acima da meta de 4,5%.
  • Cenário internacional incerto: Copom destacou incertezas globais, especialmente relacionadas à política econômica dos EUA.
  • Pressões domésticas: Expectativas desancoradas e projeções de inflação elevadas persistem no Brasil, com resiliência na atividade econômica e pressões no mercado de trabalho.
  • Postura monetária: Banco Central manteve postura cautelosa e sinalizou que a estratégia atual de altos juros pode se prolongar para garantir convergência da inflação à meta.

  • Ibovespa Futuro em Alta: Subiu 1,90%, fechando aos 155.880 pontos. A análise técnica aponta tendência de alta no curto prazo, com suporte em 152.600 pontos.
  • Dólar Futuro em Queda: Recuou 1,01%, para R$ 5,3880, indicando possível nova tendência de baixa após romper suporte de R$ 5,390.
  • Impacto Macroeconômico Positivo: Alívio nas tensões comerciais entre EUA e China e dados econômicos norte-americanos acima do esperado impulsionam o apetite ao risco.
  • Cenário Doméstico Favorável: Aprovação de proposta no Senado para aumentar a faixa de isenção do IR, beneficiando o Ibovespa Futuro.
  • Expectativa com Política Monetária: Banco Central manteve a taxa de juros em 15%, fator relevante para decisões de investimento.

  • Operação Policial: A Polícia Federal realiza ação contra mineração ilegal de ouro em terras indígenas Munduruku, no Pará.
  • Movimentação Financeira: Estima-se que a atividade ilegal tenha movimentado R$ 4 bilhões.
  • Aumento de Penalidades: A Câmara dos Deputados aprovou aumento da pena para mineração ilegal em terras indígenas, com detenção de seis meses a um ano.
  • Pontencial Impacto no Mercado: Traders devem monitorar impactos no setor de mineração e legislações futuras que podem afetar empresas do ramo.
  • Implicações para Investidores: Investidores devem avaliar riscos regulatórios em operações envolvendo exploração de recursos naturais em áreas sensíveis.

  • Genial mantém recomendação de compra: A corretora reafirmou a confiança no potencial de valorização das ações PRIO3, vendo fundamentos sólidos e um momento de transição operacional que favorece crescimento.
  • Resultados abaixo do esperado: O 3T25 apresentou desempenho aquém das expectativas devido à interrupção técnica em Peregrino, o que impactou volumes e margens.
  • Parada em Peregrino pesa no curto prazo: A interrupção temporária foi a principal causa do recuo trimestral, mas a Genial considera o episódio transitório com uma expectativa de recuperação gradual.
  • Catalisadores de crescimento: A entrada de Wahoo em operação e a consolidação do controle de Peregrino devem elevar a geração de caixa a partir de 2026, impulsionando o valor de mercado da Prio.
  • Estrutura de custos e eficiência: A empresa mantém sólida estrutura de custos e alta eficiência operacional, posicionando-se bem em relação ao preço do barril e cenário de oferta global.

  • Lavvi Empreendimentos Imobiliários (LAVV3) aprova R$ 124,7 milhões em dividendos. A distribuição é composta por R$ 24,7 milhões em dividendos intercalares e R$ 100 milhões em adicionais.
  • O valor por ação é de R$ 0,64, excluindo as ações em tesouraria, com base nas demonstrações financeiras de 30 de setembro de 2025.
  • Data de corte para acionistas: 13 de novembro de 2025. Ações serão negociadas ex-dividendos em 14 de novembro, com pagamento em 26 de novembro de 2025.
  • O dividendo é isento de Imposto de Renda, sem correção monetária ou juros entre declaração e pagamento.
  • Crédito será realizado pelo Itaú Corretora de Valores S.A., conforme domicílio bancário informado pelos acionistas.

  • Copom mantém Selic em 15%: O Banco Central confirmou as expectativas do mercado ao manter a taxa de juros Selic inalterada, reforçando uma política monetária contra a inflação.
  • Expectativa de corte adiada para 2026: Com apenas uma reunião restante em dezembro, o mercado prevê que o primeiro corte na Selic ocorrerá apenas em 2026.
  • Inflação e atividade econômica: Apesar de sinais de enfraquecimento econômico e inflação acima de 5%, o Copom segue com postura rígida sem indicar cortes imediatos.
  • Projeção de inflação para 2027: O Copom projeta inflação de 3,3% no segundo trimestre de 2027, ligeiramente acima da meta de 3%, o que sustenta a política de juros atuais.
  • Comunicação e confiança do BC: O comunicado do Copom sinaliza confiança na estratégia atual, mas deixa dúvidas sobre dados incorporados, podendo impactar expectativas de inflação futuras.

  • Banco Central mantém Selic em 15%: Perspectivas de cortes somente para 2026, quando a taxa deve fechar em 12,25%.
  • Renda fixa em destaque: Com juros altos, aplicações como Tesouro Selic e CDBs pós-fixados oferecem bons retornos com liquidez e segurança.
  • Oportunidades em títulos prefixados: Permitem "travar" altas taxas de retorno a médio prazo, aproveitando o cenário atual de juros.
  • Vantagens dos títulos indexados à inflação: Tesouro IPCA+ é recomendado para estratégias de longo prazo devido a taxas reais atraentes.
  • Importância da diversificação: Diversificar entre renda fixa e variável para capturar ganhos futuros e equilibrar riscos no portfólio.

  • Banco Central mantém Selic: Taxa básica de juros permanece em 15%, sem surpresas para o mercado.
  • Renda Fixa ou Bolsa? Investidores ponderam entre segurança na renda fixa ou aproveitar a alta do Ibovespa.
  • Estrategista do Santander: Recomenda calibrar carteira com renda fixa e ações, destacando títulos pós-fixados e atrelados à inflação.
  • Cenário Global Influencia Bolsa: Movimento de rotação global de ativos de risco e corte de juros nos EUA pelo Fed impactam fluxo brasileiro.
  • Sinais para o Futuro: Copom cauteloso com cortes de juros em 2025; preferências por ações de baixo beta e boas pagadoras de dividendos.

  • Copom mantém Selic estável em 15%: É a terceira reunião consecutiva de manutenção da taxa.
  • Expectativas de redução futura de juros: Mercado agora foca em calibrar apostas sobre quando a Selic pode começar a cair.
  • Riscos inflacionários elevados: Banco Central destaca riscos contínuos para inflação, tanto para alta quanto baixa.
  • Impacto de políticas comerciais e fiscais: Atenção a tarifas dos EUA ao Brasil e política fiscal interna afetam ativos e política monetária.
  • Postura contracionista prolongada: A política monetária seguirá altamente restritiva para garantir a convergência da inflação à meta.
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