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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Motiva (MOTV3) aprovou emissão de debêntures: O valor total da operação será de R$ 1,05 bilhão.
  • Emissão será realizada em série única: Facilitando a captação de recursos de forma mais direta.
  • Possível impacto nas ações: A operação pode sinalizar novas oportunidades de investimento e expansão para a empresa.
  • Aumento de liquidez no mercado: A emissão das debêntures pode proporcionar mais liquidez e atrair investidores interessados.
  • Fique atento a atualizações adicionais: Acompanhar novos desenvolvimentos pode ser crucial para ajustar decisões de negociação.

  • Unifique anuncia a aquisição da iSUPER Telecomunicações por R$ 37,9 milhões.
  • Conclusão da operação está prevista para 31 de março, oferecendo um prazo para ajuste das estratégias de investimento.
  • Movimento de expansão estratégica da Unifique pode gerar sinergias e impacto positivo no seu valuation.
  • Foco em fibra óptica reforça a posição da Unifique no mercado de telecomunicações.
  • Monitorar a cotação das ações FIQE3 para oportunidades de trade baseadas em reações do mercado à aquisição.

  • Petróleo disparam: Preço do petróleo supera US$ 100 por barril após Irã anunciar sucessão política, e chegadas de Brent chegam a US$ 119.
  • Impactos do Oriente Médio: Tensão aumenta temores inflacionários globais após conflitos na região; G7 e AIE discutem liberação de reservas estratégicas.
  • Mercado brasileiro: Ibovespa recua 0,61%, enquanto dólar cai 0,82% a R$ 5,2438, acumulando valorização semanal de 2,14%. Resultados de empresas como Direcional e MRV são esperados.
  • Queda nas bolsas internacionais: Bolsas da Ásia, Europa e futuros de Wall Street apontam para queda generalizada; Tóquio/Nikkei despenca 5,24%.
  • Criptoativos em alta: Bitcoin sobe 0,3%, negociado a US$ 67.985,71, enquanto Ethereum avança 1,9%, cotado a US$ 2.001,96.

  • Bolsa de Tóquio caiu mais de 5%: o índice Nikkei fechou em baixa de 5,2% devido ao aumento do preço do petróleo.
  • Preço do petróleo sobe para quase US$ 120: o aumento foi impulsionado por cortes na produção de grandes produtores do Golfo e o fechamento do Estreito de Ormuz.
  • Quedas generalizadas em mercados asiáticos: além do Nikkei, o Kospi caiu 5,96% em Seul, o Taiex recuou 4,43% em Taiwan, e o Hang Seng diminuiu 1,35% em Hong Kong.
  • Dados de inflação chinesa aliviam mercado: a inflação ao consumidor acelerou para 1,3% em fevereiro, superando previsões e reduzindo preocupações deflacionárias.
  • Impacto na Oceania: a bolsa australiana também foi afetada, com o S&P/ASX 200 caindo 2,85% em Sydney.

  • Impacto no Mercado: A Bolsa de Tóquio despencou mais de 5% devido ao aumento do petróleo para quase US$ 120 o barril, afetando fortemente economias asiáticas dependentes de importação de energia.
  • Mudança no Petróleo: Grandes produtores do Golfo cortaram a produção, impactando ainda mais o mercado, após o fechamento do Estreito de Ormuz.
  • Mercados Regionais: Nikkei caiu 5,2%, Kospi 5,96%, Taiex 4,43% e Hang Seng 1,35%. Xangai Composto teve baixa mais moderada de 0,67%.
  • Dados Econômicos da China: A inflação ao consumidor chinês acelerou acima do esperado para 1,3% em fevereiro, ajudando a aliviar preocupações deflacionárias.
  • Outros Impactos Globais: Na Oceania, o S&P/ASX 200 caiu 2,85% em Sydney, refletindo preocupações econômica globais.

  • Relatório Focus: Expectativas do mercado sobre inflação, crescimento econômico e taxa de juros serão monitoradas de perto, com potencial impacto nos ativos brasileiros.
  • Encontro do Eurogrupo: Discussões sobre a política econômica da Zona do Euro podem influenciar o mercado de moedas e ações europeias.
  • PIB do Japão: Divulgação no final do dia pode afetar moedas asiáticas e mercados globais.
  • Conflito no Irã: Aumento das tensões com a nomeação de Mojtaba Khamenei, impactando principalmente o mercado de petróleo.
  • Petróleo em Alta: Traders devem observar o aumento dos preços do petróleo que pode repercutir em setores correlacionados e economias dependentes desse recurso.

  • Futuros dos EUA em Queda: Os futuros do Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq 100 caem mais de 1%, aumentando preocupações sobre a estabilidade do mercado.
  • Alta dos Preços do Petróleo: Petróleo bruto sobe mais de 25%, alcançando quase US$ 120 por barril, impulsionando temores de inflação.
  • Tensões Geopolíticas: Intensificação no Oriente Médio, com conflitos entre EUA, Israel e Irã, impacta fornecimento de energia e crescimento global.
  • Índice de Volatilidade: Cboe Volatility Index sobe para 34,62, o nível mais alto desde abril de 2025, sinalizando aumento da ansiedade dos investidores.
  • Expectativas de Política Monetária: Provável manutenção das taxas de juros pelo Federal Reserve devido ao mix de dados econômicos e aumento dos preços do petróleo.

  • Preço do Petróleo: Expectativa de alta nos preços do petróleo devido a preocupações com oferta e demanda global.
  • Reunião do G7: Reunião do G7 pode influenciar políticas econômicas que afetam os mercados globais.
  • Relatório Focus: Projeções econômicas do Relatório Focus serão monitoradas de perto por investidores.
  • Mercados Globais: A incerteza sobre tarifas dos EUA está contribuindo para a volatilidade nos mercados.
  • Análise Técnica: Traders devem observar suporte e resistência técnica nos mercados de commodities.

  • Ações da Petrobras (PETR3): A valorização das ações indica um movimento positivo no mercado, possivelmente relacionado a novos desenvolvimentos ou relatórios financeiros.
  • Ações da Minerva (BEEF3): O recuo nas ações sugere atenção devido a questões internas ou variações nos preços das commodities que impactam a empresa.
  • Indicador IFR para Petrobras: Sinaliza alta euforia, indicando que as ações podem estar sobrecompradas e necessitam de cautela para evitar venda em cenário de correção.
  • Indicador IFR para Minerva: Aponta possibilidade de compra, sugerindo que as ações podem estar subvalorizadas e oferecendo potencial de valorização para traders.
  • Oportunidades de Mercado: A diferença nos comportamentos de PETR3 e BEEF3 sinaliza oportunidades assimétricas para traders que monitoram os indicadores técnicos e desenvolvimentos no setor.

  • IBOV acumula alta de 11% em 2026, mas está enfrentando duas semanas consecutivas de queda.
  • Alerta técnico foi aceso devido às recentes quedas, sugerindo possíveis mudanças no padrão de negociação.
  • Ibovespa recua em linha com movimentos globais, enquanto outras bolsas principais também enfrentam dificuldades.
  • Nasdaq perde tração, afetando confiança em tecnologia e influenciando posições em mercados correlacionados.
  • Bitcoin oscila, apresentando volatilidade que pode oferecer oportunidades para traders atentos ao mercado de criptomoedas.

  • Mercado Geopolítico: A guerra em curso está impactando significativamente os preços do dólar, aumentando a volatilidade e desafiando previsões.
  • Agenda Econômica Cheia: A semana está repleta de eventos econômicos, incluindo decisões de política monetária que podem influenciar o minidólar.
  • Níveis Técnicos Importantes: Traders devem observar atentamente o suporte e resistências nos gráficos para identificar oportunidades de negociação.
  • Expectativas Voláteis: As expectativas para o minidólar permanecem incertas, com potenciais flutuações rápidas nos preços.
  • Recomendações de Cautela: É recomendável que traders mantenham uma abordagem cautelosa devido às incertezas geopolíticas e econômicas.

  • Mini-índice WINJ26: Análise técnica sugere atenção aos níveis de suporte e resistência para o dia 09 de março.
  • Risco Global: Monitorar o impacto de tensões geopolíticas nos mercados globais, o que pode afetar o mini-índice.
  • Agenda Econômica: Dados econômicos relevantes previstos para a semana podem influenciar o comportamento do índice.
  • Recomendação: Atenção especial às notícias relacionadas a políticas monetárias que afetam o mercado brasileiro.
  • Estratégia de Trading: Considerar estratégias de curto prazo observando os dados técnicos e fundamentais.

  • Retorno dos Investidores Estrangeiros e Alta do Ibovespa: O interesse por IPOs na bolsa brasileira está aumentando novamente com a volta dos investidores estrangeiros e a alta do Ibovespa, que cresceu 11% desde o início do ano.
  • Cautela com Conflitos Geopolíticos: Os conflitos no Oriente Médio estão provocando aversão ao risco, influenciando a disposição dos investidores em participar de novos IPOs devido à busca por opções mais seguras.
  • Perfil Seletivo dos Próximos IPOs: Espera-se um número menor de empresas buscando abertura de capital devido às taxas de juros elevadas. Empresas de infraestrutura e saneamento estão se destacando, demandando um perfil de investimento diferente.
  • Papel dos Investidores Institucionais: A tendência é de que fundos estrangeiros e investidores institucionais locais sejam os principais participantes desses IPOs, com menos participação de investidores pessoas físicas.
  • Empresas na Fila para IPO: Algumas empresas manifestaram interesse em IPO, como Compass, Vale Base Metals, Aegea, BRK Ambiental e Transire, cada uma em diferentes setores e estágios de preparação.

  • Volume Recorde: O mini-índice superou 25,6 milhões de contratos, atingindo o maior volume registrado em quatro anos.
  • Tensões Geopolíticas: A escalada das tensões no Oriente Médio está impulsionando a volatilidade no mercado.
  • Impacto na Volatilidade: A instabilidade geopolítica é um fator significativo para a alta nos volumes de negociação.
  • Importância para Traders: O aumento de volume sugere oportunidades para operações de curto prazo.
  • Monitoramento Necessário: É crucial que os traders acompanhem de perto os desdobramentos internacionais que impactam o mercado.

  • Ibovespa em Correção: O índice está ampliando sua correção, exigindo atenção dos traders para possíveis ajustes nas carteiras.
  • Monitoração dos Minicontratos: Traders devem acompanhar de perto os movimentos dos minicontratos de mini-índice e minidólar, que podem apresentar oportunidades de negociação.
  • Pontos de Suporte e Resistência: Identificar níveis técnicos chave para entrar ou sair de operações pode auxiliar na maximização dos retornos.
  • Condições do Mercado: Fique atento às condições gerais do mercado, que podem influenciar nas movimentações dos índices futuros.
  • Ajuste de Estratégias: Em um cenário de correção, reavaliar e ajustar estratégias de trading é crucial para gerenciar riscos.

  • Empresas em foco: Cogna, Yduqs e Cury estão entre as empresas que divulgarão seus balanços nesta semana.
  • Setores destacados: O resultado das empresas dos setores de construção e educação será um dos principais focos do mercado.
  • Oportunidades de trade: Traders devem monitorar os balanços dessas empresas para identificar possíveis movimentações de preço.
  • Impacto nos preços: A divulgação dos balanços pode trazer volatilidade significativa para as ações dessas empresas.
  • Agenda do mercado: Acompanhe a agenda de divulgação para se preparar adequadamente para as movimentações esperadas.

  • Impacto do Petróleo: A disparada nos preços do petróleo acima de US$ 100 reacendeu preocupações sobre a inflação nos EUA.
  • Recuo dos Futuros: Futuros de Nova York registraram queda significativa em resposta ao aumento dos preços do petróleo.
  • Inflação em Foco: A inflação se torna novamente uma preocupação central para investidores, influenciando decisões de negociação.
  • Consequências Econômicas: Traders estão cautelosos sobre o potencial impacto na atividade econômica dos EUA devido aos altos preços do petróleo.
  • Volatilidade no Mercado: Espera-se uma maior volatilidade nos mercados financeiros enquanto investidores ajustam suas estratégias.

  • Boletim Focus no Brasil: Traders deverão monitorar as projeções de inflação, PIB e taxa Selic divulgadas pelo Banco Central, com potencial impacto nas expectativas de política monetária.
  • Pagamentos de Dividendos: Empresas como Camil Alimentos (CAML3) e JHSF Participações (JHSF3) distribuem dividendos, proporcionando oportunidades para investidores interessados em rendas passivas.
  • Economia dos EUA: Atenção ao Índice de Tendência de Emprego e expectativas de inflação ao consumidor, indicadores críticos para o mercado de trabalho e a perspectiva inflacionária.
  • Petróleo e Ibovespa: O aumento dos preços do petróleo impulsiona Petrobras, enquanto a queda da Vale impacta negativamente o índice, refletindo na volatilidade do mercado local.
  • PIB do Japão: A divulgação do PIB trimestral japonês será crucial para entender a performance da terceira maior economia global e suas implicações nos mercados asiáticos.

  • Alteração de Horário: A B3 ajustará o horário de fechamento da Bolsa em uma hora a partir de 9 de março, para alinhar com o horário de verão dos EUA.
  • Pregão Regular: O mercado de ações fechará às 16h55, enquanto os mercados de opções e a termo seguirão alterações similares.
  • Derivativos com Menos Impacto: Principais contratos como Ibovespa futuro encerrarão apenas cinco minutos mais cedo; dólar futuro permanece inalterado.
  • After-market: Sessão pós-pregão continuará existindo, mas ajustada ao novo cronograma.
  • Segunda Fase em 30 de Março: Ajustes adicionais focados em contratos interligados a índices europeus serão implementados, exigindo atenção dos traders.

  • Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) se destacam como favoritas no setor do agronegócio, com três recomendações cada de analistas, segundo levantamento do Money Times.
  • Cosan avança em sua estratégia de redução de dívida, o que pode impulsionar seu valor de mercado, com enfoque especial na Raízen (RAIZ4).
  • Suzano beneficia-se de sua eficiência produtiva e novos projetos em maturação com ganhos operacionais, além de preços atrativos da celulose para 2025.
  • Outras empresas em destaque: Klabin (KLBN11) e JBS (JBSS32) receberem recomendações, totalizando nove recomendações para o setor.
  • 18 instituições financeiras participantes do levantamento incluem nomes como Ágora, BTG Pactual, Empiricus e XP Investimentos.

  • Pregão da B3: Funciona das 9h30 às 18h45, mas o mercado global continua ativo além desse horário.
  • Robô R3R: Desenvolvido para operar em três sessões globais (Ásia, Europa e EUA), aproveitando oportunidades 24 horas.
  • Rentabilidade do R3R: Durante testes, transformou R$ 2 mil em R$ 5.960, indicando uma rentabilidade de 198% em 12 meses.
  • Lançamento do R3R: Disponibilizado em parceria com a Opt.me, com licenças para usuários beta a partir de 16 de março.
  • Evento Online: Detalhes do R3R e inscrição gratuita disponíveis para interessados em aumentar chances de renda global.

  • Conflito no Irã impulsiona preço do petróleo: Maior alta semanal desde os anos 80, com barril acima de US$ 80. Impacto direto nas ações da Petrobras (PETR4).
  • Dividendos da Petrobras potencialmente elevados: Analistas preveem retorno de até 12,5% ao ano, dependendo do repasse de preços no mercado interno.
  • Desconto no preço do diesel: Petrobras está vendendo diesel com desconto de 30% em relação ao mercado internacional, maior defasagem desde 2022, segundo Goldman Sachs.
  • Juros sobre capital próprio (JCP) anunciados: Distribuição de R$ 8,1 bilhões em JCP referente ao quarto trimestre de 2025, pagos em maio e junho de 2026.
  • Oportunidades em outras empresas do setor: Bradesco BBI destaca Brava (BRAV3) e Prio (PRIO3) como alternativas à Petrobras, beneficiadas pela alta do petróleo.

  • Conflitos geopolíticos no Oriente Médio: A escalada nas tensões envolvendo EUA, Israel e Irã aumenta a aversão ao risco nos mercados globais, afetando negativamente índices em todo o mundo.
  • Empiricus Research ajusta portfólio: Enzo Pacheco recomenda manter exposição às bolsas internacionais, especialmente dos EUA, apesar das incertezas.
  • Apostas em Alphabet, Microsoft e Visa: Estratégia da Empiricus para março é aumentar exposição a estas ações que estão descontadas e apresentam potenciais de valorização.
  • Oportunidade recente: Alphabet, Microsoft e Visa estão sendo recomendadas devido a suas quedas recentes e fundamentos sólidos, representando oportunidades de compra.
  • Relatório da Empiricus disponível: O relatório completo com as ações recomendadas está acessível gratuitamente no SD Select, oferecendo uma visão mais detalhada para investidores.

  • Banco do Brasil (BBAS3) e JHSF (JHSF3) pagarão proventos: Estão programados dividendos e JCP para serem distribuídos aos acionistas nesta semana.
  • Datas de corte importantes: Para receber os proventos, é necessário ter as ações na carteira até as respectivas datas de corte. Exemplo: JHSF3, com data de corte em 27/02/2026.
  • Tributação aplicável: JCP tem alíquota de 15% de IR na fonte, e dividendos são tributados em 10% se excederem R$ 50 mil mensais.
  • Pagamentos previstos anualmente entre 9 e 13 de março: Incluem JHSF3, CAML3, BBAS3, INBR32, e Bradespar (BRAP3 e BRAP4) com várias datas de pagamento programadas.
  • Empiricus+ oferece recomendações de dividendos este mês: Serviço de assinatura proporciona acesso a análises e estratégias, incluindo um teste gratuito de 7 dias.

  • Axia Energia (AXIA3) e Vale (VALE3) lideram recomendações: Ambas as ações receberam 13 indicações de 18 instituições financeiras para março.
  • Destaque para Axia Energia: Antiga Eletrobras, teve interesse renovado devido à migração para o Novo Mercado da B3 e lucro de 141% no quarto trimestre.
  • Estratégia de expansão da Axia: Foco em transmissão de energia e comercialização, com potencial para dividendos maiores, segundo BB Investimentos e Ativa Investimentos.
  • Perspectivas positivas para Vale: Sustentadas por preços de minério de ferro acima de US$ 100/t, e possível maior retorno ao acionista, conforme análise do Safra.
  • Cortes da Selic podem movimentar bolsa em 2026: Analistas indicam que esperados cortes na taxa básica de juros favorecem ativos de risco como ações.

  • Ibovespa em queda: O índice acumulou uma queda de 5% nos últimos cinco pregões, encerrando a semana aos 179,4 mil pontos devido a tensões no Oriente Médio.
  • Alta do dólar: O dólar à vista subiu 2,14% frente ao real, fechando a semana cotado a R$ 5,2438.
  • Impacto no Petróleo: O fechamento do Estreito de Ormuz elevou os preços do petróleo Brent em cerca de 27% na semana.
  • Ações em destaque: Braskem (BRKM5) liderou com alta de 30,34%, impulsionada por mudanças em sua estrutura de controle, e Petrobras subiu cerca de 7% com a alta do petróleo.
  • CSN liderou perdas: Ação caiu 16,59% devido a especulações sobre um empréstimo significativo, gerando preocupações financeiras.

  • Conflito no Oriente Médio impulsiona petróleo: Preços do petróleo tiveram um salto histórico devido ao agravamento do conflito entre EUA, Israel e Irã.
  • WTI e Brent registram altas expressivas: WTI subiu 35,6% e Brent 28% na semana, marcando as maiores altas desde 1983 e 2020, respectivamente.
  • PETR4 e PETR3 lideram negociações na B3: Ações da Petrobras subiram até 6,89%, impulsionando o Ibovespa e o valor de mercado da estatal superou R$ 580 bilhões.
  • Estreito de Ormuz crítico para preços: A tensão no Estreito de Ormuz, ponto chave de trânsito de petróleo, gerou receios de novos aumentos nos preços globais.
  • Cortes de produção pressionam a oferta: Interrupções na produção do Iraque e Kuwait podem intensificar a escassez, com JPMorgan prevendo um corte de até 6 milhões de barris/dia se a situação não se estabilizar.

  • Horário de negociação: A Costa Leste dos EUA passa a ficar uma hora atrás de Brasília.
  • Diferencial de horário: Zona central dos EUA, incluindo Chicago, ficará duas horas atrás de Brasília.
  • Impacto no mercado: Alterações podem afetar o horário de abertura e fechamento das bolsas.
  • Sincronização: Traders devem ajustar suas agendas para operações internacionais.
  • Oportunidades: Potenciais para arbitragem com mudanças nos horários de mercado.

  • Paulo Guedes destaca nova ordem político-econômica global: Guedes mencionou que o mundo está em desordem e uma nova fase está emergindo, impactando também o Brasil.
  • Tsunami de conservadorismo global: Guedes apontou para um avanço das forças de centro-direita como reação ao desgaste do establishment.
  • Aliança entre conservadores e liberais: Guedes enfatizou a necessidade de união entre esses grupos para enfrentar o cenário atual.
  • Mercados começam a perceber movimentação política: Observou-se que alianças entre líderes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Ratinho Júnior ganham força.
  • Impacto nos mercados financeiros: Guedes observou que o padrão de entrada de capital, valorização da bolsa e estabilidade do dólar se repetem, contrariando apostas na reeleição de Lula.

  • Repasses a lojistas: Casas Bahia afirmou estar em dia com todos os repasses devidos a lojistas do marketplace, solucionando questões sistêmicas anteriores com pagamentos via Pix.
  • Estrutura de capital: A empresa continua a implementar medidas de reestruturação que visam reduzir despesas financeiras e abrir caminho para novos investimentos operacionais.
  • Logística e prazos de entrega: Possíveis aumentos no tempo de entrega devido à alta demanda sazonal foram abordados com reforço logístico por meio de prestadores de serviços terceirizados.
  • Negação de problema estrutural: Casas Bahia negou problemas estruturais em sua operação logística ou financeira, em resposta ao questionamento da CVM.
  • Esclarecimento à CVM: A companhia forneceu informações detalhadas à CVM conforme solicitado, refutando alegações de uma reportagem da mídia.

  • Ibovespa recua 4,99%: O índice encerrou a semana em 179.364,82 pontos, a maior queda desde novembro de 2022 devido ao impacto dos conflitos entre EUA, Israel e Irã que pressionaram bolsas globais.
  • Petróleo dispara: O barril WTI subiu para US$ 90,90 e o Brent para US$ 92,69, com aumentos semanais de mais de 35% e 27%, respectivamente, impactando ações ligadas ao setor.
  • Ações de destaque: Braskem (BRKM5) subiu 30,34%, Prio (PRIO3) avançou 8,99% e Petrobras (PETR3) ganhou 7,14%, impulsionadas pela alta do petróleo.
  • Desempenho negativo em Wall Street: S&P 500 caiu 2,02%, Dow Jones caiu 3,01% e Nasdaq recuou 1,24%, em meio ao clima global desfavorável.
  • Dólar em alta: O dólar subiu 2,14%, fechando a semana a R$ 5,2438, enquanto o euro avançou 0,25%, ficando em R$ 6,0840, sob influência de dados de emprego dos EUA e conflitos internacionais.

  • Braskem (BRKM5) teve aprovação do Cade: A Superintendência-Geral do Cade aprovou, sem restrições, a entrada de um Fundo de Investimento em Participações (FIP).
  • FIP envolvido na operação é aconselhado pela IG4: O fundo poderá se tornar acionista direto e/ou indireto na Braskem, substituindo a Novonor.
  • Participação da Novonor será assumida: A Novonor, em recuperação judicial, terá sua participação adquirida pelo FIP.
  • Créditos da Novonor adquiridos pelo Shine I FIDC: A operação envolve créditos garantidos por alienação fiduciária de ações da Braskem.
  • Prazo de 15 dias para avocação: Após aprovação do Cade, ainda existe um prazo de 15 dias para possível revisão pelo tribunal do Cade.

  • Cade aprova transferência de controle: o Cade autorizou a transferência da gestão da Braskem (BRKM5) para a IG4 Capital, antes sob controle da Novonor.
  • Parceria com Petrobras: a decisão permite à IG4 Capital se tornar sócia da Petrobras (PETR4) na Braskem, avançando em reestruturação operacional e de dívidas.
  • Reestruturação financeira com credores: a IG4 adquiriu cerca de R$ 20 bilhões em dívidas da Novonor junto a bancos como Itaú, Bradesco e BNDES.
  • Novo controle acionário: a IG4 agora possui 50,1% do capital votante da Braskem e 34,3% do capital total, compartilhando controle com a Petrobras.
  • Venda de ações condicionada: a venda das ações da Braskem depende da recuperação de seu valor de mercado, o que pode demorar até cinco anos.

  • Ibovespa fecha em queda de 0,61% aos 179.364,82 pontos, influenciado pela queda de 2,99% da Vale (VALE3).
  • Petrobras se destaca positivamente com alta de 4,12% para PETR3, impulsionada pelo lucro de US$ 2,899 bilhões no 4T25.
  • Preços do petróleo em alta influenciam mercados globais; WTI a US$ 90,90 (+12,20%) e Brent a US$ 92,69 (+8,52%).
  • Ações de Brava Energia (BRAV3) lideram valorizações, subindo 4,61% a R$ 19,73, acompanhando a valorização do petróleo.
  • Maiores quedas do dia incluem Embraer (EMBJ3), desvalorizando 8,05% a R$ 80,14 devido a lucros trimestrais abaixo do esperado.

  • Juros Futuros em Alta: Juros futuros na B3 mostraram firme alta, com movimentos técnicos de ajuste em resposta ao recente estresse.
  • Impacto do Conflito no Oriente Médio: Conflito e aumento dos preços do petróleo geram revisão de estimativas de inflação e política monetária no curto prazo.
  • Selic e Política do Banco Central: A possibilidade de corte de 0,5 ponto percentual na Selic em março diminuiu; há chances de que a taxa seja mantida.
  • Abertura das Taxas DI: As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027, 2029 e 2031 aumentaram significativamente.
  • Precificação de Cortes da Selic: A precificação da curva indica um corte de 25 pontos ou zero, com a probabilidade de um corte de 0,25 ponto subindo para 65%.

  • Mercado global com menor apetite por risco: A última sessão indicou menor apetite por risco com petróleo firme e sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho dos EUA, aumentando a incerteza sobre a política de juros do Fed.
  • Bolsas internacionais em baixa, ouro em alta: Bolsas internacionais fecharam em baixa devido à incerteza econômica, enquanto o ouro avançou, destacando busca por proteção.
  • Ibovespa pressiona em baixa de 0,61%: Influenciada por bancos e Vale, o Ibovespa caiu para 179.365 pontos, apesar do suporte das petroleiras.
  • Dólar recua 0,82% para R$ 5,24: O enfraquecimento global do dólar, impulsionado pelo payroll fraco nos EUA, influenciou o recuo da moeda, também afetando os Treasuries.
  • Curva de juros sobe com commodities energéticas: A pressão das commodities e a cautela externa elevaram a curva de juros, enquanto as empresas de petróleo mitigaram parcialmente as quedas no índice local.

  • PETR4 sobe 6%: As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) subiram cerca de 6%, alcançando R$ 43,12, enquanto as ordinárias (PETR3) subiram 6,89%, atingindo R$ 47.
  • Peso na bolsa: Petrobras gerou 14% do volume negociado na B3 nesta sexta-feira, movimentando aproximadamente R$ 3,5 bilhões.
  • Valor de mercado recorde: Pela primeira vez, a Petrobras ultrapassou R$ 580 bilhões em valor de mercado, superando seu recorde anterior de fevereiro de 2024.
  • Lançamento 4T25 e dividendos: Resultados do quarto trimestre reverteram prejuízo anterior, e a empresa anunciou R$ 8,1 bilhões em dividendos, trazendo alívio aos investidores.
  • Impacto do petróleo e tensão geopolítica: O preço do Brent subiu mais de 10% devido a tensões no Irã, enquanto Vale e bancos registraram perdas de R$ 131 bilhões nesta semana.

  • Axia Energia (AXIA3) em destaque: A ação é líder, junto com Vale (VALE3), no ranking de recomendações de março com 13 menções.
  • Expansão e investimento: Foco no aumento da atuação em transmissão de energia, comercialização e aproveitamento de cenários positivos de preços.
  • Valuation e potencial de crescimento: Daycoval aponta que a valorização da Axia ainda não reflete integralmente seu potencial de crescimento e eficiência.
  • Perspectivas para a Vale: Minério de ferro acima de US$ 100/t e postura amigável ao acionista podem dar suporte à valorização das ações.
  • Gatilho econômico: Corte na Selic sendo esperado como um dos principais gatilhos para o mercado em 2026, com taxa chegando a 12% ao ano.

  • Itaú Lidera Com Folga: O Itaú Unibanco (ITUB4) mantém liderança no RoRWA, com vantagem de 40% sobre a média, após reduzir R$ 20 bilhões em ativos problemáticos entre 2023 e 2025.
  • Nubank Destaque Entre Digitais: Nubank (ROXO34) consolida liderança no retorno ajustado ao risco entre bancos digitais, com RoRWA de cerca de 10% no final de 2024.
  • Bradesco Reage no RoRWA: Bradesco (BBDC4) mostra avanço consistente no RoRWA, beneficiando-se de mudanças estratégicas e atuação na área de seguros.
  • Banco do Brasil e Santander Sob Pressão: Banco do Brasil (BBAS3) e Santander (SANB11) enfrentam desafios, com aumento de ativos problemáticos impactando negativamente os índices de eficiência.
  • BTG Mantém Vantagem no Mercado de Capitais: Enquanto a XP (XPBR31) perdeu eficiência, o BTG Pactual (BPAC11) manteve um RoRWA estável, devido à resiliência em diferentes ciclos econômicos.

  • Disputa Eleitoral Acentuada: Eleições próximas geram incertezas, com Lula enfrentando uma disputa acirrada contra Flávio Bolsonaro.
  • Desgaste de Lula: Investidores percebem desgaste significativo de Lula, o que poderia afetar seu desempenho eleitoral, independente de serem confirmadas alegações de corrupção ou insatisfação popular.
  • Votação Evangélica Crucial: O eleitorado evangélico, que representa uma parcela relevante de eleitores, permanece cético em relação ao PT, o que pode ser determinante para o resultado das eleições.
  • Tendência Política Direitista: Desde 2014, o Brasil vê crescimento na preferência por candidatos de centro-direita, exceto pela última eleição presidencial.
  • Movimentação no Cenário Econômico: Atenção a possíveis reposicionamentos do governo, como mudanças em programas sociais, que podem impactar o quadro eleitoral e econômico.
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