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Mostrando 3521 a 3560 de 13043 notícias

  • JBS paga US$ 1,1 milhão para encerrar processo em Nova York por divulgarem informações enganosas sobre metas de emissões.
  • Anúncio de emissões zero até 2040 foi considerado sem fundamento; empresa não tinha plano concreto.
  • Foco em transparência climática: JBS deve reformular marketing ambiental e apresentar relatórios anuais por três anos.
  • Verba do acordo será investida em programas agrícolas para reduzir emissões em Nova York.
  • Impacto para traders: Atenção ao impacto regulatório e mudanças nas práticas ambientais da JBS.

  • Lucro ajustado da Embraer: Queda de 76,4% no 3T25, totalizando R$ 289,4 milhões, gerando cautela no mercado.
  • Receita líquida e Margem EBITDA: Crescimento de 15,8% na receita para R$ 10,86 bilhões, mas margem EBITDA caiu 9,4 p.p., atingindo 11,7%.
  • Dívida Líquida e Alavancagem: Dívida líquida reduzida em 68%, com relação dívida líquida/EBITDA em 0,4x, fortalecendo a estrutura financeira.
  • Investimentos e Inovação: Investimentos totais de R$ 835,7 milhões, com aumento significativo na subsidiária Eve, focando em mobilidade aérea urbana.
  • Fluxo de Caixa Livre e Carteira de Pedidos: Fluxo de caixa livre ajustado positivo em R$ 1,6 bilhão e carteira de pedidos recorde de US$ 31,3 bilhões.

  • Queda Acentuada: As ações da Marcopolo (POMO4) caíram 18% após a divulgação do balanço do 3T25.
  • Desempenho Financeiro: Balanço do terceiro trimestre revelou fraqueza nos resultados, preocupando investidores.
  • Projeções Futuras: O foco agora está nos próximos gatilhos que podem influenciar a recuperação das ações.
  • Análise Técnica: Traders devem observar suporte e resistência para possíveis pontos de entrada ou saída.
  • Sentimento do Mercado: Sentimento negativo pode persistir até que novas informações ou melhorias concretas sejam apresentadas.

  • Valuations Extremos: As avaliações das ações nos EUA atingem níveis recordes, despertando preocupações sobre uma possível bolha.
  • Desaceleração do Consumo: Indicadores recentes apontam uma desaceleração no consumo, o que pode impactar negativamente os resultados empresariais.
  • Aumento de Posições Vendidas: O crescimento das posições vendidas sinaliza um aumento do pessimismo entre os investidores.
  • Ceticismo no Rali da Bolsa: Investidores começam a questionar a sustentabilidade do atual rali das bolsas americanas.
  • Alerta de Queda Prolongada: O mercado debate se estamos diante de uma correção passageira ou de uma queda prolongada das ações.

  • Bandeira Tarifária: Aneel mantém a bandeira vermelha patamar 1 na conta de luz em novembro. Consumidores pagarão R$ 4,46 a mais a cada 100 kWh.
  • Custo de Geração: Baixo volume de chuvas pressiona o custo da geração de energia, exigindo o uso de termelétricas, que são mais caras.
  • Mercado de Energia: Energia solar cresce na matriz elétrica, mas é intermitente, mantendo a necessidade de termelétricas durante períodos sem sol.
  • Sistema de Bandeiras: Implementado em 2015, este sistema alerta consumidores sobre os custos reais de geração e suas variações mensais na conta.
  • Eficiência Energética: Com a manutenção da bandeira vermelha, Aneel promove o uso racional da energia elétrica para aliviar impactos na conta.

  • Previsão de Queda: CEOs do Morgan Stanley e Goldman Sachs alertam sobre potencial queda significativa nos mercados.
  • Ciclos de Mercado: Recuos são considerados normais e parte dos ciclos de mercado, segundo os executivos.
  • Impacto Positivo: A queda pode ser vista como uma oportunidade, ao invés de apenas um risco.
  • Diversificação de Portfólio: Investidores devem considerar ajustes em portfólios para mitigar riscos.
  • Oportunidades de Compra: Traders devem ficar atentos a possíveis oportunidades de compra durante recuos.

  • Dólar à vista fechou em baixa: queda de 0,40%, atingindo R$5,3579 na segunda-feira.
  • Aumento do dólar em andamento: Hoje, o dólar avança em linha com o exterior e se aproxima de R$5,40.
  • Foco para traders: Importante monitorar movimentos de alta do dólar em relação ao impacto nos ativos locais.
  • Relevância do mercado externo: Movimentos no câmbio seguem tendência global, destacando a importância de notícias internacionais.
  • Atenção às variações cambiais: Traders devem considerar ajustes nas estratégias envolvendo moedas com a volatilidade atual.

  • Corte de juros impulsiona ações brasileiras: O otimismo externo e a trégua nos riscos globais aumentam o apetite por ações no Brasil, renovando recordes históricos do Ibovespa.
  • Vale (VALE3), Axia Energia (AXIA6) e Itaú (ITUB4) se destacam: Essas ações lideram as carteiras recomendadas de novembro, focando em empresas com fortes fundamentos e capacidades defensivas.
  • Minério e lucro robusto favorecem Vale (VALE3): Beneficiada por lucro líquido significativo e recuperação de preços, a VALE3 acumula alta, atraindo atenção positiva de analistas.
  • Axia Energia (AXIA6) e reestruturação atraem investidores: A normalização regulatória e a venda de ativos-chave destacam a Axia, com valorização relevante em outubro.
  • Construção civil e saúde em evidência com Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Rede D’Or (RDOR3): A queda nos juros e a solidez operacional colocam essas ações no radar de investidores para novembro.

  • Dividendos Mantidos: Embraer (EMBJ3) não pretende aumentar a distribuição de dividendos além dos 25% obrigatórios, conforme anunciado pelo CEO Francisco Gomes Neto.
  • Recompra de Ações: A empresa considera aumentar a recorrência do programa de recompra de ações como mecanismo para agregar valor aos acionistas.
  • Lucro em Queda: O lucro líquido ajustado da Embraer registrou uma queda de 76,37% no terceiro trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
  • Impacto nas Operações: Resultados operacionais mais fracos na Aviação Executiva e Serviços & Suporte, além de tarifas de importação dos EUA, afetaram o desempenho financeiro da companhia.
  • Procedimentos para Dividendos Complementares: A empresa pagará dividendos complementares somente para manter o payout mínimo exigido por lei, com aprovação na Assembleia Geral Ordinária no próximo ano.

  • Ibovespa em queda: O índice está lutando para se manter na marca dos 150 mil pontos, fato importante para traders que monitoram suportes e resistências no mercado.
  • Condições globais: Índices futuros dos EUA apresentam recuo, o que pode influenciar a percepção de risco e decisões de investimento no Brasil.
  • Sentimento do mercado: A queda do Ibovespa reflete um sentimento de aversão ao risco entre investidores, agravado pelo desempenho negativo nos EUA.
  • Análise técnica: Traders devem ficar atentos aos níveis de suporte em torno dos 150 mil pontos, pois a quebra deste pode precipitar vendas adicionais.
  • Impacto no portfólio: Acompanhar a movimentação do Ibovespa e os índices futuros dos EUA ajuda traders a ajustar suas estratégias de alocação de ativos.

  • Produção Industrial: Recuo de 0,4% em setembro comparado ao mês anterior, mostrando fraqueza contínua no setor.
  • Impacto das Tarifas dos EUA: Tarifaço afeta setores exportadores, principalmente madeira e bens de capital.
  • Política Monetária: Taxa Selic em 15% continua a pesar sobre a indústria, dificultando crédito e investimentos.
  • Segmentos com Queda Significativa: Produtos farmoquímicos (-9,7%), indústrias extrativas (-1,6%) e veículos automotores (-3,5%).
  • Setor Alimentício em Alta: Produtos alimentícios subiram 1,9%, marcando o terceiro avanço consecutivo.

  • Ibovespa registra correção após seis sessões de alta, com queda de 0,28%, aos 150.040,20 pontos.
  • Dólar à vista em alta frente ao real, cotado a R$ 5,3871 (+0,55%), acompanhando desempenho internacional.
  • Produção industrial brasileira recua 0,4% em setembro, alinhada com expectativas do mercado.
  • Início da reunião do Copom com expectativa de manutenção da Selic em 15% ao ano.
  • Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defende redução da taxa Selic, citando melhoras nos dados de inflação.

  • Ibovespa Futuro: Corrigiu em 0,5% para 152.100 pontos; movimento comprador ainda ativo a curto prazo, conforme BTG Pactual.
  • Resistências e Suportes: Resistências importantes em 153.420 e 155.585 pontos; suportes dinâmicos em 152.240 e 151.400 pontos.
  • Dólar Futuro: Iniciou a semana em queda de 0,42% a R$ 5,391; tendência lateral entre R$ 5,430 (resistência) e R$ 5,370 (suporte).
  • Movimentos do Dólar: Rompimento de R$ 5.430,50 na terça-feira, indicando possível nova direção para a moeda.
  • Oportunidades de Swing Trade BTG: Sem novas recomendações; posições em andamento incluem compra em MOTV3, BEEF3, RDOR3 e venda em ODPV3.

  • A Cosan (CSAN3) definiu o preço de sua primeira oferta pública de ações a R$ 5 por ação, arrecadando cerca de R$ 9,06 bilhões com a emissão de 1,81 bilhão de papéis.
  • Um desconto de mais de 17% em relação ao fechamento das ações foi aplicado, já que o valor de mercado na segunda-feira (3) era R$ 6,09.
  • Uma segunda oferta de ações está prevista, potencializando a captação em mais R$ 1,44 bilhão, visando a reforçar a liquidez e o perfil de crédito da empresa e suas subsidiárias.
  • As ações começarão a ser negociadas na B3 a partir de 5 de novembro, com liquidação prevista para 10 de novembro. Lock-up estabelecido para investidores institucionais e de 4 anos para investidores âncora.
  • Além da oferta pública, R$ 7,25 bilhões serão subscritos por consórcio de investidores, fortalecendo a estrutura de capital da Cosan. O CADE aprovou a transação sem restrições.

  • Lucro Líquido Positivo: BB Seguridade (BBSE3) reportou um lucro líquido de R$ 2,561 bilhões no 3º trimestre, aumento de 13,1% em relação ao ano anterior.
  • Desempenho Operacional Fraco: Prêmios emitidos ficaram 11% abaixo das estimativas, com destaques negativos para seguro agrícola e vida prestamista.
  • Brasilseg e Brasilprev: Lucro líquido na Brasilseg superou estimativas devido à gestão de sinistros. Contribuições da previdência excederam projeções, mas enfrentaram novas regras de IOF.
  • Recomendações de Investimento: Itaú BBA e Citi mantêm recomendações neutras para BB Seguridade, com preços-alvos de R$ 37 e R$ 32, respectivamente, refletindo potenciais variados em relação ao último fechamento.
  • Impacto do Resultado Financeiro: Lucro líquido recorrente superou em 13% a estimativa do consenso de mercado, impulsionado por maior saldo de investimentos e deflação do IGP-M.

  • Cosan levanta R$ 9 bilhões em oferta primária com demanda 10x superior do que esperado, destacando forte interesse do mercado.
  • Dívida líquida reduzida em 57%, com planos de uma nova oferta de R$ 1,3 bilhão, totalizando mais de R$ 10 bilhões em capital levantado.
  • BTG Pactual, Perfin e Rubens Ometto participam da operação, assegurando apoio institucional e introduzindo lockups para estabilidade.
  • Mercado doméstico mostra confiança, com fundos locais representando 67% da demanda, enquanto fundos internacionais atingem apenas 7%.
  • A estrutura financeira mais leve deve aumentar a capacidade de investimento e consolidar a posição da Cosan no setor de infraestrutura e energia.

  • Selic mantida a 15%: O Copom decidiu manter a taxa Selic em 15%, elemento crucial para decisões de investimento.
  • ‘Kit Brasil’ em foco: A decisão impulsiona o interesse de gestores pelo chamado ‘kit Brasil’, composto por Real, juros pré-fixados e Bolsa local.
  • Ambiente macroeconômico benigno: As condições macroeconômicas melhoraram, tornando as estratégias menos defensivas.
  • Estratégias em destaque: Investidores devem considerar os impactos nas estratégias envolvendo ativos brasileiros.
  • Acompanhamento da XP: A recomendação veio após levantamento da XP sobre as melhores alocações estratégicas no atual cenário econômico.

  • Mercados acionários globais recuam: Incertezas sobre novos cortes de juros nos EUA e paralisação governamental afetando negativamente o mercado.
  • Queda nas ações da Palantir Technologies: Ações recuam mais de 7% no pré-mercado, sinalizando possível exaustão no setor de tecnologia.
  • Movimentação no câmbio e títulos: Dólar perde força ante principais moedas e rendimentos dos Treasuries recuam.
  • Petróleo em baixa: Avaliação do plano da Opep+ sobre aumento de produção impacta preços; minério de ferro também registra queda.
  • Impacto no Ibovespa e cenário fiscal brasileiro: Expectativa de realização de lucros após sucessivas altas e incertezas devido à exclusão de gastos de defesa da meta fiscal de 2025.

  • Geely compra 26,4% da Renault do Brasil: Geely adquire participação significativa na Renault do Brasil, com o plano de início de produção conjunta de 400 mil veículos por ano no Paraná.
  • Acesso a plataformas elétricas: A Renault expandirá sua capacidade produtiva e tecnológica, aproveitando as plataformas multienergia da Geely para acelerar a produção de carros elétricos.
  • Sinergia Geely-Renault: Acordo estratégico transforma o Brasil em um polo produtivo fora da Europa e prevê quase dobrar a produção da fábrica em São José dos Pinhais.
  • Mudança de nome e comando: Com a compra, a Renault do Brasil passará por reformulação institucional com novo nome e conselho administrativo compartilhado com a Geely.
  • Impacto competitivo no mercado: Entrada da Geely no Brasil pode aumentar a competitividade local, pressionando outras montadoras e fortalecendo a presença chinesa no mercado latino-americano.

  • Market Share: Pague Menos (PGMN3) alcançou 6,7% de market share no varejo farmacêutico brasileiro entre julho e setembro de 2025, marcando o oitavo trimestre consecutivo de crescimento.
  • Resultados Financeiros: No terceiro trimestre de 2025, a empresa obteve lucro líquido ajustado de R$ 80,6 milhões, um aumento de 49,6% em relação a 2024, e Ebitda ajustado de R$ 260,1 milhões, cresceu 36,4% na mesma comparação.
  • Estratégia de Expansão: Planejamento para expansão orgânica com foco na abertura de novas lojas, com possibilidade de 1.200 novos pontos identificados. Expectativa de alavancagem abaixo de 2x.
  • Foco em Clientes CCC: Estratégia focada em pacientes com doenças crônicas, que representam 75% do faturamento, através das Clinic Farmas e aumento de serviços como bioimpedância e teleorientação.
  • Crescimento Digital: Vendas omnichannel cresceram 52,9% no terceiro trimestre de 2025, com o aplicativo Pague Menos e superapps contribuindo significativamente para o crescimento.

  • Postura Cautelosa dos Mercados: Bolsas globais perdem força com incertezas sobre a política monetária do Fed e correções em ações específicas, como Palantir.
  • Acordo entre Amazon e OpenAI: Parceria de US$ 38 bilhões impulsiona otimismo no setor de IA e beneficia o Nasdaq, apesar do mau humor geral do mercado.
  • Ibovespa Rompe Recorde: Ibovespa atinge 150 mil pontos, estimulado por corte de juros nos EUA e expectativas de fortes resultados corporativos.
  • Situação Fiscal nos EUA e Impactos: Impasse fiscal sem resolução e suspensão de dados oficiais aumentam a dependência de indicadores privados.
  • EUA Ajustam Posicionamento sobre Tarifas: Suprema Corte dos EUA analisará a legalidade das tarifas impostas por Trump, com implicações comerciais significativas.

  • Michael Burry vê bolhas no mercado: O gestor da Scion, famoso por "A Grande Aposta", detecta indícios de bolha em empresas de IA.
  • Posição vendida na Nvidia: Burry retoma a aposta contra a Nvidia, sugerindo uma possível superavaliação da empresa.
  • Operações circulares em empresas de IA: Ele observa atividades que podem inflacionar artificialmente preços de ações no setor de Inteligência Artificial.
  • Posição vendida na Palantir: Além da Nvidia, Burry também ocupa uma posição vendida na companhia de Big Data Palantir.
  • Atenção para possíveis correções: Traders devem monitorar sinais de bolhas e considerar os riscos de correção em ações de tecnologia.

  • A Vale esclareceu à CVM sobre potenciais dividendos extraordinários, destacando que ainda não há decisão do conselho sobre distribuição, data ou montante.
  • Possível distribuição extraordinária pode ser aprovada em linha com o histórico da empresa, impulsionada pela estabilidade do mercado e bom desempenho financeiro.
  • Resultados Financeiros do 3T25: Lucro líquido de US$ 2,7 bilhões, alta de 11% ao ano, acima das previsões de mercado (US$ 2,1 bilhões).
  • Crescimento no Ebitda ajustado de 21%, atingindo US$ 4,37 bilhões, enquanto a margem Ebitda proforma subiu para 42%.
  • Aumento na dívida líquida em 31%, totalizando US$ 12,45 bilhões, com uma queda de 11% nos investimentos, somando US$ 1,25 bilhão.

  • Pedido de Registro: AgroGalaxy (AGXY3) solicitou registro para oferta pública de debêntures, totalizando R$ 916,782 milhões, como parte do plano de recuperação judicial.
  • Estrutura das Debêntures: Terceira emissão composta por 916,78 milhões de títulos, divididos em cinco séries, cada um com valor nominal de R$ 1.
  • Conversão e Garantias: Primeira, quarta e quinta séries são conversíveis em ações; primeira e terceira contam com garantia real adicional.
  • Remuneração: Debêntures das primeiras três séries terão apenas atualização monetária; quarta e quinta séries sem remuneração.
  • Distribuição de Recursos: Venda de ações da AgroGalaxy será distribuída pro rata aos debenturistas da primeira, quarta e quinta séries.

  • Índices futuros dos EUA em queda: Observa-se um recuo geral nos índices futuros dos Estados Unidos, influenciando os mercados no Brasil.
  • Impacto no Ibovespa: Com os índices futuros dos EUA em queda, o Ibovespa pode sofrer pressão negativa nesta terça-feira.
  • Atenção ao câmbio: Qualquer movimento significativo no dólar pode afetar ações de empresas exportadoras e importadoras.
  • Tendência dos juros: Mudanças nas expectativas de juros nos EUA podem afetar os custos de financiamento e investimentos em empresas brasileiras.
  • Monitorar comunicados econômicos: Fique atento a quaisquer anúncios ou relatórios econômicos que possam afetar o mercado de ações e a volatilidade cambial.

  • Recomendação de Compra: Minerva (BEEF3) pela Ágora Investimentos para day trade nesta terça-feira (4).
  • Níveis de Entrada e Alvo: Entrada em R$ 7,40 e alvo em R$ 7,51, com potencial de ganho de 1,49%.
  • Stop Loss: Configurado em R$ 7,34, limitando a perda a -0,81%.
  • Recomendação de Venda: Hapvida (HAPV3) com entrada em R$ 30,33 e alvo em R$ 29,89, para um potencial de ganho de 1,45%.
  • Metodologia: Uso de análise gráfica para antecipar tendências de curtíssimo prazo. Operações válidas apenas para hoje.

  • Dólar à vista fechou em baixa de 0,40%, cotado a R$5,3579 na segunda-feira.
  • Tendência de alta: Dólar avança em linha com o exterior.
  • Meta de aproximação a R$5,40, conforme movimentos no mercado internacional.
  • Influência externa: A moeda reflete tendências observadas no mercado global.
  • Monitorar volatilidade: Traders devem observar estratégias de curto prazo.

  • Ibovespa Futuro cai: Após atingir um recorde na véspera, o índice apresenta uma queda, apontando uma possível correção ou tomada de lucros.
  • Influência política: Declarações do ministro Haddad estão no radar, sugerindo impacto nas expectativas do mercado.
  • Temporada de balanços: Resultados corporativos continuam a afetar o sentimento do mercado e podem criar volatilidade em ações específicas.
  • Bolsas de Nova York em queda: Importante observar o desempenho dos mercados internacionais, especialmente o dos EUA, que apresenta influência significativa no movimento do Ibovespa.
  • Atenção ao setor bancário: Mudanças ou novidades nas políticas econômicas e balanços podem impactar especialmente ações do setor financeiro.

  • Ibovespa Futuro em Queda: Ibovespa futuro abriu em queda de 0,62%, aos 152.050 pontos, refletindo um movimento de realização após recorde anterior.
  • Aversão ao Risco Global: Futuros em Nova York e quedas no petróleo e minério de ferro pressionam negativamente a B3.
  • Decisão do Fed em Foco: Incertezas sobre cortes de juros nos EUA após sinalizações mistas do Federal Reserve.
  • Shutdown nos EUA: Paralisação federal entra no 35º dia, pesando no sentimento do mercado por atrasar dados econômicos.
  • Temporada de Balanços no Brasil: Embraer teve queda de 76% no lucro, com Itaú e CSN divulgando resultados pós-fechamento.

  • Índices futuros dos EUA recuam: Monitorar a movimentação dos índices futuros americanos para ajustes nas posições.
  • Acontecimentos no Ibovespa: Identificar o impacto da movimentação internacional nos ativos listados no Brasil.
  • Variação do Dólar: Analisar os efeitos da valorização ou desvalorização do dólar nas exportadoras brasileiras.
  • Movimentação dos Juros: Ficar atento às previsões para a taxa de juros doméstica frente ao cenário econômico atual.
  • Reações dos principais setores: Observar os setores que lideram ganhos ou perdas para possíveis oportunidades de trading.

  • BB Seguridade (BBSE3) superou expectativas com lucro de R$ 2,6 bilhões no 3T25, um aumento de 13% em relação ao ano anterior, apesar da queda nos prêmios da BrasilSeg.
  • Cosan (CSAN3) levantou R$ 9 bilhões em sua primeira oferta de ações e planeja nova emissão para captar até R$ 1,44 bilhão.
  • Embraer (EMBJ3) viu seu lucro encolher para R$ 289,4 milhões no 3T25, refletindo queda no desempenho operacional da Aviação Executiva e Serviços & Suporte.
  • Pague Menos (PGMN3) registrou alta de 50% no lucro, alcançando R$ 80 milhões no 3T25, com expansão de mais de 30% no desempenho operacional.
  • Klabin (KLBN11) anunciou pagamento de R$ 318 milhões em dividendos após relatar lucro líquido de R$ 478 milhões no 3T25, uma queda de 34% em relação ao ano anterior.

  • Decisão de Dividendos: A Vale informou que ainda não há decisão sobre a distribuição de dividendos extraordinários.
  • Fonte da Informação: A declaração foi feita pelo diretor financeiro Marcelo Bacci durante uma teleconferência.
  • Impacto Potencial: A incerteza em relação aos dividendos pode influenciar a avaliação dos investidores sobre as ações da Vale.
  • Data do Anúncio: A notícia foi divulgada no dia 25 de abril de 2025.
  • Relevância para Traders: Monitore futuras declarações da empresa sobre dividendos para possíveis movimentos de mercado.

  • Distribuição de Dividendos: Klabin aprovou a distribuição de R$ 318 milhões em dividendos, equivalente a R$ 0,0521 por ação KLBN3 e KLBN4, e R$ 0,2607 por unit KLBN11.
  • Data de Corte: Para receber os dividendos, investidores devem ter posição acionária em 7 de novembro de 2025. Negociações "ex-dividendos" começam em 10 de novembro.
  • Pagamento dos Dividendos: Dividendos serão pagos em 19 de novembro de 2025.
  • Resultado Financeiro 3T25: Klabin reportou lucro líquido de R$ 478 milhões, queda de 34% ante o mesmo período do ano anterior.
  • Ebitda Acima das Expectativas: Ebitda ajustado foi de R$ 2,12 bilhões, superando a expectativa de R$ 2 bilhões, com margem aumentada de 36% para 39%.

  • Prejuízo Líquido: Eve registrou prejuízo de US$ 46,9 milhões no Q3 2025, alta de 31% em relação a 2024. Impacto principal veio do aumento nas despesas de P&D.
  • Reservas de Caixa: Empresa encerrou setembro com US$ 411,7 milhões em caixa e liquidez total de US$ 534,3 milhões, garantindo operacionalidade por mais de dois anos.
  • Oferta de Ações: Em agosto, Eve levantou US$ 230 milhões, com BNDES e Embraer como investidores âncora, ampliando volume médio diário de negociação das ações.
  • Despesas Gerais e Administrativas: SG&A caíram 16,7% para US$ 7 milhões, apesar do aumento no número de funcionários, devido à redução de custos e ganhos com real valorizado.
  • Ganhos Não Recorrentes: Empresa reconheceu um ganho de US$ 6,4 milhões em marcação a mercado de derivativos, comparado a US$ 4 milhões em 2024.

  • Lucro líquido da Klabin (KLBN11): R$ 478 milhões no 3T25, uma queda de 34% em relação ao 3T24.
  • Ebitda ajustado: R$ 2,117 bilhões, indicando uma alta de 17% comparado ao 3T24, impulsionado por maiores vendas e reajustes de preços.
  • Receita líquida: Totalizou R$ 5,426 bilhões, um aumento de 9% em relação ao ano anterior, com forte desempenho nos segmentos de papéis e embalagens.
  • Segmento de embalagens: Crescimento de 20% na receita líquida, influenciado pela demanda de papelão ondulado e aumento de participação de mercado.
  • Geração de caixa por tonelada: Foi de R$ 1,492 bilhão por tonelada, 8% superior ao mesmo período do ano anterior, beneficiada pela ausência de paradas de manutenção.

  • Pagamento de Dividendos: Klabin (KLBN11) aprovou dividendos intermediários de R$ 318 milhões para o terceiro trimestre.
  • Data de Corte: Acionistas registrados em 7 de novembro terão direito aos dividendos.
  • Valor por Ação: R$ 0,05215774063 por ação ordinária e preferencial; R$ 0,26078870315 por Unit.
  • Data Ex-Dividendos: Ações negociadas "ex-dividendos" a partir de 10 de novembro.
  • Data de Pagamento: Dividendos serão pagos em 19 de novembro.

  • A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) analisará, nesta terça-feira, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais. O projeto será votado no Senado na quarta-feira.
  • O projeto de lei inclui a redução gradual da alíquota do IRPF para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350 e a tributação de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil.
  • Para compensar a renúncia fiscal, a proposta inclui um "imposto mínimo" para pessoas com renda anual superior a R$ 600 mil.
  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, espera a aprovação do projeto este ano, para entrar em vigor em 2026.
  • CAE também analisará projeto para elevar a tributação de fintechs e aumentar a arrecadação governamental das apostas de quota fixa.

  • Ibovespa atinge 150 mil pontos: O principal índice da bolsa brasileira alcançou este marco importante, gerando otimismo entre os analistas.
  • Perspectiva de corte de juros: Expectativas crescem quanto a possíveis cortes na taxa de juros no ano seguinte, o que pode influenciar positivamente o mercado acionário.
  • Projeções para o final do ano: Analistas começam a delinear cenários para o desempenho do Ibovespa até o fim de 2025, com estimativas variando de acordo com fatores econômicos e políticos.
  • Impacto para 2026: Discussões sobre a direção econômica e políticas monetárias para 2026 estão em andamento, influenciando as estratégias de investimentos.
  • Oportunidades de investimento: Com a possibilidade de corte de juros, investidores ficam atentos a setores que podem se beneficiar, como o de consumo e construção civil.

  • 1. Crescimento do e-commerce: Aumenta o risco de golpes durante a Black Friday com fraudes virtuais e promoções falsas.
  • 2. Data da Black Friday 2025: Dia 28 de novembro, com promoções já iniciadas em grandes varejistas como Amazon, Magalu, Shein e Mercado Livre.
  • 3. Monitoramento de preços: Use comparadores como Zoom, Buscapé e Google Shopping para verificar a veracidade dos descontos.
  • 4. Defina um limite de gastos: Evite o consumo por impulso e priorize itens necessários para proteger suas finanças pessoais.
  • 5. Segurança nas compras: Faça listas, pesquise antecedência, verifique reputação, leia políticas de troca e esteja atento a golpes digitais.

  • Embraer: Monitore os movimentos de mercado dessa empresa devido a possíveis novos contratos ou parcerias estratégicas.
  • Klabin: Fique atento a quaisquer anúncios de expansão de operações ou alterações nos preços de celulose.
  • BB Seguridade: News relacionados a mudanças na regulação de seguros podem impactar as ações da empresa.
  • TIM: Alterações na legislação de telecomunicações ou novas ofertas promocionais podem influenciar o desempenho de suas ações.
  • Cosan: Siga as notícias sobre o setor de energia e açúcar que podem afetar diretamente o preço das ações da empresa.
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