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  • Lucro Líquido em Alta: Lojas Renner (LREN3) registrou lucro líquido de R$ 552,6 milhões no 4T25, aumento de 13,4% em relação a 2024. No acumulado de 2025, o lucro foi de R$ 1,4 bilhão, um crescimento de 21,8% na comparação anual.
  • Desempenho do Ebitda: Ebitda ajustado atingiu R$ 1,1 bilhão no trimestre, alta de 9%. Margem Ebitda subiu para 25,6%, e no ano, totalizou R$ 3,1 bilhões, crescendo 20,3%.
  • Resultados Financeiros Positivos: Renner teve resultado financeiro positivo de R$ 1 milhão no 4T25, revertendo resultado negativo de R$ 10,2 milhões no 4T24, impulsionado por atualização de juros sobre depósitos judiciais.
  • Crescimento das Vendas: Receita líquida de varejo no 4T25 foi de R$ 4,35 bilhões, aumento de 4,3% na comparação anual, com SSS crescendo 3,3%. No acumulado do ano, a receita alcançou R$ 13,8 bilhões, crescimento de 9,2%.
  • Expansão Digital e Física: GMV digital cresceu 9,9% no trimestre, representando 15,5% das vendas no ano. Expansão física nas cidades potencializa crescimento das vendas digitais em até 20% na nova praça.

  • Lucro líquido: Petrobras (PETR4) reportou lucro líquido de R$ 15,6 bilhões no 4T25, revertendo prejuízo do ano anterior, mas caindo em relação ao 3T25.
  • Receita de vendas: Receita de vendas manteve-se estável em R$ 127,4 bilhões no trimestre, com crescimento anual devido a volumes robustos e exportações elevadas.
  • Exploração e produção (E&P): Receita caiu para R$ 77,3 bilhões (-9,9% t/t), impactada pelo preço do Brent, com Ebitda ajustado de R$ 51,1 bilhões.
  • Segmento de refino: Lucro bruto no segmento de refino subiu 48% t/t, com Ebitda ajustado de R$ 9,9 bilhões, impulsionado por exportações recorde.
  • Investimentos e endividamento: Capex de R$ 35,6 bilhões no 4T25, com dívida líquida de US$ 60,6 bilhões elevando alavancagem a 1,42x.

  • Lucro Líquido: Petrobras (PETR4) reporta lucro de R$ 15,5 bilhões no 4T25, revertendo prejuízo de R$ 17 bilhões do ano anterior, mas 52,3% menor que o trimestre anterior.
  • Receita de Vendas: Receita aumenta 5% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 127,3 bilhões, mas apresenta queda de 0,4% em comparação com o trimestre anterior.
  • Ebitda: Alta de 46,3% no Ebitda em relação ao 4T24, mas queda de 6,2% frente ao 3T25, totalizando R$ 59,9 bilhões.
  • Impacto do Preço do Brent: Empresa enfrenta desvalorização de 14% no preço do Brent, mas mantém relatórios financeiros sólidos.
  • Dívida e Investimentos: Dívida líquida sobe para US$ 60,5 bilhões, enquanto investimentos aumentam 10,2% para US$ 6,3 bilhões em comparação ao 4T24.

  • Lucro líquido 4T25: Petrobras reporta lucro líquido de R$ 15,563 bilhões, revertendo prejuízo de 2024. Contudo, há uma queda de 52,4% em relação ao trimestre anterior.
  • Dividendos anunciados: A empresa anunciou R$ 8,1 bilhões em dividendos para o 4T25, acima das expectativas de mercado de R$ 6,75 bilhões.
  • Preço do Brent: O preço médio do Brent no 4T25 foi de US$ 63,69 por barril, influenciando expectativas de lucro.
  • Data de corte e pagamentos: A data de corte para dividendos é 22 de abril de 2026, com pagamentos em 20 de maio e 22 de junho de 2026.
  • Previsão de ADRs: Para ADRs negociados na NYSE, a data de corte é 24 de abril de 2026, com pagamentos em 28 de maio e 29 de junho de 2026.

  • Autorização de Dividendo: O conselho da Petrobras aprovou a proposta de R$ 8,1 bilhões em dividendos referentes ao quarto trimestre de 2025, a ser votada na Assembleia Geral de 16 de abril de 2026.
  • Total Anual de Distribuição: Se aprovado, somando adiantamentos e ajustes pela taxa Selic, o total de remuneração aos acionistas em 2025 alcançará R$ 41,2 bilhões.
  • Detalhes do Pagamento: Dividendos de R$ 0,62622908 por ação, pagos em duas parcelas em maio e junho de 2026; a primeira em 20 de maio e a segunda em 22 de junho.
  • Data de Corte e Negociações: Para ações na B3, a data de corte é 22 de abril de 2026, com ex-direitos a partir de 23 de abril; para ADRs na NYSE, a record date é 24 de abril, com pagamentos a partir de 28 de maio e 29 de junho.
  • Política de Distribuição: Distribuição de 45% do fluxo de caixa livre conforme Política de Remuneração, com atualizações pela taxa Selic, sujeito a imposto de renda.

  • Petrobras reverteu prejuízo: A empresa reportou um lucro de R$ 15,6 bilhões no quarto trimestre de 2025.
  • Impacto positivo no mercado: A reversão de prejuízo pode impulsionar as ações (PETR4) no curto prazo.
  • Resultados trimestrais: Este resultado foi significativamente superior em comparação ao trimestre anterior.
  • Atenção a novos investimentos: O lucro pode gerar expectativas de novos investimentos e distribuição de dividendos.
  • Análise para médio prazo: Traders devem observar a projeção de produção de petróleo e gás que se mantém positiva até 2025.

  • Lucro: Alpargatas registrou um lucro de R$ 197 milhões no quarto trimestre de 2025.
  • Receita Líquida: A companhia teve um aumento de 11,8% na receita líquida, alcançando R$ 1,26 bilhão.
  • Expansão Internacional: Houve um aumento significativo nas vendas de Havaianas fora do Brasil.
  • Ações: Traders devem monitorar a valorização das ações da Alpargatas (ALPA4) com os resultados positivos divulgados.
  • Mercado: A estratégia de foco no mercado internacional pode continuar impulsionando resultados e impactar positivamente o sentiment do mercado.

  • Aumento de Capital da Simpar: A Simpar (SIMH3) aprovou um aumento de capital de R$ 1,4 bilhão a R$ 2 bilhões com apoio do BNDES Participações (BNDESPar), JSP e investidores institucionais.
  • Estratégia de Reforço de Capital: A operação está alinhada a um plano maior de reforço de capital envolvendo suas subsidiárias Vamos (VAMO3) e Movida (MOVI3), que também realizarão aumentos de capital.
  • Compromissos de Investimento: BNDESPar irá investir até R$ 679,7 milhões na Simpar, com possíveis participações de até 10% em cada empresa do grupo.
  • Participação Minoritária do BNDESPar: O BNDESPar terá direito de indicar membros nos conselhos das empresas, mas não terá controle acionário, atuando como investidor minoritário.
  • Condições para Conclusão: A operação ainda precisa de aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central para ser finalizada.

  • Aprovação de Proposta: Conselho de administração da Petrobras aprovou encaminhamento à AGO para decisão sobre distribuição de R$ 8,1 bilhões aos acionistas do 4º tri de 2025, com assembleia marcada para 16 de abril de 2026.
  • Detalhes do Pagamento: Caso aprovada, os proventos serão pagos em duas parcelas de R$ 0,31311454 por ação nas datas de 20 de maio e 22 de junho de 2026.
  • Data de Corte e Ex-direitos: A data de corte na B3 será 22 de abril de 2026, com ações negociadas ex-direitos a partir de 23 de abril.
  • Impacto dos ADRs: Para detentores de ADRs, a record date será 24 de abril de 2026, com pagamentos a partir de 28 de maio e 29 de junho de 2026.
  • Potencial Remuneração Total: Se aprovada, remuneração total de 2025 chegaria a R$ 41,2 bilhões, abrangendo dividendos e JCP já atualizados pela Selic.

  • Pagamento em Proventos: Conselho da Petrobras (PETR4) aprovou pagamento de R$ 8,1 bilhões em proventos.
  • Parcelamento: Os proventos serão pagos em duas parcelas nos meses de maio e junho de 2026.
  • Impacto nas Ações: Possível impacto positivo no valor das ações PETR4 devido ao anúncio de dividendos.
  • Data Importante para Carteira: Trader deve considerar as datas de pagamento ao ajustar carteiras e estratégias de investimento em PETR4.
  • Dividendo por Ação: Importante calcular o impacto do dividendo por ação para análise de rentabilidade.

  • Recomendação Neutra: A XP Investimentos mantém recomendação neutra para VALE3, apesar de reconhecer um momentum positivo para o papel, devido ao bom desempenho recente.
  • Desempenho das Ações: Nos últimos 12 meses, as ações da Vale subiram 63,96%, enquanto os ADRs subiram 70,76%, impulsionados por fluxos estrangeiros em mercados emergentes.
  • Entradas de Capital: A persistente entrada de capital estrangeiro no Brasil e a atratividade relativa da Vale são vistas como fatores de impulso, especialmente para ativos expostos ao cobre.
  • Projeções de Minério de Ferro: A XP projeta que os preços do minério de ferro cairão a partir de 2026, com fundamentos fracos devido a altos estoques na China e demanda lenta por aço.
  • Potencial de Alta Limitado: Apesar de a Vale negociar com desconto em relação a concorrentes, a XP vê potenciais de retorno absoluto menos atraentes no cenário atual.

  • STF Suspende Quebra de Sigilo: O ministro Flávio Dino suspendeu as quebras de sigilo bancário e fiscal de Lulinha e outras pessoas, inicialmente determinadas pela CPI do INSS.
  • Critérios de Procedimento: A suspensão ocorreu por falta de individualização nos pedidos de quebra de sigilos durante a votação na CPI.
  • Decisão de André Mendonça: Apesar da suspensão, André Mendonça já havia determinado quebras de sigilo em inquérito separado.
  • Esclarecimento de Dino: A decisão de Dino não afeta quebras de sigilos efetuadas por investigação da Polícia Federal sob supervisão do STF.
  • Reação da CPMI: O presidente da CPMI, Carlos Viana, expressou preocupação com a decisão, levantando questões sobre o equilíbrio institucional entre os poderes.

  • ASK total da Gol aumentou 14,9% em fevereiro em comparação a 2025, com assentos subindo 10,4% e decolagens 10,5%.
  • Demanda total (RPK) cresceu 15,1% e a taxa de ocupação chegou a 83,2%, leve alta de 0,2 p.p. em relação ao ano anterior.
  • Mercado doméstico mostrou crescimento com ASK subindo 17,6% e RPK 18,7%, enquanto a taxa de ocupação foi de 82,7%, alta de 0,7 p.p.
  • O mercado internacional registrou ASK de 745 milhões (+3,4%), RPK de 636 milhões (+1,1%) e taxa de ocupação em 85,4%, caindo 2 p.p.
  • Volume de decolagens domésticas aumentou 10,7% e assentos cresceram 10,5%.

  • Renúncia do Diretor-Presidente: Bruno Ferrari renunciou ao cargo de diretor-presidente da Oncoclínicas (ONCO3).
  • Nomeação de CEO Interino: Carlos Gil Moreira Ferreira, médico oncologista, assumiu interinamente o cargo até o processo de sucessão ser concluído.
  • Continuidade no Conselho: Bruno Ferrari continuará como vice-presidente do conselho de administração.
  • Consultoria de Recrutamento: A Oncoclínicas contratou a Spencer Stuart para buscar candidatos ao cargo de CEO permanente.
  • Desafios Financeiros: A empresa enfrenta alta alavancagem e consumo de caixa após expandir para áreas complexas do tratamento oncológico.

  • Lucro Líquido Regulatório: Alupar registrou R$ 340 milhões no 4T25, avanço de 51,1% ano a ano. No acumulado de 2025, o lucro foi de R$ 1,28 bilhão, alta de 19,3%.
  • Lucro Líquido IFRS: No 4T25, o lucro foi de R$ 431,5 milhões, crescimento de 3,2% em relação a 2024. No ano, houve redução de 6,8%, totalizando R$ 1,73 bilhão.
  • Ebitda Regulatório e IFRS: No 4T25, Ebitda regulatório foi de R$ 709,4 milhões (+8,5%), enquanto o Ebitda IFRS foi de R$ 782,6 milhões (+0,3%). No ano, os valores foram R$ 2,82 bilhões (+7,4%) e R$ 3,3 bilhões (+7,5%), respectivamente.
  • Receita Líquida: Receita regulatória no 4T25 foi de R$ 932,3 milhões (+6,9%). No ano, foi de R$ 3,55 bilhões (+8,2%). Receita IFRS foi de R$ 1,16 bilhões no 4T25 (+3,6%) e R$ 4,4 bilhões no ano (+9,9%).
  • Alavancagem: Alavancagem regulatória mantida em 3,3 vezes; IFRS, em 2,8 vezes, sinalizando estabilidade no endividamento.

  • Lucro Líquido: Alupar (ALUP11) reportou lucro líquido regulatório de R$ 340 milhões no 4T, avanço de 51,1% YoY; lucro líquido IFRS foi de R$ 431,5 milhões, alta de 3,2% YoY.
  • Ebitda: Ebitda regulatório foi de R$ 709,4 milhões no 4T, aumento de 8,5%; Ebitda IFRS registrou R$ 782,6 milhões, incremento de 0,3% YoY.
  • Receita Líquida: Receita líquida regulatória cresceu 6,9% YoY, somando R$ 932,3 milhões; Receita IFRS atingiu R$ 1,16 bilhões, alta de 3,6% YoY.
  • Desempenho Anual: No ano, lucro líquido regulatório foi de R$ 1,28 bilhão (+19,3% YoY); Ebitda regulatório subiu 7,4% (R$ 2,82 bi), e receita líquida regulatória cresceu 8,2% (R$ 3,55 bi).
  • Alavancagem: Alavancagem regulatória permaneceu em 3,3x; alavancagem IFRS ficou estável em 2,8x.

  • Eneva (ENEV3) reporta lucro: A companhia anunciou um lucro de R$ 57 milhões no 4º trimestre, revertendo prejuízo anterior.
  • Aumento de reservas: Eneva elevou suas reservas provadas e prováveis (2P) de gás natural para 37,932 bilhões de metros cúbicos na Bacia do Parnaíba.
  • Impacto potencial nas ações: A reversão do prejuízo para lucro pode influenciar positivamente o preço das ações ENEV3.
  • Foco no gás natural: Expansão das reservas de gás pode indicar estratégia de crescimento no setor energético.
  • Oportunidade para traders: Os resultados financeiros e o aumento das reservas podem criar volatilidade e oportunidades de negociação para ENEV3.

  • Lucro Líquido e Margens: Tenda (TEND3) reportou lucro líquido consolidado de R$ 104,6 milhões no 4º trimestre de 2025, quintuplicando o resultado de 2024. Margem bruta ajustada da Divisão Tenda subiu para 36,2%.
  • Ebitda e Receita: O Ebitda ajustado consolidado no trimestre foi de R$ 179,3 milhões, aumento de 37,2% ano a ano. Receita líquida alcançou R$ 1,181 bilhão, um recorde, com aumento de 38,9%.
  • Divisões Tenda e Alea: Divisão Tenda apresentou lucro de R$ 154,9 milhões, enquanto a divisão Alea teve prejuízo de R$ 50,2 milhões, com margem bruta negativa em 29,4% devido a estouros de orçamentos e reorganização do negócio.
  • Lançamentos e Vendas: Foram lançados 52 empreendimentos em 2025, avaliados em R$ 5,3 bilhões. As vendas líquidas do ano totalizaram R$ 4,7 bilhões, um aumento de 4,8%.
  • Dívida e Geração de Caixa: Dívida líquida chegou a R$ 266 milhões, aumento de 32,3% em relação ao trimestre anterior. Geração de caixa operacional foi de R$ 25,6 milhões no trimestre.

  • Lucro do 4T: CPFL reportou lucro de R$ 1,56 bilhões no quarto trimestre de 2025.
  • Dividendos: A empresa anunciou um pagamento de dividendos de R$ 4,3 bilhões.
  • Investimentos futuros: Planos de investimentos até 2030 foram divulgados, focados em crescimento e inovação.
  • Lucro anual: O lucro anual foi de R$ 5,74 bilhões, praticamente estável em relação ao ano anterior.
  • Recomendação: Analistas veem a CPFL como uma empresa premium, mas com limitado potencial de alta nas ações.

  • Moura Dubeux (MDNE3) ainda não foi notificada formalmente pela CVM sobre processo administrativo contra seu CEO por negociações em período vedado.
  • O processo contra Diego Villar é sancionador, relativo à venda de 15 mil ações sob plano de incentivo de longo prazo (ILP).
  • A negociação ocorreu durante o período de restrição, antes da divulgação de informações trimestrais, devido a informações incorretas.
  • Esclarecimentos iniciais foram prestados à CVM, aguardando eventual comunicação formal sobre o processo.
  • Investidores devem monitorar a potencial evolução do caso e suas implicações para a empresa e suas ações.

  • Lucro no 4º Trimestre: 3tentos (TTEN3) registrou um lucro de R$ 82,4 milhões, marcando uma queda anual de 39%.
  • Crescimento da Receita: Apesar da queda no lucro, a receita líquida aumentou 13,3%, alcançando R$4,37 bilhões.
  • Impacto nos Resultados: O desempenho financeiro reflete desafios enfrentados pela empresa, mesmo em cenário de aumento nas vendas.
  • Ponto de Atenção para Traders: Queda no lucro pode influenciar a volatilidade das ações TTEN3 no curto prazo.
  • Expectativa de Mercado: Observação dos movimentos de mercado em resposta aos resultados pode indicar futuras estratégias de investimento.

  • Ibovespa fechou em queda: Desvalorização de 2,64%, registrando 180.463,84 pontos; giro financeiro de R$ 32,6 bilhões.
  • Impacto do conflito internacional: Conflito entre Israel, EUA e Irã causou alta do petróleo: WTI a US$ 81,01 (+8,50%) e Brent a US$ 85,41 (+4,93%).
  • Ações de destaque negativo: Petrobras (PETR3: -0,2%, PETR4: +0,47%) e Vale (VALE3: -3,33%) pressionaram o índice.
  • Dólar e juros futuros subiram: Dólar cotado a R$ 5,287 (+1,32%), aversão ao risco reforçou a alta.
  • Top performers do dia: Braskem (BRKM5: +16,94%), Petrorecôncavo (RECV3: +2,8%) e Prio (PRIO3: +2,59%), impulsionadas pelo cenário de petróleo.

  • Tenda (TEND3) quintuplicou seu lucro no 4º trimestre de 2025, atingindo R$ 104,6 milhões.
  • Resultado impulsionado por aumento nos lançamentos e nas vendas nos últimos trimestres.
  • Eficiência operacional desempenhou um papel-chave na melhoria dos resultados financeiros da construtora.
  • Lançamentos recentes e forte demanda nos segmentos de atuação suportaram a performance positiva.
  • Ações TEND3: Potencial interesse para traders dado o significativo crescimento nos lucros e possíveis repercussões no mercado.

  • Receita: Grendene reporta lucro de R$ 286 milhões no 4º trimestre.
  • Variação Anual: Resultado representa uma queda de 17,7% em comparação ao mesmo período no ano anterior.
  • Ação: Traders devem observar o impacto dessa queda no desempenho das ações GRND3 no curto prazo.
  • Perspectivas: Analisar futuras projeções e guidance da companhia para avaliar oportunidades de investimento.
  • Setor: Monitorar condições macroeconômicas que podem influenciar o setor calçadista nos próximos trimestres.

  • Lucro líquido regulatório da Alupar (ALUP11) no 4º trimestre de 2025 alcançou R$ 340 milhões, marcando um aumento anual de 51,1%.
  • Receita líquida regulatória totalizou R$ 932,3 milhões, registrando alta de 6,9% em comparação ao mesmo período anterior.
  • Aumento significativo no lucro pode atrair mais investidores interessados em ativos do setor de infraestrutura elétrica.
  • Desempenho positivo pode influenciar o preço das ações da Alupar, criando oportunidades para movimentos de curto prazo no mercado.
  • Potencial comparação entre leilões do Chile e do Brasil pode impactar percepções sobre a atratividade dos investimentos regionais.

  • Lucro e Receita: Lojas Renner (LREN3) reportou lucro líquido de R$ 552,6 milhões no Q4 de 2025, alta de 13,4% YoY. No ano, lucro alcançou R$ 1,46 bilhão (+21,8%). Receita líquida de varejo somou R$ 4,35 bilhões no trimestre (+4,3%).
  • Desempenho Digital: GMV online cresceu 9,9% no trimestre, atingindo R$ 834,6 milhões e representando 14,4% das vendas totais. Iniciativas tecnológicas e investimento em logística e tecnologia fortaleceram canal digital.
  • Divisões de Faturamento: Marca Renner contribuiu com R$ 3,95 bilhões (+4,2%), Youcom registrou R$ 209,7 milhões (+8,4%), e Camicado teve R$ 192,4 milhões (+0,6%).
  • Margens e Custos: Lucro bruto de varejo foi de R$ 2,46 bilhões (+5,7%), com margem bruta de 56,5% (+0,7 p.p.). Despesas operacionais somaram R$ 1,42 bilhão (+2%), ajudando na expansão das margens.
  • Investimentos e Expansão: Para 2026, Renner planeja investir R$ 1,05 bilhão, com abertura de 50 a 60 lojas, reforçando estratégia de crescimento em novas cidades e formatos de loja com maior retorno.

  • Aversão ao risco: Ambiente externo cauteloso prevalece, com tensões geopolíticas impulsionando o petróleo.
  • Mercados internacionais: Queda nas bolsas de Nova York e Europa, metais preciosos recuam com dólar forte.
  • Ibovespa em queda: Índice recuou 2,64%, pressionado por Vale (VALE3) e grandes bancos.
  • Câmbio: Dólar sobe 1,32% frente ao real, cotado a R$ 5,29.
  • Curva de juros: Aumento acompanhando Treasuries, apesar de sinalizações de cortes pelo Banco Central.

  • Início do corte de juros: O Banco Central deve iniciar o ciclo de redução dos juros na próxima reunião, com um corte inicial de 0,5 ponto percentual na Selic, conforme projeção da XP Investimentos.
  • Cortes consecutivos previstos: São esperados cinco cortes consecutivos na taxa em 2026, levando a Selic a 12,50% ao ano, com retomada do ciclo de flexibilização limitada a partir do próximo ano.
  • Cenário de risco geopolítico: Tensões no Oriente Médio, especialmente a relação Estados Unidos-Irã, elevam o preço do petróleo, podendo influenciar um ajuste mais gradual na Selic.
  • Riscos para inflação: A combinação de pressões climáticas, volatilidade cambial e estímulos fiscais torna incerto o balanço de riscos para a inflação no segundo semestre.
  • Taxa básica estimada: No cenário-base, a XP projeta que a Selic termine 2026 em 12,50% e 2027 em 11%, com juros reais ainda acima do nível neutro estimado, refletindo desafios fiscais.

  • Ibovespa fecha em queda de 2,64%: O índice brasileiro termina o pregão aos 180.463,84 pontos, acompanhando o pessimismo nos mercados globais.
  • Dólar à vista avança 1,32%: Moeda americana encerra negociação a R$ 5,2870, refletindo incertezas externas e desdobramentos geopolíticos.
  • Localiza lidera as quedas no Ibovespa: Ações da RENT4 caem 7,26% após downgrade do UBS BB, que rebaixou a recomendação de compra para neutra.
  • Braskem puxa as altas do índice: BRKM5 sobe 15,47%, superando R$ 12 pela primeira vez em dez meses, destacando-se no pregão com forte desempenho.
  • Mercados internacionais em queda: Wall Street e Europa fecham no vermelho devido a tensões no Oriente Médio, enquanto Ásia registra desempenho misto.

  • Lucro de R$ 553 milhões: A Renner (LREN3) reportou um lucro líquido de R$ 553 milhões no quarto trimestre de 2025, representando um aumento anual de 13%.
  • Crescimento anual: O resultado evidenciou um crescimento significativo em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
  • Impacto nos mercados: Com os resultados divulgados, espera-se um impacto positivo nas ações da Renner no curto prazo.
  • Atenção às previsões: Analistas podem revisar previsões futuras, considerando o desempenho acima das expectativas.
  • Monitorar reações: Traders devem observar as reações do mercado nos próximos dias para identificar oportunidades de entrada ou saída.

  • Lucro Líquido em Queda: 3tentos (TTEN3) reporta queda de 39,4% no lucro líquido do 4T25, totalizando R$ 82,3 milhões, em comparação com o 4T24.
  • Queda no Ebitda: O Ebitda reduziu 64,6%, passando de R$ 365,9 milhões para R$ 129 milhões no mesmo período de comparação.
  • Aumento na Receita Operacional: Receita operacional líquida cresceu 13,3% atingindo R$ 4,366 bilhões no 4T25.
  • Desempenho Anual: Receita Operacional Líquida anual cresceu 28,1%, alcançando R$ 16,4 bilhões em 2025.
  • Investimentos Estratégicos: Capex recorde de R$ 1,7 bilhão para expansão e nova indústria de etanol no MT; foco no crescimento sustentável e gestão financeira responsável.

  • Ibovespa cai 2,64%: O índice é impactado pela incerteza geopolítica no Oriente Médio.
  • Conflito EUA-Israel-Irã: A guerra no Irã entra no sexto dia, gerando preocupações contínuas nos mercados.
  • Ação da Braskem salta 17%: Apesar da queda geral do Ibovespa, ações específicas mostram forte valorização.
  • Volatilidade no mercado: A situação no Oriente Médio aumenta a volatilidade e incertezas no mercado.
  • Radar de balanços: Além do cenário geopolítico, traders devem ficar atentos aos balanços das empresas.

  • A receita da marca Fleury subiu 8,6%, enquanto outras marcas em SP tiveram aumento de 25,5%, com 12% sendo de crescimento orgânico.
  • O lucro do Fleury aumentou em quase 15%, destacando a eficácia na expansão de receita aliada à manutenção de margens.
  • Traders devem observar o desempenho de outras empresas do setor em SP para avaliar tendências de crescimento no mercado de saúde.
  • A manutenção das margens pelo Fleury pode indicar forte gestão financeira, um potencial positivo para investidores.
  • Os resultados destacados podem influenciar a percepção de valor da ação FLRY3 no mercado.

  • Mercado Americano em Queda: Principais índices nos EUA encerraram o dia em baixa devido à escalada do conflito.
  • Ibovespa com Perdas: O índice brasileiro também registrou forte queda, refletindo o cenário externo adverso.
  • Ações da Vale Pressionadas: As ações da Vale caíram mais de 3%, impactando negativamente o Ibovespa.
  • Conflito Internacional: A escalada da guerra está gerando incerteza nos mercados, influenciando a volatilidade.
  • Monitoramento Recomendado: Traders devem acompanhar as notícias de desdobramentos internacionais que podem afetar os ativos.

  • Lucro Líquido e Receita: Fleury (FLRY3) reportou lucro líquido de R$ 96,3 milhões no 4T25, crescendo 14,7% ano a ano, com receita bruta aumentando 12,2% para R$2,2 bilhões.
  • Desempenho por Região: Marcas em SP tiveram aumento de 25,5% na receita; MG subiu 21,3%; RJ cresceu 14,1%.
  • EBITDA e Margem Operacional: EBITDA de R$455,9 milhões, alta de 12,5%, com margem de 22,1% superando previsões de R$453 milhões.
  • Dívida e Alavancagem: Resultado financeiro negativo de R$116,4 milhões; relação dívida líquida/EBITDA em 1 vez.
  • Estratégia e Aquisições: Foco no crescimento orgânico com potenciais aquisições inteligentes, mantendo disciplina no capital.

  • Futuros de Grãos em Alta: Contratos futuros dos grãos em Chicago fecharam em alta, impulsionados pela alta do petróleo devido ao conflito no Oriente Médio.
  • Variação dos Preços: A soja subiu 9,75 centavos (US$11,7926/bushel), trigo aumentou 15,50 centavos (US$5,8375/bushel), e milho subiu 9,75 centavos (US$4,535/bushel).
  • Petróleo vs. Grãos: Alta do petróleo impacta preços dos grãos, já que o biocombustível usa soja e milho como matérias-primas.
  • Impacto do Dólar Forte: A força do dólar continua limitando os aumentos nos preços dos grãos dos EUA.
  • Oferta Global de Soja: Safra recorde de soja no Brasil pode impactar a demanda chinesa por soja dos EUA, afetando preços futuros.

  • Ultrapar teve um lucro de R$ 256 milhões no 4º trimestre, impulsionado por resultados sólidos nas suas subsidiárias.
  • Resultados positivos da Ipiranga contribuíram significativamente, apesar dos desafios enfrentados no trimestre.
  • Hidrovias e Ultragaz também apresentaram desempenho robusto, fortalecendo a lucratividade do grupo.
  • Ações da Ultrapar reagiram positivamente após a divulgação dos resultados, indicando confiança do mercado.
  • Monitorar performance futura das subsidiárias será crucial para avaliar a sustentabilidade do crescimento do grupo.

  • Rebaixamento: Localiza (RENT3) foi rebaixada pelo UBS BB, resultando em uma queda de 7% nas ações.
  • Concorrência Aumentada: A reclassificação foi provocada pela "invasão de carros chineses", afetando negativamente a competitividade da Localiza.
  • Impacto nas Receitas: O aumento da concorrência pode pressionar as margens de lucro e a participação de mercado da Localiza.
  • Potencial de Recuperação: UBS BB identifica que um ciclo de afrouxamento de taxas de juros pode melhorar lucros e alavancagem operacional.
  • Monitorar o Setor: Traders devem acompanhar movimentações de concorrentes e mudanças nas políticas monetárias que possam afetar o setor de aluguel de carros.

  • WTI dispara 8.5%: O contrato WTI para abril fechou a US$ 81,01, marcando o maior nível desde julho de 2024.
  • Brent sobe 4.93%: Brent negociado a US$ 85,41, refletindo preocupações com interrupções no fornecimento global.
  • Tensão no Estreito de Ormuz: Rota de 30% do petróleo mundial impactada, aumentando a incerteza no mercado.
  • Impacto do conflito no Oriente Médio: A escalada militar entre Irã, EUA e Israel está pressionando os preços do petróleo.
  • Fluxo de navios reduzido: Redirecionamento de rotas e diminuição de 75% no tráfego intensificam o risco de abastecimento.

  • Janela partidária: Deputados federais, estaduais e distritais podem trocar de partido sem perder o mandato até 3 de abril, impactando a composição das bancadas.
  • Estratégia partidária: Trocas visam aumentar o tamanho das bancadas, influenciando a distribuição do fundo partidário e o tempo de propaganda gratuita.
  • Oportunidade para parlamentares: Possibilidade de busca por melhores condições eleitorais, com apoio de campanhas e coligações regionais.
  • Limitações do troca-troca: Apenas cargos proporcionais (deputados) podem trocar; cargos majoritários, como senadores, não estão incluídos.
  • Impacto legislativo: Redesenho das bancadas pode afetar governabilidade. Em 2022, algumas legendas aumentaram representação em até 70% durante o período.
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