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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

Mostrando 321 a 360 de 24511 notícias

  • Início de 2026 marca mudança no ciclo pecuário: Sinais de retenção no campo e diminuição no abate de fêmeas, apontando para oferta futura mais enxuta.
  • Preços futuros na B3 sinalizam alta: Contrato do boi gordo para março de 2026 registra alta de 10,68%, negociado a R$ 350 por arroba, refletindo oferta apertada.
  • Demanda crescente sustenta mercado: A aceleração da demanda interna e externa pode manter a firmeza dos preços da carne bovina ao longo de 2026.
  • Competitividade global da carne brasileira: Apesar da valorização em reais, a carne bovina brasileira mantém competitividade internacional devido à oferta restrita global.
  • Indústria frigorífica é crucial para preços: A saúde da margem da indústria determinará até onde os preços podem subir, com possibilidade de arroba superar R$ 360.

  • Credores exigem grande aporte: Mercado avalia que Raízen precisa entre R$ 20 bilhões e R$ 25 bilhões para estabilizar finanças.
  • Proposta insuficiente: Acionistas sugerem aporte de até R$ 5 bilhões, considerado insuficiente por credores.
  • Negociações em andamento: Cosan, Shell e fundos do BTG Pactual estão envolvidos nas discussões de possíveis soluções.
  • Pressão na alavancagem: Crédito enfrenta pressão devido a juros elevados e safras fracas, aumentando riscos de rebaixamento.
  • Estratégia de ativos e dividendos: Venda de ativos na Argentina e histórico de dividendos de R$ 18 bilhões são pontos críticos nas negociações.

  • Ibovespa e Dólar: Ibovespa atinge máxima histórica e dólar cai para a mínima de dois anos, destacando-se como pontos centrais para o otimismo do mercado em 2026.
  • Câmbio Real/Dólar: Legacy Capital aposta no real como um ativo atrativo, com previsão de dólar abaixo de R$ 5 num curto prazo, favorecendo estratégias de câmbio.
  • Risco Fiscal e Economia: Preocupações com política fiscal insustentável e desaceleração econômica que deve ser monitorada por traders, especialmente em contexto pré-eleitoral.
  • Estrategia de Moeda da Legacy: A Legacy aposta na depreciação do dólar e euro em relação a moedas emergentes como real e peso mexicano, aproveitando o diferencial de juros e propensão ao risco global.
  • Postura sobre Bolsa Brasileira: Posicionamento neutro em ações brasileiras, mesmo com Ibovespa nos 190 mil pontos, devido a preços inflados e baixa atratividade em termos de retorno.

  • Balanço do Nubank: Apresentou crescimento robusto, mas decepcionou o mercado, gerando avaliações mistas de analistas.
  • Recomendações: Banco Safra recomenda "outperform" com preço-alvo de US$ 22 (potencial de alta de 32%), enquanto a XP adota neutralidade com preço-alvo de R$ 11,30.
  • Crescimento e qualidade de crédito: Carteira de crédito cresceu 13% no trimestre; provisões aumentaram, porém inadimplência caiu levemente.
  • Despesas aumentadas: Despesas operacionais 10% acima da estimativa, afetando lucro antes de impostos; custos impulsionados por transição ao escritório e investimentos.
  • Divisão de visões: Safra otimista, espera fortalecimento em 2026; XP cautelosa devido a riscos de curto prazo e dependência de benefícios fiscais.

  • Recomendação rebaixada: JP Morgan alterou a recomendação da WEG (WEGE3) de "compra" para "neutra".
  • Corte no preço alvo: Preço alvo ajustado de R$ 50 para R$ 49 após resultados do quarto trimestre de 2025.
  • Estimativas reduzidas: Lucros por ação para 2026 e 2027 foram rebaixados entre 4% e 5%.
  • Valuation elevado: Ações negociando a 31x preço/lucro para 2026 e 21x EV/EBITDA, considerado caro.
  • Potencial de crescimento limitado: Apesar de sólida, a ação tem menor espaço para valorização no curto prazo devido ao valuation e cenário econômico.

  • Ibovespa mantém tendência de alta no médio e longo prazo, mas alerta para desaceleração no curto prazo.
  • Divergência no Índice de Força Relativa (IFR) sugere perda gradual de força compradora, apesar dos topos mais altos do índice.
  • Suportes relevantes do Ibovespa em 182.976 e 171.175 pontos, com resistência projetada em 208.790 pontos.
  • O "Radar de Ações" identifica papéis com estruturas técnicas consistentes, utilizando tendência, momentum e price action como critérios.
  • Lista de ações em radar de alta e baixa fornece sinais de mercado essenciais para traders avaliarem posições.

  • Envolvimento de Toffoli: O ministro Dias Toffoli está relacionado a negócios com o Banco Master, e suas interações foram investigadas pela Polícia Federal. Traders devem monitorar possíveis repercussões legais e políticas.
  • CPI do Master: Pressão para instalar uma CPI sobre o Banco Master pode afetar o clima legislativo e regulatório, impactando bancos e investidores.
  • Nova Relatoria no STF: André Mendonça assumiu a relatoria do caso Master, cuja condução afetará o andamento das investigações e possíveis impactos no mercado.
  • Convocações e Quebra de Sigilo: Convites e requerimentos para quebra de sigilo de envolvidos no caso podem intensificar as investigações e trazer novos desdobramentos.
  • Impacto Legal e de Imagem: Traders devem ficar atentos a possíveis consequências legais para o STF e envolvidos, o que pode ter repercussões econômicas e políticas.

  • Ações caem 9%: Após confirmação da inclusão na recuperação judicial, ações da Fictor Alimentos (FICT3) caem cerca de 9%, negociadas a R$ 0,60.
  • Aumento da abrangência: Fictor Alimentos solicita inclusão no processo ativo de recuperação judicial já iniciado pela Fictor Holding e Fictor Invest.
  • Impactos negativos: Conselho da Fictor relatou restrições de crédito e queda de 33% no valor das ações após inclusão no processo.
  • Motivações do pedido: Pedido visa proteger a companhia após "choque reputacional" relacionado à aquisição do Banco Master.
  • Riscos reavaliados: Mercado agora precifica riscos diretos e impactos da reestruturação sobre a Fictor Alimentos.

  • Lucro Líquido: Marcopolo registrou um lucro líquido de R$ 341,7 milhões no quarto trimestre, superando as expectativas dos analistas.
  • Comparação Anual: O lucro líquido cresceu 7,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Reação do Mercado: As ações da Marcopolo (POMO4) subiram 4% após a divulgação dos resultados acima do esperado.
  • Expectativas do Mercado: Resultados superiores indicam performance robusta, potencialmente atraindo mais investidores interessados.
  • Análise Técnica: Traders podem considerar o movimento positivo como oportunidade para explorar estratégias de compra no curto prazo.

  • Preocupação com continuidade: GPA (PCAR3) declarou incerteza sobre continuidade operacional devido a dívida elevada de R$ 1,7 bilhão com vencimento em 2026.
  • Dificuldades Financeiras: Registrou prejuízo de R$ 572 milhões no quarto trimestre e capital de giro negativo de R$ 1,2 bilhão no final de 2025.
  • Pontos de Estratégia: Administração busca renegociar dívidas, reduzir despesas, monetizar créditos tributários e rever contratos.
  • Desempenho Lojas: 20% a 25% das lojas operam abaixo do esperado, motivando revisão de aluguéis e possíveis fechamentos.
  • Cenário de Mercado: Analistas dividem-se entre expectativa de melhora operacional e preocupação com estrutura financeira; execução do plano de gestão será crucial.

  • Queda das ações: WEGE3 cai 2,09%, cotada a R$ 43,29, após JP Morgan rebaixar recomendação para neutra.
  • Ajuste nas previsões: JP Morgan incorpora um real mais valorizado (R$ 5,40) e vê impacto dos resultados do 4T25.
  • Desempenho financeiro: Receita líquida da WEG recuou 5,3% e o lucro líquido caiu 6,3% no ano.
  • Preço-alvo ajustado: Reduzido de R$ 50 para R$ 49, implicando um potencial de desvalorização de 2,55%.
  • Perspectivas de crescimento: Espera-se crescimento de receita de até 18% em 2027, com margens estáveis.

  • Quebra de sigilo: A CPMI do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, visando analisar movimentações financeiras de janeiro de 2022 a janeiro de 2026.
  • Pressão política: A decisão aumenta a pressão política sobre Lulinha; a defesa nega envolvimento em desvios ou recebimento de recursos ilegais.
  • Motivo da investigação: Relatórios e depoimentos da Polícia Federal indicam repasses mensais de R$ 300 mil de um empresário, gerando o pedido de quebra de sigilo.
  • Tumulto na sessão: A aprovação do requerimento gerou discussão acalorada entre parlamentares, levando à interrupção da transmissão oficial da sessão.
  • Convocação de testemunhas: A comissão convocou Gustavo Marques Gaspar para esclarecimentos, além de investigar possíveis ligações com agentes políticos.

  • Santander planeja expandir sua base de clientes de 180 milhões para 210 milhões.
  • Estratégia pode impactar positivamente as ações do Santander Brasil (SANB11).
  • Banco tem foco em aumentar a rentabilidade, mesmo com margens financeiras fracas.
  • Novo plano estratégico pode influenciar o setor bancário global.
  • Oportunidade para traders acompanharem potenciais movimentos dos preços das ações do banco.

  • Presidente do BCE, Lagarde, afirma que a inteligência artificial ainda não resultou em demissões em massa na zona do euro, apesar das preocupações com a automação.
  • O BCE está monitorando de perto os impactos da tecnologia no mercado de trabalho, sugerindo que o mercado ainda está em fase de adaptação.
  • A indústria tecnológica continua a avançar, mas sem afetar os níveis de emprego de maneira significativa até o momento.
  • Os traders devem observar os desenvolvimentos nas políticas do BCE relacionadas à tecnologia para antecipar possíveis impactos econômicos futuros.
  • Possibilidade de ajustes nas estratégias de investimentos caso surjam mudanças nos dados de emprego relacionados à automação e inteligência artificial.

  • WTI a US$ 65 com previsão de queda: Cotação atual do petróleo WTI está em torno de US$ 65 por barril, com uma curva futura indicando um declínio gradual para US$ 57–58 em longo prazo.
  • Mercado em backwardation: A estrutura atual de preços reflete oferta apertada e risco geopolítico, criando oportunidades de ganho em posições de curto prazo devido ao prêmio de escassez.
  • Impacto geopolítico em foco: Tensões no Oriente Médio são a principal fonte de incerteza, porém o mercado não espera persistência dessas tensões no futuro distante.
  • Estratégias de hedge para produtores: Produtores enfrentam dilemas ao buscar proteger fluxo de caixa no curto prazo, mas precisam considerar o risco de estar vendidos em petróleo.
  • Riscos de choque na oferta: Qualquer interrupção adicional de oferta pode acentuar a backwardation, enquanto uma desaceleração da demanda pode nivelar a estrutura de preços.

  • Valorização da Ação: Desde a conclusão da recuperação judicial, a ação AZUL53 valorizou 32% e está cotada a R$ 215.
  • Elevação do Rating: A S&P Global elevou o rating de crédito da Azul de "D" para "B-", mantendo a perspectiva estável.
  • Redução de Dívidas: A empresa reduziu aproximadamente US$ 2,5 bilhões em dívidas, com alavancagem líquida proforma abaixo de 2,5 vezes.
  • Recomendação do Bradesco BBI: O Bradesco BBI alterou a recomendação de venda para neutra, com preço-alvo das ações em R$ 273, implicando um potencial de alta de 26%.
  • Melhora Estrutural: A reestruturação financeira resultou em uma expectativa de sólida performance operacional e uma estrutura de capital mais leve.

  • Tributação Potencial: Discussões emergem sobre possível tributação de IOF sobre CRI, CRA, LCI e LCA, afetando diretamente os custos de captação.
  • Impacto nos Setores: Projetos imobiliários e agro podem sofrer com financiamentos mais caros, freando novos empreendimentos e investimentos no setor.
  • Redução da Demanda: Projeções apontam que a capacidade de financiamento para a classe média pode reduzir de 9% a 24%, limitando o acesso ao crédito imobiliário.
  • Atratividade dos Investimentos: Possível tributação ameaça diminuir a atratividade dos papéis CRI, CRA, LCI e LCA, impactando o fluxo de recursos para o mercado de capitais.
  • Risco de Volatilidade: Se a cobrança abranger estoques antigos, pode haver venda em massa desses títulos, causando volatilidade no mercado e pressionando juros e investimentos produtivos.

  • Oferta Melhorada: Victory Capital ofereceu US$ 57,04 por ação da Janus Henderson, superando a proposta anterior de US$ 49 feita por Trian e General Catalyst.
  • Guerra de Ofertas: A entrada da Victory Capital desencadeou uma disputa entre as empresas interessadas na aquisição da Janus Henderson.
  • Valorização Potencial: A operação, caso concluída, pode resultar na formação de um conglomerado com valor de mercado estimado em US$ 16 bilhões.
  • Impacto no Mercado: Traders devem observar a reação das ações da Janus Henderson, que podem apresentar volatilidade devido à competição entre compradores.
  • Decisão Estratégica: Compradores em potencial podem reavaliar suas ofertas, impulsionando uma nova rodada de propostas e movimentações no mercado.

  • Nvidia supera expectativas: A empresa divulgou resultados acima das projeções de Wall Street, com receita de US$ 68,13 bilhões e lucro por ação de US$ 1,62, superando as expectativas do mercado.
  • Previsão otimista de receita: A Nvidia projeta receita de US$ 78 bilhões para o próximo trimestre, superior à estimativa média dos analistas de US$ 72,6 bilhões.
  • Recomendação de compra: Analistas, como Enzo Pacheco da Empiricus, continuam recomendando a compra das ações da Nvidia, acreditando em espaço para valorização, apesar de já terem subido 40% nos últimos 12 meses.
  • Riscos futuros: Há preocupações sobre a sustentabilidade dos investimentos em IA; revisões de gastos por grandes empresas poderiam impactar negativamente os resultados futuros da Nvidia.
  • China e restrições comerciais: A não inclusão das receitas de data centers da China nas previsões cria incertezas, especialmente em meio às tensões comerciais entre EUA e China, onde a Nvidia enfrenta restrições e barreiras.

  • Selic em Alta: A taxa se mantém em 15% desde junho de 2025, favorecendo investimentos em renda fixa, como CDBs.
  • Quebras de Bancos: Eventos isolados, como falências de bancos Master, Will e Pleno, não afetaram o sistema, mas mudaram a percepção de risco.
  • Análise Técnica Essencial: Avaliar fundamentos dos bancos emissores, como alavancagem e carteira de crédito, é crucial para entender o risco de CDBs.
  • Papel do FGC: O Fundo Garantidor de Créditos protege até R$ 250 mil, mas não elimina todos os riscos de investimentos em CDBs.
  • Educação Financeira: Informações completas e análise são vitais para decisões informadas em renda fixa, mais do que evitar determinados bancos.

  • Tendência principal de alta: Petrobras (PETR4) continua em tendência de alta, acumulando valorização de 28% em 2026, destacando-se no Ibovespa.
  • Força compradora persistente: O fluxo comprador permanece consistente, com grandes players defendendo o papel, o que mantém a ação sustentada em níveis elevados.
  • Potenciais correções: Analistas esperam que correções pontuais ocorram, mas estas são vistas como oportunidades de entrada por investidores institucionais.
  • Dependência de novo fluxo comprador: A continuidade da valorização depende de novo fôlego comprador, dada a antecipação do movimento recente pelo mercado.
  • Riscos de pausa, não queda: Após intensa valorização, o risco agora é uma pausa para consolidação, e não uma reversão brusca de tendência.

  • Ibovespa registra queda: O índice perdeu a marca de 190 mil pontos, pressionado por ações específicas.
  • Ações da PETR4 e VALE3 em foco: Ambas as empresas tiveram desempenhos abaixo das expectativas, contribuindo para a queda do índice.
  • Volatilidade nas bolsas dos EUA: As bolsas americanas apresentam oscilação, com impacto dos resultados da Nvidia.
  • Setor de tecnologia em atenção: O balanço da Nvidia é um ponto de observação crucial para movimentos futuros no setor de tecnologia.
  • Análise de curto prazo: Traders devem observar níveis de suporte e resistência no Ibovespa, especialmente com pressões de vendas em ações-chave.

  • CEO da Nvidia minimiza risco da IA: Jensen Huang afirma que agentes de IA complementarão, e não substituirão, ferramentas de software.
  • Fortes resultados financeiros: Nvidia apresenta desempenho financeiro robusto, impulsionando a confiança no uso de IA.
  • Atenção dos analistas: Apesar do otimismo da Nvidia, analistas alertam para possíveis perdedores no setor de software devido à IA.
  • Impacto no mercado de software: Discurso do CEO pode influenciar expectativa de investidores sobre o futuro de empresas de software.
  • Monitoramento do setor: Traders devem observar a evolução da percepção de risco e oportunidade em empresas de software frente à IA.

  • Líquidação extrajudicial do Will Bank: O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank, interrompendo o repasse de recursos originados por transações com cartões de crédito.
  • Problemas para Mastercard e parceiros: Mastercard, que era a emissora dos cartões do Will Bank, teve que acionar garantias devido à falta de repasses do banco, afetando a Westwing e o Banco de Brasília (BRB).
  • Recursos retidos: Existe ainda um “volume relevante” de recursos retidos, impactando o fluxo financeiro para estabelecimentos comerciais.
  • Credibilidade do sistema ameaçada: A situação é considerada crítica pela Abecs, ameaçando a confiança no sistema de pagamentos eletrônicos.
  • Ação da Abecs: A entidade está buscando soluções junto ao mercado e autoridades para assegurar o pagamento aos estabelecimentos comerciais afetados.

  • B3SA3: Mudança no horário de negociação a partir de 9 de março, devido ao fim do horário de verão nos EUA e Europa.
  • Mercado à vista/fracionário: Novo horário das 10h às 16h55, encerramento uma hora antes do habitual.
  • Mercado a termo: Novas operações entre 10h e 17h25, encerrando uma hora antes.
  • Contratos futuros de IBOV/Índice: Negociados das 9h às 18h25, com redução de cinco minutos no fechamento.
  • Planos futuros: A partir de 30 de março, novas grades de horário para contratos específicos, incluindo Forward Points e DAX/Euro Stoxx 50.

  • Lucro líquido da POMO4 aumentou 7,2%, atingindo R$ 341,7 milhões, superando a expectativa de R$ 303 milhões.
  • Receita líquida caiu 3,6%, alcançando R$ 2,57 bilhões, refletindo menor demanda interna, mas superando a estimativa de R$ 2,51 bilhões.
  • Ebitda fechou em R$ 426 milhões, uma queda de 7,7% em relação ao ano anterior, mas acima do consenso de R$ 410 milhões.
  • A produção total teve um recuo de 1,7% com 3.803 unidades, indicando desafios no mercado doméstico.
  • Os resultados foram sustentados por eficiência e mix de vendas, apesar das pressões operacionais.

  • Aegea avança com IPO: A empresa está avançando em direção a uma oferta pública inicial, contratando assessores financeiros e legais.
  • Conversão de registro: A Aegea completou a conversão para a categoria A, um passo importante para a realização do IPO.
  • Ofertas planejadas no passado: O processo de contratação de assessores começou no ano passado, indicando planejamento estratégico em andamento.
  • Potencial para atrair investidores: A preparação para o IPO pode aumentar o interesse dos investidores e impactar positivamente a liquidez das ações.
  • Impacto no mercado: O avanço no IPO pode influenciar o setor de saneamento e as expectativas do mercado em operações de capital de outras empresas.

  • Lucro líquido no 4T25: A Kepler Weber (KEPL3) registrou lucro de R$ 64,8 milhões, aumentando 28,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Fatores impulsionadores do lucro: Desempenho foi movido por créditos tributários e uma melhoria na eficiência operacional.
  • Sinal de cautela: O EBITDA caiu 17,7%, para R$ 67,5 milhões, enquanto a margem EBITDA ficou em 16,9%.
  • Receita líquida: Alcançou R$ 398,7 milhões no 4T25 e R$ 1,5 bilhão para o ano, devido ao forte volume comercializado.
  • Qualidade dos resultados: Lucro no curto prazo impulsionado significativamente por receitas não recorrentes, exigindo cautela.

  • Inclusão na Recuperação Judicial: Fictor Alimentos (FICT3) e outras subsidiárias foram incluídas no processo de recuperação judicial da Fictor Holding, após alteração na petição inicial tramitando na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais em São Paulo.
  • Riscos Operacionais: Fictor Alimentos enfrenta risco significativo devido à falta de ativos imobilizados próprios, pois depende de arrendamentos de plantas industriais para continuar suas operações.
  • Possível Impacto Judicial: Caso a Justiça autorize a rescisão dos contratos de arrendamento, a Fictor Alimentos pode perder acesso a frigoríficos, impactando diretamente sua produção e receita.
  • Argumentos da Holding: A Fictor Holding queria manter a Fictor Alimentos fora da recuperação judicial, argumentando que possui geração de receitas, estrutura financeira robusta e sem endividamento bancário relevante.
  • Vulnerabilidades Reveladas: A dependência financeira e operacional da Fictor Alimentos em relação à Fictor Holding é reforçada por um aumento de capital de R$ 70 milhões, gerando dúvidas no mercado sobre sua autonomia.

  • Lucro sobe 23,9%: Copasa (CSMG3) reportou lucro líquido de R$ 337 milhões no 4T25, refletindo avanço operacional no setor.
  • EBITDA cresce 14,1%: EBITDA ajustado atingiu R$ 731 milhões, impulsionado por ganhos de eficiência e reajustes tarifários.
  • Receita aumenta 6,9%: Receita líquida foi de R$ 1,88 bilhão, mostrando evolução de margens e maior geração de caixa.
  • Resultado abaixo do consenso: Analistas projetavam lucro de R$ 353 milhões e EBITDA de R$ 767 milhões, criando expectativa de reação no mercado.
  • Foco nas projeções: Diferença entre resultados e estimativas pode influenciar decisões de negociação de ações da Copasa.

  • Emissão de Ações: BRB convocou uma AGE para 18 de março de 2026 para aprovar aumento de capital de até R$ 8,86 bilhões, com emissão de até 1,675 bilhão de ações a R$ 5,29 cada.
  • Capital Social: Se aprovado, capital social pode crescer de R$ 2,34 bilhões para até R$ 11,2 bilhões, dependendo da subscrição de ações.
  • Diluição de Acionistas: Possível diluição significativa para acionistas que não exercem o direito de preferência, com potencial de 83,95% em ações ordinárias.
  • Motivo do Aporte: Plano visa fortalecer a liquidez e a capitalização após crise de confiança ligada ao Banco Master, ajudando a manter o índice de Basileia em patamares prudenciais.
  • Reforço à Governança: A operação busca aumentar a confiança do mercado e mitigar a alavancagem, após investigações que apontam prejuízos de R$ 10 bilhões devido a envolvimentos anteriores.

  • Desempenho de ações: Ações da Rede D'Or caíram significativamente após divulgação do balanço do 4T25.
  • Resultados financeiros: Resultados foram considerados sólidos, porém ficaram abaixo das expectativas do mercado.
  • Reação do mercado: Investidores ficaram insatisfeitos com os números apresentados pela Rede D'Or.
  • Análise de analistas: Análises indicam que, apesar de sólidos, os resultados não atenderam às projeções.
  • Oportunidade de trading: Queda nas ações pode representar oportunidade de compra para investidores de longo prazo que acreditam na recuperação da empresa.

  • Lucro Líquido Cresce: A Intelbras (INTB3) reportou um lucro líquido de R$ 137,9 milhões no 4T25, aumento de 8,2% em relação ao ano anterior, apesar da desaceleração nas vendas.
  • Melhora de Margem EBITDA: A margem EBITDA subiu para 13,9%, com aumento de 1,1 ponto percentual, mesmo com uma leve queda de 1,9% no EBITDA, atingindo R$ 162,2 milhões.
  • Receita em Declínio: A receita líquida caiu 9,3%, totalizando R$ 1,168 bilhão, levantando preocupações sobre o crescimento futuro da empresa.
  • Eficiência Operacional: O controle de custos ajudou a mitigar os efeitos do menor volume de negócios, refletindo em uma melhoria na eficiência operacional da empresa.
  • Indicadores de Rentabilidade: O lucro bruto caiu 4,9%, e o ROIC de 12 meses reduziu 3 pontos percentuais para 15,1%, o que pode indicar desafios para o crescimento no curto prazo.

  • Resultados neutros: Kepler Weber (KEPL3) reportou resultados neutros no 4T25, mas está bem-posicionada para a virada do ciclo do agronegócio, segundo XP Investimentos.
  • Ebitda: O Ebitda somou R$ 68 milhões, registrando queda de 18% ano a ano, alinhado com as estimativas da XP.
  • Receita impactada: Receita líquida caiu 13% ano a ano, refletindo demanda mais fraca no setor agrícola devido a juros altos e valorização do real.
  • Segmentos em destaque: Negócios Internacionais cresceram 31% A/A, enquanto Reposição e Serviços (R&S) avançaram 105% A/A, indicando resiliência em receitas recorrentes.
  • Aquisição potencial: Mercado monitora possível aquisição pela GPT, com prazo de exclusividade até 27 de fevereiro.

  • Pedidos de auxílio-desemprego aumentaram em 4.000 para 212.000, abaixo da previsão de 215.000, indicando estabilidade no mercado de trabalho.
  • Feriado do Dia dos Presidentes pode ter afetado dados, mas sinais gerais sugerem estabilização após desaceleração anterior.
  • Sobrecarga de tarifas de importação continua, apesar de recente intervenção da Suprema Corte, criando incerteza de curto prazo.
  • Novas tarifas de 15% substituem taxas de emergência, afetando decisão de contratações empresariais.
  • Taxa de desemprego diminuiu para 4,3%, mas consumidores permanecem cautelosos sobre oportunidades de emprego futuras.

  • Ações da Rede D'Or (RDOR3) caem 7,26% após balanço do quarto trimestre de 2025 que, apesar de sólido, ficou abaixo das expectativas dos analistas.
  • Resultados financeiros mostram crescimento, com lucro líquido de R$ 1,2 bilhão (+39,2% ano/ano) e Ebitda de R$ 2,8 bilhões (+38,7% ano/ano).
  • Analistas do Bradesco BBI apontam que lucro e Ebitda ficaram 5% abaixo do esperado, afetando especialmente a divisão de hospitais e operação da SulAmérica.
  • BTG Pactual mantém recomendação de compra destacando crescimento robusto, mas alerta para margens hospitalares abaixo do esperado no 4T25.
  • Potenciais catalisadores para RDOR3 incluem alavancagem a juros mais baixos, expansão em oncologia e joint ventures, além de oportunidades de M&A.

  • Bruno Câmara Soter renuncia: Renunciou ao cargo de membro do Comitê de Auditoria em 15 de fevereiro de 2026, mas continua no Conselho de Administração.
  • Governança inalterada: A saída de Soter não impacta a estrutura ou operação do Comitê de Auditoria, que mantém sua composição e funções.
  • Comitê de Auditoria: Continua composto por Wilson Toneto, Louise Barsi e Maria Salete Garcia Pinheiro, seguindo as regras de governança.
  • Estratégias futuras: Soter deverá focar em decisões estratégicas no Conselho de Administração, apoiando o presidente do colegiado.
  • Histórico de Soter: Conselheiro desde abril de 2023 e parte essencial na recente reestruturação da empresa e do Comitê de Subscrição até abril de 2025.

  • Estados Unidos e Irã em Conversas: Início da terceira rodada de conversas indiretas sobre o programa nuclear iraniano em Genebra, sendo uma das últimas chances diplomáticas.
  • Reforço Militar Americano: Washington aumenta presença militar no Oriente Médio com aviões e navios de guerra, elevando a tensão na região.
  • Ameaças de Conflito: Irã adverte que bases americanas e Israel podem ser alvos legítimos se houver ação militar, aumentando risco de conflito regional.
  • Negociações com Mediação: Propostas iranianas são discutidas em negociações mediadas por Omã, com foco em condições nucleares estabelecidas previamente.
  • Tensões sobre Enriquecimento de Urânio: EUA buscam proibir totalmente o enriquecimento, enquanto o Irã foca em manter programa nuclear e exclui programa de mísseis das discussões.

  • Aegea recebe aprovação da CVM: A empresa de saneamento Aegea teve sua conversão de registro para categoria "A" aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários.
  • Potencial IPO em vista: A conversão é considerada uma etapa estratégica para a realização de uma futura oferta pública inicial de ações (IPO).
  • Não há decisão formal: A Aegea destaca que ainda não há decisão sobre a realização do IPO, que dependerá de aprovações adicionais e condições de mercado.
  • Processo de assessoria iniciado: A empresa iniciou no ano passado a contratação de assessores financeiros e legais para a possível oferta.
  • Flexibilidade de mercado: O novo registro amplia a capacidade da Aegea de acessar o mercado de capitais.

  • Dólar em alta: Às 10h30, o dólar opera a R$ 5,131, com alta de 0,10%.
  • Tensões geopolíticas: Negociações nucleares entre EUA e Irã pausadas; aumento das tensões militares no Oriente Médio.
  • Forças americanas: EUA posicionam frota militar no Oriente Médio para pressionar o Irã.
  • Dados econômicos dos EUA: Pedidos de auxílio-desemprego subiram 4 mil, conforme previsto.
  • IGP-M no Brasil: Índice pode influenciar expectativas para juros e câmbio devido a pressões de preços.
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