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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • BBAS3 protagoniza empréstimo: Banco do Brasil lidera um financiamento de R$ 6 bilhões aos Correios, parte de um pacote de R$ 12 bilhões.
  • Tesouro Nacional influencia decisão: Proposta inicial de R$ 20 bilhões foi reduzida devido à rejeição do Tesouro, que considerou juros elevados e risco fiscal alto.
  • Exposição de bancos públicos preocupa: Participação do Banco do Brasil e Caixa Econômica levanta questões sobre disciplina fiscal e exposição a empresas problemáticas.
  • Correios em crise financeira: Estatal enfrenta prejuízos bilionários e busca crédito, enquanto implementa medidas como demissões e fechamento de agências.
  • Dependência do aval do Tesouro: Liberação do crédito está condicionada ao aval do Tesouro, com impacto potencial sobre as ações do BBAS3 e mensagem fiscal do governo.

  • Justiça dos EUA aprova reestruturação da Azul (AZUL4): plano de recuperação judicial permitirá redução de mais de US$ 2 bilhões em dívidas.
  • Novo investimento de até US$ 300 milhões: United e American Airlines farão aportes em troca de participação acionária.
  • Conversão de dívida em ações: a aprovação possibilita levantar recursos com a venda de novos papéis, melhorando a posição financeira da Azul.
  • Redução de alavancagem e juros: alavancagem cairá para 2,5x e economias de juros serão em torno de US$ 200 milhões anuais.
  • Declaração do CEO John Rodgerson: benefícios incluem redução de 60% na dívida total e 28% na dívida de aluguel de aeronaves, com custo anual reduzido em US$ 300 milhões.

  • Antecipação de Dividendos: Empresas na bolsa brasileira podem antecipar anúncio de dividendos antes das novas regras de tributação que entrarão em vigor em 2026.
  • Regra de Tributação: A partir de 2026, dividendos acima de R$ 50 mil por mês serão tributados em 10%, mas os dividendos anunciados até 31 de dezembro de 2025 ainda serão isentos.
  • Empresas Cotadas: Rede D’Or (RDOR3), Direcional (DIRR3) e Gerdau (GGBR4) estão entre as empresas mencionadas para potencial antecipação dos dividendos.
  • Cuidado ao Escolher Ações: Importante verificar o endividamento das empresas, já que antecipar dividendos pode comprometer a alavancagem financeira.
  • Seleção de Ações: Empiricus recomenda focar em ações de qualidade com alto potencial de valorização, bom histórico de dividendos e baixo endividamento.

  • Substituição na Carteira: Iguatemi (IGTI11) foi removida e Multiplan (MULT3) foi incluída na carteira recomendada da Empiricus Research para dezembro.
  • Justificativa para MULT3: A escolha pela Multiplan é devido aos múltiplos atrativos e à alavancagem ligada à recompra de participação de um fundo canadense.
  • Desempenho de IGTI11: Iguatemi acumulava uma alta de 44% desde novembro, superando o Ibovespa, que subiu 41% no mesmo período.
  • Avaliação de MULT3: Multiplan é considerada mais tática para o momento atual, especialmente diante da sensibilidade à queda de juros.
  • Acesso ao Relatório: A carteira completa e outras recomendações da Empiricus podem ser acessadas gratuitamente, oferecendo insights para investidores.

  • Aprovação das novas regras de tributação: O fim da isenção sobre dividendos levou empresas a anteciparem distribuição de lucros ainda sob o regime atual, segundo analistas.
  • Ações recomendadas pelo BTG Pactual: Copel (CPLE3), Direcional (DIRR3) e Cyrela (CYRE3) são indicadas para compra visando dividendos extraordinários em dezembro.
  • Pagamentos extraordinários já anunciados: Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4) entre outras já anunciaram pagamentos extras, totalizando R$ 35 bilhões.
  • Janela de oportunidade até 2028: Dividendos anunciados até fim de 2025 permanecem isentos de IR e podem ser pagos nos próximos três anos.
  • Potencial de dividendos futuros: Com lucros acumulados de R$ 548 bilhões, mais ações podem seguir a tendência de pagamentos extraordinários nas próximas semanas.

  • Ibovespa encerra em alta de 0,99% aos 160.766,37 pontos, impulsionado por ações de grandes bancos.
  • Ações de bancos foram destaque: Bradesco (BBDC3) +1,01%, Itaú (ITUB4) +0,89%, BTG Pactual (BPAC11) +0,93%, enquanto Santander (SANB11) caiu 0,09%.
  • Três maiores altas do dia no Ibovespa: Hapvida (HAPV3) +5,45%, Assaí (ASAI3) +4,19%, Vivara (VIVA3) +3,45%.
  • Três maiores quedas do dia no Ibovespa: Cosan (CSAN3) -2,18%, Minerva (BEEF3) -1,79%, Raízen (RAIZ4) -1,16%.
  • Dólar sobe 0,12%, fechando a R$ 5,4108, influenciado por aumento na aversão a risco nos EUA.

  • Ibovespa encerra a semana com alta de 2,16%, após decisões de juros no Brasil e EUA. Selic mantida em 15%, enquanto Fed corta juros em 0,25 p.p.
  • Influência positiva do setor bancário após retirada de Alexandre de Moraes da lista de sanções eleva Ibovespa.
  • Ações em destaque: IRB Brasil (IRBR3) +12,77%, RD Saúde (RADL3) +10,33%, CSN (CSNA3) +8,87%.
  • Principais quedas: Vamos (VAMO3) -7,4%, Hypera (HYPE3) -6,67%, Magazine Luiza (MGLU3) -6,09%.
  • Dólar recua 0,39%, cotado a R$ 5,41, e euro avança 0,47%, cotado a R$ 6,35, refletindo cenário de juros e postura do Fed.

  • Ágora Investimentos: A empresa oferece conteúdo diário em formatos de vídeos e podcasts.
  • Tipos de Conteúdo: Os materiais cobrem análises do mercado e podem influenciar decisões de investimento.
  • Disponibilidade: O conteúdo está acessível diariamente para investidores e traders interessados.
  • Engajamento: Interações com esses materiais podem proporcionar insights valiosos para o mercado.
  • Oportunidades: Traders podem utilizar esses insights para modificar suas estratégias em tempo real.

  • Mercado dos EUA: Bolsas americanas encerraram em queda, com tecnologia liderando as perdas devido a dúvidas sobre a sustentabilidade da Inteligência Artificial.
  • Juros e Dólar: Avanço dos juros dos Treasuries médios e longos e valorização do dólar, sinalizando postura mais conservadora do Fed.
  • Commodities: Petróleo fechou em queda, acumulando perdas de 4% na semana com expectativas de maior oferta.
  • Ibovespa: Aumentou 0,99%, impulsionado pelo bom desempenho de Petrobras e bancos, além de fluxo estrangeiro e diferencial de juros.
  • Câmbio e Selic: Dólar subiu 0,12% frente ao real com fortalecimento global e Selic deve ter cortes no primeiro trimestre de 2026.

  • BRK Ambiental entrou com pedido de IPO na CVM: A empresa solicitou registro para uma oferta pública inicial no mercado brasileiro.
  • Listagem no Novo Mercado da B3: BRK busca aprovação para integrar o segmento com maior governança corporativa da Bolsa brasileira.
  • Condições de mercado influenciam o IPO: Oferta depende do cenário dos mercados de capitais nacional e internacional e aprovações regulatórias.
  • Seca de IPOs no Brasil desde 2021: Últimos IPOs ocorreram anos atrás, impulsionados por juros baixos, agora em alta a 15%.
  • Regime Fácil da CVM adiado para 2024: A iniciativa que simplifica a entrada de empresas menores no mercado começa em 16 de março.

  • Rede D'or Proventos: Distribuição de R$ 8,12 bilhões em proventos em três etapas para acionistas com posição até 18 de dezembro de 2025.
  • Engie Proventos: Anuncia R$ 100 milhões em JCP e R$ 719,2 milhões em dividendos intercalares, exigindo posição acionária em 18 de dezembro.
  • Data Ex-dividendos: Ambos os papéis serão negociados "ex-direitos" a partir de 19 de dezembro de 2025.
  • Imposto de Renda para Engie: JCP da Engie sofrerá imposto de 15%, salvo para investidores isentos ou imunes.
  • Oportunidade de Compra: Investidores podem adquirir ações antes da data de corte para garantir proventos ou após, com possível desconto no valor das ações.

  • Rede D'Or aprova R$ 5,62 bilhões em dividendos intermediários, equivalente a R$ 2,55 por ação.
  • Aprovados valores totais de R$ 8,12 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio.
  • Pagamento impactará positivamente o fluxo de caixa dos acionistas, atraindo investidores de dividendos.
  • Traders devem monitorar o impacto nos preços das ações devido ao pagamento expressivo de dividendos.
  • Expectativa de valorização nas ações da Rede D'Or após anúncio de dividendos substanciais.

  • Recompra de Ações: B3 aprova novo programa para adquirir até 230 milhões de ações ordinárias, visando estrutura de capital e retorno aos acionistas.
  • Equity Swap: Autorização para contratos de derivativos que podem envolver até 17 milhões de ações, buscando mitigar oscilações de preço.
  • Reservas Financeiras: R$ 705 milhões em reservas de capital e R$ 5,24 bilhões em reservas de lucro, sem comprometer dividendos obrigatórios.
  • Projeções 2025-2026: Estimativa de despesas ajustadas e CAPEX, com alavancagem financeira prevista até 2,2 vezes em 2026.
  • Distribuição de Lucro: Manutenção na faixa entre 90% e 110% do lucro.

  • BRK Ambiental solicitou IPO: A empresa entrou com pedido na CVM para realizar oferta inicial de ações, o primeiro IPO na B3 desde setembro de 2021.
  • Expectativa de captação: A BRK Ambiental pretende levantar cerca de R$ 2,5 bilhões, com parte dos recursos indo para o caixa da empresa e parte para acionistas existentes.
  • Contexto econômico desafiador: O cenário de taxas de juros elevadas anteriormente desestimulou IPOs, mas a BRK está avançando com o processo.
  • Situação financeira recente: No terceiro trimestre, a BRK registrou prejuízo de R$ 35 milhões devido a despesas financeiras elevadas e efeitos de derivativos, mas teve receita operacional líquida de R$ 926 milhões.
  • Presença significativa no Brasil: BRK é a segunda maior empresa privada de saneamento no país, operando em mais de 100 municípios em diversos estados.

  • Troca de comando na Vivara: Thiago Lima Borges assume como CEO, substituindo Ícaro Borrello. Cassiano Lemos da Cunha é o novo COO, substituindo Bruno Kruel.
  • Reação do Mercado: As ações da Vivara (VIVA3) saltaram 3,45% após a notícia, mostrando aprovação do mercado.
  • Oportunidade de Compra: A valorização das ações pode indicar confiança dos investidores na nova liderança.
  • Impacto para Traders: Monitore o desempenho de VIVA3, já que mudanças na gestão podem influenciar a estratégia e resultados futuros.
  • Sentimento do Mercado: A resposta positiva sugere uma perspectiva otimista para a empresa com a nova administração.

  • Wall Street registrou queda devido a temores de bolha no setor de inteligência artificial e preocupações com a inflação.
  • Rendimentos dos Treasuries aumentaram após autoridades do Fed votarem contra corte na taxa de juros.
  • Ações do setor de tecnologia foram impactadas significativamente pela preocupação de uma bolha, oferecendo potencial de venda a descoberto.
  • Investidores estão cautelosos com os riscos de inflação, influenciando movimentos em setores mais defensivos.
  • Monitorar decisões futuras do Fed é crucial para preverem possíveis impactos no mercado de ações e no mercado de renda fixa.

  • Ibovespa sobe 2,16% na semana: O principal índice da B3 apresentou recuperação e valorização significativa.
  • Flerta com 161 mil pontos: O índice está próximo de atingir a marca de 161 mil pontos, indicando um momento de alta no mercado.
  • Movimento de recuperação: Observa-se uma tendência de recuperação nos preços das ações, importante para estratégias de curto prazo.
  • Foco em setores específicos: Traders devem ficar atentos a setores que impulsionaram a alta, como commodities e financeiro.
  • Atenção aos sinais de mercado: Importante monitorar os desdobramentos e notícias relevantes que podem impactar essa tendência positiva.

  • Proventos de R$ 8,12 bilhões: Rede D'or anunciou pagamento significativo aos acionistas, incluindo JCP e dividendos intermediários/intercalares.
  • JCP de R$ 400 milhões: Pagamento de R$ 0,18 por ação em 30 de dezembro de 2025, considerando posição acionária até 18 de dezembro.
  • Dividendos intermediários de R$ 5,62 bilhões: R$ 2,55 por ação com pagamento em 30 de dezembro de 2025.
  • Dividendos intercalares de R$ 2,1 bilhões: Pagamento de R$ 0,95 por ação até 30 de dezembro de 2026, usando mesma data de corte.
  • Antecipação devido à nova tributação: Empresas estão acelerando pagamentos de dividendos antes de novas regras fiscais entrarem em vigor.

  • Ibovespa Futuro (WINZ25): Fechou em alta de 0,89% a 160.980 pontos, com expectativa de tendência de recuperação se manter o rompimento acima de 159.300 e 159.560 pontos, conforme análise do BTG Pactual.
  • Dólar Futuro (Jan/26): Fechou com leve alta de 0,10% a R$ 5,437; mercado segue lateral sem tendência clara. Rompimento de R$ 5.515 pode abrir para teste em R$ 5.524,49, mas recente perda de força pode pressioná-lo para R$ 5,40.
  • Situação do Dólar: Movimento segue a tendência externa com DXY em leve alta (+0,05%) em meio a incertezas sobre o Fed e risco com tecnologia e bolha de IA.
  • Decisão do Fed: FOMC cortou juros em 0,25 ponto, decisão não unânime, com Jeffrey Schmid sugerindo que inflação alta exige política monetária mais restritiva.
  • Dados Econômicos no Brasil: Setor de serviços cresceu 0,3% em outubro, acima da expectativa (0,2%), renovando recorde; foco também na retirada do STF Moraes da lista de sancionados dos EUA.

  • Ibovespa fecha em alta: o índice fechou o dia em alta, impulsionado por ações chave.
  • Ações da Petrobras em destaque: as ações da Petrobras tiveram um bom desempenho, contribuindo para a alta do Ibovespa.
  • Hapvida e Banco do Brasil: ações dessas empresas foram outros fatores que impulsionaram o índice.
  • Mercados dos EUA em baixa: os índices americanos terminaram com baixas devido a preocupações com inteligência artificial.
  • Foco nas ações brasileiras: traders devem observar o potencial contínuo de alta em papéis como Petrobras e Banco do Brasil.

  • Contratos Futuros de Soja em Baixa: Futuros de soja em Chicago caíram ao menor valor em seis semanas devido à desaceleração da demanda de exportação dos EUA e à iminente colheita brasileira.
  • Efeito nos Futuros de Milho e Trigo: Milho e trigo também seguiram em queda, pressionados pelo aumento da oferta global de grãos.
  • Fechamento dos Preços: Soja para janeiro caiu 16,25 centavos (US$10,7675/bushel), milho recuou 5,25 centavos (US$4,4075/bushel) e trigo baixou 4,45 centavos (US$5,2925/bushel).
  • Preocupações com a Demanda: Incerteza sobre futuras compras de soja dos EUA com a chegada da safra brasileira e após compra chinesa de 132.000 toneladas na sexta-feira.
  • Perspectivas da Safra Brasileira: Conab projeta recorde para safra de soja 2025/26, com estimativa de 177,12 milhões de toneladas, intensificando preocupações de oferta.

  • Ibovespa em Alta: Ibovespa fechou a sexta-feira com alta de 0,99%, totalizando 160.766,37 pontos e acumulando alta semanal de 2,15%.
  • Dólar à Vista: O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,4108, com alta de 0,12%, mas acumulou desvalorização semanal de 0,39% frente ao real.
  • Efeito Político: Retirada do ministro do STF Alexandre de Moraes da lista de sancionados dos EUA impulsionou ações de bancos pela mitigação de risco.
  • Desempenho de Ações: Ações do Banco do Brasil subiram quase 2%, enquanto Vale permaneceu estável e Petrobras avançou mais de 1%.
  • Cenário Externo: Wall Street caiu com temor de bolha de IA, impactando mercados; Europa também em baixa, enquanto Ásia reagiu em alta aos recordes prévios de Wall Street.

  • Reação Inicial: O anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato fez o índice Ibovespa despencar 4%.
  • Visão dos Investidores Estrangeiros: Segundo o BTG Pactual, investidores internacionais não se mostraram excessivamente preocupados por entenderem que essencialmente nada mudou no mercado.
  • Fator de Alívio: A queda do dólar e a diversificação dos investidores globais, com foco em mercados emergentes, são considerados fatores mais significativos para o mercado.
  • Perspectiva para 2026: A expectativa é de haver dois ciclos de afrouxamento monetário que poderão afetar empresas com alavancagem atrelada à Selic.
  • Comentário de Flávio Bolsonaro: Ele defende que o mercado logo perceberá que sua candidatura tem uma chance maior do que o esperado para vencer Lula em 2026.

  • Índices de Wall Street caem: Dow Jones -0,51%; S&P 500 -1,07%; Nasdaq -1,69%, com temores de bolha de IA.
  • Destaques negativos: Broadcom cai 11% após projeção de margens menores; Oracle em terceira queda seguida devido a previsões pessimistas e atrasos.
  • Política monetária dos EUA em foco: Fed cortou juros em 0,25%, decisão não unânime destacando discordâncias internas sobre a inflação.
  • Tensão no setor de tecnologia: Relatórios sobre atrasos na entrega de data centers pela Oracle pressionam ações no mercado.
  • Comentários do Fed: Schmid e Goolsbee expressam preocupações com a inflação, favorecendo manutenção dos juros em vez de cortes.

  • Virada Estratégica: A Riachuelo anunciou uma nova fase com o lançamento de uma loja pop-up e uma nova identidade visual. A inauguração marca o início de um plano de expansão e reestruturação para o futuro.
  • Modelo Omnicanal: A empresa aposta fortemente na integração entre físico e digital, com 30% dos pedidos online sendo retirados em loja, sinalizando um crescimento do e-commerce.
  • Troca de Ticker: A Riachuelo mudará seu ticker na bolsa de GUAR3 para RIAA3 a partir de fevereiro de 2026, consolidando a nova fase também no mercado financeiro.
  • Recomendações de Compra: Bancos como Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA e Santander recomendam compra para GUAR3, citando reestruturação promissora e crescimento sustentado.
  • Ambições de Expansão: A empresa planeja abrir entre 150 e 200 novas lojas e reformas, com expectativa de receita potencial de até R$ 3 bilhões, além de manter crescimento em vendas mesmas lojas e eficiência operacional.

  • Mercado em queda: O Bitcoin caiu 1%, refletindo a deterioração do sentimento em relação às grandes empresas de tecnologia.
  • Volatilidade em foco: O recuo das criptomoedas ocorre em meio a uma volatilidade persistente no mercado.
  • Atenção aos sinais: Traders devem observar as próximas semanas para possíveis definições de tendência no mercado cripto.
  • Influência externa: As preocupações com a valorização das empresas de Inteligência Artificial impactam o sentimento geral do mercado.
  • Estratégia de curto prazo: Manter-se informado sobre movimentos das Big Techs e seus reflexos no mercado de criptomoedas pode ser crucial.

  • Dólar à Vista: Fechou em queda de 1,08%, cotado a R$5,4086.
  • Cotação Semanal: O dólar subiu durante o dia para R$ 5,41, mas encerrou a semana com queda de 0,40%.
  • Trend Observada: A tendência mostra uma oscilação com viés de baixa na semana.
  • Risco para Traders: Importante monitorar volatilidades, já que as tendências estão instáveis.
  • Projeção: Atenção para movimentos de compra e venda influenciados por anúncios econômicos futuros.

  • Remoção de Sanção: EUA retirou Alexandre de Moraes e esposa da lista de sancionados da Lei Magnitsky, impulsionando ações bancárias no Brasil.
  • Ações em Alta: Banco do Brasil (BBAS3) subiu 1,25% como reação positiva, destacou-se entre bancos da B3.
  • Impacto em Outros Bancos: Itaú (ITUB4) +0,48%, BTG Pactual (BPAC11) +0,93%, Bradesco (BBDC4) +0,86%, Santander (SANB11) +0,19%.
  • Reação do Mercado: Bancos reverteram quedas de agosto causadas por incertezas sobre congelamento de ativos e restrições severas.
  • Contexto Diplomático: A remoção é parte do estreitamento de relações EUA-Brasil; esperado apaziguamento antes do fim do ano.

  • Petróleo em Queda: Preço do petróleo cai mais de 2% devido a sinais de progresso nas negociações entre EUA e Irã.
  • Desconto Anual: Expectativa de que a maioria dos preços de energia termine o ano com descontos significativos, segundo o Commerzbank.
  • Recuo Semanal: Petróleo registra queda de 4% na semana, impactado por tensões globais.
  • Monitoramento de Tensões: Traders devem observar desenvolvimentos nas negociações EUA-Irã e outras tensões geopolíticas.
  • Impacto para Traders: Ajustes podem ser necessários em estratégias de trading devido à volatilidade e potenciais flutuações de preço no setor de energia.

  • Fitch reafirma ratings: A agência Fitch Ratings reafirmou os ratings do Bradesco (BBDC4) em BB+ e B, com perspectiva dos IDRs revisada de negativa para estável.
  • Classificações adicionais confirmadas: O rating de viabilidade (VR) foi mantido em bb+, suporte governamental em bb- e rating nacional de longo prazo em AAA(bra).
  • Melhora no perfil financeiro: Revisão para perspectiva estável foi baseada em melhorias na rentabilidade e qualidade de ativos do Bradesco.
  • Destaque em inadimplência e garantias: A queda nos empréstimos inadimplentes e a robustez das garantias foram ressaltados, além dos sólidos índices de cobertura.
  • Estratégia de produto e margens em foco: Fitch elogia estratégia do Bradesco para aprimorar mix de produtos e prever moderação nas despesas com provisionamento até 2025.

  • Dólar à Vista: Fechou a R$ 5,4108, alta de 0,12%, refletindo o sentimento de risco nos EUA.
  • DXY: Subiu 0,05%, aos 98.400 pontos, indicando fortalecimento do dólar frente a outras moedas.
  • Federal Reserve: Incertezas após corte de juros de 0,25 p.p.; reação do mercado ao posicionamento dos dissidentes do Fomc.
  • Dados Econômicos do Brasil: Setor de serviços cresceu 0,3% em outubro, acima das expectativas, apesar do cenário incerto.
  • Perspectiva da InvestSmart XP: Cautela necessária em relação à taxa Selic devido ao quadro econômico incerto no Brasil.

  • Fitch reafirma ratings do Banco do Brasil: IDRs de longo prazo em 'BB' e curto prazo em 'B', com perspectivas estáveis.
  • Rating de viabilidade (VR) permanece em 'bb', sustentado por rentabilidade saudável e financiamento estável.
  • Potencial apoio governamental: Fitch acredita em alta disposição do governo em apoiar o banco, devido à sua importância sistêmica.
  • Governança aprimorada: Melhorias na governança aumentaram o perfil financeiro e de negócios, apesar dos laços com o governo.
  • Alta administração: Composta por executivos experientes, aplicando práticas de governança comparáveis aos principais pares nacionais.

  • Consumo de Óleo Vegetal: A Petrobras planeja aumentar em 30% o consumo de óleo vegetal em 2023, como parte de sua estratégia de investimento em combustíveis renováveis.
  • Investimentos em Biorrefino: A empresa anunciou US$1,5 bilhão em investimentos em biorrefino até 2030, com foco em biocombustíveis como etanol, biodiesel e biometano.
  • Produção de Combustível Sustentável: Iniciou vendas de combustível de aviação com conteúdo renovável e espera atender 100% da demanda nacional por SAF entre 2027 e 2029.
  • Demanda de SAF Aumentará: A partir de 2027, as companhias aéreas no Brasil terão de adicionar uma parcela de SAF ao querosene de aviação para reduzir emissões de GEE.
  • Expansão de Produção: Refinarias como Reduc e Revap já estão conduzindo testes e planeja iniciar produção de SAF em mais refinarias, como Replan e Regap, em 2026.

  • Ações da Guararapes (GUAR3) subiram cerca de 90% em 2025; rebranding para Riachuelo (RIAA3) previsto para fevereiro de 2026.
  • Expansão da Riachuelo: Planejamento para 150 a 200 novas lojas, potenciais receitas entre R$ 2 bi e R$ 3 bi.
  • Banco BTG Pactual recomenda compra de GUAR3 com preço-alvo de R$ 13; destaca marca forte e plataforma fintech.
  • Bradesco BBI e Itaú BBA também recomendam compra com preço-alvo de R$ 13; foco no aumento do ROIC e geração de caixa.
  • Santander otimista com a expansão de SSS e margens, classificando a ação como outperform com preço-alvo de R$ 15.

  • SBT: Criado em 1981, tornou-se um protagonista da TV aberta no Brasil, sustentado por uma programação popular e carismática.
  • Tele Sena: Lançado em 1991, é um dos títulos de capitalização mais vendidos, impulsionando a receita do Grupo Silvio Santos.
  • Jequiti: Entrou no mercado de cosméticos em 2006, utilizando estratégias de venda direta e visibilidade na TV para crescer.
  • Banco Panamericano: Em 2010, um rombo bilionário de R$ 4,3 bilhões foi revelado, quase levando o grupo à falência, culminando na venda ao BTG Pactual.
  • Resiliência do Grupo: Apesar da crise financeira, o grupo manteve sua influência no mercado, com SBT, Tele Sena e Jequiti se consolidando em suas respectivas áreas.

  • 2026 como ano de oportunidades estruturais: Kinea vê o ano como crucial, com destaque para operações que combinam câmbio e bolsa no Brasil.
  • Cortes de juros e cenário político influenciam assimetrias: As decisões de política monetária local e os desenvolvimentos políticos criarão assimetrias importantes para investidores.
  • EWZ como alternativa eficiente: EWZ é destacado como uma forma eficiente de exposição à equity brasileira, integrando valorização potencial do câmbio e das ações.
  • Efeito da política brasileira no mercado: A eleição presidencial de 2026 no Brasil será um fator determinante, especialmente em relação à volatilidade e à precificação de riscos em ativos locais.
  • Volatilidade global e cenário fiscal dos EUA: A incerteza política nos EUA, junto com questões fiscais, podem criar novas oportunidades em setores específicos, exigindo atenção cuidadosa de investidores.

  • Recomendações de Compra: Santander elevou JBS (JBSS32) e Marfrig (MBRF3) para compra. JBS tem preço-alvo de US$ 17, com retorno potencial de 28%, enquanto MBRF tem alvo de R$ 26.
  • Minerva Rebaixada: Minerva (BEEF3) foi rebaixada para neutra, com preço-alvo de R$ 6,80, devido à pressão de custos e ciclo de gado desfavorável.
  • Setor de Frango Resiliente: Setor de frango mantém resiliência, com custos de grãos controlados e um cenário favorável para 2026.
  • Previsões para 2026: Santander vê 2026 como ano de transição para JBS, com possível entrada em índices Russell, e MBRF aumentando eficiência em produtos processados.
  • Agronegócio em Destaque: 3tentos (TTEN3) se mantém como única opção de compra no agronegócio, com forte impulso no biodiesel e margens de moagem.

  • Citi revisa estimativas: Banco projeta preços de energia mais altos entre 2026-2030, ajustando valor de longo prazo para R$ 180/MWh.
  • Auren (AURE3) rebaixada: Recomendação alterada de compra para neutra; preço-alvo aumentado de R$ 12 para R$ 13, refletindo valuation apertado e maior alavancagem.
  • Axia Energia (AXIA3) em alta: Mantida recomendação de compra com aumento do preço-alvo de R$ 51 para R$ 66, favorecida pelo cenário de preços de energia.
  • Engie Brasil (EGIE3) neutra: Recomendações mantidas; preço-alvo ajustado de R$ 30,71 para R$ 32.
  • Aneel regulamenta isenção: Regulamentação da Lei Luz do Povo aprovada, garantindo isenção e descontos na conta de luz para famílias de baixa renda.

  • Queda e análise: SUZB3 caiu 4,3%, mas analistas consideram o movimento exagerado sem mudanças estruturais relevantes.
  • Oportunidade de investimento: Múltiplos abaixo da média e FCF robusto são destacados como oportunidades de compra.
  • Recomendações de compra: Itaú BBA, Genial, Bradesco BBI e JPMorgan mantêm recomendações de compra com alvos entre R$ 58 e R$ 83,50.
  • Impactos de mercado: Desafios de oferta e demanda já eram conhecidos; fatores macroeconômicos e possíveis interpretações equivocadas pressionaram as ações.
  • Perspectivas de alta: Possível aumento nos preços da celulose e desalavancagem consistente são vistos como potencial de alta para SUZB3.

  • Projeção de lucro em queda: Estimativas de lucro da Hapvida (HAPV3) para 2026 despencam cerca de 40%, pressionadas por custos e sinistros altos.
  • Reajuste afeta receita: Reajuste dos planos de saúde deve ser de 5,2% em 2026, impactando a receita de planos individuais, responsáveis por 25% do faturamento da empresa em 2025.
  • Custos elevados e judicialização: Custo por usuário aumenta 39%, influenciando negativamente o reajuste dos planos e pressionando margens.
  • Deterioração operacional: Desempenho fraco no 3T25, especialmente em São Paulo, com altos sinistros por beneficiário; concorrentes apresentam resultados superiores.
  • Queda acentuada das ações: Hapvida acumula uma queda de aproximadamente 60% no ano e recebe recomendação neutra, sendo negociada a 6,5 vezes o lucro estimado para 2026.
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