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  • Futuros de NY em alta: Os futuros das ações de Nova York sobem, apoiados por balanços corporativos mais fortes do que o esperado.
  • Alívio nas tensões EUA-China: Traders estão reagindo positivamente à redução das tensões comerciais entre EUA e China, influenciando o mercado.
  • Expectativa por dados de empregos: Investidores aguardam dados privados sobre o mercado de trabalho, buscando pistas sobre o estado da economia dos EUA.
  • Influência dos balanços: Relatórios financeiros positivos de empresas estão impulsionando o otimismo no mercado e contribuindo para a subida dos índices futuros.
  • Foco em eventos globais: A combinação de balanços positivos e redução de tensões geopolíticas está sendo monitorada de perto pelos traders para ajustes de estratégias.

  • Impacto nas Cadeias de Suprimentos: Empresas como a OTC Industrial Technologies enfrentam dificuldades devido às tarifas dos EUA, precisando redefinir suas cadeias globais de suprimento.
  • Suprema Corte dos EUA: O tribunal está analisando a legalidade das tarifas globais de Trump, com uma decisão que pode impactar significativamente as políticas comerciais dos EUA.
  • Negociações Comerciais: Os EUA firmaram acordos comerciais significativos com países como Vietnã e Coreia do Sul, que ajudam a mitigar as tarifas elevadas.
  • Receita Fiscal: Mais de US$ 100 bilhões em tarifas arrecadadas estão em risco dependendo da decisão da Suprema Corte, o que poderia desestabilizar mercados financeiros.
  • Efeito Inflacionário: Estudos indicam que as tarifas adicionaram 0,4 ponto percentual ao índice de preços, elevando preocupações sobre a inflação acima da meta do Federal Reserve.

  • Reestruturação de dívida e recuperação judicial: A Braskem (BRKM5) enfrenta risco de reestruturação de dívida e a Ambipar (AMBP3) entrou em recuperação judicial, afetando o mercado de bonds de empresas brasileiras.
  • Desvalorização de títulos: Empresas como Oi (OIBR3), Tupy (TUPY3), Rumo (RAIL3) e BRF (agora parte da Marfrig, MBRF3) tiveram queda nos preços de seus papéis internacionais, impactando spreads e debêntures locais.
  • Aumento do prêmio de risco: A reprecificação negativa dos bonds aumentou os spreads, refletindo um maior prêmio de risco exigido pelos investidores devido à volatilidade e percepção de calote.
  • Desafios financeiros: A Raízen (RAIZ4) sofre pressões no mercado internacional devido a alto endividamento, enquanto a CSN (CSNA3) e a Movida (MOVI3) enfrentam margens comprimidas e dificuldades financeiras.
  • Impacto global e crédito soberano: Títulos da dívida soberana brasileira também caíram, com reavaliação de riscos corporativos e efeitos de liquidez global mais restrita, segundo especialistas.

  • Ampliação de Horário: A B3 ampliou seu horário de funcionamento a partir de hoje, alinhando-se aos mercados internacionais devido ao término do horário de verão em Nova York.
  • Mercado à Vista e Fracionário: Funcionam agora das 10h às 17h55, encerrando 55 minutos mais tarde do que o horário anterior.
  • Mercado a Termo: Negociações ocorrerão das 10h às 18h25, proporcionando maior flexibilidade para traders.
  • Mercado de Opções: Operará das 10h05 às 17h55, mantendo uma janela de operação estendida.
  • Mercado Futuro de Câmbio: Abrirá mais cedo às 9h e seguirá até 18h30, permitindo operações mais prolongadas.

  • Empresas em destaque para distribuição de proventos: Bradesco, Itaú, Santander, Petrobras, Taesa, Localiza e Vibra Energia.
  • Destaque da primeira semana: Santander paga R$ 0,5359 por unit (SANB11) no dia 7 de Novembro de 2025.
  • Destaque da segunda metade de novembro: Taesa realiza múltiplos repasses de dividendos e JCP até 27 de Novembro de 2025.
  • Considerações fiscais: Dividendos são isentos de IR, enquanto JCP têm tributação de 15% na fonte.
  • Datas de corte e pagamento importantes: Varia conforme a empresa, com atenção especial para o início e a segunda metade de novembro.

  • Aumento da Produção: Opep+ concorda com pequeno aumento na produção de petróleo para dezembro, incrementando a meta em 137 mil barris por dia.
  • Pausa nos Aumentos: Decisão de pausar aumentos de produção no primeiro trimestre de 2026 devido a temores de excesso de oferta.
  • Impacto de Sanções: Novas sanções ocidentais contra a Rússia complicam aumentos adicionais de produção devido às restrições às empresas Rosneft e Lukoil.
  • Movimentos de Mercado: Preços do petróleo caíram para US$ 60 por barril em outubro, mas voltaram a US$ 65 devido a sanções e otimismo nas negociações comerciais dos EUA.
  • Estratégia da Opep+: Ao pausar aumentos, o grupo busca proteger preços e projetar unidade, adaptando-se às incertezas de fornecimento causadas pelas sanções.

  • Setor Imobiliário dos EUA já pode estar em recessão devido às altas taxas de juros, segundo Scott Bessent, secretário do Treasury.
  • Federal Reserve: Bessent pede aceleração nos cortes das taxas para evitar danos econômicos adicionais.
  • Mercado Imobiliário é o mais afetado, impactando consumidores de baixa renda, enquanto as vendas de casas permanecem estáveis.
  • Política Monetária: O governador Stephen Miran alerta sobre o risco de recessão caso o Fed não reduza rapidamente as taxas de juros.
  • Críticas ao Fed: Bessent e autoridades do governo discordam da decisão de reduzir as taxas em apenas 25 pontos-base.

  • Bancos: Bradesco e Santander apresentaram resultados sólidos, enquanto Itaú deve esclarecer o cenário do setor bancário em sua divulgação na terça (4), com foco nas provisões e na carteira de crédito.
  • Commodities: A Vale registrou lucro robusto sustentado por preços firmes do minério de ferro; Gerdau destacou-se nas exportações; Petrobras divulgará balanço e margens com expectativa de resultados positivos, com preços de petróleo elevados.
  • Indústria e Aeroespacial: Weg continua em franca expansão; Usiminas retoma dividendos; Embraer altera ticker para EMBJ3 em novembro e lançará balanço como indicador da saúde do setor.
  • Varejo: Magazine Luiza, Lojas Renner e Assaí estão sob observação para ganhos de eficiência e resiliência no consumo doméstico, balanços divulgados durante a semana.
  • Agenda de Balanços: Suzano e Prio destacam-se entre as divulgações de quinta (6), refletindo exportações e produção, enquanto teleconferências das empresas listadas fornecerão detalhes importantes aos traders.

  • Ibovespa acumula alta de 20% em 2025, batendo recorde nominal perto dos 150 mil pontos, mas ativos ainda estão descontados, sugerindo potencial de alta.
  • Incertezas fiscais limitam performance do Ibovespa; ajuste nas contas públicas poderia destravar valorização significativa e rápida dos ativos.
  • Mercado financeiro brasileiro encolheu: poucas empresas abertas, sem IPOs desde 2021, e queda na participação de pessoas físicas na Bolsa de 21% para 12,6% em cinco anos.
  • Exposição à Bolsa pode evitar perda de oportunidade; recomendação de melhor alocação em ações no médio prazo, menor atratividade para investimento em dólar.
  • Dólar enfraquecido devido a incertezas fiscais dos EUA; queda de 13% frente ao real em 2025, com tendência de continuidade no movimento de desvalorização.

  • 08:00 – FGV: IPC-S (semanal), Brasil: Importante para a análise de inflação.
  • 08:25 – BCB: Relatório Focus (semanal), Brasil: Concentração nas expectativas de mercado.
  • 05:55 – S&P Global: PMI da Indústria (out), Alemanha: Pode influenciar o euro e ações europeias.
  • 06:00 – S&P Global: PMI da Indústria (out), Zona do Euro: Impacto em decisões de investimento na região.
  • 12:00 – ISM: PMI da Indústria (out), EUA: Indicador crítico para movimentos no dólar e ações americanas.

  • Bradesco (BBDC4) paga JCP de R$ 0,0172 por ação aos acionistas nesta segunda-feira (3), com data-com em 1º de outubro de 2025.
  • JCP estão sujeitos a 15% de IR, ao contrário dos dividendos, que são isentos.
  • Distribuições regulares de proventos fazem parte da estratégia do Bradesco para remuneração mensal dos investidores.
  • Outras empresas também pagando proventos nesta semana incluem Banestes, Itaú, Vulcabras, Allos e Santander.
  • Dividend Yield é chave para avaliar a remuneração dos investimentos e pode influenciar decisões de investimento.

  • Itaú Unibanco (ITUB3, ITUB4) paga JCP de R$ 0,015 por ação a acionistas com posição até 30/09/2025.
  • Retenção de 15% de Imposto de Renda sobre JCP do Itaú.
  • Outros destaques de pagamento: Bradesco (BBDC4) e Banestes (BEES3/BEES4) pagam JCP na mesma data-com de 30/09/2025.
  • Vulcabras (VULC3) também paga dividendo em destaque na semana com data-com de 20/10/2025.
  • Santander (SANB11, SANB4, SANB3) tem pagamentos de JCP na sexta-feira, data-com de 21/10/2025.

  • Repercussão Política: A declaração de Lula causou polêmica e pode impactar o cenário político e as próximas eleições.
  • Ideologia em Questão: A fala de Lula reflete uma ideologia de esquerda que vê criminosos como vítimas de desigualdades sociais, alinhando-se a pensadores como Marx e Foucault.
  • Influência nas Políticas Públicas: Essa visão ideológica pode influenciar decisões judiciais e políticas de segurança, favorecendo a reinserção de criminosos em vez de punição.
  • Impacto Social: A abordagem progressista pode afetar mais as comunidades pobres, as quais são as maiores vítimas do crime.
  • Necessidade de Mudança: A crítica sugere que uma mudança de abordagem é necessária para a segurança pública, priorizando a responsabilidade individual.

  • Milei e La Libertad Avanza (LLA) alcançam vitória significativa: O partido de Javier Milei obtém quase 41% dos votos, aumentando seu poder no Congresso Argentino e possibilitando a implementação de sua agenda liberal.
  • A capacidade de aprovar reformas econômicas aumentou: Com maior número de cadeiras, Milei pode avançar com reformas econômicas e privatizações, fundamentais para seu governo e potencial tentativa de reeleição.
  • Reação imediata do mercado: A vitória impacta positivamente nos mercados futuros, com valorização da bolsa e queda do dólar na Argentina, sinalizando confiança nas propostas econômicas de Milei.
  • Influência na América Latina: A vitória pode sinalizar uma guinada para políticas pró-mercado na região, reduzindo a dependência de intervencionismo estatal.
  • Resiliência das criptomoedas na economia argentina: O Bitcoin e as stablecoins ganham importância como proteção contra a inflação e instabilidade do peso, destacando-se como alternativa segura para cidadãos argentinos.

  • Novo horário B3: A partir de 3 de novembro, a B3 amplia o horário de fechamento para 17h55 devido ao término do horário de verão nos EUA, Alemanha e Inglaterra.
  • Impacto no mercado de termos e opções: Negociações no mercado a termo ocorrerão das 10h às 18h25, e no mercado de opções das 10h05 às 17h55.
  • Sessão de after-market limitada: Não haverá sessão de after-market para ações, exceto em datas de vencimento de opções.
  • Alterações prévias: Alteração de horário para operações estruturadas e contratos futuros referenciados em Índices Europeus já ocorreu em 27 de outubro.
  • Negociações 24/7 em estudo: CEO da B3 estuda implementação de negociações 24 horas, iniciando com o Tesouro Direto, previsto para 2026.

  • Reorganização Societária da Raízen: Aprovada por unanimidade em Assembleia Geral Extraordinária no dia 1º, visando simplificação e consolidação das operações no setor de bioenergia.
  • Integração de Subsidiárias: A reorganização inclui a incorporação de subsidiárias e a cisão parcial de empresas do grupo, sem mudanças no capital social.
  • Primeira Etapa: Envolve a cisão parcial da Bioenergia Barra, cuja parcela patrimonial será incorporada pela Raízen Energia.
  • Incorporação de Empresas de Biomassa: Raízen incorporará quatro empresas de geração de energia a partir de biomassa, somando R$ 1,1 bilhão em patrimônios líquidos.
  • Objetivo da Reorganização: Otimizar estrutura de capital e operacional, concentrando ativos relacionados à produção de cana-de-açúcar, etanol e energia de biomassa em uma única controladora.

  • Acordo Global: Azul anuncia acordo global com o Comitê Oficial de Credores Quirografários para um plano de reorganização consensual, considerado um passo importante no plano de recuperação judicial.
  • Objetivo do Chapter 11: O acordo foca em transformar o futuro financeiro da Azul e posicionar a empresa para um sucesso sustentável a longo prazo.
  • Plano e Declaração de Divulgação: A Azul apresentou versões revisadas de seu plano de reestruturação e Declaração de Divulgação, refletindo os termos do novo acordo com os credores.
  • Data da Audiência: A audiência de divulgação do plano de reestruturação está marcada para 4 de outubro, com a confirmação do plano prevista para 11 de dezembro.
  • Impacto para Traders: O desenvolvimento positivo nas negociações pode impactar o valor das ações AZUL4 à medida que a empresa trabalha para sair mais forte do processo de Chapter 11.

  • Reorganização interna: Porto Seguro (PSSA3) simplifica sua estrutura com a incorporação de CDF Assistência e Porto Assistência.
  • Aumento de capital: Operação resultará em um aumento de capital de R$ 46,4 milhões, com capital social total de R$ 1,02 bilhão dividido em 1,12 bilhão de ações.
  • Emissão de ações: Foram emitidas 140.531.054 novas ações para os acionistas da Porto Assistência, que agora são sócios da Porto Serviço.
  • Acordo com BTG Pactual: Porto Seguro firma acordo com BTG Pactual, que agora possui 12,55% do capital social da Porto Serviço.
  • Direito de recesso: Aplicável apenas aos acionistas das empresas incorporadas, com reembolso de R$ 21,07 por ação para a Porto Assistência.

  • Sete eventos globais inéditos: Analistas da Empiricus identificam sete fatores macroeconômicos que podem criar um ambiente favorável para valorização em diversas classes de ativos nos próximos meses.
  • Oportunidades em criptomoedas e câmbio: Avanço das criptomoedas e câmbio favorável com o dólar barato destacam-se como oportunidades de diversificação de portfólio.
  • Potencial do mercado brasileiro: Mesmo em suas máximas nominais, a bolsa brasileira é considerada barata, com expectativa de valorização futura.
  • Expectativa de queda da Selic: Possível queda na taxa Selic pode beneficiar ações, fundos imobiliários e ativos de renda fixa para investidores bem posicionados.
  • Black Friday da Empiricus: Acesso a carteiras premium e estratégias de investimento diversificadas por cinco anos, visando capturar valor com as condições de mercado favoráveis.

  • Aposentadoria de Buffett: Warren Buffett deixará o comando da Berkshire Hathaway ao fim de 2025, mas permanecerá como presidente do conselho de administração.
  • Recorde de caixa: A reserva de caixa da Berkshire Hathaway atingiu US$ 381,6 bilhões, superando o recorde anterior.
  • Lucros operacionais: O lucro operacional saltou 34% no terceiro trimestre, atingindo US$ 13,485 bilhões, impulsionado pelo aumento na receita de seguros.
  • Ações e recompras: Buffett não recomprou ações da Berkshire, mesmo com a desvalorização dos papéis; houve vendas líquidas de ações no trimestre, com um ganho tributável de US$ 10,4 bilhões.
  • Transição na liderança: Greg Abel assumirá como CEO e a redação das cartas anuais da Berkshire Hathaway.

  • Recomendação de Compra Mantida: BB Investimentos mantém a recomendação de compra para as ações da Vale (VALE3) após resultados positivos no terceiro trimestre.
  • Potencial de Valorização: Preço-alvo de R$ 68 para 2026, indicando um potencial de valorização de 6,6% em relação ao último fechamento.
  • Resultados Financeiros Sólidos: Lucro líquido de US$ 2,7 bilhões, alta de 11,3% e Ebitda ajustado pró-forma de US$ 4,4 bilhões, crescendo 17,6% anualmente.
  • Evolução Operacional: Crescimento sustentado por maior produção, redução de custos e preços médios do minério de ferro e cobre mais altos.
  • Dividendos Extraordinários Potenciais: Vale sinaliza possibilidade de dividendos extraordinários, sustentado por forte geração de caixa e preços de minério de ferro favoráveis.

  • Ouro lidera ganhos: Ouro (GOLD11) foi o melhor investimento de outubro, com alta de 4,61% no mês e 32,92% no ano.
  • Ibovespa em alta: Ibovespa subiu 2,26% em outubro, atingindo novo recorde de fechamento aos 149.540 pontos, acumulando 24,32% de valorização em 2025.
  • Juros futuros: Juros futuros de curto e médio prazos recuaram, beneficiando títulos prefixados e indexados à inflação; juros longos tiveram alta.
  • Dólar e Renda Fixa: Dólar fechou em alta de 1,25% no mês, mas perdeu 13% no ano; renda fixa pós-fixada ainda paga alta remuneração devido à elevada Selic.
  • Bitcoin em baixa: Bitcoin caiu 3,23% no mês, apesar de começar outubro em máxima histórica, indicando possível realização de lucros.

  • Bradespar propôs pagamento de JCP: Total de R$ 310 milhões.
  • Valor por ação: R$ 0,74055903 por ação ordinária e R$ 0,814665903 por ação preferencial.
  • Data de posicionamento: Acionistas devem estar posicionados até 12 de novembro.
  • Data "ex-direito": Ações serão negociadas sem direito a JCP a partir de 13 de novembro.
  • Data de pagamento: Programado para 24 de novembro.

  • Petrobras vai aumentar o preço do querosene de aviação (QAV) em 1,4% a partir de sábado, impactando custos para distribuidoras e, possivelmente, empresas de transporte aéreo.
  • O reajuste corresponde a um acréscimo de R$0,05 por litro em relação ao mês anterior, afetando o cálculo de margens para traders de combustíveis.
  • No acumulado do ano, houve uma redução de 2,4% no preço do QAV, refletindo um decréscimo de R$0,09 por litro comparado a dezembro de 2024, mostrando espaço para ajustes de preços futuros.
  • O preço do gás natural será reduzido em média 1,7% a partir de novembro, proporcionando oportunidades para negociações de contratos de fornecimento com distribuidoras.
  • O ajuste no preço do gás natural é influenciado por alta de 2,18% no petróleo Brent e apreciação de 3,83% no câmbio, aspectos fundamentais para a reavaliação de estratégias de hedge e forex.

  • Preço-alvo reduzido: BB Investimentos cortou o preço-alvo das ações da MRV de R$ 14 para R$ 12, ainda projetando um potencial de alta de 62%.
  • Expectativas para balanço: A perspectiva do balanço para o terceiro trimestre influenciou a mudança, apesar de se manter a recomendação de compra.
  • Desempenho da Resia: Importância das operações da subsidiária americana Resia, impactada por juros altos, mas em processo de reestruturação até 2026.
  • Impacto do Minha Casa Minha Vida: Segmento MC, MC Vida está sustentando a MRV, com diversificação em outros setores ajudando o desempenho.
  • Riscos identificados: Desafios incluem disponibilidade reduzida de recursos para programas habitacionais e custos de construção superiores ao esperado.

  • Potencial ataque militar dos EUA: Os EUA, sob a gestão de Trump, preparam ataques cirúrgicos contra alvos na Venezuela, supostamente ligados ao Cartel de los Soles.
  • Resposta de Maduro: Nicolás Maduro busca apoio militar urgente de Rússia, China e Irã, visando reforço em defesa aérea e tecnólogica.
  • Movimentação militar no Caribe: Observações de movimentos navais e aeronáuticos sugerem prontidão dos EUA para ação iminente.
  • Risco geopolítico elevado: A ofensa dos EUA e a tentativa de aliança de defesa de Maduro com potências globais elevam a tensão internacional.
  • Impacto potencial no mercado: Qualquer ação militar pode provocar volatilidade nos mercados emergentes e afetar diretamente ativos ligados à região.

  • Petrobras aumentará o preço do querosene de aviação em 1,4% a partir de sábado.
  • O reajuste equivale a R$ 0,05 por litro, impactando o setor de aviação.
  • Apesar do aumento, o preço do QAV caiu 2,4% no acumulado do ano em relação a dezembro de 2024.
  • Traders devem considerar o impacto no custo operacional das companhias aéreas.
  • Acompanhe possíveis ajustes nos preços das passagens aéreas como resposta ao aumento do combustível.

  • Aprovação de JCP: A diretoria da Bradespar aprovou o envio de uma proposta ao Conselho de Administração para pagamento de R$ 310 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP).
  • Data de Deliberação e Valores: A deliberação está prevista para 12 de novembro de 2025, com pagamento de R$ 0,74 por ação ordinária e R$ 0,81 por ação preferencial.
  • Datas Importantes: As ações serão negociadas "ex-direito" a partir de 13 de novembro de 2025, com pagamento em 24 de novembro de 2025.
  • Impacto da Vale: A performance da Vale, principal investimento da Bradespar, afeta diretamente a capacidade de distribuição de rendimentos. A Vale registrou lucro líquido de US$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre de 2025.
  • Influência do Mercado: O lucro da Vale foi 11% maior que o ano anterior e acima das estimativas, o que pode impactar positivamente a Bradespar.

  • Conteúdo Exclusivo: Ágora Investimentos oferece vídeos e podcasts diários.
  • Informação Atualizada: Mantém traders informados com análises do mercado em tempo real.
  • Variedade de Tópicos: Cobertura de ações, renda fixa, câmbio e mais, essenciais para decisões de investimento.
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  • Movimento de Queda nos Juros Futuros: Juros futuros na B3 registraram queda ao longo de toda a curva a termo, destacando-se na segunda parte do pregão de sexta-feira.
  • Influência do Dólar: A inversão do dólar para uma leve queda em relação ao real contribuiu para as mínimas intradiárias nas taxas de juros.
  • Impacto do Desemprego: A taxa de desemprego de setembro, acima das expectativas, reabriu discussões sobre corte da Selic em 2026, impactando os juros futuros.
  • Taxas de DI Ajustadas: DI para janeiro de 2027 caiu de 13,926% para 13,845%; DI de janeiro de 2029 de 13,205% para 13,075%.
  • Longo Prazo em Foco: DI para janeiro de 2031 também recuou para 13,36%, vindo de 13,48% no ajuste anterior.

  • Ibovespa Futuro em Alta: Ibovespa futuro (WINZ25) subiu 0,30%, atingindo 152.200 pontos, apontando para uma continuidade na tendência de alta.
  • Análise Técnica Positiva: BTG Pactual destaca movimento comprador definido com rompimento de máximas, mas correção é esperada, sugerindo alvos de 153 e 154 mil pontos.
  • Dólar Futuro Estável: Dólar futuro caiu 0,06%, para R$ 5,3840, em uma zona de congestão, com resistência em 5.420 e suporte em 5.370.
  • Impacto do Fed: Discurso do Fed mantém percepção de juros altos; mercado ainda espera corte de 0,25 p.p. em reunião futura, afetando potencialmente commodities.
  • Cenário Doméstico: Ações de Vale e Petrobras impulsionam B3, enquanto dados de desemprego em 5,6% sugerem desaceleração econômica, com atenções voltadas para mudanças fiscais.

  • Ibovespa em Alta: O índice subiu 2,3% na semana, alcançando 149.540,43 pontos, influenciado por recordes históricos e pelo corte de juros do Fed.
  • Mercado Externo Positivo: Nos EUA, S&P 500, Dow Jones e Nasdaq subiram 0,71%, 0,75% e 2,24%, respectivamente, incentivando o otimismo global.
  • Destaques de Ações no Ibovespa: Usiminas (USIM5) (+14,78%), CSN (CSNA3) (+9,39%), e Hypera (HYPE3) (+9,17%) foram as maiores altas da semana.
  • Maiores Quedas do Ibovespa: Marcopolo (POMO4) (-9,21%) foi a maior baixa, seguida por Telefônica Brasil (VIVT3) (-6,59%) e Braskem (BRKM5) (-4,38%).
  • Influências Macro e Microeconômicas: Queda nos juros futuros, balanços sólidos como da Vale e relacionamento positivo entre Brasil e EUA impulsionaram o mercado.

  • BDRX liderou ganhos em outubro com alta de 5,90%, seguido pelo ouro (+3,17%) e Ibovespa (+2,26%).
  • Dólar Ptax avançou 1,24%, enquanto euro (-0,44%) e bitcoin (-2,80%) fecharam negativos.
  • No acumulado de 2025, o ouro subiu 51,86%, enquanto small caps avançaram 27,85%.
  • Bitcoin (+45,56%) e ouro (+45,39%) lideraram em 12 meses, seguidos por BDRX (+21,91%).
  • Ibovespa ainda 37,75% abaixo do recorde histórico em dólares, espere valorização com fluxo estrangeiro consistente.

  • Padrões de NFTs: ERC-721 e ERC-1155 são cruciais para liquidez, compatibilidade e risco no trading.
  • ERC-721: Ideal para itens únicos como arte digital; limitações incluem altos custos de transação e falta de suporte para operações em lote.
  • ERC-1155: Melhor para gestão de coleções grandes; suporte para transferências em lote reduz custos, mas é mais complexo tecnicamente.
  • Impacto no trading: Escolher o padrão certo melhora a liquidez, visibilidade no mercado e viabiliza estratégias automatizadas.
  • Liquidez e eficiência: Os padrões garantem interoperabilidade, facilitam o trading, mas exigem compreensão técnica.

  • Ibovespa fecha em alta pelo quinto pregão consecutivo: Índice subiu 0,51% para 149.540,43 pontos, com um volume negociado de R$ 23,6 bilhões.
  • Vale impulsiona índice com forte resultado trimestral: Ações da Vale (VALE3) subiram 2,27% após mineradora reportar lucro de US$ 2,744 bilhões, ampliando chances de dividendos extraordinários.
  • Desemprego no Brasil em 5,6%, estável pelo terceiro trimestre: Dados do IBGE mostram taxa estável, mas economistas indicam possível deterioração do mercado de trabalho nas próximas leituras.
  • Ações em alta e baixa: Yduqs (YDUQ3) disparou 8,39%, enquanto Marcopolo (POMO4) registrou a maior queda de 10,54% no Ibovespa.
  • Dólar fecha em leve queda: Termina o dia cotado a R$ 5,3803, com volatilidade reduzida no fechamento devido à formação da Ptax de fim de mês.

  • Índices de NY fecham em alta devido ao otimismo no setor de tecnologia e avanços nas negociações EUA-China.
  • Comércio com China impulsiona mercado após comentários de Trump sobre possível acordo positivo.
  • Setor de tecnologia lidera ganhos, com empresas apresentando forte recuperação e atraindo investidores.
  • A volatilidade nos índices foi observada durante a manhã, mas reverteu para ganhos à tarde.
  • Acordo EUA-China é um catalisador essencial, com possíveis impactos em ativos ligados ao comércio internacional.

  • Mercados globais mistos: Índices de Nova York fecharam em alta com balanços do setor de tecnologia; enquanto bolsas europeias caíram devido à cautela após dados de inflação na zona do euro.
  • Federal Reserve impacta rendimentos: Comentários do Fed aumentaram a prudência quanto a cortes de juros, mantendo os rendimentos dos Treasuries estáveis e fortalecendo o dólar.
  • Commodities em foco: Petróleo avançou moderadamente, mas fechou o mês em queda; dados fracos da indústria chinesa reduziram o apetite por risco.
  • Ibovespa em alta: O Ibovespa subiu 0,51%, ou 149.540 pontos, com destaque para ações do setor de consumo, renovando máxima histórica pela quinta sessão consecutiva.
  • Dólar estável no Brasil: Moeda americana permaneceu estável frente ao real, cotada a R$ 5,38, apesar da valorização no exterior.

  • Ibovespa encerra outubro em alta de 2,26%, registrando o quinto dia seguido de recorde histórico, com expectativa de continuidade do movimento de alta em novembro.
  • Trump e Lula discutem tarifas comerciais, gerando otimismo sobre possíveis definições em novembro, que podem afetar setores como aço e alumínio.
  • Dados americanos influenciam o mercado, com bons resultados de inflação reacendendo expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve, favorecendo mercados emergentes.
  • Setores de materiais básicos e siderurgia destacam-se, com empresas como Usiminas, CSN e Gerdau liderando ganhos, impulsionadas por negociações comerciais e valorização do minério de ferro.
  • Expectativas para novembro incluem atenção aos indicadores de inflação e emprego nos EUA, além da temporada de balanços que influenciará empresas de consumo, bancos e commodities.

  • Encerramento do horário de verão: EUA e Canadá encerram o horário de verão no domingo.
  • Impacto nos mercados: A Bolsa de Nova York agora opera das 11h30 às 18h (horário de Brasília).
  • Ajuste de horários: Traders devem ajustar seus cronogramas para sincronizar com o novo horário das bolsas.
  • Volatilidade esperada: A mudança no horário pode causar volatilidade devido à adaptação dos investidores.
  • Oportunidades de negociação: Traders devem ficar atentos a possíveis oportunidades de arbitragem geradas pelas diferenças de horários temporárias nos mercados globais.

  • Ibovespa em alta recorde: O índice atingiu 149.540,43 pontos na sexta-feira, acumulando ganho de 2,26% em outubro e de 2,30% na semana.
  • Expectativas otimistas: Analistas, como JPMorgan e Santander Corretora, projetam Ibovespa entre 155 mil e 160 mil pontos até o final do ano.
  • Impacto do acordo China-EUA: A redução das tarifas e a continuidade do fluxo de terras raras da China foram fatores positivos para o mercado.
  • Efeito da política monetária: Com o corte de juros pelo Fed, há potencial para o Banco Central brasileiro também reduzir a Selic, decisão aguardada para a próxima semana.
  • Movimentação no câmbio: O dólar terminou a semana em queda de 0,02%, cotado a R$ 5,3803, enquanto no acumulado de outubro, apresentou valorização de 1,08%.
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