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  • Usiminas: Desempenhou alta significativa, sendo um dos destaques positivos do índice.
  • Brava: Registrou a maior queda entre as ações no índice durante o período.
  • 10 ações: Subiram mais de 10% no mês de outubro, evidenciando otimização para interesses de compra.
  • 4 ações: Caíram mais de 10%, proporcionando potencial de análise para vendas ou compras em busca de recuperação.
  • Ibovespa: Movimentação de alta e baixa sinaliza oportunidades para monitoramento de estratégias de curto e médio prazo.

  • Avanço nas negociações comerciais entre Brasil e EUA: Impulsionou o Ibovespa, que fechou outubro com alta de 2,26%, superando os 149 mil pontos pela primeira vez.
  • Política monetária dos EUA: Fed cortou juros em 0,25 p.p., mantendo-os na faixa de 3,75% a 4%, favorecendo capital estrangeiro no Brasil.
  • Expectativa de manutenção da Selic no Brasil: Copom deve manter a taxa estável em 15%, aguardando decisão na próxima semana.
  • Performance de ações: Destaque para Usiminas PNA (USIM5) com alta de 34,04%, enquanto São Martinho (SMTO3) caiu 19,12%.
  • Movimento do dólar: Dólar valorizou 1,08% frente ao real, fechando outubro a R$ 5,3803, impactando exportadores brasileiros.

  • Dólar encerrou outubro com alta de 1,08%, cotado a R$ 5,3803, destacando-se a volatilidade no mês, com pico acima de R$ 5,5.
  • Influências externas: Paralisação do governo dos EUA e tensões comerciais com a China aumentaram a pressão sobre moedas emergentes.
  • Expectativas de cortes de juros nos EUA após dados de inflação abaixo do esperado favorecem pressão baixista sobre o dólar.
  • Diferencial de juros do Brasil, com Selic em 15%, continua atraente para carry trade, favorecendo entrada de capital.
  • Perspectivas para novembro incluem foco em dados de inflação e emprego, e potencial pressão compradora na faixa de R$ 5,30 a R$ 5,50.

  • Financiamento de R$1 bilhão: Sabesp obteve um financiamento de R$1 bilhão com a agência japonesa Jica.
  • Prazo de 12 anos: O crédito tem um prazo de 12 anos, proporcionando segurança de longo prazo.
  • Parceria renovada: Esta é a primeira operação entre Sabesp e Jica desde 2012.
  • Impacto nas ações: Monitorar possíveis reações do mercado após a injeção do capital.
  • Uso do financiamento: Saber como Sabesp planeja utilizar os recursos pode influenciar a percepção dos investidores.

  • Reunião com EUA em Até 15 Dias: O governo brasileiro espera agendar um encontro com os EUA nos próximos 15 dias, com ministros prontos para viajar a Washington.
  • Prioridade para Negociações: As negociações com os EUA são prioridade na agenda do Brasil, com determinação para rápida concretização de reuniões.
  • Possíveis Temas de Discussão: Expectativa de negociar temas como terras raras, etanol e big techs na próxima reunião com representantes americanos.
  • Espera por Propostas dos EUA: O Brasil aguarda propostas dos EUA antes de apresentar ofertas, após tentativas anteriores de negociação sem resposta.
  • Exclusão de Temas Políticos: Questões políticas relacionadas a Jair Bolsonaro estão fora da mesa de negociações, marcando uma mudança na abordagem americana.

  • Ibovespa atinge recorde: O índice superou os 149 mil pontos pela primeira vez.
  • Alta consecutiva: Ibovespa registra oito pregões seguidos de alta.
  • Desempenho mensal: O índice já acumula um ganho de 2% no mês.
  • Impactos do Fed e Copom: Traders observam como o descasamento entre as políticas do Fed e do Copom pode influenciar o mercado brasileiro.
  • Monitoramento de tendências: Traders devem acompanhar esses desenvolvimentos para identificar oportunidades de investimento.

  • Bolsa dos EUA: Os índices dos EUA subiram após a divulgação dos balanços da Apple e Amazon, que superaram expectativas.
  • Desempenho da Apple: A Apple reportou lucro acima do esperado, impulsionando suas ações e contribuindo para o otimismo do mercado.
  • Desempenho da Amazon: Resultados financeiros da Amazon também superaram previsões, fortalecendo a confiança dos investidores.
  • Ibovespa: O Ibovespa fechou com novos recordes, consolidando um mês positivo com mais uma semana de altas.
  • Perspectiva de Outubro: Com essas divulgações, outubro encerra com forte desempenho em índices internacionais, beneficiando posicionamentos otimistas.

  • Meta Platforms sofre queda de 11%: Ações da Meta despencaram, resultando em uma perda de US$ 29 bilhões para Mark Zuckerberg.
  • Movimentos no Índice de Bilionários: Zuckerberg cai para o 5º lugar, perdendo a posição que havia mantido nos últimos dois anos.
  • Captação de dívida significativa: Meta anunciou captação de US$ 30 bilhões para expandir em inteligência artificial, impactando o valor de suas ações.
  • Ações da Alphabet sobem 2,5%: Resultados acima das expectativas impulsionaram as ações, beneficiadas pela demanda por serviços de nuvem e IA.
  • Amazon em alta: Ações da Amazon subiram mais de 30% desde abril, colocando Jeff Bezos de volta entre os quatro primeiros no índice de bilionários.

  • Ibovespa atinge novo recorde: Fechou em alta de 0,51%, a 149.540,43 pontos, registrando seu 19º recorde de 2025.
  • Dólar encerra em leve queda: Fechou a R$ 5,3803 com declínio semanal de 0,23%, mas avanço mensal de 1,08% contra o real.
  • Impacto nos papéis: Ações de Yduqs lideraram ganhos; Marcopolo caiu mais de 10% após balanço trimestral abaixo das expectativas.
  • Wall Street em alta: Índices subiram com fortes resultados da Amazon e indicações de possível pausa no ciclo de juros do Fed.
  • Mercados globais mistos: Europa em queda, mas com alta mensal; Ásia mista com Japão em alta e Hong Kong em queda.

  • AB InBev será patrocinadora oficial da Champions League, substituindo a Heineken. Investimento anual de € 200 milhões.
  • Heineken encerra parceria de três décadas com UEFA, que atualmente custava € 120 milhões por ano.
  • O contrato com a AB InBev é de seis anos e foi fechado com a joint venture UC3.
  • É a primeira vez que uma cervejaria de origem brasileira patrocina a Champions League.
  • AB InBev tem forte relação com o futebol, sendo patrocinadora da FIFA desde 1986.

  • Participação da Cosan na Vale: Cosan (CSAN3) adquiriu 6,5% da Vale (VALE3) através de uma estrutura que combina derivativos e ações, marcando sua entrada no setor de mineração.
  • Financiamento sofisticado: A operação utiliza recursos próprios e não aumenta a dívida da Cosan, aproveitando um instrumento financeiro non-recourse garantido por dividendos de subsidiárias.
  • Estratégia de Derivativos: A estratégia inclui um zero-cost collar e uma possível conversão de participação em ações nos próximos cinco anos, com parte da estrutura condicionada à aprovação do CADE.
  • Expansão sem diluição: A Cosan financiará a compra com venda de ativos, sem novas emissões, reforçando a disciplina financeira e controle estratégico sobre suas operações.
  • Colaboração bancária: JP Morgan, Citi, Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) tiveram papéis importantes na estruturação e financiamento, com um total de R$ 8 bilhões em instrumentação financeira.

  • Dólar estável: O dólar fechou o dia em R$ 5,37, indicando estabilidade no mercado de câmbio.
  • Avanço mensal: Apesar da estabilidade diária, o dólar encerrou o mês com um avanço superior a 1%.
  • Ptax do Banco Central: A taxa Ptax calculada pelo Banco Central é utilizada como referência importante para contratos futuros.
  • Contratos futuros: Traders devem monitorar a Ptax para melhores decisões em operações de contratos futuros de dólar.
  • Implicações de mercado: A variação mensal do dólar pode trazer volatilidade para diferentes mercados, impactando tanto contratos futuros quanto o mercado à vista.

  • Taxas dos DIs 2028 caem: A taxa do DI para janeiro de 2028 caiu para 13,145%, uma redução de 11 pontos-base em relação à sessão anterior.
  • Movimento contrário após altas: Este movimento de queda ocorre após três sessões consecutivas de aumento nas taxas dos DIs.
  • Foco nos dados de desemprego: A redução nas taxas está relacionada ao foco do mercado nos dados de desemprego.
  • Resposta às condições econômicas: A queda nas taxas reflete a resposta dos investidores às recentes condições econômicas.
  • Potenciais oportunidades de negociação: Traders devem estar atentos às variações contínuas na taxa dos DIs conforme novos dados econômicos são divulgados.

  • A Vale apresenta resultados positivos no terceiro trimestre de 2024, demonstrando recuperação significativa após enfrentar desafios anteriores.
  • Confiança dos investidores é restabelecida em relação à estratégia de negócios da Vale, impulsionando o desempenho das ações.
  • A alta nos resultados está associada à adaptação estratégica da empresa, que inclui melhorias operacionais e gerenciais.
  • O momento positivo pode gerar oportunidades de compra para traders que buscam valorização no curto a médio prazo.
  • Ações da Vale ganham destaque no mercado financeiro, sendo tema de análises otimistas por parte dos analistas e investidores.

  • Boeing tem perspectiva revisada para estável: A S&P Global Ratings revisou a perspectiva da Boeing de negativa para estável, mantendo o rating “BBB-”.
  • Aumento na produção do 737 MAX e 787: Expectativa de aumentar a produção para 42 unidades/mês do 737 MAX em 2023 e para 47/mês em 2026; produção do 787 subirá de 7 para 10/mês até o fim de 2026.
  • Atraso no 777X impacta recuperação: Entrega do 777X adiada para 2027, gerando encargo de US$ 4,9 bilhões e afetando projeções de geração de caixa no curto prazo.
  • Sólida posição de liquidez: Boeing possui US$ 23 bilhões em caixa e investimentos, com expectativa de venda da unidade Jeppesen por US$ 10 bilhões em 2023.
  • Crescimento em pedidos e geração de caixa: Carteira de pedidos de US$ 535 bilhões e mais de 5,9 mil aviões encomendados devem levar a um fluxo de caixa operacional livre de US$ 3 bilhões em 2026.

  • Receita líquida de R$ 2,5 bilhões ficou abaixo das expectativas do mercado.
  • A ação da Marcopolo caiu 10% após o anúncio dos resultados financeiros.
  • Desaceleração nas vendas foi registrada no mercado brasileiro.
  • Possível pressão na volatilidade dos preços das ações da Marcopolo.
  • Importante monitorar os próximos comunicados da empresa para novas oportunidades.

  • Lucro Líquido: Operadora Telefônica registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no terceiro trimestre, representando uma alta de 13,3% em relação ao ano anterior.
  • Receita Móvel: Apesar dos resultados positivos, a queda na receita móvel gerou preocupação entre os investidores.
  • Reação do Mercado: As preocupações resultaram em uma queda de 6% no preço das ações da Vivo.
  • Impacto para Traders: Traders devem monitorar as flutuações na receita móvel e a percepção do mercado a longo prazo.
  • Análise de Curto Prazo: O comportamento do mercado sugere possível volatilidade no curto prazo para as ações da Vivo.

  • Projeção de ciclo pecuário: Expectativa de virada do ciclo do boi em 2026 com menor oferta no Brasil e potencial alta nos preços da arroba.
  • Demanda internacional: Déficit de rebanho nos EUA, Europa e Argentina promete manter demanda global forte, com o Brasil em destaque como fornecedor.
  • Preços atuais e previsão: Preços reagiram no final de outubro, mas espera-se estabilidade até o final do ano. Projeção de preços acima de R$ 350,00 por arroba para 2026.
  • Oportunidade de hedge: Momento atual sugere formação de estoques e aquisição de animais para antecipar alta de preços e garantir margens melhores.
  • Atenção ao mercado chinês: Publicação de investigação chinesa sobre importação de carne prevista para novembro; impacto no mercado brasileiro deve ser monitorado.

  • Dólar encerrou outubro: O dólar à vista terminou o mês com leve baixa de 0,02%, cotado a R$ 5,3803, acumulando uma queda semanal de 0,23%.
  • Indicadores econômicos: Taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% até setembro, acima da previsão de 5,5%. Caged mostrou criação de 213.002 vagas formais em setembro.
  • Contas Públicas: A dívida pública bruta subiu para 78,1% do PIB em setembro. Déficit primário foi de R$ 17,452 bilhões, em linha com expectativas.
  • Tensões geopolíticas: Rumores de ataque dos EUA à Venezuela foram negados por Trump, mas mantêm investidores cautelosos.
  • Juros nos EUA: Fed não garante novos cortes para dezembro; foco permanece em decisões futuras baseadas em dados econômicos.

  • Horário de negociação no mercado à vista e fracionário: Início às 10h e encerramento às 17h55.
  • Novos horários no mercado a termo: Negociações das 10h às 18h25.
  • Mercado de opções ajustado: Funcionamento das 10h05 até 17h55.
  • Operações futuras de câmbio: Pregão ativo das 9h às 18h30.
  • Alterações devido ao fim do horário de verão em Nova York: Ajustes a partir de 3 de novembro.

  • Emissão de Bonds: Quiport, controlada da Motiva (MOTV3), lançou US$ 500 milhões em bonds internacionais para refinanciamento de dívidas.
  • Fortalecimento Financeiro: A emissão visa fortalecer a estrutura financeira da Motiva, melhorando o acesso a capital global e aumentando a flexibilidade para investimentos futuros.
  • Classificação Sênior: Os bonds emitidos terão classificação sênior, priorizando o pagamento e reduzindo o custo de capital.
  • Uso dos Recursos: Recursos serão destinados ao refinanciamento de passivos e fortalecimento de caixa, liberando fluxo para investimentos em infraestrutura.
  • Perspectiva Favorável: A operação consolida a Motiva no mercado internacional, podendo melhorar seu rating de crédito e facilitar futuras operações financeiras.

  • Ambipar em Recuperação Judicial: A empresa entrou em recuperação judicial e está enfrentando investigações e possíveis sanções da CVM.
  • Ata Interna e Aprovação de Contratos: Documento revelou que o conselho da Ambipar aprovou contratos de swap com o Deutsche Bank, mudando a narrativa oficial.
  • Governança em Xeque: A não divulgação da ata na CVM pode configurar infração e agrava suspeitas sobre a governança da companhia.
  • Risks Regulators Sanctions: A não submissão de documentos pode resultar em novas sanções regulatórias, pressionando ainda mais a Ambipar.
  • Recuperação Judicial e Negociações: Com 180 dias de stay period, Ambipar precisa elaborar um plano de reestruturação e negociar com credores.

  • Petróleo fecha em alta diária: Apesar de um aumento no dia, o petróleo registra queda mensal devido aos temores de aumento da oferta pela Opep+.
  • Expectativa de aumento da produção: A proposta da Opep+ de aumentar a produção gera preocupações quanto ao excesso de oferta no mercado.
  • Tensões geopolíticas: As tensões entre os EUA e a Rússia influenciam o mercado de petróleo, com ameaças de Trump reduzindo as perdas.
  • Impacto nas cotações: Os traders devem monitorar os desenvolvimentos na geopolítica e nas decisões de produção da Opep+ para ajustes rápidos em suas posições.
  • Atenção ao comportamento mensal: A queda mensal no preço do petróleo pode indicar uma tendência de baixa se a oferta continuar a crescer acima da demanda.

  • Dólar em leve alta: Às 16h38, a moeda americana sobe 0,04%, cotada a R$ 5,383, com oscilações entre R$ 5,3983 e R$ 5,3708.
  • Impacto de declarações do Fed: Falas de dirigentes, como Raphael Bostic e Beth Hammack, influenciam o dólar, com destaques para política monetária e cenário econômico.
  • Desemprego no Brasil: Taxa em 5,6% no trimestre terminado em setembro, ligeiramente acima da expectativa de 5,5%.
  • Movimento dos mercados: Ibovespa atinge 149.635,90 pontos. Nos EUA, Nasdaq, Dow Jones e S&P 500 sobem 1,01%, 0,37% e 0,64%, respectivamente.
  • Capital estrangeiro no Brasil: Entrada de capital reflete em leilões de títulos do Tesouro, ajudando a conter a depreciação do real.

  • Queda Mensal: Bitcoin recua quase 7% em outubro, quebrando um ciclo histórico de ganhos para o mês.
  • Impacto no Mercado: Esta correção interrompe a sequência positiva de um dos meses geralmente mais fortes para o Bitcoin.
  • Suporte Técnico: Especialistas indicam que o Bitcoin encontra suporte técnico firme, sugerindo possíveis oportunidades de compra.
  • Perspectiva para Novembro: Análise sugere que uma melhora no ambiente macro pode impulsionar uma recuperação no preço.
  • Foco para Traders: Atenção aos indicadores macroeconômicos e ao suporte técnico mencionado para potenciais entradas.

  • Ágora Investimentos substituiu Caixa Seguridade (CXSE3) por Vale (VALE3) na carteira de dividendos de novembro.
  • A troca visa aproveitar possível anúncio de dividendos extraordinários pela Vale, apesar do menor dividend yield atual.
  • A carteira inclui Copel (CPLE6), ISA Energia (ISAE4), Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3).
  • A expectativa do dividend yield médio da carteira é de 7,8% para 2025.
  • No mês de outubro, o portfólio teve um desempenho positivo de 1,7%, superando o Ibovespa (1,6%).

  • Ministério Público de Mato Grosso investiga uso de lenha ilegal: Ação visa verificar se usinas de etanol de milho utilizam madeira nativa ilegal em caldeiras, contrariando esforços de descarbonização do setor.
  • Possível impacto regulatório: Se confirmado o uso de lenha ilegal, pode haver recomendações para revogar instruções normativas, afetando a indústria de etanol no estado.
  • Atenção para traders em etanol: Investigações podem levar a mudanças operacionais e custos para empresas envolvidas, impactando margens de lucro e operações.
  • FS e Inpasa destacam conformidade: Empresas como FS e Inpasa afirmam cumprir rigorosamente a legislação ambiental, utilizando florestas plantadas para suprimento energético.
  • Oferta de biomassa insuficiente a longo prazo: Com novos projetos de usinas surgindo, há receio de insuficiência na oferta de madeira plantada, o que pode influenciar custos e capacidade de produção.

  • Operação Magna Fraus: A Polícia Federal revelou um gigantesco ataque hacker que desviou R$ 813 milhões de bancos e fintechs, partindo de um hotel de luxo em Brasília.
  • Localização estratégica: O Royal Tulip, perto do Palácio da Alvorada e outras importantes instituições, foi usado pelos criminosos, aproveitando-se de sua privacidade e proximidade ao poder.
  • Suíte de luxo: Os hackers operaram a partir de uma suíte do Royal Tulip Brasília Alvorada, hotel que já hospedou líderes mundiais e celebridades.
  • Investigações em curso: A Polícia Federal não revelou detalhes de qual suíte foi usada, mas destaca o alto valor das operações no local.
  • Repercussão no mercado financeiro: Esse tipo de ataque pode aumentar a cautela entre investidores e gerar discussões sobre a segurança em instituições financeiras.

  • EUA não enviarão autoridades de alto nível para COP30: A decisão pode influenciar o andamento das negociações climáticas na cúpula no Brasil.
  • Ameaças de sanções pelos EUA: Os EUA usaram ameaças de restrições de vistos e sanções em retaliação a nações que apoiaram plano para reduzir emissões marítimas, impactando mercado de transporte.
  • Foco em acordos energéticos bilaterais: O governo Trump está buscando expandir exportações de gás natural liquefeito (GNL) com países como Coreia do Sul e União Europeia.
  • Possibilidades de comércio energético com China: O secretário de Energia dos EUA destacou oportunidades de comércio de gás natural com a China em meio a negociações tarifárias.
  • Impacto do posicionamento climático dos EUA: A oposição dos EUA a acordos climáticos e ambientais multilaterais pode influenciar políticas climáticas globais e acordos futuros.

  • Ibovespa: Atinge nova máxima intradia de 149.578,16 pontos em 2023, impulsionado por ações da Vale (VALE3), que subiram mais de 2%.
  • Vale: Registrou lucro líquido de US$ 2,7 bilhões no 3T25, acima das estimativas, e sinaliza possível distribuição de dividendos extraordinários.
  • Dados Econômicos: Taxa de desemprego no Brasil marca 5,6% até setembro, ligeiramente acima das expectativas, mas mostra mercado de trabalho estável.
  • Dólar: Dólar sobe globalmente, com o índice DXY avançando 0,28%. Relaciona-se a sinais do Fed de possível pausa nos juros em dezembro.
  • Impacto do Dólar: Dólar opera a R$ 5,3793 (-0,04%), praticamente estável contra o real, sustentado por fluxo estrangeiro e valorização do petróleo.

  • J.P. Morgan projeta alta de até 40% nas ações da WEG: O banco destaca o potencial de crescimento da empresa para 2026 e 2027.
  • Demanda crescente de investidores internacionais: A WEG atrai atenção e interesse de investidores estrangeiros, segundo o relatório.
  • Itaú BBA recomenda não subestimar a WEG: Relatório enfatiza a resiliência e perspectivas positivas da fabricante.
  • Confissão de atraso nos reconhecimentos: O banco admite que demorou para perceber a força e potencial da WEG no mercado.
  • Crescimento esperado nas receitas: Indicativos de forte desempenho financeiro da WEG nos próximos anos.

  • Desvalorização de 20%: São Martinho (SMTO3) apresentou queda de cerca de 20% em outubro, marcando o pior desempenho entre as ações do Ibovespa.
  • Revisões de preço-alvo: Bank of America e Citi ajustaram o preço-alvo da ação para R$ 20,50 devido à falta de catalisadores e possibilidade de queda nos preços do açúcar.
  • Pressão sobre o setor: Expectativas de superávit global de açúcar e possíveis impactos de medicamentos à base de GLP-1 afetam negativamente a demanda de açúcar.
  • Intervenção nos combustíveis: A redução dos preços da gasolina pelo governo brasileiro diminuiu o preço do etanol, aumentando a pressão sobre a margem da companhia.
  • Recomendação de compra: Apesar da crise, algumas casas como a XP Investimentos ainda enxergam potencial de valorização, mas destacam queda significativa no lucro projetado para o 2T26.

  • Ebitda supera expectativas: A Telefônica (VIVT3) registrou um Ebitda de R$ 6,5 bilhões, com margem de 43,4%, acima das previsões.
  • Crescimento em receita de serviços: A receita de serviço cresceu 6,7% ano a ano, atingindo R$ 14,1 bilhões, 0,2% acima das estimativas do BTG Pactual.
  • Capex e fluxo de caixa: Capex ficou em R$ 2,6 bilhões, 3% acima das expectativas, gerando um fluxo de caixa livre operacional de R$ 2,55 bilhões.
  • Ponto de atenção no fluxo de caixa total: O fluxo de caixa total foi afetado por um desempenho fraco do capital de giro e pagamentos de impostos elevados.
  • Recomendação do BTG: BTG Pactual mantém recomendação de Compra para VIVT3, com preço-alvo de R$ 31,00, indicando um potencial de queda de 9%.

  • Taxa de juros a 15%: O mercado espera manutenção da Selic na próxima reunião do Copom, sem surpresas significativas.
  • Comunicação do BC: Traders devem ficar atentos ao comunicado do Banco Central, que pode indicar o tom das próximas decisões.
  • Posição de Gabriel Galípolo: Com pressão política, o presidente do BC deve manter a postura firme e não alterar o discurso.
  • Expectativas futuras: Não se espera uma sinalização de redução de juros em breve; mudanças podem ocorrer em 2026.
  • Touro e urso da semana: Ouro declina 10% e vira urso; secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, é destaque positivo.

  • Índices europeus em queda: O Stoxx 600 caiu 0,51% após ganhos consecutivos, com os principais índices como CAC 40, DAX, e FTSE 100 também encerrando em baixa.
  • Inflação na Zona do Euro: A inflação desacelerou para 2,1% em outubro, com expectativas de 1,8% no próximo ano, mantendo-se próxima à meta do BCE.
  • Decisões do BCE: O Banco Central Europeu manteve os juros inalterados e sem indicações de movimentos futuros.
  • Ações de bancos em destaque: Erste Group Bank e Danske Bank se destacaram com altas de 5,5% e 3,1%, respectivamente, após resultados trimestrais positivos.
  • Impacto nos traders: Investidores devem monitorar o comportamento da inflação e balanços corporativos para ajustar estratégias.

  • Príncipe Andrew destituído: Após escândalos, Andrew perdeu seu título de nobreza e precisará deixar a Royal Lodge.
  • Vínculos com Epstein: Andrew é alvo de investigações por sua relação com Jeffrey Epstein, gerando constrangimento à família real.
  • Acusações de abuso sexual: Um acordo judicial com Virginia Giuffre foi fechado após acusações de abuso, gerando mais controvérsia.
  • Fontes de renda alternativas: Com títulos comprometidos, Andrew buscou novas fontes de renda, incluindo negócios com China e startups.
  • Recurso financeiro cortado: Rei Charles interrompeu o repasse financeiro a Andrew, afetando ainda mais sua posição financeira.

  • Pressão nas Margens: O Mercado Livre enfrenta pressão sobre as margens no Brasil, devido à intensa concorrência com Amazon, Shopee e TikTok Shop.
  • Investimento em Black Friday: O Mercado Livre investirá R$ 100 milhões em cupons de desconto para a Black Friday de 2025, ampliando sua postura agressiva no mercado.
  • Estratégia Full-Stack: A estratégia integrada do Mercado Livre, incluindo logística e fintech, é defensável, mas a lucratividade pode continuar pressionada.
  • Recomendação de Compra: O BTG Pactual recomenda compra para MELI34, com preço-alvo de R$ 125, mesmo com o pessimismo dos investidores.
  • Méli Dólar e Cashback: O Mercado Pago oferece benefícios como parcelamento em 21 vezes e cashback em Méli Dólar para assinantes Meli+.

  • Vale (VALE3) em Destaque: Resultados positivos do 3T25 impulsionam ações da Vale devido a aumento de receita e Ebitda, com forte desempenho na divisão Vale Base Metals.
  • Possibilidade de Dividendos Elevados: Potencial para dividendos de dois dígitos, cerca de 10-11%, apesar de obrigações com Brumadinho e Mariana.
  • Telefônica (VIVT3) em Queda: Ações caíram mais de 4% após 3T25, mas analista aponta que a queda é realização após recentes altas.
  • Gerdau (GGBR4) Alinha Expectativas: Resultados do 3T25 atendem previsões, com fortalecimento nos EUA compensando fraquezas no Brasil, mantendo programa de recompra e dividendos.
  • Olho no Varejo e Taxa Selic: Temporada neutra até agora, com mercado voltado para o setor de varejo devido a sensibilidades econômicas.

  • Bolsas dos EUA em alta: Ações ganham impulso após divulgação dos balanços financeiros de Apple e Amazon.
  • Desempenho do Dow Jones: Índice apresenta oscilação, refletindo a reação mista dos investidores.
  • Ibovespa em destaque: Bolsa brasileira avança com ajuda das ações da Vale (VALE3), renovando sua máxima histórica.
  • Atenção aos balanços: Resultados das grandes empresas como Apple e Amazon podem influenciar diretamente a percepção de risco do mercado.
  • Foco em commodities: Ações ligadas a commodities, como as da Vale, continuam sendo motor de crescimento para o Ibovespa.

  • Axia Energia (ELET3) e o fundo BTG Pactual (BPAC11) venceram o leilão, arrematando obras bilionárias para reforçar o escoamento de energia em regiões estratégicas do Brasil.
  • O leilão ofereceu sete lotes de transmissão de energia com investimentos totais estimados em R$5,5 bilhões e um desconto médio de 47,98% sobre a receita estipulada.
  • Axia comprometeu-se com o maior volume de investimentos, R$1,63 bilhão, e busca antecipar a operação dos projetos, garantindo vantagem competitiva.
  • Fundo Warehouse, do BTG, conquistou o lote 4, com R$1,24 bilhão em investimentos, visando aumentar a capacidade de transmissão no subsistema Acre-Rondônia.
  • Participação de outros pesos pesados, como CPFL (CPFE3), EDP Brasil (ENBR3), Engie Brasil (EGIE3), Alupar (ALUP11) e Taesa (TAEE11), reforça a relevância do leilão.
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